COMO CONHECI A MINHA PUTINHA E A PRIMEIRA ENCOXADA, UMA RELEITURA...
Como conheci a minha putinha e a primeira foda completa Conheci a Lu em agosto de 2009, num evento chato pra caralho. Ela tinha 39 anos, negra, cabelo preto liso, olhos pretos, seios pequenos e firmes, 54 quilos e uma carinha de puta safada que já fazia meu pau latejar só de olhar. Aquela boca carnuda e o jeito de mexer o corpo denunciavam tudo. Eu estava com a câmera. Parei no stand dela e tirei várias fotos. Quando mostrei no visor, a conversa rolou fácil. Trocamos telefone e e-mail. Ainda no evento, num corredor mais escuro, eu a puxei pela cintura e enfiei a língua na boca dela. Beijo molhado, com saliva. Passei a mão por baixo da blusa, apertei aqueles peitinhos duros e desci até a bunda redonda. Ela, sem nenhuma vergonha, meteu a mão na minha calça, apertou meu pau grosso por cima do tecido e sussurrou no meu ouvido: — Que porra é essa… tá duro pra caralho… Depois daquele dia a gente não parava mais. Quase todo dia era telefone. Eu mandava ela se trancar no banheiro, abrir as pernas e enfiar os dedos na buceta. Ela gemendo baixinho, descrevendo como estava molhada, como o dedo entrava fácil. Um dia eu falei que tinha tesão em buceta bem raspada, sem um fio de pelo. No dia seguinte ela mandou áudio gozando e dizendo que tinha se depilado todinha, que estava lisinha e escorregadia só de pensar em mim chupando. Alguns dias depois teve reunião no prédio da secretaria, quinze andares. No dia anterior a gente já tinha combinado: eu ia encoxar ela no elevador até quase gozar na calça. No meio da reunião eu saí e fiz o sinal. Ela saiu logo depois. Entramos no elevador com outras pessoas. Ela ficou de costas, quase de lado. Meu pau já estava estourando a calça. Encostei o volume bem no rabo dela e comecei a esfregar devagar, sentindo a bunda macia ceder. Ela rebolou, esfregando aquela bunda gostosa no meu pau, sentindo o volume grosso deslizar entre as nádegas. Eu apertei a cintura dela e empurrei mais forte, esfregando o pau duro na fenda da bunda por cima da calça. Quase gozei ali mesmo. Chegamos no último andar e fomos pra escada da cobertura. Ouvia barulho de gente, então paramos ali. Eu enfiei a mão por dentro da calça dela. A calcinha estava enfiada no rabo, o fio fino perdido entre as nádegas. Passei o dedo por cima do tecido e senti a buceta completamente lisa, quente e encharcada. Apertei o clitóris dela por cima da calcinha molhada e ela tremeu, segurando um gemido. Quase enfiei o dedo por baixo do tecido, mas ouvi passos. Tivemos que descer correndo. No elevador de volta eu a empurrei contra a parede, esfreguei o pau duro na bunda dela com força e sussurrei no ouvido: — Vou te foder inteira na próxima. Vou te encher de porra. Ela entrou na sala primeiro. Eu entrei logo atrás. No meio da reunião ela me passou um bilhete: “Eu quero mais. Quero seu pau grosso na minha buceta.” Combinamos pro sábado. Motel discreto, longe de qualquer conhecido.
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