O pacote chegou num sábado à tarde. Dentro, várias peças de lingerie roxa de renda fina, com laços roxos brilhantes e uma calcinha preta de babados com zíper na frente. Um bilhete simples do nosso amigo: “Pra ela usar. Quero fotos.” Ela leu, riu baixo e olhou pra mim com aquele brilho safado nos olhos. — Ele mandou isso pra mim… E ainda pediu foto. Eu só respondi: — Então veste. Vou tirar. Ela sumiu no quarto. Quando voltou, estava só de sutiã e calcinha roxa de renda. O laço roxo no meio dos seios, outro na calcinha. A renda transparente marcava os mamilos e o volume da buceta. Ela parou na frente do armário branco, mãos na cintura, sorrindo. — Tá bom assim? Comecei a fotografar. Ela posava sem vergonha nenhuma. De frente, de lado, de costas. A calcinha roxa se enterrava entre as nádegas grossas. Depois ela tirou a calcinha roxa e colocou a preta de babados por cima. O tecido roxo ainda aparecia por baixo, e o zíper preto ficava bem em cima da buceta. Ela abriu o zíper devagar, só um pouco, e me olhou. — Assim ele vai gostar mais, né? Continuei tirando. Close da frente, onde os pelos pretos escapavam da renda. Close de trás, a calcinha enfiada no rabo. Ela abriu as pernas, puxou o tecido pro lado e mostrou a buceta inteira, úmida, os lábios escuros e carnudos. Em outra foto ela estava deitada na cama, uma perna levantada, a calcinha preta puxada, a buceta aberta e brilhante. — Manda pra ele agora — ela falou, a voz já rouca. — Enquanto eu ainda tô vestida. Eu enviei o álbum inteiro. Em menos de dois minutos o celular vibrou. Ele tinha visto. Respondeu só com uma foto do próprio pau duro e a frase: “Ela tá molhada nessas fotos. Fode ela por mim.” Ela leu por cima do meu ombro, riu e se ajoelhou na minha frente. Puxou meu short pra baixo, pegou meu pau já duro e passou a língua devagar na cabeça. — Ele quer que você me foda… Então fode. Subi ela na cama, puxei a calcinha preta pro lado e enfiei de uma vez. A buceta estava encharcada. Ela gemeu alto, as unhas nas minhas costas, enquanto eu metia fundo. A cada estocada o laço roxo do sutiã balançava entre os seios. — Manda foto pra ele enquanto me come — ela pediu, ofegante. — Quero que ele veja o pau dele entrando em mim. Tirei o celular, filmei o meu pau saindo e entrando na buceta dela, a calcinha preta torta, a renda roxa molhada de porra e de gozo. Mandei o vídeo. Ele respondeu na hora: “Goza dentro. Quero ver escorrendo.” Eu segurei as coxas dela abertas e gozei fundo, jorrando tudo dentro. Quando saí, um fio grosso branco escorreu pela renda roxa e pingou no lençol. Ela passou o dedo, coletou um pouco e chupou, olhando pra câmera. — Manda essa também. Mandei. Ela ainda estava deitada, pernas abertas, a lingerie toda torta e molhada, quando o celular vibrou de novo. A mensagem dele era simples: “Próxima vez eu quero estar lá. Quero foder ela com você.” Ela leu, sorriu aquele sorriso puta que eu conheço tão bem, e falou baixinho: — Acho que a gente vai ter que convidar ele… Não é, marido?
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