O sol da tarde batia forte na cobertura do hotel em João Pessoa, quando ela entrou na água. O biquíni preto de bolinhas mal cobria aquela bunda gorda e pesada que eu conhecia tão bem. As tiras rosa e laranja se enterravam na carne úmida enquanto ela se debruçava na borda da piscina, de costas pra mim, as pernas abertas e esticadas na água azul-clara. Eu estava sentado na espreguiçadeira, de óculos escuros, fingindo olhar o mar lá longe. Mas meus olhos não saíam dela. Ela sabia. Virou o rosto de leve, ainda de óculos escuros, e me deu aquele sorrisinho safado que só eu reconhecia. Depois se jogou de bruços na água rasa, o corpo inteiro flutuando, a bunda empinada logo abaixo da superfície. A calcinha preta se colou entre as nádegas, marcando tudo. Eu conseguia ver o formato da buceta sob o tecido molhado, o volume daquele rabo que eu adoro apertar. Ela ficou assim por longos segundos, só pra me provocar. Depois se virou de lado, apoiou os cotovelos na borda e ficou me olhando por cima dos óculos. A água escorria pelos seios, pelo ventre, pela curva da cintura. Sem dizer nada, ela deslizou a mão por baixo da água e puxou a calcinha um pouco pro lado. Só o suficiente pra eu ver um pedaço da buceta lisa e molhada. — Tá olhando demais, marido… — falou baixo, a voz rouca. — Quer subir e me foder logo ou vai ficar só de pau duro aí? Eu levantei. O pau já estava duro dentro da bermuda. Ela riu baixinho quando me viu caminhando até a borda da piscina. Sem pressa, ela se virou de costas de novo, empinou a bunda ainda mais e abriu um pouco as pernas. A água batia levemente nas coxas grossas. — Então vem… Me come aqui mesmo. Ninguém tá olhando. Eu entrei na água atrás dela. A temperatura estava perfeita. Segurei aquela bunda com as duas mãos, apertei forte e puxei a calcinha pro lado de uma vez. A buceta dela já estava escorrendo. Encaixei a cabeça do pau e enfiei fundo num só movimento. Ela gemeu alto, a testa apoiada no braço, o corpo inteiro tremendo. — Porra… assim… Mais fundo… Comecei a meter devagar, sentindo a água se mexer ao redor dos nossos corpos. Cada estocada fazia a bunda dela bater na minha barriga com um som molhado. Ela rebolava de volta, engolindo tudo, gemendo sem nenhum cuidado. Em determinado momento ela olhou por cima do ombro, o cabelo molhado grudado no rosto, e falou com a voz trêmula: — Gozá dentro… Quero sentir sua porra escorrendo enquanto eu nado depois… Apertei a cintura dela com força e acelerei. A piscina inteira parecia tremer junto com a gente. Quando gozei, enfiei até o fundo e segurei, jorrando tudo dentro dela. Ela tremeu forte, gozando também, a buceta apertando meu pau em espasmos. Ficamos assim por alguns segundos, respirando pesado. Depois eu saí de dentro dela devagar. Um fio branco de porra escorreu pela coxa dela e se diluiu na água azul. Ela se virou, ainda ofegante, e me deu um beijo molhado na boca. — Agora… Me filma de novo. Quero que você veja sua porra escorrendo enquanto eu fico boiando. E se jogou de bruços na água outra vez, a bunda empinada, a calcinha torta, o corpo inteiro à mostra sob o sol da cobertura. Exatamente como nas fotos.
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