Então eu estava, entre a cruz e a espada… uma espada grossa, com veias saltadas, e uma grande cabeça lustr… Deny, já falei pra não entrar nos meus contos.
Conforme os dias iam passando, minha dúvida ia aumentando, não posso dizer que aquela rola grossa não me intimidava.
Assim , meu marido não é um homem “mal-dotado”, longe disso, mas eu sinceramente, nunca havia dado pra alguém daquele CALIBRE, e eu estava com muita vontade de sentar naquilo tudo.
Numa segunda-feira recebi uma mensagem de João dizendo o seguinte : “Amanhã vou pra aí, às 14:30 já devo estar no hotel TAL, e só tenho que ir pra empresa na quarta.”
O recado estava dado, só dependia de mim.
Naquela noite eu já estava louca de tesão por aquela incerteza que não saia da minha cabeça, mas ao mesmo tempo, não queria dar pro meu marido, acabei arranjando uma discussão com ele, hoje sei que foi meio proposital da minha parte, para tentar diminuir a minha culpa, e de certa forma funcionou, eu estava decidida a ir ao encontro. No outro dia só o avisei que iria sair naquela tarde. Quando ele saiu pra levar meu filho na escola e depois trabalhar, fui direto para o banho, me preparar como no dia da vídeo chamada, nesse momento já estava dominada por Deny, ela já estava na minha cabeça e dali ela não saiu mais.
Bem cheirosa e maquiada, coloquei um conjunto de lingerie branca e uma roupa social com saia lápis com uma fenda do lado e uma blusa de botão. Próximo ao horário que ele havia me dito, chamei o Uber para ir até João. Aparentemente a minha produção havia funcionado bem, o motorista, um moreno-claro, forte, com a cabeça raspada, um cavanhaque bem aparado, usando uma camiseta branca, meio justa, e uma calça jeans apertada, não parava de me olhar pelo espelho, e eu já ia me excitando mais ainda com os olhares dele.
Como diria Chaves, “sem querer querendo”, deixei minha calcinha à vista no espelho, fingi não perceber seus olhares me devorando, e enquanto ele olhava pra baixo, eu abri um botão em cima, deixando o volume dos meus seios bem visíveis, até o ponto do rapaz me oferecer uma balinha:
- Quer chupar Halls PRETO moça?
- Não, obrigada.
- Ah, eu insisto, vai ver que é bem gostoso
- Tenho certeza que é! Mas agradeço a oferta moço, eu já tô com uma balinha pra chupar agora
- Podia chupar a minha balinha também - e ele já estava abrindo o zíper
- Não querido, obrigada de novo
Chegamos ao Hotel, agradeci e fui descendo, e novamente o motorista tentou:
- Tem certeza que não quer uma balinha?
- Tenho sim , obrigada
- E vai sair assim moça?
Olhei em volta , botei os dois pés pra fora, empinei bem a bunda, subi a saia até a altura das popinhas e desci do carro . O motorista ainda gritou enquanto me afastava.
- Tem o meu número , se quiser que te busque na saída, é só avisar.
- Vou pensar, obrigada.
Entrei no hotel e fui até a recepção. Perguntei pelo quarto de João, e fui informada. A recepcionista ligou pro quarto e me autorizou a subir.
Chegando no quarto, bati a porta e ele prontamente a abriu , João estava de pé, esperando com uma calça social e uma camisa branca, entrei e sem dizer uma palavra o abracei e nos beijamos como se fossemos namorados que há muito não se viam. Sua mão foi direto na minha bunda e com a outra ele fechou a porta.
Eu podia sentir o volume sob a sua calça e seu tesão me deixava louca, o empurrei para a parede, me ajoelhei na sua frente abri sua calça, coloquei minha mão dentro da sua cueca e pude sentir a pele lisinha mas dura e com as veias pulsantes do seu pau, puxei ele pra fora, e sem pensar, me pus a chupar.
Eu saboreava aquele pau como uma doce mamadeira, por vezes eu parava pra olhar que tudo aquilo estava na minha boca, e olhava João nos olhos, enquanto punhetava e beijava seu membro rígido, e voltava a chupá-lo. Não aguentava mais de tesão, e parece que ele também não, foi aí que ele me pegou pelos cabelos e me levantou, me levando até uma cômoda que estava ao lado, ele me inclinou e me apoiou ali, levantou a minha saia, e começou a chupar a minha buceta com vontade e com a língua firme, às vezes lambendo meu cu, e voltava para minha buceta. Não aguentando mais a vontade, virei pra ele e disse:
- Ai João , me come!
Imediatamente ele se levantou, puxou minha calcinha de lado e foi colocando aquela tora grossa dentro de mim devagar, pude sentir o tesão pulsante de suas veias, dentro de mim.
Eu nem podia acreditar que estava dando para aquela rola, algo que há dias me consumia.
Ele me puxou os cabelos e metia cada vez com mais força , eu parecia poder saborear seu pau pela minha vagina e era muito bom .
Logo eu senti que estava prestes a gozar
- Ai, isso , me fode, me fode, me fode…
João me comia com mais força, até que gozei, gemi feito uma putinha, e gozei muito gostoso, fiquei com as pernas bambas do gozo, e pedi pra ele esperar .
- Espera amor. - me virei de frente pra ele .
- Tava tão bom, eu já ia gozar.
- Não, eu ainda quero abrir as pernas pra ti. - falei isso enquanto beijava ele e o abraçava
João me pegou no colo e como recém-casados, me levou até a cama ,onde ele subiu vagarosamente em cima de mim , eu fui abrindo as pernas e senti ele me penetrar mais uma vez, enquanto continuávamos a nos beijar. A sensação do seu pau na minha buceta era tão forte que soltei um gemido de prazer , e parece que quanto mais eu gemia, mais ele se excitava , pois aumentava a força das bombadas .
Ele colocou os braços por baixo dos meus joelhos e levantou minhas pernas tendo um acesso maior ainda do seu pau dentro de mim, e agora ele me comia com tanta força ,que parecia estar com raiva , seu rosto estava vermelho , eram anos de tesão acumulado. Ele então anunciou:
- Ai Dê, eu vou gozar.
Fiz um jogo de corpo e consegui empurrá-lo, deitando ele na cama, assumindo uma posição de cavalgada, segurei seus pulsos e olhei firme nos seus olhos.
- Me chama de Deny. Então goza , me enche do teu leite , quero sentir ele escorrendo dentro de mim.
- Deny?
- É! Deny.
E rebolei naquela vara, subia e descia como se realmente estivesse cavalgando. Seu pau tocava dentro de mim , e eu esfregava meu clitóris no seu púbis cada vez mais forte. Eu estava no controle , e eu adorava.
- Ai Deny, que delícia , tu é muito gostosa, eu vou go….. aaaaah , aaaaah que tesão, que merda !!!! Aaaaaaaah!
E eu , sincronizadamente gozei junto com ele. Ser chamada de Deny durante o sexo me excita demais, e ouvir ele gemendo daquele jeito, me fez gozar imediatamente, e gozar muito, cada jato de porra dentro de mim, eu sentia minha vagina contrair e latejar.
Cai para um lado satisfeita com aquele gozo maravilhoso, de costas para o meu amante.
Poucos minutos depois, senti sua mão na minha cintura, me puxando na sua direção e encostou seu pau na minha bunda.
Estava duro como uma rocha novamente, fui me esfregando nele até encostar no meu cu. Eu não podia perder a chance de dar a bunda para aquele caralho.
Estávamos abraçados de conchinha, só virei pra trás beijei João na boca.
- Fode a minha bunda.
Sua mão que estava no meu peito, desceu até o meio das minhas pernas, ele enfiou os dedos na minha buceta, e aproveitando que seu pau estava úmido da nossa gozada, foi abrindo meu cuzinho aos poucos, e cada vez mais pra dentro. Pra ajudar eu ia rebolando sentindo seu caralho tomar seu lugar entre as minhas nádegas. Parecia não ter fim, e o prazer foi tão intenso que eu gozei mais uma vez.
Quando senti suas bolas na bunda, ele deixou ali , até pra eu me sentir confortável com seu volume , e logo começou o movimento da foda.
Eu podia sentir seu pau entrando e saindo da minha bunda, e a cada vez que ele entrava, parecia ir mais fundo , e quanto mais fundo , mais gostoso ficava. João esfregava meu clitóris enquanto gozei mais duas vezes, dando meu rabo. Até que ele gozou novamente, enchendo minha bunda de leite.
Descansei um pouco depois daquela foda deliciosa, e fui me lavar , mal falamos aquela tarde , apenas transamos.
Mas Deny não estava satisfeita, ela queria mais. Quando sai do banho, e já arrumada, João dormia descansadamente na cama, pensei em chamá-lo pra fudermos de novo, mas apenas fui embora, deixando ele sozinho.
No corredor, ia me dirigindo para o elevador, e Deny parece ter soprado no meu ouvido, chama “O Uber”. Procurei no meu histórico de viagens , e mandei mensagem para o motorista.
- Oi, tu me deixou no hotel mais cedo… pode me trazer um Halls PRETO aqui, agora?
Alguns instantes depois eu recebi
- Chego em 5 min… desculpa , como é o teu nome mesmo?
- Deny, pode me chamar de Deny.
Fui até o pátio aguardar o uber, que realmente não demorou a chegar, reconheci o carro e ele parou na minha frente.
- Posso sentar na frente?
- Pode sentar onde quiser, minha linda.
- Trouxe minha balinha?
- Claro - ele colocou o membro para fora das calças - pode chupar.
Acho que eu estava com sorte naquela tarde, ele tinha um pau de respeito, não era tão grosso quanto o de João mas comprido, um pau bonito escuro, e uma cabeça com um tom marrom, parecia um chocolate ao leite, e eu adoro chocolate.
Os vidros do carro eram escuros, aparentemente de forma proposital. Entrei no banco do carona, já me colocando de quatro, com a bunda virada para a porta. Enquanto ele saia do pátio do hotel, subindo os vidros, eu já ia colocando o seu pau na boca.
- AAAAAAh safada, que boquinha.
Senti sua mão sobre a minha bunda e ele começou a subir minha saia, deixando exposta minha calcinha. Seus dedos foram tomando lugar por dentro dela e os enfiou na minha buceta. Eram grossos e ásperos , uma delícia de sentir massageando meu clitóris.
Não andamos muito , e ele estacionou em uma rua lateral da rodovia, havia outros carros lá, também com vidros escuros, imagino que aquela não era a primeira vez que ele ficava ali. O motorista reclinou o banco para trás e ficou me assistindo chupar seu caralho.
Alguns instantes depois, perguntei se ele tinha camisinha, ele já estava com ela na mão.
Sem parar de mamar , peguei a camisinha da mão dele e fui abrindo, coloquei ela na boca, encaixei na cabeça do seu pau e fui descendo, enquanto engolia ele mais um pouco.
Quando tive a certeza de ela estar bem colocada , fui para seu colo, apoiei ele na minha vagina e o escorreguei para dentro de mim.
- Hummm , isso gostosa , senta tesuda.
- Shhh. - tapei sua boca e fiz ele ficar calado, enquanto cavalgava aquele moreno gostoso.
Abri minha blusa e ofereci meus seios, ele encheu a boca com meus mamilos, uma mão agarrava minha bunda com força, enquanto a outra massageava meu seio livre, aquele homem parecia ter mais de dois braços e ele conseguia me usar por inteira.
Gozei a primeira vez naquela posição, e logo mais uma, aquela sentada fazia seu pau ir muito fundo em mim.
- Me pega de quatro.
- Vai ficar apertado aqui.
- Então abre a porta .
- Ele olhou em volta , por cima dos ombros.
E se alguém ver
- Foda-se , que vejam.
- Sério?
- Cala a boca , e me pega de quatro - ordenei apertando seu rosto com as mãos.
Ele abriu a porta e desceu do carro, eu me posicionei com a bunda na sua direção e logo senti suas mãos ásperas me segurando pela cintura e seu pau entrando em mim de novo. Aquela ocasião toda me deixou muito excitada, eu quase esqueci que estava na rua, até que ouvi vozes. Sem parar de me foder o motorista estava respondendo a outro homem, que eu não era sua esposa e que não era garota de programa.
- …não! É passageira .
- Que sorte! Olha só esse cuzinho, que delícia. Toda gostosa ! - senti uma terceira mão passar na minha bunda e seu dedo esfregar e entrar no meu cu.
Em seguida vi quando o homem deu a volta pra me olhar pelo outro lado do carro, ele teve que fazer sombra sobre os olhos por causa da cor do vidro, pude ver que era um homem mais velho , devia ter uns 60 anos, branco grisalho , mais gordinho.
Sem pensar muito me segurei nos bancos e lhe mostrei peitos , ele respondeu abrindo a calça e se masturbando pra mim. Eu então puxei o trinco e abri a porta , o desconhecido entrou e me disponibilizou seu pau pra chupar , foi o menor daquela tarde, enquanto ele esfregava meus seios.
Meu tesão era tão forte que gozei mais duas vezes , logo ouvi meu motorista gemendo de gozo, achei que ele pararia mas ainda seguiu me comendo até gozar uma segunda vez, só então ele desencaixou da minha buceta.
Fiquei ali de quatro, chupando o homem mais velho que não demorou a gozar na minha boca e se retirou, fui meramente seu objeto, e eu estava feliz com aquilo.
Depois de tudo isso , o Uber me alcançou uma toalha que ele tinha no porta-luvas, eu me limpei. Comecei a arrumar minha roupa, fui para o banco de trás do carro, e aguardei que ele entrasse.
- Por favor motorista, me leva pra casa.
- Sim senhora!
E assim seguimos até meu destino, em silêncio, sem falar nada. Chegando, eu desci, agradeci e dei fim àquela tarde que Deny comandou minhas ações, sem restrição, sem eu lhe dizer o que fazer, ou o que não fazer, e ela me provou mais uma vez, que sabe se usar de todo meu corpo pra sentir e me dar prazer.