O ano era 2009, mês de Dezembro. Eu tinha acabado de sair de uma gerência comercial e tinha recebido uma promoção a diretor de treinamento da empresa que eu trabalhava. Eu iria ser o diretor de uma loja/escola para treinar vendedores e distribuí-los nas lojas do grupo. Dna Carmen era gerente de uma das lojas, justamente a loja matriz ao qual eu estava trabalhando e adiantando os processos da minha nova empreitada pro ano seguinte. DNA Carmen é uma mulher loira, muito, muito bonita, na época 65 anos, sempre muito bem vestida com roupas sociais e discretas, andar elegante, semblante sério e altivo, mulher casada com filhos da minha idade, um vocabulário impecável, voz calma, branda mas sempre em tom sério e autoritário. Lábios finos, pele do rosto caída pela idade mas não deixava de ser bonita que expressava aquele tom de riqueza de nobreza. Devido à minha promoção, ela sempre vinha em minha mesa e ficava longos minutos conversando comigo e tentando se atualizar nos quesitos de atendimento à clientes alto padrão. E eu não negava informação e todas as informações que eu dava eu sempre deixava algo incompleto para que ela viesse novamente à minha mesa, pois adorava sua companhia e me deliciava com seu cheiro estonteante, corpo cheio de curvas, seios fartos, coxas grossas, cintura fina e aquele rabo que ela sempre tentava disfarçar com blusas mais longas e blazers, mas era impossível, aquela raba era enorme e ao andar era inevitável um rebolado delicioso. Ela usava roupas sociais sempre muito discretas, nada de transparência ou pele do corpo aparecendo a não ser os braços. Apenas um dia em uma confraternização a vi com um vestido de alcinha que ia até os tornozelos, aqueles vestidos soltinhos que marcam a calcinha, ela estava linda e então percebi o quanto ela era branquinha e charmosa, nada a ver com aquele marido asqueroso que ela tinha. E era assim que eu batia as minha punheta pensando naquele rabo de bruço, com ela abrindo a bunda com as duas mãos e mandando eu chupar seu cu. Nó!!!! Como nossas conversas eram sempre no final da tarde, ela estava sempre com aspecto cansada, sempre girando seu pescoço para tentar aliviar alguma tensão que a incomodava. Eu percebia seus olhares, principalmente para o volume de meu pau, pois muitas das vezes era inevitável ficar próximo dela sem me excitar. E não é que meu pau ficava duro a ponto de bala, eu me excitava e ele ficava meia bomba, pois sentado dentro de uma calça social é mais complicado, mesmo porque ela era tão séria que dava medo de uma aproximação mais quente e causar um escândalo entre gerentes casados, caso ela não aceitasse a cantada. Em uma dessas conversas num momento que ela estava se sentindo incomodada com aquela dor no pescoço, resolvi arriscar e lhe oferecer uma massagem nos ombros. - Dna Carmen, vejo que faz tempo que a senhora está incomodada com essa dor, posso lhe fazer uma massagem nos ombros? - Vc sabe fazer? Então levantei aproveitando que nós estávamos a sós no show Room da parte superior e a virei de costas pra mim e a toquei por cima de sua roupa… massageei apertei, toda as suas costas enquanto ela gemia elogiando minhas mãos dizendo que estava muito bom. Aproveitei e peguei em sua cintura a fazendo arrebitar aquele rabao e pude ver aquela mulher em uma posição que nuca tinha visto e o meu pau ficou extremamente duro e volumoso embaixo da calça, impossível de disfarçar. Então ela levantou de repente dizendo que já estava bom me agradeceu mas, precisava descer para ver como tava o atendimento do cliente na mesa la em baixo. Mas ao se levantar foi inevitável sua bunda se encaixar forte no meu pau, empurrei em sua bunda e ela estremeceu, saindo desnorteada sem olhar pra trás. Não sei o que aconteceu mas ela deve ter se excitado e saiu para não se entregar. Mas tive o privilégio de a encoxar. Depois desse dia ela não veio mais na minha mesa. Então os dias foram se passando chegou janeiro e eu fui pra minha nova loja e sempre cobrando dela uma visita. Eu tinha que ir à loja matriz pelo menos 2x na semana e sempre a via e conversava com ela. Passado uns 3 meses ela recebeu um vendedor treinado por mim e 6 meses depois ela estava impressionada com as informações e técnicas usadas pelo vendedor aprendido comigo e disse que gostaria de receber o mesmo treinamento e me comprometi de a receber todos os dias durante uma hora depois dela fechar a loja dela. Só de imaginar estar com aquela senhora deliciosa uma hora por dia, me deixava maluco, bati várias punhetas a imaginando na loja sozinha comigo comendo aquela rabo dando tapas naquela raba branca. Na segunda ela veio pela primeira vez e absolutamente nada aconteceu… assim como nas semanas seguintes, nenhuma evidência nenhuma provocação nem tocamos no assunto daquela massagem com direito a encoxada. Mas todos os dias nos cumprimentávamos e nos despedíamos com beijinho no rosto e um abraço. Faltando 3 dias para terminar seu treinamento ela chegou e deixou seu blazer dentro do carro e entrou com uma calça social marrom justa e uma blusa preta semitransparente com um sutiã amarelo de renda muito bonito. Elegantemente ela veio entrando na loja com aquele andar nobre e altivo, eu fui ao seu encontro e de forma mais efusiva dei um abraço bem apertado e não aguentando minha língua atrás dos dentes encostei minha boca em sua orelha e disse: - que linda que vc está. Além de linda está muito cheirosa como sempre. Depois me revelou que naquele momento ela se arrepiou inteira, com minha ousadia e sentiu na hora sua bucetinha melar. - Eu sou casada e vc é casado, já chega aquela vez que nos alteramos lá na loja. - E vc não gostou? Ela muito sem jeito me olhou desviando o olhar, olhando pra baixo e tentando se esconder atrás da vergonha fechou os olhos e gaguejando confessou: - eu amei… não consigo esquecer a sensação de ter lhe sentido me tocando. Além das mãos, seu corpo. (ela quis dizer meu pau em sua bunda) Segurei seu rosto com as duas mão e a beijei… ela me abraçou o pescoço e intensificou o beijo colei meu corpo no seu e ela pode sentir o volume do meu pau encostando em sua barriga e respirou fundo, ela começou a tremer de medo ansiedade, sua boca estava fria, suas mãos geladas. A virei de costa pra mim beijando e mordendo seu pescoço encoxando aquela bunda gigantesca que eu já estava louco pra chupar, minhas mãos percorriam seus seios, sua barriga, escorregava pra sua bunda subia pros seus cabelos, o puxava com força e mordia seu pescoço. Ela levou suas mãos pra trás e segurou meu pau que já estava estourando minha calça social. Ela tem uma mão pequena, dedos gordinhos e curtos, apalpava meu pau com as pontas dos dedos enquanto chiava e esfregava na bunda rebolando aquela raba. A virei de frente e resolvi que iria mostrar meu pau pra ela. Coloquei ela de joelhos no chão, aproximei meu pau ainda dentro da calça perto de seu rosto, segurei em seus cabelos e trouxe seu rosto e esfreguei no pau por cima da calça, sentiu meu pau por toda extensão de seu rosto… abriu a boca e mordia o corpo do pau por cima da calça. Abri o cinto, o botão, desci o zíper, baixei a cueca e o pau bateu em seu rosto. Olhos arregalados, boca tremendo, Língua e lábios inquietos. - Nossa que enorme. Segurou com aquela mãozinha infantil, sua mão só conseguia envolver a metade de sua circunferência. Segurei em seus cabelos e trouxe sua boca pro meu saco por baixo do pau e então ela pode ver que meu pau era maior que seu rosto desde o queixo até acima da testa. Adoro fazer isso, submeter a mulher mostrando o pau, bater com o pau pesado em sua cara. - coloca a língua pra fora. Ela obedeceu na hora e eu coloquei a cabeça do pau em sua garganta e forcei, sua boca pequena não conseguia abrir o suficiente pro pau entrar… seus dentes arranhavam o corpo do pau e eu com a mão em sua nuca forçava meu pau em sua garganta. Ela empurrava minha perna ao contrário tentando respirar… - delícia, nunca chupei assim. Puxei ela pelo cabelo pra ficar em pé, a beijei com carinho e segurando em seus seios fartos. Tirei sua camisa pela cabeça e já comecei a desabotoar sua calça. Fiquei de cara como uma coroa de 65 anos podia ser tão gostosa, pernas grossas, pele lisa, perfeita, mulher bem cuidada. Nesse momento eu já havia tirado minha roupa e ela podia sentir minha pele e eu a dela, quando tirei seu sutiã é que o show se completou, os seios da coroa eram simplesmente perfeitos, grandes, com os bicos pra cima, aquela desenho lindo de seio perfeito, não resisti e já a deitei em uma das camas do show Room e comecei a beijar sua boca com sofreguidão, minhas mãos percorriam todo seu corpo, sua buceta estava quente, úmida seu olhos sempre fechados curtindo minha boca em seus seios e barriga, descendo e chegando frente a frente com sua buceta que estava totalmente sem pelos, lisinha, chupei e chicoteei seu clitóris matando minha vontade e é curiosidade de sentir o gosto daquela buceta que já estava escorrendo aquela baba transparente. A virei de bruço. - vai cadela, puta, coloca suas mãos pra trás e abre esse rabo pra mim. - Não, eu não sou puta. Dando um tapa forte naquela raba gigante, em tom de ironia eu disse: - Agora é sim minha puta, cadela safada, onde já se viu, uma mulher distinta como vc, estar gozando na boca de outro homem casado?? Dei outro tapa forte em sua bundona e mandei: - abre esse rabo puta e arrebita esse cu pra mim. Então ela colocou as duas mãos na raba, abriu e arrebitou deixando centímetros da minha língua. Eu não perdi tempo, chicoteei aquele cu vermelho fechadinho a fazendo tremer sua perna. - ahhh cachorro nojento, colocando sua boca no meu cu, não vou te beijar mais, seu nojento… ahhh que delícia. Eu chupei seu cu por muito tempo e a cada gozada ela tremia suas pernas. - chupa chupa meu cu seu nojento, FDP que tesão, nunca chuparam meu cu. Ai que delíciaaaa… Enquanto ela me xingava ela siriricava sua buceta com os dedinhos e tremia gozando e empurrando seu cu contra minha boca. Me ajoelhei apontei meu pau em sua buceta e coloquei a cabeça… Ela esturrou como uma onça. - uhhhhhh…. Uhhhh … uhhhhh… ai que pau gostoso!! Vai FDP mete na minha buceta. - nossa mas que senhora boca suja, cadê aquela mulher elegante e de vocabulário elevado que eu conheci? - Me come seu cachorro nojento. Me debrucei em suas costas e penetrei todo meu pau em sua buceta. Ela urrou forte. Tirei a metade do pau e empurrei de novo e novamente ela esturrou… comecei a ritmar a socada e ela esturrava igual uma onça mesmo. - Hum, hum, hum… E quando gozava o esturro era mais alto e profundo… parecia que ela estava em transe. - vai nojento gostoso me faz gozar de novo… nunca fui comida assim como uma biscate. Ahhh agora entendi, ela tava curtindo ser tratada como puta, como cadela, como biscate, ser esculachada. Então, vamos esculachar. Continuei socando forte em sua buceta mas eu estava bem longe de gozar, queria curtir aquela coroa volumosa. A virei de frente, papai e mamãe, quando olhei seu rosto ela estava toda descabelada, desfigurada daquela mulher nobre e elegante, mas ainda continuava com sua altivez natural. Fui colocando centímetro por centímetro em sua buceta e vendo a expressão do seu rosto mudar e a todo momento ela elogiava meu pau, dizendo que era uma delícia, que nunca tinha experimentado um desse tamanho, que o marido tinha um pau pequeno… que estava sentindo meu pau na barriga. Eu enterrei até o talo, peguei em seu pescoço e a enforquei prendendo seu ar soquei rápido e forte e quando ela gozou, soltei liberei o ar… ela respirou fundo me olhando com aquela olhar lacivo de quem havia descoberto um prazer diferente. Sem parar de a penetrar agora num ritmo lento. - olha pra mim cadela, abre a boca. Assim que ela abriu eu cuspi em sua boca e mandei fechar e engolir. Submissa ela engoliu com cara de nojo. Dei um tapa forte na sua cara que seus cabelos voaram, ela me olhou com cara de espanto como quem diz: “o que foi isso?” Cuspi novamente agora em sua cara. Segurei em seu pescoço a enforcando novamente e voltei a socar rápido e violentamente na sua buceta. - agora vc é minha biscate, faço o que eu quiser com vc. Ela só conseguia esturrar e gozar. Quando soltei seu pescoço a primeira coisa que ela disse: - me bate de novo seu cachorro gostoso, bate na sua cadela. Dei outro tapa em sua cara com a mesma força sem parar de socar de forma violenta e rápida. Ela esturrava conforme o ritmo de sua respiração: - Uhhh…uhhhh…uhhh Um gemido forte carregado como um urro. Eu já estava cansado e deitei e a coloquei por cima pra cavalgar, estávamos transando a uma hora num ritmo alucinante… Ela veio por cima se esfregando como uma gata carinhosa, seus cabelos passando pelo meu peito ela me olhou no rosto, com um semblante de cansada e um sorriso de satisfação nos lábios, abraçou minha cabeça com seus braços e me beijou apaixonadamente cochichando em meu ouvido: - vc é muito gostoso, seu pau é uma delícia, nunca sentei num pau desse tamanho. Colocou a mão no pau e o guiou pra sua buceta e foi sentando. Agora um gemido longo em voz clara, sua voz mesmo. - ai que delícia amor, sinto ele em minha barriga, que pau gostoso. - goza minha delícia. - Eu não aguento mais gozar, já to cansada. - Sempre tem mais um pouco vai goza em mim, me deixa sentir sua buceta apertar meu pau. Então Dna Carmen começou um rebolado delicioso pra frente e pra trás, com meu pau até o talo, mexendo aqueles quadris lindos, seus seios lindos de mulher de 25 anos, sua cintura marcada, mais fina que o quadril…uma delícia. Ela rebolou e gozou muito tempo e a cada gozada eu segurava seus seios e apertava os bicos, ela chupava meus dedos e gemia de tesão. Deitou no meu peito e deslisou pelo meu corpo e se deitou na cama… Eu ajoelhei na cama com meu pau em riste cansado e louco pra gozar. Ajoelhei perto de seu rosto coloquei meu pau pra ela mamar e punhetar… (aquelas mãozinhas pequenas punhetando meu pau fazia com que meu pau parecesse ainda maior, meus 22x9 pareciam 30xq14…rs) e sua boca beijando e mamando a cabeça do meu. Olhando aquele rosto tão sério mamando toda descabelada babada olhando nos meus olhos e pedindo pra eu gozar. - vai gostoso nojento, faz essa mangueira espirrar porra na minha cara. - Mama safada. Ela aumentou o ritmo da mamada e da punheta. - gozei puta!! Minha porra começou a jorrar do meu pau e caindo em sua língua, ela me punhetando e chupando a cabeça do pau engolindo minha porra, porra em seu rosto, suas mãos, seu queixo ela gemendo e mamando dizendo: - nunca meu marido gozou em minha boca, sempre tive vontade de experimentar mas ele nunca gozou dizendo que era coisa de puta. Agora estou aqui sendo chamada de puta e engolindo sua porra. - Vc é uma delícia e hoje foi só a primeira de muitas fodas que iremos dar, delícia. Já estávamos atrasados para fechar a loja e irmos pra nossas casas. Depois volto para contar como a Dona Carmen agasalhou meu pau naquele cu vermelho. Se vc mulher, gozou lendo esse relato, diz no comentário que ambiente vc está e como foi. Beijos, chupadas e chicoteadas de língua em seu clitóris…rs
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