O dia que brinquei com o novinho sobrinho da dona do bar
Acordei com uma ressaca horrível no outro dia por volta de uma da tarde e eu só queria cama, eu estava com uma dor de cabeça insuportável e com uma leve dor de garganta pelos trabalhos que tinha feito naquela madrugada com Gustavo. Lembrar que eu tinha mamado o novinho inexperiente no meio da rua durante a madrugada me deixou com um tesão imenso e na hora meu pau endureceu na hora. Peguei o celular para bater uma punheta e vi que tinha uma mensagem de Gustavo no whatsapp, eu nem lembrava que tínhamos trocado contato na volta para casa. “Fiquei a noite toda duro pensando na sua mamada, chega meu pau tá roxo. Quando acordar me avisa?” A mensagem tinha chegado por volta de umas nove da manhã. “Oi, tô morto na cama, ressaca tá foda” Respondi e fechei o app, abrindo o navegador para procurar um pornô. Gustavo respondeu em questão de segundos “Tô tranquilo aqui, posso ir aí?” Fiquei olhando para a mensagem por um tempo, meu corpo pedia descanso, mas minha rola falava outra coisa. Já tava com tesão mesmo “Tá bem, sabes qual é a casa?” “Sei sim, tava parado no bar vendo se você abria a janela, to descendo ai!” Ele respondeu também rápido. “Espera, ainda nem levantei” Retornei. Levantei da cama o mais rápido que meu corpo conseguia, nem escovado os dentes eu tinha ainda, quando cheguei na porta do banheiro para tentar lavar alguma coisa bateram na porta. Eu ri e desci para atender a porta. Durmo apenas de cueca então fui atender apenas assim, pau marcando por conta da ereção e tesão matinal. Abri a porta ainda com a cara amassada e Gustavo passou igual um foguete para dentro de casa. - Falei pra minha tia que ia pra casa do meu amigo – Ele justificou quando fechei a porta. - Você nem me deu tempo de me limpar, eu literalmente acabei de acordar. - Há – Ele percebeu e ficou constrangido – Desculpa, é que eu pensei que já era pra vir. - Tá tranquilo, eu só preciso tomar um banho... – Falei enquanto entravamos em casa. Gustavo que me seguia para dentro de casa me parou e me puxou e me tacou contra a porta, foi tão rápido que eu nem tive tempo de me afastar. Ele segurou na minha nuca e se forço contra a porta me beijando com desejo. O beijo foi tão afoito que ele acabou batendo minha cabeça contra a porta o que me fez gemer, e então em largou assustado. - Desculpa, é que eu tava com muita vontade de fazer isso. Machucou? - Um pouco, você é muito afobado, fica calmo. - Eu... – Antes dele dar qualquer desculpa o beijei e foi minha vez de controlar o beijo. O beijei devagar desta vez, iniciando o beijo calmo e com carinho, minha mão alisava a nuca dele com calma enquanto minha outra mão apertava o braço de o puxando para mim. Gustavo abraçou meu corpo com um pouco mais de gentileza e seguiu o beijo de forma lenta. Nossas línguas brigavam uma com a outra na boca dele, se entrelaçando e se lambendo com desejo, eu sentia Gustavo me abraçar ainda mais forte a cada minuto que passava e aquilo estava muito bom. - Você precisa ter calma, eu não vou a lugar nenhum. - É que eu... Eu nunca fiquei com outro homem de verdade então eu não sei muito bem como agir. - Tá bem, eu vou te guiando, mas não precisa ir com tanta sede ao pote. Preciso tomar banho, cê fica aqui? - Posso tomar banho contigo, se tiver tudo bem. - Tá bem. Segurei a mão de Gustavo e o guiei para parte de cima de casa. Quando entramos no banheiro Gustavo foi tirando a roupa com pressa como se tivesse desesperado, admito que estava achando fofo o jeito meio desesperado dele, mas também pensava onde eu estava me metendo. Principalmente quando ele desceu a cueca e o pau estava estralando de duro levemente para esquerda. - Ele não baixa desde quando eu acordei, não paro de pensar no que aconteceu lá no valão, eu tô com dor no saco. – Comentou quando encarei seu pau que estava bem vermelho na cabeça e pulsava. Segurei na rola de Gustavo e ela estava muito quente, ele soltou um gemido de alivio. Puxei ele pelo pau para dentro do box e o joguei contra a parede, ele ficou me encarando por um tempo com os olhos baixos enquanto eu batia uma para ele devagar. Me aproximei mais dele e ele tentou me beijar, mas baixei um pouco a cabeça e cuspi no pau dele, voltando a masturbar ele devagar, Gustavo suspirava fundo e podia vê-lo contrair os dedos dos pés enquanto eu socava uma punheta nele. Segurei nas suas bolas e puxei levemente, ele quase desfaleceu na parede soltando outro gemido, dessa vez mais fino. Olhei para ele e ele estava de olhos fechados apenas aproveitando aquele carinho, levei minha boca ao seu pescoço e passei lentamente a língua na sua jugular, vi os pelos de Gustavo se ouriçando, mordi lentamente o caminho até sua orelha e lambi lentamente o lóbulo, ele se encolheu talvez pela cócega, então eu parei e desci beijando o pescoço dele até o gogó o chupando, ele esticava o pescoço me deixando bem a vontade e pelo tanto que ele soltava pre-gozo ele também estava bem à vontade. Afastei minha boca do corpo dele e ele abriu os olhos me encarando com cara de pidão, eu então desci e fui beijando seu corpo peito magro, queria dar um banho de língua naquele garoto e assim o fiz. Soltei sua rola babona e levantei os dois braços dele, cheirei as axilas, mordi o tríceps magro, e desci lambendo cada parte daquele braço até chegar em suas axilas, seu rosto estava virado para o mesmo lado que eu estava então eu sentia a respiração dele cada vez mais intensa, e o pau dele, que estava roçando na minha barriga, me melava cada vez mais. Fui baixando meu corpo à medida que ia descendo com a boca pelo gosto de Gustavo, beijando seu peito, mordicando seu mamilo, chupando as vezes, mordendo sua costela e lambendo o caminho da felicidade que se formava em sua barriga. Gustavo por sua vez gemia e suspirava a cada contato da minha boca pelo seu corpo. Quando já estava ajoelhado no box olhei para cima e a vi Gustavo me olhando com tanto desejo que seus olhos estavam escuros, ele ainda não estava me tocando, cheguei com meu rosto bem perto de Gustavo e ele tremeu e revirou os olhos, apenas ao sentir a minha respiração perto de sua rola. O Pau de Gustavo deu uma pulsada tão forte que senti a baba do pau no meu ombro, ele estava muito excitado. Sem tocar no pau de Gustavo lambi a cabeça que estava muito vermelha e pude sentir o salgadinho que pingava daqui ele gemeu tão alto que eu pensei que iria gozar, mas em vez disso se segurou na parede, pois as pernas fraquejaram. Abocanhei a cabeça da rola de Gustavo com fome e logo comecei a chupa-lo. Sugava, lambia, cuspia, mordia, me deliciava com aquele pedaço de carne, enquanto o dono dela se mordia e tremia a cada sucção que dava em seu pau. Gustavo estava tão entregue e tão relaxado com a minha mamada que estava se segurando com uma mão na parede e outra no box para não cair, talvez fiquei chupando ele por uns dez minutos, estava tão gostoso que nem senti o tempo passar, só parei de chupa-lo quando senti ele esporrando na minha garganta, e não sei se por conta do tesão, era tanta porra que eu tive de tirar sua rola da minha boca, pois se não iria sufocar, quanto tirei a rola da boca ainda espirrou uns três jatos no meu rosto e no meu corpo. Gustavo se tremia tanto que eu pensei que ele ia ter um treco. - Caralho, desculpa, eu tava me aguentando pra não goza, tava muito gostoso, só que não deu e eu não consegui nem avisar. – Ele disse ofegante. - Tá tudo bem, você tá bem? - Tô, só tô fraco, parece que acabei de botar toda minha força pra fora pelo pau. Levantei do chão rindo e Gustavo seguiu encostado na parede recuperando o fôlego, vale ressaltar que mesmo tendo gozado fartamente o pau dele continuava duro como pedra. Ele me encarava de boca aberta e com a cara de bobão quando liguei o chuveiro, finalmente iniciando ali o que eu iria fazer, parecia que ele estava tomando coragem para fazer algo. Enquanto eu me lavava e tentava tirar a porra grossa dele da minha barba, senti as mãos de Gustavo nos meus peitos, um dos meus pontos fracos é quando brincam com meus peitos, então soltei um gemido, Gustavo abriu um sorriso sapeca e seguiu apertando meus peitos. - Você tem um peitão, igual de mulher. - Você gosta? - Nelas não, mas em você é legal, são gostosos. – Ele falou encarando meus peitos, olhei pra baixo e seu pau pulsava enquanto ele apertava meus peitos. - Quer colocar na boca? - Posso? - Deve, eu adoro quando brincam com eles. Os olhos de Gustavo brilharam com aquela informação, ele apertou ainda mais meus peitos. Desliguei o chuveiro e me encostei na parede, tirei a mão direita dele de mim e segurei no meu peito apontando meu mamilo para ele. Gustavo lambeu os beiços e se aproximou de mim. Por um momento eu esqueci que ele era afobado, e me segurei para não gritar quando ele mordeu meu peito com força, involuntariamente bati no rosto dele e ele se assustou, respirei fundo e segurei no meu mamilo, tentando me recuperar da dor, ele se afastou com os olhos arregalados. - Foi mal, eu não queria te machucar. - Cara você precisa ter um pouco de tato. - Eu... Eu não sei fazer as coisas direito desculpa, é que ninguém nunca me ensinou. - Tudo bem, mas você tem noção de quanto algo vai doer, não? Porra tu mordeste forte meu peito. Eu fiz isso alguma vez com a tua rola? - Não. - Então, por que diabos tu fizeste isso com o meu peito? - É que eu não sei fazer, não me ensinaram direito a tratar... transar, essas coisas. Fiquei encarando Gustavo por um tempo, realmente quando ele era mais novo ele não tinha muito afeto do pessoal do bar, sempre era xingado ou diminuído e não parecia ser muito querido pelos familiares, e não sabia como tinha sido sua passagem pelo interior, aquilo me deu um pouco de remorso, principalmente pela cara que ele estava fazendo. Além do mais ele era novinho, tinha quatorze anos a menos do que eu. Engraçado que mesmo com a bronca o pau de Gustavo ainda estava duro como pedra, aquilo me fez rir de novo, segurei na mão dele e o puxei para perto de mim, ele se aproximou de mim ainda contrariado, mas bem excitado. - Beleza, eu posso te ensinar se quiser, só que você precisa ir com calma, mesmo que esteja com muita vontade. Beleza? - Eu quero sim – Ele falou e a rola dele deu uma pulsada. Não tinha como ficar com raiva daquele novinho. Me encostei de novo na parede e tufei o peito, os olhos de Gustavo brilharam de novo, dessa vez segurei em sua nuca e trouxe a cabeça dele contra o meu peito, e em vez de dar apenas um, fiz com que ele esfregasse o rosto contra meus peitos, e ele parecia um pinto no lixo. Peguei as mãos de Gustavo e deixei em cima de meu peito, ele ficou apertando e colocando pra cima, fazendo meu mamilo fazer bico. Na minha cabeça ele iria colocar na boca, mas ficou me olhando em dúvida. - O que você quer fazer com o meu peito? - Colocar na boca e mamar. - Então, coloca a boca e mama, mas sem morder com força, igual como eu fiz contigo. Gustavo aproximou a boca do meu peito e passou a língua no meu mamilo, eu tinha perdido a ereção por causa da mordida, mas só com esse ato o meu peito endureceu e minha rola saltou. Ele colocou meu peito na boca e sugou, a língua dele rodava no meu peito todo e roçava no meu mamilo, segurei no braço dele com força pelo tesão e ele parou de me movimentar a língua, e me olhou, sem tirar meu mamilo da boca, preocupado. - Continua, só tá muito gostoso. Ele então voltou a mamar meu peito, sugava com força e lambia com vontade, com a outra mão ele apertava, num determinado momento seus dedos apertaram o bico do meu peito e isso me fez gemer alto, acredito que tenha percebido isso e logo em seguida ele deu uma mordida fraca no mamilo que estava na sua boca, agora era eu que desfalecia contra a parede. Gustavo tirou a boca de um mamilo e foi para o outro e ficou brincando com meus peitos por um tempo ora com a bora ora com a mão, eu me arrepiava quando ele mordicava ou sugava com um pouco mais de força, enquanto isso eu brincava com seu pau que voltou a babar intensamente. Quando ele parou de brincar com meu peito e ficou ereto reclamando de desconforto na costa por causa da posição seus lábios estavam completamente babados e ainda mais vermelhos, aquilo me deu um tesão tão grande que só consegui pensar em beija-lo. Joguei Gustavo contra a parede e avancei nele, ficamos ali nos beijando e nos acariciando por um tempo. Só paramos de nos beijar quando o celular dele tocou, ele parou o beijo, ele saiu do box e pegou a roupa no chão. - Alô... Oi tia, ainda to aqui na casa do meu amigo sim... Agora? Mas... Tá bem tia, eu vou pegar sim. Tá bem, eu tô indo. - Ele desligou o celular e olhou para mim. – Será que eu posso voltar mais tarde? Eu tenho de pegar o filho da minha tia na escolinha. - Pode sim, vou ficar por casa hoje. - Legal. Você nem dedou meu cu agora, foi gostoso hoje de madrugada. Queria de novo. Eu ri, sai do box também e segurei na cintura de Gustavo virando-o de costa para mim e fazendo ele se encostar na pia, involuntariamente ele abriu as pernas e empinou a bunda para mim, cuspi no meu dedo e levei até o rego dele, alisando do inicio do rego até a entrada do cuzinho. Empurrei a cabeça do dedo na portinha do cu dele e Gustavo respirou fundo. Cuspi um pouco mais e novamente levei ao cuzinho de Gustavo, dessa vez vacilei um pouco mais da cabeça do dedo e Gustavo baixou a cabeça ficando mole, respirando fundo. Entrei e sai umas duas vezes e então tirei meu dedo por completo e me afastando dele. - Volta mais tarde, pra eu te dedar mais. - Eu vou rápido lá, e volto o mais rápido que puder – Ele disse se vestindo com pressa, o pau ainda trincando de duro quase não cabe na cueca. - Faz as coisas com calma, que quando você voltar vamos ter mais tempo de curtir. - É que eu quero te curtir mais, só isso. Ele disse abrindo um sorriso bobo para mim enquanto colocava a camisa. Eu confirmei e puxei a toalha me enrolando nela, aquele novinho também tava me deixando com vontade de mais. Saímos do banheiro e o levei até a porta, ele se despediu de mim com um selinho antes de eu abrir a porta.
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