No sábado, tomamos o café na cama, aproveitamos para transar mais uma vez. Depois acabamos dormindo um pouco mais. Perto do horário do almoço fomos ao banho, no banho só arreto e namoro. Fui para cozinha, preparei um almoço rápido e tomamos o rumo da casa dela. A deixei em casa e voltei para minha, eu precisava descansar um pouco, estava exausto. Não sou mais um guri, tenho 46 anos. Dormi a tarde toda, sozinho. Acordei quase 18 horas. Olhei o telefone, sem mensagens, sem ligações. Perto das 20 horas, sem nada para fazer no sábado à noite, sem segundas intenções, mandei mensagem para Maíra, minha colega, e a convidei para sairmos e tomarmos um chopp. Creio que já descrevi ela, mas vamos lá. Maíra é uma mulher alta, por volta de 1,75cm de altura, branca de olhos castanhos, nariz afilado, lábios carnudos, cabelos negros compridos até a cintura, seios médios, cintura fina e uma linda bunda, redondinha, empinada. Aparenta quase 30, mas já está beirando os 40 anos. Meia hora depois, ela responde, dizendo que estava se arrumando para sair com umas amigas. Iria ficar em casa mesmo, sozinho. O que não acho ruim, afinal, depois que me separei, passei a morar sozinho e gosto da minha vida assim, da minha privacidade. Dez minutos depois da resposta de Maíra, Betina manda mensagem. — Já esqueceu de mim? — Como eu conseguiria. — Respondi — Estou aqui jogado no sofá, assistindo TV, mas pensei bastante em ti. — Pensamentos bem safados, né! — Disse Betina — Estou com tesão, doida pra voltar pra tua cama. — Sim, muito safados — entrei na brincadeira — Adorei a nossa noite. — Então vamos repetir... — ela começou a escrever e fiquei um tempo esperando o restante da frase — quero mais noites contigo... quero hoje, quero agora. O Ju me leva. Posso ir? Quer minha companhia? O que eu iria dizer, pensei rápido: — Claro que pode vir — esperando um resposta negativa, perguntei — Se o Juliano quiser, pode vir junto. Tomamos algo aqui ou podemos sair, beber em algum lugar, jantar e depois vir pra cá. — Tá bom, vou perguntar a ele. Um minuto depois. — Passamos aí e te pegamos ou você vai com o seu carro? Aonde vamos? Indiquei o restaurante e o endereço. Um lugar bom para comer algo e beber um chopp. Fui no meu carro e eles com o deles. Chegamos no lugar, pegamos uma mesa, pedimos um chopp, uns petiscos e ficamos conversando sobre várias coisas. Betina se sentou ao lado do marido, o que me pareceu o certo naquele momento. Estávamos há uns 10, 15 minutos no local e uma pessoa para em nossa mesa nos cumprimentando. Era Maíra, ela foi ao mesmo ao lugar com as amigas e se sentaram perto de nós. Conversamos um pouco e ela foi para a mesa com as amigas. Sozinhos novamente, pedimos petiscos, tomamos alguns chopps. Betina e Juliano falaram sobre a vida deles antes de vir para Porto Alegre e como estavam gostando da cidade. O papo estava tranquilo. Maíra volta a nossa mesa e se senta ao meu lado. Disse que as amigas queriam ir para a balada, então como ela não queria, ficaria conosco. Betina me olhou com cara de quem não gostou. Mais 30 minutos e resolvemos pagar a conta e ir embora. Na saída Maíra perguntou: — O que vocês irão fazer agora? — Vamos para a casa do Dani — disse Juliano, sem maldade alguma. Betina fulminou o marido com o olhar. Eu me contive para não rir. — Ok, se vão tomar a saideira lá, vou junto — respondeu Maíra — Posso Dani? A pergunta veio com um olhar sacana de Maíra. — Claro! — Eu disse. Embarcamos nos carros e fomos para o meu apartamento. No carro Maíra me perguntou: — Empatei a foda? — perguntou rindo a cara de pau. — Empatou sim — respondi rindo — Tu viu a cara da Betina?! Fica fria! Confiei em ti quando te contei. Não abre teu bico, não solta letrinha. — Eu vi sim! Ela tá puta da cara comigo. — Disse rindo muito — Ela pode dividir tua atenção comigo um pouquinho. Eu tô sozinha hoje e ela tá com o marido. Quer todo mundo pra ela. — Ué... quer um pouquinho desse corpinho aqui também? — perguntei rindo, brincando com ela. — Vai te foder. — Responde Maíra. Demos risada. Já no meu apartamento servi bebidas para todos, conversamos, rimos. Betina parecia impaciente, Juliano bebia, ria, tranquilo. Ele já estava ficando bêbado. Maíra pergunta a Betina: — Betina, tu tá bem? Parece cansada. — Estou um pouco cansada sim. — respondeu Betina, sem paciência — E você? Não vai pra casa hoje? Então Maíra me olha, olha para Betina e diz: — Estou pensando em dormir aqui com o Dani. Engasguei-me, tossi a bebida. Juliano meio bêbado, responde: — Por que não dormimos todos aqui? Eu não tenho condições de dirigir. A situação escalou muito rápido e eu não sabia o que fazer. — Eu também já bebi demais — disse Maíra. Completando em seguida: — O Juliano tem razão. Se o Dani não se importa mesmo! Dormimos todos aqui. Tem dois quartos, um sofá que é praticamente uma cama. O Dani deve umas camisetas grandes pra mim e pra Betina fazermos de pijama. Betina me fulminou, esperando que eu corresse Maíra dali, mas como eu seria rude com ela. Nos conhecemos há bastante tempo. Jamais faria isso. Então me meti na conversa deles. — Ok, dá pra ajeitar todo mundo. Os quartos têm camas grandes, meu sofá é grande também. — disse isso e já fui organizando — Juliano e Betina escolham um quarto, Maíra dorme no outro e me ajeito aqui na sala. Estou acostumado a dormir aqui. Tudo acertado, peguei as maiores camisas que eu tinha e entreguei as duas, dei um bermuda para o Juliano. Me troquei e agora estávamos todos na sala novamente. Betina estava puta da cara e deixava transparecer bem isso. Sentada ao lado de Juliano no sofá, colocou uma das pernas sobre as pernas dele, a calcinha aparecendo. Uma calcinha vermelha. Juliano acariciava a coxa da esposa, a cada carícia levantava um pouco a camisa e mais da coxa ficava a mostra. Ele estava bem desinibido. Maíra pegou mais uma bebida e ficou ao meu lado. Estávamos de frente para o casal. O que eu via, Maíra também via. — Bela calcinha. — disse Maíra a Betina e foi se sentar ao lado dela. Juliano parecia já estar dormindo. Maíra cochichou algo no ouvido de Betina e ambas foram ao banheiro. Juliano podre no sofá nem percebeu a saída de Betina. As duas saem do banheiro e vão ao meu quarto. Menos de cinco minutos depois Betina me chama. Chego no quarto e as duas estão debaixo das cobertas se beijando. — O que estão fazendo? — perguntei. As duas com carinhas de safadas, me chamam para cama. As duas nuas na cama voltam a se beijar. Fiquei admirando aquelas duas mulheres deliciosas na minha cama. Mas não me demorei muito, arranquei minha roupa e fui para cima delas. Já subi na cama beijando os corpos das duas, beijava a coxa de uma e depois da outra. Elas se acariciavam, beijos de língua, mãos nos seios, na bunda, agarrando, apertando. Eu beijava e mordia uma bunda, mordia a outra, lambia... subindo aos seios, mordendo o biquinho de uma, da outra, chupava os seios. Cheguei nas bocas, beijo tripo, línguas para todos os lados. Então elas fizeram eu me deitar e agora uma em cada braço. Eu estava preso nessa situação. Nos beijávamos. Betina começa a beijar meu peito e descendo, Maíra continua com beijos na minha boca, sua mão agora já agarrou meu pequeno amigo, que estava duro demais, latejando. Ficou me masturbando enquanto Betina beijava meu corpo. Em seguida Betina abocanha meu amiguinho, Maíra sobe sobre o meu rosto, encaixando e esfregando aquela boceta deliciosa, cheirosa e melada na minha boca. Suas mãos agarradas aos meus poucos cabelos, puxando meu rosto contra sua boceta. Ela rebola na minha boca dizendo: — Era isso que tu queria, não é Dani?! Eu não consegui responder, estava de boca cheia. — Queria comer ela também, é safado? — disse Betina tirando a boca do pau — Então chupa a boceta dessa puta. — Que língua deliciosa — diz Maíra — Vou gozar na tua boca Dani! Chupa Dani... aí que delícia. Betina monta, se encaixa no meu pau e começa a rebolar. Maíra se vira de modo a ficar de frente para Betina, mas continua esfregando a boceta na minha boca. As duas se beijam, seus dedinhos esfregando o grelinho, trocando carícias e eu lambendo Maíra e com Betina encaixada rebolando no meu pau. Aquela posição estava maravilhosa, as duas rebolando em cima de mim, se beijando, gemendo. Eu não enxergava nada além da bunda da Maíra, minha língua percorria seus grandes lábios, deslizando até seu rabinho delicioso e voltava, entrava e saía de sua bocetinha cheirosa. Seus lábios, maiores que de Betina entravam na boca, era como beijar de língua. As gurias resolveram se deitar na cama e fazer um 69. Betina deitada, Maíra sobre ela. Eu deitado ao lado, admirei a cena, mas não por muito tempo. Betina lambia deliciosamente aquela boceta vermelhinha, passava e enfiava os dedos. Então resolvi ajudá-la, eu lambia o cuzinho de Maíra e Betina sua boceta. Nossas bocas se encontravam, trocávamos beijos com o gosto do mel de Maíra. Me levantei, encostei atrás de Maíra, Betina foi direcionando meu pequeno amigo na bocetinha melada de Maíra. Betina lambia meu pau e esfregava em Maíra. Então encaixou, enquanto eu entrava e saía de Maíra, Betina lambia minhas bolas, lambia a boceta de nossa nova parceira. Maíra gemia lambendo Betina, por vezes só ouvia sua respiração. Com o dedo eu fui massageando o cuzinho dela. — Devagar Dani, meu cuzinho é virgem. — Disse Maíra. — Vou só brincar com o dedo nele. — Respondi. E continuei, com o dedo, massageando o rabinho dela, pressionando um pouco, escorregando só a ponta do dedo. Ela disse que era virgem, eu tinha que tirar aquele selo e trabalhei para isso. Betina saiu debaixo dela e se colocou ao lado de Maíra, mas de frente para mim. Com as duas mãos abria as poupas deliciosas da bunda de nossa nova amiga na cama. Betina então com sua voz melosa, pergunta para mim: — Quer comer o cuzinho dela safado? — Quero — respondi — Quero tirar o selinho desse rabinho. — Deixa ele comer teu cuzinho Maíra? — Betina questiona — Quer né, putinha safada? Está louca pra dar esse cuzinho pro meu macho, né! — Quero sim, quero muito! — Maíra fala entre gemidos — Mas meu cuzinho é virgem. — Ele vai meter devagarinho. — Betina responde e olhando para mim diz — Não vai Dani?! Vai ser bonzinho com a sua nova putinha, né?! — Sim... vou tratar muito bem esse rabinho... vou comer ele bem gostoso. Então Betina cospe e espalha a saliva no cuzinho da amiga, pega meu pau e vai encaixando no orifício que piscava, bem meladinho. Ela diz para Maíra relaxar. Empurro devagar, entrando centímetro a centímetro. Parando, empurrando um pouco mais. Deixando Maíra acostumando-se a ser preenchida. Betina vai até seu rosto, a beija, falando com Maíra: — Calma, relaxa, sua putinha safada... Vai doer no começo, até tu acostumar a relaxar. Mas vai ser gostoso e você vai querer pau nesse cu sempre. — Tá doendo, mas tá gostoso. Vai devagar Dani. — diz Maíra. Eu paro, ela dá uma reboladinha e volto e carga, mais alguns centímetros e estou metade lá dentro e assim fico. Ela rebola devagar pedindo para eu não mexer. Então ela mesmo se movimenta para frente e para trás, no tempo dela, vai se acostumando. Betina sorri satisfeita e vem me beijar, perguntando: — Gostou Dani, gostou do cuzinho dessa puta safada? — logo emendando — Vai ter que comer o meu também. Dizendo isso ela vira para a porta e fala: — E você, está gostando de assistir corno? Quer vir aqui, quer participar? Eu não lembrava de Juliano. Olhei e vi que ele estava olhando e se masturbando na porta. Nós três olhamos para ele. Mas ele não respondeu e não se mexeu, ficou lá no cantinho dele. O fetiche dele é esse, olhar, só olhar. Maíra pediu para tirar um pouco. Se deitando de frente e abriu as pernas. Eu enfiei fundo em sua boceta, Betina beijando os seios e acariciando a boceta de Maíra, que gemia alto. Eu estava gozando, jorrando jatos de leite dentro dela. Ela gozando também, rebolando, meu pau enterrado nela, Betina esfregava os dedos mais forte e chupava e mordia os biquinhos dos seios. Eu urrava, dor, tesão e ela rebolando, logo seu corpo tremendo. Maíra e eu gozamos. Saí de cima dela e Betina se lançou a lamber a boceta gozada da amiga, sugando todo leite que escorria. Fazia isso de quatro. Eu me agarrei em suas coxas, abri sua bunda e enfiei a cara, chupando, lambendo e comendo Betina, com a língua, com os dedos. Eu gemia, as duas gemiam, eu ouvia até os gemidos do corno espião, voyeur. Cansado, deitei-me, Betina se deitou de conchinha comigo e Maíra e de frente para nós. As duas se beijavam, se acariciavam e eu acariciava ambas. Alguns minutos assim e Betina começa a masturbar meu amiguinho, incentivando sua reapresentação a guerra. Maíra e ela se beijavam, os dedinhos de Maíra brincavam na boceta de Betina, que abriu, levantando a perna para facilitar a brincadeira. A mão de Betina continuava masturbando meu pau, já direcionando ele para o seu rabinho. Meu amiguinho já em posição de sentido foi invadindo aquele rabinho branco e delicioso, soquei forte naquele cuzinho guloso, ela gemia beijando Maíra e essa masturbava seu hamburguinho. Betina mordia os lábios de Maíra, eu metia e agarrava sua bunda, falava em seu ouvido. — Geme, goza pro teu macho, minha putinha casada... Goza pro teu corninho ver ali da porta. Betina gemia, rebolava, pedia para socar mais forte, para encher o cuzinho dela de leite. Ela então gozou, gemendo melosamente. Maíra continuava a beijando e masturbando e eu continuava socando fundo no cuzinho dela e gozei enchendo aquele rabinho de porra. A acariciei e beijei, depois beijei Maíra. Betina olhou para o corno, deitou-se de bunda para cima e o chamou, dizendo? — Vem corninho, limpa o meu rabinho que está cheio de porra. Vem lamber o leite do meu macho. Vem que é isso que você quer. Só nesse momento Juliano se mexeu e subiu na cama lambendo o cuzinho de Betina. Ela se postou de quatro e abriu bem o rabinho para escorrer todo líquido na boca do marido. Juliano se mostrou um corninho muito obediente. Depois ela o fez deitar na cama e se sentou no rosto dele mandando-o lamber tudo, deixá-la limpinha e ele o fez, lambeu o prêmio dele. Ele devorou com fervor a boceta de Betina, ela estava gozando novamente, mandando-o não parar e xingando-o. Ele só parou com a ordem dela que saiu de cima dele e foi masturbá-lo dizendo: — Você mereceu corninho, vai ganhar uma punheta e uma chupada para gozar. — disse já chupando o pau do marido. Em seguida olhou para Maíra e perguntou: — Deixa ele te deixar limpinha também?!?! — disse Betina olhando para Maíra — O corno adora limpar boceta com porra de macho e faz isso muito bem. Maíra me olhou, sorriu e montou em Juliano, esfregando a boceta na face dele, enquanto Betina o ordenava a limpar a amiga. Eu observava tudo deitado ao lado. Estava exausto e apreciando a cena. Maíra estava gozando também e logo saiu de cima de Juliano, deitando-se de conchinha comigo. Betina maltratou o marido, chupou e masturbou ele e dizia que ele só poderia gozar quando ela liberasse. Ele segurou bem e o presenteou deixando-o gozar na boca dela. Ela retribuiu o presente depositando toda porra na boca dele enquanto o beijava e dizia que o amava. E assim adormecemos os quatro, na minha cama.
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