Dei o cu pro marido da minha amiga

        No conto anterior, deixei um pequeno spoiler do que vinha por aí: "Já que minha amiga não faz anal com o marido dela, eu faço as honras." Pois bem, chegou a hora de contar essa história direito.
Este texto provavelmente será o mais longo. Escrevi com atenção, carinho e muito tesão. Leiam com calma que vocês vão gostar, eu prometo!
Vou chamar minha amiga de Ale e o marido dela de Bento.


        A Ale tem 23 anos e a conheço desde a época da escola. Morena-clara, cabelos pretos, uns 1,60 m e um corpo lindo de morrer.
O Bento é um gato. Tem 27 anos, pele clara, cabelos castanhos e encaracolados, uns 1,80 m e um corpo daqueles: braços fortes, abdômen definido, tudo no lugar.

Eu e a Ale estávamos sem nos falar havia alguns anos quando nos esbarramos na academia.

— Lalaaaa, quanto tempo, amiga! — ela gritou, já vindo na minha direção.

— Nossa, amiga, que saudade!

Nos abraçamos, e ela apresentou o rapaz que estava ao lado dela.

— Esse é meu marido, o Bento.

— Prazer! — disse ele, me puxando pra um abraço.

— Você casou? Eu nem sabia!

— Pois é, já vai fazer um ano!

Ficamos ali conversando por alguns minutos, e eu reparei que o Bento não tirava os olhos de mim. Disfarçava por um instante, olhava pro lado… e logo voltava. Confesso que eu também não fiz muita questão de disfarçar.

Trocamos telefones e prometemos marcar alguma coisa.

Na despedida, a Ale virou de costas pra pegar a bolsa, e o Bento aproveitou pra me dar um abraço bem mais "caloroso" que o primeiro. Senti o corpo dele inteirinho colado no meu, a mão firme na minha cintura. Foi o suficiente pra me deixar molhada.

Depois de algumas semanas de conversa no WhatsApp, finalmente marcamos de nos encontrar num pub pra beber alguma coisa e colocar o papo em dia. Uma cerveja virou duas, duas viraram quatro, e quando vimos a conversa já tinha esquentado.

— E aí, é verdade que casado não transa? — soltei, rindo.

Todo mundo caiu na risada.

— É verdade! — confirmou o Bento, com a cara mais séria do mundo.

— Para, Bento! — a Ale deu um tapinha no braço dele. — É mentira, a gente transa sim.

Mais risadas.

— Hmm… acho que alguém aqui tá querendo mais, hein, amiga? — provoquei.

— Esse aí? — ela apontou pro Bento com o queixo. — É um tarado! Quer todo dia… e não se contenta só com a buceta, ainda quer meu cu!

A mesa explodiu em gargalhadas, e o Bento só levantou o copo, sem negar nada.

Quando as risadas baixaram, a Ale balançou a cabeça, ainda vermelha.

— Sério, gente, não dá. Só de pensar já fico tensa.

Eu me inclinei sobre a mesa, apoiando o queixo na mão, com aquele sorriso de quem sabe das coisas.

— Amiga, posso te contar um segredo? — baixei a voz, como se fosse confidência. — É bom. Tipo… muito bom.

— Mentira, Lala! — ela riu, incrédula.

— Juro! — levantei a mão, solene. — Mas tem que ser do jeito certo, né? Com calma, com carinho, sem pressa nenhuma. Quando você relaxa, é outra coisa. Uma sensação diferente, mais intensa.

O Bento, que até então só observava, ajeitou-se na cadeira com cara de quem tinha acabado de ganhar uma advogada de defesa.

— Tá vendo? — disse ele, abrindo os braços. — Não sou só eu!

— Claro que não é só você — continuei. — Homem no geral adora. Tem a ver com entrega, sabe? Com confiança. É uma coisa meio… especial.

— Exatamente isso! — o Bento bateu na mesa, empolgado. — Confiança! Lala, você explica melhor que eu.

— Porque você só pede, Bento — provoquei. — Tem que saber vender o peixe.

A Ale cobriu o rosto com as mãos, rindo, mas espiando por entre os dedos.

— Vocês dois combinaram isso, só pode.

— Combinamos nada — respondi, piscando pra ela. — Só tô dizendo que você deveria pelo menos tentar uma vez. Se não gostar, pronto, assunto encerrado. Mas e se gostar?

Ela ficou em silêncio por uns segundos, mexendo no canudo do drink. O Bento me olhou de canto, segurando o sorriso, como quem pensa: "continua, tá funcionando".

— Tá, mas tem um problema — a Ale finalmente disse, apontando o canudo pro marido. — Vocês tão falando como se fosse qualquer um. O dele é muito grande, Lala. Não cabe, não tem como!

O Bento engasgou com a cerveja. Eu arregalei os olhos e me virei devagar pra ele, olhando de cima a baixo, sem a menor vergonha.

— Ah, é? — mordi o lábio, segurando o riso. — Agora fiquei curiosa.

— Lala! — a Ale gritou, gargalhando e me empurrando de leve.

— Ué, foi você que trouxe o assunto, amiga! — dei de ombros, toda inocente. — Muito grande quanto? Tipo… impressionante ou assustador?

O Bento ficou vermelho até as orelhas, mas não escondeu o sorrisinho orgulhoso.

— Deixa eu responder essa — ele começou.

— Não deixa não! — a Ale tapou a boca dele com a mão.

Eu me debrucei sobre a mesa, com a voz mais baixa e provocante:

— Olha, vou te dizer uma coisa: grande não é problema, é vantagem. Só precisa de paciência, de ir devagarinho… deixar o corpo se acostumar. Quando encaixa, amiga… — fechei os olhos e soltei um suspiro teatral — é de perder o juízo.

— Você fala com uma propriedade… — ela riu, me olhando desconfiada.

— Experiência, querida — pisquei. — E, sinceramente? Se fosse eu no seu lugar, com um desses em casa, não ia ficar desperdiçando, não.

O Bento tirou a mão da Ale da boca e ergueu o copo na minha direção.

— Um brinde à Lala. Melhor amiga que a gente já teve.

A Ale balançou a cabeça, rindo, deu um gole longo no drink e ficou um tempo me encarando, depois olhando pro marido, depois pra mim de novo.


Uns dias depois, cheguei na academia no fim da tarde e dei de cara com o Bento no supino. Sozinho. Regata cinza, suado, aqueles braços trabalhando… Confesso que fiquei uns segundos parada na porta só admirando a paisagem antes de ele me ver.

— Olha quem apareceu! — ele abriu um sorriso e sentou no banco. — A conselheira oficial do casal.

— Para! — ri, já sentindo o rosto esquentar. — Cadê a Ale?

— Plantão no trabalho. Hoje sou só eu.

Só eu. Não sei por quê, mas aquilo ficou ecoando na minha cabeça.

Fui pro leg press, ele foi pra máquina do lado. Fingi que estava concentrada no treino, mas pelo espelho eu via ele me olhando. E, claro, caprichei na postura. Uma amiga tem que se valorizar, né?

Entre uma série e outra, não aguentei:

— E aí… — falei baixinho, sem olhar pra ele. — O conselho funcionou?

Ele soltou uma risada e passou a mão no cabelo.

— Cara… a gente tentou.

— Tentou? — virei na hora, curiosíssima. — Conta tudo!

— Foi um desastre — ele disse, rindo de si mesmo. — Ela ficou tão nervosa que parecia que ia fazer exame de próstata. Toda hora: "espera… espera… calma… para, para, PARA!". Eu nem tinha feito nada ainda, Lala. Nada!

Eu tive que tapar a boca pra não gargalhar alto no meio da academia.

— Coitado!

— Coitado mesmo. Aí ela virou pra mim e falou: "a Lala disse que era bom, mas a Lala mentiu". — Ele me olhou de lado, com um sorrisinho. — Então agora sua reputação tá em jogo.

— Eu não menti! — protestei, rindo. — Faltou jeito, isso sim. Já falei: com calma, com carinho…

— Eu fui calmo!

— Hum… sei não. — Cruzei os braços, provocando. — Do jeito que ela descreveu o "problema", acho que você assusta mesmo.

Ele riu, mas dessa vez o olhar mudou. Ficou mais demorado, mais sério.

— Talvez eu só precise de alguém que saiba ensinar.

Senti um arrepio subir pela nuca. Fingi que não tinha entendido e voltei pro aparelho, mas minhas pernas já não estavam tão firmes assim.

Fui pro agachamento com barra. Na terceira série, ele apareceu atrás de mim.

— Teu quadril tá desalinhado — disse, com a voz baixa. — Posso?

Antes de eu responder, as mãos dele já estavam na minha cintura. Firmes, quentes, exatamente como naquele abraço de despedida. Ele me guiou pra baixo devagar, o corpo bem próximo do meu, e eu sentia a respiração dele no meu pescoço.

— Assim… desce devagar… sem pressa.

Subi da última repetição e, sem querer — ou nem tão sem querer assim —, encostei minha bunda de leve nele. E aí eu senti. A Ale não tinha exagerado. Senti o pau dele duro e grande.

Engoli seco. Meu coração disparou, um calor tomou conta de mim, e eu sabia que estava mais molhada do que qualquer treino justificaria.

Ele também sabia. Ficou parado ali, sem se afastar.

Devolvi a barra no suporte, abaixei a mão e agarrei o pau duro dele.

— Nossa, a Ale não mentiu nem um pouco — eu disse baixinho, ainda com a mão lá.

— Gostosa, safada! — ele sussurrou no meu ouvido, pegando firme na minha bunda.

— Vamo pra minha casa — falei, puxando ele pelo braço.


        O caminho até minha casa foi curto, mas pareceu durar uma eternidade. A gente quase não falou nada, e a mão dele não saiu da minha coxa.

Entramos em casa e não perdemos tempo. Começamos a nos beijar e a tirar a roupa. Eu fiquei totalmente pelada, e ele, só de cueca. Me ajoelhei na frente dele, ali no meio da sala mesmo, e abaixei a cueca, fazendo o pau dele pular pra fora. Fiquei segurando e admirando.

— Gostou? — ele perguntou.

— Amei! — respondi, com um sorriso no rosto.

Comecei a bater uma pra ele e a chupar as bolas. Pareciam bem cheias.

— Delícia… tá bem pesado. Deve ter bastante leite aí pra mim.

Botei o pau dele na boca e comecei a chupar. Forcei o máximo que pude, até engolir tudo e engasgar. Senti o pau dele abrir minha boca e minha garganta. Ele gemia e empurrava ainda mais fundo. Uma garganta profunda bem caprichada e com vontade: "GLO GLO GLO GLO".

Ele juntou meu cabelo com as duas mãos e começou a foder minha boca. Vai e vem. O pau tocava minha garganta e saía. Entrava e saía, até eu ficar sem fôlego. Aí ele tirou, deu um tapa forte na minha cara e me chamou de vadia. Respondi com um sorriso.

Estava gostoso demais aquele pau duro, grosso e grande. Mamei por bastante tempo; a baba escorria pelas bolas, pelas pernas, pelo chão, por tudo. Ele me levantou pelos braços e me jogou de quatro no sofá.

— Vem, safado, come meu cuzinho — eu disse, empinando a bunda.

Ele veio, cuspiu na entrada, lambeu e posicionou o pau. Aos poucos, foi forçando.

Senti aquela cabeça enorme entrando, abrindo meu cuzinho, e veio uma dor aguda. Ele continuou forçando pra entrar mais, até colocar quase tudo.

Então parou, com o pau lá dentro, e soltou um gemido misturado com suspiro. Dei uma rebolada, mostrando que queria que ele me comesse. Atendendo o pedido, ele começou a estocar devagar. Depois de umas três estocadas eu já tinha me acostumado; minha buceta escorria e o cuzinho pedia mais.

— Vai, safado, fode meu cu — falei, rebolando e forçando pra trás.

Ele começou a meter mais forte e mais fundo. Puxou meu cabelo, fazendo minha cabeça subir, e eu olhei pra ele.

— AI, AI, QUE DELÍCIA! Nossa, como a Ale não gosta disso? Que gostoso! — falei, com cara de safada, enquanto era fodida.

— Puta que pariu, eu não vou mais sair daqui. Gostosa do caralho — ele disse, terminando com um tapa na minha bunda.

Dei uma risadinha.

— Então me fode, vai. Com força, gostoso. Fode meu cu com vontade.

Ele começou a me comer com toda a força que tinha. Cada estocada fazia um barulho alto, o corpo dele batendo na minha bunda.

— CONTINUA QUE EU VOU GOZAR! AAAI, MEU CU, PORRA! AI, QUE DELÍCIA, CARALHO! — gritei, gozando.

Me levantei, peguei ele pelo pau e levei até o meu quarto. Mandei ele deitar e sentei em cima, encaixando o pau de volta no meu cu.

Comecei a quicar, me segurando com as duas mãos no peito forte dele.

— Caralho, que delícia, puta que pariu — ele disse, se contorcendo na cama.

— Tá gostoso meu cuzinho, safado? — perguntei, aumentando o ritmo.

— Muito gostoso, puta. Sempre quis me dar, né, vadia?

— Sim. Quando ela me apresentou você, já fiquei com vontade — respondi entre gemidos.

— Eu vi na hora que você era putinha. Essa cara de safada não engana. Sabia que ia te comer logo.

— É… mas a Ale, com um homem gostoso desses em casa, não fode direito. Alguém tem que foder.

— Ai, caralho, vagabunda, eu vou gozar!

Saí de cima dele rápido e me ajoelhei no chão.

— Vem aqui, dá leitinho pra eu beber.

Ele se levantou, eu abri a boca e ele gozou. Realmente estava cheio: cinco jatos completos. Gosto amargo, levemente adocicado. Os três primeiros encheram minha boca e, enquanto eu engolia, os outros dois cobriram meu rosto.

Ele ficou de pé na minha frente, ainda ofegante, olhando pra baixo com um sorrisinho convencido.

— E aí… tô aprovado?

Ainda sem fôlego, com o rosto todo lambuzado de porra, passei a língua nos lábios bem devagar antes de responder:

— Com certeza. Você sabe muito bem como comer um cu. O problema tá nela, não em você.

Ele riu, passou o polegar no canto da minha boca e se abaixou até ficar com o rosto colado no meu.

— Então vou continuar comendo o seu.

Mordi o lábio e sorri.

— Sim, por favor.

        A Ale não sabe de nada. Acho que nem desconfia. Mas, desde aquele dia, eu e o Bento seguimos fodendo quase toda semana. Afinal, um homem gato e gostoso daqueles não pode ficar na vontade, né?

Outro dia, tomando um café, ela me contou toda contente que ele finalmente tinha parado de pedir o cu dela.

— Acho que ele desistiu, amiga. Ainda bem!

Sorri, dei um gole no café e concordei com a cabeça.

Mal sabe ela que ele não desistiu de nada. Só encontrou outro lugar pra conseguir o que quer. Rsrsrs.

        Espero que tenham gostado! Beijos da Lala <3

Foto 1 do Conto erotico: Dei o cu pro marido da minha amiga

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dei o cu pro marido da minha amiga

Codigo do conto:
274576

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
13/10/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
3