Naquele dia era terça-feira de manhã. Ale tinha ido trabalhar, plantão até as 18h. Eu cheguei na casa deles umas 9h, como já era rotina. Bento abriu a porta de cueca, me puxou pela cintura e me beijou ali no corredor. Nem chegamos no quarto direito — no caminho ele já tinha tirado minha blusa e eu já tava de joelhos no chão do corredor mamando ele. Depois fomos pro quarto, ele se sentou na cama, agarrou minha cabeça e enfiou o pau inteiro na minha garganta. E era ali que eu estava — com aquela rola toda enfiada, sem fôlego, babando, feliz da vida.
Tava lá, chupando gostoso, quando ouço um barulho.
Chave na fechadura.
Os 2 congelamos. Olhei pra ele com o pau ainda na boca. Ele arregalou os olhos. Eu tirei o pau devagar da boca e sussurrei: "É a Ale?"
Ele pegou o celular. Mensagem dela de 5 minutos atrás que nenhum dos 2 tinha visto: "Amor, me liberaram mais cedo. Tô chegando."
O sangue gelou. Ouvimos a porta abrindo.
-Ale: "Amor? Cheguei!"
Bento me levantou pelo braço com uma velocidade absurda. Abriu o guarda-roupa, me empurrou pra dentro e fechou a porta. Eu fiquei ali, encolhida entre as roupas da minha amiga, de sutiã e calcinha abaixada, coração disparado, sem respirar. Pelo fresta da porta eu via o quarto.
Bento vestiu a cueca rápido — o pau ainda meio duro fazendo um volume absurdo — e saiu do quarto.
-Bento: "Oi amor, que surpresa. Tudo bem?"
-Ale: "Tudo. Tava com dor de cabeça aí me liberaram. Tu tava dormindo?"
-Bento: "É, tava cochilando."
Ouvi os 2 conversando na cozinha. Meu coração batia tão forte que achei que ela ia ouvir de lá. Eu tava com medo? Tava. Mas confesso que junto com o medo tinha um tesão absurdo. A adrenalina, o perigo, a situação toda. Minha buceta pulsava. Eu tava escondida no guarda-roupa da minha amiga, com gosto do pau do marido dela na boca, de calcinha arriada. Se alguém me contasse eu não acreditaria.
Fiquei ali uns 10 minutos ouvindo a conversa dos 2. Coisas normais de casal, trabalho, comida, nada demais. Cada segundo parecia uma hora. Minha perna começou a formigar. Ajeitei o corpo devagar e esbarrei num cabide que fez um barulhinho. Travei.
-Ale: "Que barulho foi esse?"
-Bento: "Acho que o gato do vizinho entrou pela janela de novo."
-Ale: "Ah, de novo? Vou lá ver."
-Bento: "Não, não, deixa que eu vejo. Fica aí."
Bento veio pro quarto. Abriu o guarda-roupa devagar e me olhou. Eu fiz cara de desespero. Ele fez sinal de silêncio e sussurrou: "Ela vai tomar banho agora, quando ouvir o chuveiro tu sai pela porta dos fundos. Fica quietinha."
Ele saiu. Ouvi mais conversa. Depois de uns 5 minutos, o chuveiro ligou.
Bento apareceu e abriu o guarda-roupa.
-Bento: "Vai, rápido."
Eu saí de dentro, pernas dormentes, morrendo de vontade de correr pra porta. Mas olhei pra ele. De cueca. O pau já tinha voltado a ficar duro de novo — a situação toda excitou ele também. Eu olhei pro volume, olhei pra cara dele.
-Eu: "A gente tem quantos minutos?" — sussurrei.
-Bento: "Lala, tu é maluca? Vai embora."
-Eu: "Ela demora no banho?"
-Bento: "Acho que sim, uns 15 minutos, mas..."
-Eu: "Então me dá 5."
Puxei a cueca dele pra baixo, aquele pau saltou pra fora, duro, pulsando. Me virei de costas, apoiei as mãos na cômoda da Ale, empinei a bunda e olhei pra ele por cima do ombro.
-Eu: "Mete no meu cu, rápido e calado."
Ele hesitou uns 2 segundos. Depois cuspiu no meu cuzinho e enfiou. Entrou fácil — meu cu já era acostumado com ele, e a adrenalina tinha relaxado tudo. Ele começou a meter, devagar primeiro, depois mais rápido. Eu mordia meu próprio braço pra não gemer. Era tortura. Cada estocada eu queria gritar e não podia. Sentia cada centímetro daquele pau entrando e saindo do meu cu e tinha que ficar em silêncio absoluto.
O barulho do chuveiro cobria o som dos nossos corpos. Mas se ela desligasse a água ia ouvir tudo. E isso me excitava ainda mais. Minha buceta escorria pelas pernas, eu tava encharcada sem ninguém ter encostado nela. Era puro tesão de adrenalina.
Ele agarrou minha cintura e começou a socar mais forte. Eu olhava pro chão e via os chinelos da Ale do lado dos meus pés. A loucura da situação me fez gozar — forte, silencioso, mordendo meu braço tão forte que deixei marca de dente. Meu corpo tremeu inteiro, apertei o pau dele com o cu e ele gemeu baixo no meu ouvido: "Caralho, vou gozar."
Me virei rápido, ajoelhei e abri a boca. Ele gozou em segundos. Jatos quentes na minha língua, nos meus lábios. Engoli tudo sem deixar cair uma gota — não podia sujar nada ali. Limpei o pau dele com a boca, dei um beijo na cabeça e levantei.
Peguei minha blusa do chão do corredor, vesti rápido. Bento me levou pela mão até a porta dos fundos. Antes de eu sair ele me segurou pelo queixo e disse:
-Bento: "Tu é completamente maluca."
-Eu: "E tu adora." — dei um selinho nele e saí.
Saí pelos fundos, dei a volta no quarteirão e fui embora andando rápido. Coração ainda a mil. Pernas bambas. Gosto de porra na boca. Marca de mordida no braço. E um sorriso enorme que eu não conseguia tirar da cara.
Espero que tenham gostado amores! Esse foi curto mas intenso, quase fui pega kkkkk. Votem, deixem comentários e me mandem mensagens. Beijos da Lala!



Muita loucura e tesão