Um conto erótico de Anonimo
Categoria: Heterossexual
Data: 06/09/2026 08:45:18
Assuntos: Câmera Lenta Buceta, Câmera Lenta Pau, Colo Em Pé, De Quatro, Heterossexual, Mulher Rica, Penthouse, Putaria Explícita, Traição De Casa.
Lívia tinha vinte e nove. O robe de seda abria sozinho quando ela andava. O marido estava em Porto desde segunda. A Penthouse no último andar cheirava a vinho aberto e piso frio. Às 22h57 o app mostrou o moto boy no térreo.
Caio tinha vinte e três anos, jaqueta da empresa, capacete no antebraço, caixa de pizza no peito. Entrou pelo saguão de mármore como quem não pertence. O elevador privativo subiu rápido demais. A porta abriu e ela estava ali, robe preso num ombro só, a ponta do seio marcado no tecido, unhas no vão da porta.
— Pode deixar na mesa— ela disse.
Ele deixou. Não saiu. O olhar dela desceu da boca ao fecho e parou. O pau dele já empurrava o brim por baixo da jaqueta curta. Sem conversa de clima. Tensão pura, do tipo que não pede licença.
Lívia puxou o fecho dele com dois dedos. A cueca preta veio junto. O pau saltou grosso, veias à mostra, cabeça escura, um fio de tesão já brilhando no meio.
A buceta dela, quando o robe caiu de vez, estava inchada, os lábios escuros entreabertos, o clitóris aparente, um fio de tesão escorrendo pela coxa interna até o meio do joelho. Cheiro de mulher que se tocou esperando a campainha. Calor úmido. Caio ajoelhou o suficiente para ver de perto, sem ainda botar a boca: a cor, o brilho, o buraco se contraindo no ar-condicionado. Ela agachou e as suas mãos chegaram no pau dele — grosso demais para o punho dela fechar inteiro, cheiro de sabonete barato e suor de moto, gosto antecipado de pele salgada na ponta.
Ela passou a língua no próprio dente e se levantou.
— Me segura.
Nesse momento, Caio agachou, pegou ela pelas nádegas, levantou. As pernas de Lívia fecharam na cintura dele. O pau achou a buceta no ar, entrou de uma vez, fundo, o peso dela descendo até o saco bater na pele molhada. Ele fodeu em pé no meio da sala, passo curto, ela presa no colo, robe no chão, caixa de pizza ainda fumegando na mesa. Cada estocada fazia o seio bater no peito da jaqueta. Ela gemia no pescoço dele, unha na nuca.
— Mais alto.
Ele virou ela de frente, ainda no ar: Lívia suspensa diante dele, pernas presas nas coxas dele, pau entrando de frente agora, o clitóris esfregando na base a cada subida. Ele segurou atrás dos joelhos. O espelho do hall devolvia os dois: ela rica, cabelo caro bagunçado; ele de jaqueta aberta, pau sumindo e voltando, molhado até a raiz. A buceta dela soava. O pau dele brilhava. Sem poesia. Só carne e gravidade.
Ela gozou assim, presa, a buceta apertando em pulso, um fio de tesão escorrendo no saco dele. Caio não parou. Carregou até o sofá e virou.
Lívia de quatro no couro claro, frango assado para cima, salto ainda num pé só. Caio ajoelhou atrás, mãos na cintura fina, e meteu de novo. Fundo. Visível. A buceta abria em volta da picha e fechava quando ele puxava. Ele cuspiu na palma e passou no cu dela só de raspar, sem entrar — ameaça o bastante para ela arquear. Um tapa leve veio nas nádegas. O gemido dela bateu no vidro da chuva.
Agora no vai-e-vem: o pau saindo grosso, a cabeça puxando o lábio da buceta para fora, um fio de tesão esticando e quebrando, o cheiro de sexo quente subindo entre os dois. Ela olhou por cima do ombro e viu o órgão inteiro, vermelho, veinado, entrando nela como se a casa fosse dele.
Caio gozou fundo, retesado, porra quente enchendo, o quadril colado. Ficou um segundo dentro. Saiu devagar. A porra desceu pela coxa dela até o couro.
Silêncio. Respiração. A pizza esfriando.
Lívia riu baixo, ainda de quatro, e caiu de lado.
— Qual é o seu nome de verdade? O app diz C. Mendes.
Ele pegou a jaqueta no chão para achar o pano. O crachá da faculdade escorregou do bolso interno e bateu no mármore: Caio Mendes Ribeiro, foto de crachá, vinte e três.
Lívia leu. O sangue desceu do rosto para outro lugar.
No hall havia dois porta-retratos.
O maior era o casamento: Lívia de vestido, o marido sorrindo, data gravada na moldura. O menor ela nunca tinha pego na mão. Foto antiga, um rapaz de perfil, cabelo diferente. No verso, a lápis, letra da sogra: Caio Mendes Ribeiro — irmão do André. Mora no Sul.
Lívia leu o crachá no chão. Leu o verso do retrato. Os dois nomes eram o mesmo.
O entregador que tinha gozado dentro dela era o irmão do marido. O cunhado que o André citava no telefone — “quase não se falam”, “fica no Sul”, “um dia você conhece”.
Caio viu o retrato no mesmo instante. Entendeu. A caixa de pizza na mesa, o robe no mármore, a porra escorrendo na coxa dela: tudo cabia de novo na sala, agora pequeno demais.
— Eu não sabia — ele disse.
— Eu também não.
André só voltava na quinta. Até lá sobrava a noite inteira — e o sobrenome que os dois já não conseguiam engolir.
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Por Tuga069
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