Lívia#03 — Eu mandei ela inventar o vazamento.

Lívia#03 — Eu mandei ela inventar o vazamento.
Da série Lívia Tarada

Um conto erótico de Anonimo

Publicado Por: Tuga069

Categoria: Heterossexual

Data: 08/09/2026 18:51:48

Assuntos:1ªPessoa Marido, Cavalgada, Corno Manso, De Quatro, Encanador, Esposa, Gozar Dentro, Heterossexual, Hotwife, Oral De Pé, Penthouse.

Eu me chamo André. Trinta e dois. Um e oitenta. Noventa quilos. Corpo normal. Casado com a Lívia. Ela tem vinte e nove, um e setenta, cintura fina, peito pesado, bunda redonda, academia de segunda a sexta. Moramos na cobertura.

Voltei do Porto na quinta à noite. O síndico me chamou no corredor. Falou baixo. Mostrou o telemóvel. Era a pasta do condomínio. Era a minha sala. Era a minha mulher de quatro no sofá. Era o Duarte da portaria, uniforme aberto, pau dentro dela.

Eu não quebrei o vaso. Não chutei a porta. Sentei no sofá claro — o mesmo sofá — e vi de novo. O robe no chão. A mesa da cozinha. A luzinha vermelha no teto. O gemido dela, aquele gemido que eu conheço da cama nossa.

Lívia chegou da sala de baixo. Parou. Viu a tela.

— André.

— Eu vi.

Silêncio. A chuva no vidro. Eu falei sem levantar a voz.

— Sábado você inventa um vazamento em baixo da pia. Pede ao encanador do prédio. O Walter. Aquele grosso. Eu fico no quarto de hóspedes. Porta entreaberta. Fone. Você faz o que fez com o segurança. Eu quero ouvir.

Ela ficou vermelha no pescoço. Não foi vergonha de esposa sendo pega. Foi tesão. Eu vi o mamilo marcar o robe.

— Você vai ficar bravo depois?

— Se eu ficar, eu falo. Agora vai.

Sábado, onze da manhã. Eu saí de casa com a mala pequena, como quem vai ao escritório. Desci até a garagem. Subi de novo pelo elevador de serviço. Entrei no quarto de hóspedes. Sentei na cama de solteiro. Porta dois dedos aberta. Fone no ouvido, o microfone virado para a sala. O telemóvel na mão.

Lívia ligou para a portaria.

— É a cobertura. Vazou embaixo da pia. Pode mandar o Wagner?

Dez minutos. A campainha. A voz dele no hall: grave, sotaque de obra, “bom dia, dona Lívia”. Eu não via o corpo. Via na cabeça. Walter tem uns trinta e quatro anos. Braço grosso. Uniforme jeans. Caixa de ferramenta. Pau que a calça não esconde quando ele sobe escada. Eu já tinha reparado no térreo. Todo mundo repara.

Ela falou do cano. Ele ajoelhou na pia. Ferramenta no piso. Água de mentira. Depois a voz dela mudou. Ficou baixa. Ficou clara.

— O vazamento não é a pia, Walter. Fecha a porta.

A porta da sala fechou. O quarto de hóspedes ficou com aquele vão. Eu ouvi o robe abrir. O tecido no chão. Ele respirou fundo.

— A senhora está...

— Sem calcinha. Ajoelha não. Fica em pé. Eu ajoelho.

Eu não precisava ver para entender. Ele estava em pé na cozinha. Ela estava de joelhos no piso frio. O som do botão. O som do fecho. O pano da cueca puxado. E o silêncio de um segundo — o segundo em que o pau sai.

Pau grosso. Mais grosso que o meu. A mão dela não fecha inteiro. Cheiro de homem de serviço: sabão de pedra, ferrugem leve, suor de manhã. Cabeça escura. Uma gota de tesão na ponta. A boca dela chega perto. Ela puxa o ar. Depois o barulho úmido. Língua. Saliva. Ela engasga e não pára. Eu conheço esse engasgo. É o que ela faz quando está com fome de verdade.

Walter gemeu baixo.

— Dona Lívia...

— Não chama dona. Chupa bastante. Enfia na garganta.

O som ficou mais fundo. Molhado. Ela puxava o ar pelo nariz. A caixa de ferramenta tremeu quando ele segurou a bancada. Eu apertei o próprio pau por cima da calça. Duro. Doendo. Corno no quarto de hóspedes, escutando a esposa mamar o encanador.

Ela soltou a boca. Um fio de saliva. Eu ouvi o estalo.

— Me come em pé não. Me põe no sofá. De quatro.

Passos. O couro do sofá. O joelho dela. A palma dela. D12. Ele ajoelhou atrás. Cinto batendo. A primeira estocada fez ela gritar no tom que ela não usa comigo quando está com pressa. Grito longo. Pau entrando na buceta de uma vez.

Câmera lenta de novo, agora nela.

Buceta inchada. Lábios abertos. O pau grosso empurrando, puxando, uma líquido denso de tesão, esticando e quebrando. Clitóris raspando na base. Cheiro de mulher que passou a manhã esperando. O tapa na nádega. O gemido dela falando direito, sem poesia:

— Isso. Fundo. Segura a cintura. Me fode.

Ele fodeu. Ritmo de homem que trabalha com o corpo. A cama de solteiro rangeu só com o meu joelho. Eu abri o fecho. Passei a mão no meu pau. Punheta seca, ouvindo a mulher do outro lado da parede levar porrada de quatro.

— Fala o nome — eu murmurei, sem ela ouvir.

Ela falou o nome dele. Walter. Walter. Mais fundo, Walter. Eu gozei quase ali. Segurei. Queria o final.

Cinco minutos. Dez. Ela gozou a primeira vez com a cara no almofada, o som abafado, a perna tremendo no couro. Ele não tirou. Continuou. Ela riu no meio do gemido. Aquele riso safado.

— Senta no pau — ele disse.

O sofá de novo. Ele deitou e sentou; o peso mudou. Ela montou. Tronco erguido. Peito alto. O som agora era ela descendo. Molhada. Pesada. A buceta engolindo até o saco. Ela rebolava e falava ao mesmo tempo.

— Tá grosso. Tá abrindo. Não pára.

Eu vi pela cabeça dela, pela fresta da porta, o peito dela subindo. O robe longo. A aliança ainda no dedo. A minha aliança. O pau dele sumindo dentro da minha mulher.

Meu telemóvel vibrou. Era ela. Uma linha, digitada com uma mão só, eu aposto:

— ele quer gozar

Eu olhei a porta entreaberta. Ouvi o rebolo acelerar. Digitei sem pensar duas vezes.

— pode gozar dentro

Três segundos. Ela leu. A voz dela saiu alta, para o encanador e para mim.

— Goza dentro. Pode. Enche.

Walter rosnou. Estocada curta. Corpo travado. O som de quem despeja. Ela gozou em cima, a segunda vez, um grito sem palavra. Depois o silêncio. Respiração. Um fio de porra, eu sei, escorrendo para o couro quando ela levantou um pouco.

A caixa de ferramentas ainda estava no piso da cozinha. O “vazamento” não existia. O cano estava seco. O que tinha vazado era outra coisa.

Passos. A torneira. Ela lavando a coxa. A voz dele, sem jeito:

— A senhora... a Lívia. O marido.

— O marido mandou. Pode ir. Deixa a ferramenta que você precisa voltar segunda.

A porta da sala abriu. O elevador. Eu fiquei no quarto de hóspedes até o número descer no display.

Lívia apareceu no vão da porta. Robe no ombro. Coxa brilhando. Cabelo preso com a mão. Olhou para o meu pau ainda de fora, molhado de porra na camisa.

— Você ouviu tudo.

— Ouvi.

— Ele gozou dentro.

— Eu mandei.

Ela ajoelhou na frente da cama de solteiro e lambeu o que tinha sobrado na minha mão. Sem teatro. Sem desculpa. O gosto que ela trouxe na boca não era só o meu.

No telemóvel, o áudio do fone ainda estava gravando.

Para a Lívia, no quarto, eu falei a próxima.

— Segunda o Walter volta. Eu fico de novo. Porta aberta um pouco mais.

Ela assentiu. A pia, em baixo, não pingava nada. O prédio inteiro podia inventar cano furado. Eu já tinha escolhido o vazamento.

Gostou do conto?
Por Tuga069
Se você gostou, comente por favor, se não gostou, diga, queremos melhorar, ficaremos gratos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274604 - Livia#01 — O cunhado chegou de capacete. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
274560 - A casada foi entrar no Tinder. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
274538 - Virando Putinha do condomínio (O primeiro estupro, o vizinho). - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274529 - Não sentindo dor enfia o que quiser. - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
274528 - Meu patrão me comeu e o meu marido não sabe nadinha. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
274527 - Comi a filha do meu amigo. - Categoria: Coroas - Votos: 0
274519 - O Retorno do Marido e a Fantasia Proibida. - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
274518 - Putarias dentro e fora da família. Capitulo 1 - A Família. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
274517 - Transei na sala Vip. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274516 - Virando a putinha do Condomínio (o começo). - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
274471 - Virando a putinha do condomínio (o início do exibicionismo). - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
274466 - O Corninho Soltando Pipa, Esposa na Cama do Casal Gozando na Picha. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
274465 - O grisalho e a novinha. - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
274464 - Corno amansado deixou eu foder sua mulher. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274437 - Aluno ensinando a professora como ser depravada. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
274429 - Professor apaixonado pela aluna - Categoria: Coroas - Votos: 1
274415 - Um Churrasco e Muito sexo. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
274399 - Minha aluna do ensino médio. - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
274394 - Minha detenção foi ser fodida pelo diretor e professor ao mesmo tempo. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
274391 - Um Professor e uma aluna tímida. - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
274387 - Fudida Por Dois Professores. - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274386 - A mãe do meu aluno 2024. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
274384 - Seduzido pela sogra do meu amigo. - Categoria: Coroas - Votos: 1
274382 - Eu e meu professor de matemática. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
274376 - Dando para o Professor na viagem - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
274371 - Dedinhos Mágicos. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
274370 - Aulas Extras com minha mulata peituda Pt. Final. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274349 - Aulas Extras com minha mulata peituda Pt.2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274300 - Aulas Extras com minha mulata peituda Pt.1. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
274297 - Virei a putinha da faculdade. - Categoria: Heterosexual - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Lívia#03 — Eu mandei ela inventar o vazamento.

Codigo do conto:
274608

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0