TRISAL



Sabe essas histórias que contam sobre Universidades públicas? Orgias e sexo em público, e depravação? Então, é
tudo verdade, principalmente se você é de ciências humanas. Os estudos ficam 10 vezes mais deliciosos.
Quando voltei de SP aos 25 anos, retornei também para a faculdade. Como moro numa cidade pequena e a faculdade ficava em uma cidade próxima, os estudantes se organizaram em uma associação para termos ônibus disponíveis para irmos e virmos todos os dias.
Eu costumava sentar sozinha e viajar ouvindo a minha musiquinha bem tranquila e sem pensar em nada. Mas nem sempre era possível, certa vez cheguei atrasada e precisei dividir o assento com uma moça chamada M. Liz. (Não consigo colocar um nome fictício nela, o seu nome carregava metade de sua personalidade, preferi abreviar). Ela tinha os cabelos cacheados mais bonitos que já eu vi, cachos pequeninhos e um cabelo super volumoso e comprido. Ela tinha também algo de selvagem nos olhos. Sempre se vestia com vestido de alça ou tomara que caia, usava brincos grades e chinelos nos pés. Ela quando me viu se sentando ao lado dela foi logo dizendo muito simpática: "Oi tudo bem com você, sempre vejo você jogando xadrez com os meninos na faculdade, gostaria jogar comigo agora??" Fiquei logo empolgada, colocamos o jogo pelo celular como se ele fosse um tabuleiro e começamos a jogar. Enquanto ela pensava na próxima jogada eu ganhava tempo para ficar observando ela melhor. Ela mordia os lábios enquanto pensava, arqueava as sobrancelhas, cerrava os olhos. Tudo nela era extremamente sensual. Em determinado momento ficou calor demais e ela fez um gesto para jogar os cabelos para trás, deixando todo o pescoço a mostra. Desci os olhos pelo pescoço suado dela, passando pelos ombros, até o decote que era bem aberto, notei os bicos dos seios sob a blusa e percebi que ela não usava sutiã, fui ficando com água na boca, mal pude me concentrar no jogo. No dia seguinte, ela gentilmente guardou o meu lugar ao lado dela com a bolsa, quando eu cheguei ela se levantou para eu vê-la e me indicou onde era para eu me sentar. Os cabelos dela estavam molhados, ela tinha acabado de lavar. Ela tinha algo de fresco, floral, alegre, melancólico e despretensioso na maneira de ser. E tinha uma sensualidade natural e não intencional. Dessa vez ficamos conversando em toda a viagem, soube que ela era poetiza (e era obvio que era poetiza porque ela em si já era pura poesia). E eu que costumo pensar muito sobre tudo antes de qualquer coisa apenas me deixei levar, segurei ela delicadamente no rosto com as duas mãos e comecei a beja-la de língua e ela simplesmente deixou ser beijada. Eu parei e a olhei por um instante, ela ficou boquiaberta meio querendo sorrir e disse: -" se eu soubesse que você curtia mulheres eu mesma teria te beijado ontem!!".
Eu estava em êxtase, aquele beijo foi pura magia. Chegamos ao nosso destino, e ela pediu para que no meu intervalo eu passasse na sala dela para irmos tomar um café, ela precisava conversar um assunto comigo. Fiquei a aula inteira pensando no que poderia ser!
Eu tinha um amigo chamado G. (também abreviado) um rapaz muito bonito (pelo menos eu achava, e olha que dificilmente acho homens bonitos) Era magro, alto, cabelos lisos e castanhos que batiam no ombro, barba grande, sempre de camisa preta, calça de elástico estilo adidas e chinelo, SEMPRE. Quase um hippie, era um músico maravilhoso e tinha a voz linda de morrer. Imaginem a minha surpresa quando M. Liz me disse que tinha um relacionamento com ele. E mais, que era aberto e que todas as pessoas que eles conheciam eles tinham o combinado de trazer para dentro da relação, desse modo ela não poderia ficar comigo se não fosse com ele presente. Disse também que eu não precisaria fazer nada com ele se não me sentisse me sentisse confortável e que entenderia.
Como pode isso minha gente? Eles nem se sentavam juntos e há anos que eu conheço G nunca soube que ele se relacionava com ninguém!!! Pensava eu enquanto ela terminava de falar. Ela disse que antes que eu desse uma resposta, que poderíamos voltar os 3 sentados juntos no ônibus para conversarmos e nos conhecermos melhor. Não vou mentir que adoro um homem como G e que se fosse para ficar com homem seria com alguém como ele, porque ele era belo como uma menina, quase um elfo! E quando eu dizia isso ele se sentia genuinamente elogiado.
Na volta fomos lá pra o fundão, e dividimos as duas cadeiras pra nós 3, e a partir daquele dia, e por um ano inteiro, aquele foi o nosso lugar. A sintonia e a química se deu de cara e a conversa rolou naturalmente de maneira divertida e descontraída, demos muita risada e falamos sobre muitas coisas que inclusive tínhamos em comum. Ah juventude... sua maravilhosa!!
Naquele final de semana fomos os 3 para a casa de G pois a vontade de ficarmos os 3 pelados já estava a ponto de nos matar. As roupas foram ficando pelo chão da casa e no quarto, como mágica, já estávamos como viemos ao mundo, eu beijava G. Que beijava M Liz que beijava a mim. As coisas esquentaram entre eu e Liz e caímos na cama, ela no meio de nós dois, houve como um competiçãozinha entre eu e G para ver quem dava mais prazer para M liz, dividimos aquele corpo e aproveitamos cada pedacinho dele que o outro deixava livre; cada um lambendo um lado do pescoço, cada um chupando um seio e brincando com aquele bico durinho com a língua e sugando forte, a sincronia era perfeita, quando descemos para chupa-la ela começou a gemer alto antes mesmo de chegarmos lá. Alternávamos as lambidas e nos beijávamos com beijos melados de boceta e lambíamos novamente, sem necessariamente a intenção de faze-la gozar, apenas lambendo despretensiosamente por que ela era deliciosa. E aquele cheirinho de boceta na boca dele deixava ele delicioso também. Eu me deitei e pedi a M liz escalou o meu corpo e se sentou no meu rosto e começou a passar a boceta bem devagar, com se quisesse se certificar que estaria lambuzando cada pedacinho do meu rosto. Notei que G se posicionava na minha frente com a intenção de me penetrar, e fiz um gesto de NÃO com as mãos que ele respeitou imediatamente, trocou de posição e enfiou a cara em minha boceta, e aqui abro um parentes para dizer que se existisse um premio de melhor chupada lésbica do ano, teriam que abrir uma exceção para o meu bom amigo G, além de muito experiente ele tinha muita vontade, e com M Liz rebolando a boceta na minha cara e aquele homem perfeito me chupando daquele jeito gostoso o gozo viria rápido demais, eu tentei me concentrar para atrasar o inevitável e isso só fez piorar a minha situação, meu corpo começou a se tremer inteiro e não sei o que passou na cabeça de G que nesse momento ele resolveu parar de me chupar e foi se levantando, logo ali no meu ápice, eu senti um desespero agoniante, não sei se foi de propósito porque no fundo ele sabia que me daria o maior e melhor prazer da minha vida, (por ser um mesquinho competitivo homem maravilhoso que desejava ser melhor que todas as lésbicas do mundo), ou se parar naquele momento teve nele intenção secreta de me matar e me ver mortinha ali mesmo. Ah G seu desgraçado, você foi o único homem que me fez implorar, eu comecei a gritar quase soluçando 'por favor por favor por favor não paaraa não para não para" abafado pela boceta de M Liz e me contorcer inteira com o corpo numa agonia tão grande que ele mesmo se pudesse gritaria. Ele entendeu o recado e voltou, e deu uma lambida com a língua bem aberta e bem devagar, e depois outra e na terceira eu comecei a gozar revirando os olhos, eu desconectei, meu corpo não tremeu apenas, ele se debateu como um ataque epilético. M Liz segurou o meu rosto entre as mãos para contemplar a cena e quando não pôde mais, ela se esfregou com violência em minha face e teve o orgasmo com um grito alto e forte e intensos espasmos. Em seguida ela caiu e se deitou sobre mim, eu respirava forte e alto como se tivesse disparado em uma corrida e não tivesse ar suficiente para respirar, ela respirava forte também, eu senti o suor dela escorrendo entre os seios e as costas também completamente molhadas, os cabelo pingando de suor, estávamos exaustas e desfalecendo. Mas olhei para ela e ela para mim como se tomássemos uma decisão em conjunto, e ela disse: "G agora é sua vez...". Ele estava deitado ao lado dela de barriga para cima e era possível ver o seu sexo tão enrijecido que pulava de um lado a outro, pulsando. Mas ele apenas nos olhou com carinho e disse: "Eu acabei de presenciar a cena mais linda da minha vida, acreditem em mim, eu estou mais do que satisfeito!"
Eu não me lembro de mais nada depois disso, apenas apaguei e acordei no dia seguinte abraçada naqueles dois corpos lindos e nus que ainda dormiam com os rostinhos serenos e alegres.
No dia seguinte fomos juntos para a faculdade, lemos O alienista inteirinho na ida e na volta, eu como boa pagadora que não gosta de dever nada a ninguém, na volta ao nos sentarmos no nosso lugarzinho la no fundo, já passando das dez e com tudo escuro, o silêncio reinando e todos dormindo, eu olhei para M Liz e sabíamos o que fazer. G ali no nosso meio, juvenil e alegre como sempre, começamos nós duas a passar as mãos por cima de sua calça. Não precisou de muito, já sentimos sua calça se elevando, eu o beijava na boca, e quando ele beijava M liz eu abaixei as calças dela e notei o seu membro rígido como ontem, chupei aquele homem com o mesmo capricho que ele empregou em mim no dia anterior, M Liz desceu e começou a chupa-lo também, e me beijar, juntas com nossas línguas se tocando. Ela subia de novo para beijar ele na boca e la de baixo era possível sentir e ouvir a respiração dele ficando descompassada e desesperada. Ele segurou o meu rosto com as e me levantou dizendo; "para, eu não consigo segurar mais, não pode!" Eu sorri e disse, -"confia em mim, eu sei o que estou fazendo". Ele caiu para trás no banco olhando para cima como se suplicasse, e eu desci novamente chupando-o ainda devagar, quando senti um jato quente dentro da minha boca, espesso grosso, delicioso, tive que ser rápida e ágil para não deixar vazar nada para o banco, fui sugando e bebendo ele por inteiro, cada gotinha, M Liz o beijava para não deixar ele fazer barulho. Em seguida ela me beijou como se quisesse também sentir o gosto dele. Cheguei ao meu destino nesse momento, vi G se vestindo novamente, as luzes do ônibus ascendendo, e desci no meu ponto com calma e naturalmente.
Ah esses músicos, artistas e poetizas que elevam o simples sexo a uma obra de arte...

Era o relacionamento perfeito, para mim eles bastavam, e como tenho grande necessidade de ficar sozinha, eu não precisaria dar atenção o tempo inteiro porque eles tinham um ao outro, para mim não poderia ser melhor. E quando nos víamos era sempre maravilhoso. Muitas vezes passamos a noite inteira apenas conversando, dormimos quando amanhecia, e transávamos a tarde, e depois a noite de novo. Para passar o tempo as vezes só embolávamos um papel para brincarmos de futebol, jogava baralho, saímos para flertar e arranjar mulheres para G, liamos livros juntos a caminho da faculdade. Se melhorasse ali estregava.

Caso vocês desejem saber o que aconteceu com M. Liz e Com G, podem continuar a leitura, mas deixo um ALERTA.
Caso a história tenha sido satisfatória e vocês desejem manter a imagens desses personagens do jeito que estão, eu RECOMENDO SERIAMENTE que parem de ler aqui.

Aconteceu que subitamente os dois pararam de ir para a faculdade e não disseram uma palavra sobre o motivo, na verdade não disseram mais nada sobre nada. Foram várias mensagens enviadas por mim, preocupada com o sumiço e absolutamente nenhuma reposta. Eu estava quase indo para a casa de M. Liz para saber o que houve, porém, eles postaram uma foto juntos naquela tarde, como casal. Eu fiquei sem chão, me senti sendo deixada de lado, senti que fui rejeitada e apenas me resignei. Os meses foram passando, conheci outras mulheres com quem tive encontros maravilhosos e fui deixando esta história para trás.
O semestre foi finalizado, e no semestre seguinte, para a minha surpresa, vejo os dois sentados no fundo, calados, apáticos. Me aproximo para cumprimentá-los e noto a barriga de M. Liz redonda e muito linda, eu fico em estado de choque e percebo o sangue do meu rosto desaparecendo. Eu não consegui dizer nada, apenas fui para a frente e me sentei sozinha. Me senti mais de fora do que nunca, aquele bebê com toda certeza foi gerado por nós 3. O que eles estavam pensando para se afastar assim? Eu tinha um emprego estável, eles viviam de bicos, eu morava sozinha e podia traze-los para a minha casa, eu iria cuidar de M. Liz, uma mulher grávida precisa de outra mulher para perceber os cuidados que homens não costumam prestar atenção. Eu comecei a sentir minhas mãos trêmulas e uma tristeza absurda tomou conta. Eu esperei até ver M. Liz sozinha na faculdade para me aproximar e conversar pessoalmente com ela. Quando a vi na lanchonete eu fui decidida e resoluta, eu sabia o que fazer. Quando eu perguntei, em lágrimas e com os lábios tremendo de maneira quase infantil, o porque de ela não ter me contado e se afastado daquele jeito, ela friamente fez um gesto de 'pare' com as mãos e me disse: -"Eu conheço você. E jamais vou permitir que você assuma uma responsabilidade que NÃO É SUA. EU ESTOU BEM!" Senti o meu coração machucado, senti ciúmes de G. Mas compreendi e respeitei o espaço deles. Mas sempre me perguntava a mim mesma; "é melhor assim?" "Será que é mesmo melhor assim?"
Essa história aconteceu há 10 anos atrás. Os cabelos de G caiaram-se todos ao longo dos anos, fio por fio, ele hoje usa uma boina, usa sapatos também em vez de chinelos, eu não achava que ele poderia ficar ainda mais bonito do que era, mas ficou. O sorriso juvenil tão característico foi substituído por uma fronte austera e séria, e um sorriso mais sóbrio tomou conta do seu rosto. A expressão alegre que o seu olhar outrora possuía agora trás alguma coisa de dor, que só quem teve uma perda irreparável tem. O filho deles tem 9 anos, é loiro como um verdadeiro Targeryan, cabelos quase brancos de tão loiro, olhos azuis enormes e bem clarinhos, da pra ver M. Liz totalmente neles, e o sorriso com furinhos na bochecha iguais os de G. Um lindo rapazinho.
G. se tornou um pai solo fenomenal, criou esse menino como ninguém, ele é educado e muito inteligente, puxou os pais.
Certo dia eu estava na varanda da casa de uma amiga, no segundo andar, em frente a uma escola e o vi se aproximando. Ao olhar para dentro da escola vi esse menino sendo tomado de alegria ao ver o pai e correr em sua direção. G o jogou pra cima e o colocou no colo e saiu andando com ele dizendo "Não consigo te levar assim por muito tempo não heim!!". Ao que ele respondia: "-É pai, ta velhinho demais!"
G o colocou no chão e foram embora conversando e sorrindo como bons amigos. Fiquei observando de longe eles sumirem no horizonte.
Eu nunca soube a resposta para aquela pergunta; "Foi melhor assim?" Nunca saberei se eu tivesse insistido, se tivesse ficado, mesmo contra a vontade dela, se tivesse ao lado dela na gravidez e no parto, faria diferença? O amor cura mesmo? Ela estaria viva?


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico nathliz

Nome do conto:
TRISAL

Codigo do conto:
275215

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
21/10/2026

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