De Sonho de Jovem à Realidade: O Ritual com a Bebel Pt2
O Ritual no Escuro (Sigilo Total) O caminho até o apartamento dela foi um borrão de sorrisos de canto de boca, olhares cúmplices e o cheiro misturado dos nossos corpos ainda quente no ar. A sensação de ter finalmente provado do mel que esperei uma década para sentir deixava minhas pernas leves. Assim que a porta do prédio se fechou, o silêncio da noite nos engoliu. No elevador, encostei o corpo no dela por trás, sentindo o calor daquela bunda contra a minha virilha ainda sensível, e sussurrei no ouvido dela que a noite estava só começando. O apartamento da Bebel era aconchegante, a meia-luz, com uma decoração de toque trevoso e um perfume suave. Sem dizer nada, ela tirou uma caixinha de madeira da gaveta. — Agora sim... o verdadeiro ritual de descompressão — disse ela com um sorriso malicioso. Sentamos bem juntos no sofá. Ela pegou a dichavadora, preparou a erva com uma delicadeza hipnótica e começou a bolar. Ver as mãos dela trabalhando com tanta calma me deu uma nova onda de tesão. Ela acendeu, puxou fundo e soltou a fumaça bem devagar na minha direção. Quando me passou o baseado, nossas mãos se cruzaram. Dei duas tragadas profundas. Como sempre acontece comigo, a brisa da maconha desceu pesada e ardente para a região inferior: o sangue voltou a pulsar com força multiplicada por dez e a pele virou um radar de extrema sensibilidade. Bebel encostou a cabeça no meu ombro e deslizou a mão pela minha coxa: — Tá sentindo a onda? — Tô... mas você sabe exatamente para onde essa onda vai em mim, né? — respondi, guiando a mão dela direto para o volume que voltava a crescer. Ela deu uma risada baixa e rouca. Soprou a fumaça direto dentro da minha boca num beijo defumado e lento. O tempo parou. Em seguida, apagou a ponta no cinzeiro, me olhou com aquele ar de safada tímida e tirou a blusa, ficando totalmente nua à minha frente. Bebel segurou a base do meu short e puxou de uma vez. Meu pau ereto pulou para fora, rijo e latejando sob o efeito da erva. Com um olhar sedento, ela se ajoelhou no tapete, inteiramente nua. Antes que ela colocasse a boca, segurei a base da haste e comecei a bater uma punheta bem na frente dela, num ritmo lento e marcado — sabendo o quanto ela adorava ver um homem se masturbando só para ela. A cabeça do meu pau já brilhava melada de pré-gozo, e a onda da maconha transformava o toque da minha própria mão numa descarga elétrica. Bebel ficou paralisada assistindo, com os peitos arfando e a boca levemente aberta. Passou a língua pelos lábios e confessou com a voz embargada de tesão: — Nossa... você não sabe o quanto eu esperei anos para ver isso de perto... Ela levou a mão à própria vagina e começou a se dedar devagar, sem tirar os olhos do meu pau. A visão dela nua no chão, se tocando enquanto me assistia bater uma, me levou direto ao limite, pronto para a próxima explosão no meio daquele transe a dois. (Continua... Esta história poderá ter uma Parte 3 para fechar essa noite no sigilo total)
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