O Jogo no Escritório



A rotina da empresa costumava ser barulhenta e previsível, mas a presença da Rita quebrava qualquer monotonia. Ela era o tipo de mulher que chamava a atenção por onde passava: um corpo atraente e cheio de curvas, com seios delicados, um bundão marcante, um sorriso lindo e uma voz doce que contrastava com a atitude confiante.
Apesar de ser muito simpática com todo mundo, nossa interação no início era estritamente profissional. Era o básico do expediente: um "bom dia" no café, um aceno rápido no corredor, uma troca de arquivos. Mas, por trás de toda essa cordialidade cotidiana, havia algo no ar. Não precisava de palavras. Bastava o tom suave da voz dela ao me dar um aviso rápido ou um olhar que durava dois segundos a mais do que o necessário para deixar claro que existia uma eletricidade velada ali. Algo mantido estritamente em sigilo, bem longe do radar do resto do escritório.
Foi no meio de uma tarde que as coisas mudaram. A sala de reuniões principal estava cheia, e o gestor apresentava os resultados do trimestre na projeção da parede, mas minha atenção estava em outro lugar. Rita sentava do outro lado da mesa retangular. A conversa entre nós começou discreta, pelo celular. Mandei para ela o arquivo com o conto que eu tinha escrito.
Acompanhei de longe a reação dela. Rita abriu a mensagem, ajustou a postura na cadeira e começou a ler na tela do aparelho, mantendo o rosto sério para não chamar a atenção dos colegas ao redor. No entanto, o ritmo da respiração dela mudou sutilmente. Os olhos percorriam as linhas com atenção absoluta. Quando terminou a leitura, digitou a resposta sem levantar a cabeça imediatamente:
> "O conto tem efeitos muito bons... Me deixou molhada e com a calcinha toda melada."
>
Levantei os olhos bem no momento em que ela guardava o celular. Rita me encarou de volta do outro lado da mesa, exibindo um sorriso de canto e aquele olhar denso, mantendo a voz doce bem guardada enquanto a sala continuava em silêncio. Segundos depois, o visor acendeu de novo com uma nova mensagem dela:
> "Acho que essa reunião ficou chata demais. Vamos de Verdade ou Consequência por aqui, em silêncio? Se você amarelar, paga o café. Manda a primeira."
>
Digitei sem hesitar:
> "Verdade ou Consequência, Rita?"
>
Ela leu na tela do celular, abaixou ligeiramente a cabeça para esconder o sorriso provocante e respondeu rápido:
> "Escolho consequência. Quero ver até onde vai essa sua coragem no meio de todo mundo."
>
Sustentei o olhar por cima da tela do aparelho por alguns segundos antes de enviar o desafio:
> "Consequência: você vai tirar a calcinha agora mesmo, por baixo da mesa, sem que ninguém na sala perceba, e guardar na sua bolsa."
>
Ao ler o texto, os olhos de Rita se arregalaram discretamente por um segundo. Ela olhou para os lados, certificando-se de que os colegas de trabalho continuavam concentrados na apresentação do gestor. Em seguida, me encarou com aquele olhar intenso e deu um sorrisinho de canto, aceitando o desafio. Ajustando a postura na cadeira e mantendo a expressão neutra para não levantar nenhuma suspeita, fez um movimento sutil por baixo da mesa, movendo as pernas com um controle absoluto. Segundos depois, com extrema discrição, colocou a mão dentro da bolsa que estava no colo e fechou o zíper devagar.
O celular no meu colo vibrou com uma nova mensagem dela:
> "Feito. Agora a minha consequência para você: quando a reunião acabar, você vai até a minha mesa pegar a calcinha e a sua missão é levar para casa, gozar nela e me devolver amanhã bem cedo no expediente."
>
O jogo de mensagens continuou esquentando enquanto a apresentação do gestor se arrastava. A cada troca de texto, o tom ficava mais ousado, explorando confidências e segredos: se já tínhamos nos exibido em público, qual tinha sido a coisa mais arriscada que cada um já tinha feito na vida, até onde iríamos se não houvesse ninguém por perto. Foi no meio dessa troca de confissões que Rita deu o passo seguinte. Sem que ninguém notasse, tirou um dos sapatos por baixo da mesa. Com movimentos lentos e calculados, deslizou o pé descalço até alcançar a minha perna, subindo devagar até passá-lo diretamente sobre a minha cueca.
A sensação do toque velado, aliado ao risco constante de alguém olhar para baixo da mesa, fez a tensão ir ao limite instantaneamente. Do outro lado, Rita mantinha a postura impecável na cadeira, acompanhando o telão como se nada estivesse acontecendo, exceto pelo leve sorriso de canto e os olhos fixos nos meus de tempos em tempos. Antes que a reunião terminasse, o visor do celular acendeu com uma nova notificação dela:
> "Já que você está tão corajoso... Consequência: assim que o pessoal levantar daqui, você vai direto ao banheiro e me manda uma foto do seu pau marcado por cima da cueca. Quero ver o efeito que eu estou causando."

Segundos depois, o gestor encerrou a apresentação. Assim que o pessoal começou a se levantar e organizar os notebooks, fui direto para o banheiro no final do corredor. Entrei em uma das cabines, tranquei a porta e tirei a foto com a marca bem destacada por cima da cueca, enviando diretamente no chat privado. A resposta veio em questão de segundos:
> "Nossa... Que efeito. Gostei de ver."
>
Aproveitei o momento e digitei o meu troco imediatamente:
> "Agora é a minha vez. Faça o mesmo: vai no banheiro do outro lado do corredor e me manda uma foto da sua calcinha. Mas duvido você ter coragem de me entregar essa calcinha melada do jeito que você disse que tá."
>
O celular ficou em silêncio por um breve instante antes do visor acender com a pergunta dela:
> "Pra que você quer a calcinha exatamente?"
>
Respondi sem rodeios:
> "Quero sentir o cheiro e o mel que ficou nela."
>
Instantes depois, Rita enviou a resposta que selava o acordo em sigilo total:
> "Desafio aceito. Foto enviada. Quando o andar estiver mais vazio no final do dia, a calcinha é sua."
>
Assim que o andar ficou mais vazio no encerramento do expediente, nos encontramos discretamente perto dos armários. Ela me entregou a peça bem guardada num saco pequeno e sussurrou com a voz doce:
— Cuidado... O cheiro está bem forte.
Guardei imediatamente na mochila e saí da empresa com o coração acelerado. Cheguei em casa tomado pela ansiedade e fui direto para o quarto. Ao abrir a embalagem, senti a fragrância dela: uma mistura envolvente, doce e azeda na medida certa, marcante, que fez meu tesão subir ao limite instantaneamente.
Já peguei a calcinha e meu pau ficou duro na hora, comecei a cheirar, lamber enquanto me deixava levar pela imaginação e pela lembrança de tudo o que tinha acontecido no escritório. Para provocar ainda mais, peguei o celular, gravei um pequeno vídeo meu batendo uma punheta, cheirando e lambendo a calcinha dela em modo de visualização única e enviei para ela no chat privado. A resposta de Rita não demorou. Segundos depois, meu celular apitou com um vídeo de volta, onde ela aparecia nua com as pernas abertas tocando uma siririca frenética enquanto enfiava um vibrador fundo e dizia o meu nome bem baixinho.
A manhã seguinte no escritório começou com um ar diferente. Ao cruzar a catraca da entrada, o clima de rotina continuava o mesmo para todos ao redor, mas entre nós dois havia uma cumplicidade velada. Rita estava em sua mesa, impecável como sempre, com um sorriso discreto quando me viu passar. A devolução foi feita da mesma forma que tudo começou: em sigilo total, durante um momento rápido perto do café, dentro de um envelope pardo que havíamos combinado.
— Cumprido? — perguntou ela em tom baixo, com aquele olhar que dizia muito mais do que as palavras.
— Cada detalhe — respondi, entregando o envelope e sustentando o olhar por um segundo a mais.
Ela guardou o material na bolsa sem alarde, mantendo a postura profissional impecável enquanto o movimento do andar começava a aumentar. O expediente seguiu normalmente, mas a tensão entre nós tinha mudado de patamar. O jogo de verdade ou consequência não tinha terminado ali; na verdade, apenas havia aberto a porta para novos desafios e um segredo ainda maior a ser mantido nos corredores da empresa.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Jogo no Escritório

Codigo do conto:
275465

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
24/10/2026

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