De Sonho de Jovem à Realidade: O Ritual com a Bebel
De Sonho de Jovem à Realidade: O Ritual com a Bebel Quando eu tinha cerca de 16 anos, no período da escola, eu era um garoto bem atentado. Naquela época, comecei a gostar da Bebel, uma menina completamente diferente das outras. Ela tinha aquele estilo fofinha e trevosa, com um corpo lindo, um bundão maravilhoso e uma beleza que chamava atenção por onde passava. Como ela era mais tímida, se aproximar não foi tão fácil, mas com o tempo nos tornamos muito amigos. Chegamos a dar uns beijinhos, saímos para parques e ficávamos nos beijando — eu sentindo o corpo dela totalmente alucinado —, mas nunca passou disso. A vida seguiu seu curso, ficamos sem nos ver e aquela vontade de sentir o mel e o corpo dela ficou guardada como um sonho não realizado. Dez anos se passaram até que a Bebel reapareceu. Ela continuava linda demais e tinha se tornado um mulherão da porra. Voltamos a nos falar e aquele tesão antigo reacendeu na hora. Eu tentava me segurar para não ser transparente demais, mas os papos foram fluindo sobre tudo: música, filmes, séries e, aos poucos, fetiches. Um dia, a conversa aprofundou e ela comentou que também andava pensando na gente nesses últimos tempos. Isso me deixou empolgado e fui entrando de cabeça no assunto. Como passei anos imaginando a gente transando, foi fácil descrever o que eu queria: falei que queria tirar a roupa dela, chupar os peitos, sentir a pele dela na minha, passar a língua na sua buceta e saborear seu mel. Bebel ficou atordoada com tanta sacanagem de uma vez, mas confessou que era exatamente o que ela queria. Trocamos fotos e, ao vê-la nua pela primeira vez na tela, meu pau ficou duro na hora. Ficamos nessa expectativa por dias. Marcamos de nos encontrar numa tarde para tomar uma cerveja num boteco. A medida que bebíamos, as conversas ficavam mais quentes. Ajeitei minha cadeira ao lado dela, passei a mão no seu joelho e dei um beijo na sua boca. Ela retribuiu e nossas mãos começaram a passear pelos corpos. Tomada pelo tesão, ela agarrou meu pau por cima do short e, com uma voz doce e sedutora, disparou: — Quero ver se você vai fazer tudo o que prometeu. Ela massageou e apertou com vontade. Pagamos a conta e fomos caminhando em direção ao prédio dela. Pelo caminho, em uma rua vazia e sem movimento, encostei Bebel perto de uma árvore grande junto ao muro. Levantei a blusa e o sutiã dela e comecei a chupar aqueles peitos perfeitos, sentindo o perfume dela me enlouquecer. Ela enfiou a mão na minha bermuda, puxou meu pau para fora e começou a me masturbar. Logo em seguida, ajoelhou-se e colocou meu pau todo na boca, engolindo e babando muito. Ansioso para provar o mel dela, abaixei o short e a calcinha de jeans dela, revelando aquela bunda espetacular e a buceta já pingando. Ajoelhei-me e comecei a chupar tudo: minha língua percorria da vagina ao ânus, saboreando cada gota. Levantei, coloquei o preservativo e me encaixei dela. A buceta era apertada e muito molhada. Aumentei o ritmo, puxando o cabelo dela e trocando beijos quentes. Em seguida, sentei na calçada e ela veio por cima, cavalgando firme na minha rola com aquela bunda na minha cara. Quando coloquei o dedo no cuzinho dela, ela contraiu a vagina com força, arrepiou inteira e gozou pesado. Depois, encostei Bebel novamente no muro e meti fundo até ouvir seus suspiros. Ela começou a se masturbar junto e gozou mais uma vez. Prestes a gozar, avisei e ela se ajoelhou rapidamente, tirando a camisinha para receber tudo na boca. Chupou rápido até a base e engoliu todos os jatos fortes que dei. Ela se limpou, nos ajeitamos e seguimos para o prédio dela, suados e com um sorriso de orelha a orelha.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.