Ele Pediu uma Foto da Minha Pica



Eu nunca pensei que fosse passar por isso. Nunca fui um cara atraente. Pouquíssimas pessoas me falam algo em relação à minha aparência ou ao meu jeito. Sempre passei despercebido em todos os lugares, como se eu fosse invisível.
Todo dia eu chegava na minha baia, ligava o computador e trabalhava sem falar com ninguém. As pessoas marcavam encontros, saíam juntas depois do trabalho, e eu sempre ia direto para casa.
Até o dia em que cheguei na minha baia e lá estava o bilhete que mudou toda a minha vida.
“Eu quero ver uma foto da sua pica.
— Admirador secreto”
Olhei para todos os lados e não conseguia imaginar quem deixaria um bilhete daquele jeito na minha mesa. Pensei que fosse uma brincadeira sem graça, joguei o bilhete fora e fui para casa.
Não pensei nele durante a maior parte do dia, mas um pouco antes de dormir me peguei pensando em quem poderia fazer uma brincadeira como aquela.
Luiz? Meu chefe. Tinha por volta de quarenta e cinco anos e era casado. Tinha uma personalidade séria. Sem dúvida não tinha sido ele.
Fernando? Um rapaz que estava sempre brincando, mas namorava a Bianca. Era extremamente bonito. Nós nunca sequer nos cumprimentávamos.
Gabriel? Um homem da minha idade, trinta e cinco anos, branco, casado com um rapaz. Usava óculos de grau. Já tinha pegado ele me encarando algumas vezes, mas não era possível. Ele era muito bonito. Não ia querer um cara como eu.
No dia seguinte cheguei mais cedo que o normal. Ainda estava escuro lá fora quando sentei na baia. O computador demorou a ligar e, enquanto esperava, meu olhar foi parar no lixo pequeno ao lado da mesa. Aquele bilhete ridículo ainda estava na minha cabeça. Sem pensar muito, me abaixei, abri o saco e comecei a mexer no papel amassado e nos restos de café do dia anterior.
Achei o bilhete quase no fundo, um pouco sujo, mas ainda legível. Dobrei com cuidado e guardei no bolso da calça. Passei o resto da manhã tentando não olhar para ninguém. Toda vez que alguém se aproximava da minha baia, meu coração acelerava.
Na hora do almoço, quando a maioria saiu, fiquei. Precisei de uma desculpa para ter amostras de letra. Peguei três documentos que estavam na impressora compartilhada: um relatório assinado pelo Luiz, uma lista de tarefas que o Fernando tinha preenchido à mão naquela manhã e um post-it colado no monitor de Gabriel, com um lembrete simples escrito por ele.
Coloquei os três papéis lado a lado com o bilhete em cima da mesa. A letra do Luiz era firme, grande, quase agressiva. A do Fernando era solta, cheia de garranchos, típica de quem escreve rápido e sem preocupação. A de Gabriel… era igual. O mesmo “E” aberto, o mesmo jeito de cortar o “t”, a mesma inclinação leve para a direita. Até a forma de escrever a palavra “quero” era idêntica.
Fiquei olhando para o bilhete e para o post-it por um tempo longo demais. Meu estômago revirou. Gabriel. O homem casado, bonito, que usava óculos e que eu já tinha pegado me encarando algumas vezes. Ele tinha sido o admirador secreto.
Guardei tudo no bolso, limpei a mesa e tentei voltar a trabalhar. Mas a cada vez que ouvia a voz dele do outro lado do corredor, ou via o vulto dele passar pela baia, sentia o peito apertar. Agora eu sabia. E não fazia ideia do que fazer com essa informação.
Na hora do almoço a maior parte do escritório se esvaziou. Alguns foram para o restaurante do prédio, outros desceram até a praça. Gabriel ficou. Estava sentado sozinho numa mesa do canto, mexendo no celular sem realmente prestar atenção na tela.
Respirei fundo, me levantei e fui até ele. Parei na frente da mesa, puxei a cadeira e sentei sem pedir licença. Ele levantou o olhar, surpreso, e o celular quase escorregou da mão.
— Eu sei que foi você — falei baixo, sem rodeios. — Em vez de te mandar uma foto, por que a gente não vai ao banheiro e eu te mostro o que você quer ver?
Gabriel ficou vermelho na hora. Os olhos dele se abriram um pouco, a boca se entreabriu, mas ele não disse nada. Parecia tímido, quase constrangido, mas ao mesmo tempo havia um brilho claro de interesse no jeito que me encarava. Ele engoliu em seco e apenas acenou com a cabeça, quase imperceptível.
Eu me levantei sem dizer mais nada e caminhei em direção ao banheiro dos funcionários, no corredor do fundo. Não olhei para trás. Menos de um minuto depois ouvi a cadeira arrastar e os passos dele vindo atrás de mim.
A tensão no peito era quase insuportável. Cada passo até o banheiro parecia mais pesado que o anterior. Eu nunca tinha feito nada parecido na vida. Sempre fui o cara tímido, o que ficava quieto no canto, o que nunca tomava a iniciativa. Mas desde o momento em que li aquele bilhete, algo dentro de mim tinha despertado. Um tesão sujo, insistente, que não me deixava em paz. O pau estava duro pra caralho, tão duro que doía. A cueca já estava melada, a cabeça grossa pressionada com força contra o jeans, deixando um volume impossível de esconder.
Empurrei a porta do banheiro e entrei numa das cabines do fundo, puxando Gabriel pelas mãos sem dar chance dele hesitar. Fechei a porta atrás de nós e travei. O espaço era pequeno. Dava pra sentir o calor do corpo dele tão perto do meu.
Ele ainda parecia meio perdido, respirando rápido, os olhos arregalados atrás dos óculos.
— Você… você realmente sabia que fui eu? — murmurou, a voz baixa e rouca.
Eu o encarei sem desviar o olhar.
— Achei o bilhete. Comparei a letra. Foi você. Não tem como negar.
Gabriel passou a língua nos lábios, um sorrisinho safado aparecendo no canto da boca apesar do nervosismo.
— E você veio me mostrar de verdade?
— Desde ontem que esse pau não baixa. Então agora você vai ver de perto o que pediu.
Minhas mãos desceram com segurança até o zíper. Puxei a cueca pra baixo e tirei o pau pra fora. Ele saiu pesado, completamente duro, a cabeça brilhante de porra prévia, veias saltadas, pulsando forte a cada batida do coração. Meu pau é grande, mais grosso do que a média, e estava tão melado que um fiozinho de porra já escorria pela glande.
Gabriel ficou paralisado. Os olhos dele desceram e se fixaram ali, a boca entreaberta, a respiração presa na garganta. Por alguns segundos ele só ficou olhando, surpreso, como se não acreditasse no que estava vendo.
Eu conseguia ouvir os funcionários passando pelo corredor. Passos apressados, vozes baixas, o som de uma porta batendo ao longe. Qualquer um poderia entrar a qualquer momento. A ideia só deixava meu pau ainda mais duro.
Gabriel engoliu em seco, os olhos ainda presos nele.
— Posso… pegar?
No instante em que ele falou, um arrepio forte percorreu meu corpo inteiro, da nuca até a base da espinha. Sem responder com palavras, segurei o pulso dele com firmeza e guiei a mão dele até o meu pau meladaço.
Os dedos de Gabriel eram longos, a pele macia, quase delicada. O toque dele foi sutil no começo, como se tivesse medo de apertar demais. Mas assim que a mão fechou ao redor do meu pau, ele sentiu o peso, a quentura e a umidade. Eu estava tão duro e tão excitado que o pau subia e descia sozinho dentro da mão dele, escorregando no próprio pré-gozo que deixava tudo escorregadio.
Enquanto a mão de Gabriel subia e descia no meu pau, um conflito feio se instalou dentro de mim. Ele era casado. Tinha um marido em casa. E mesmo assim estava ali, dentro de uma cabine de banheiro, com a mão fechada na pica de outro homem. A ideia me deixava desconfortável e, ao mesmo tempo, me excitava ainda mais. Eu sabia que aquilo era errado. Sabia que estava atravessando uma linha. Mas meu corpo não ligava pra moral. Só queria mais.
Fechei os olhos, tentando controlar a respiração. A mão dele era quente, macia, e já tinha pego o ritmo certo, apertando um pouco mais na subida e soltando na descida. O barulho molhado do pré-gozo se misturava com os passos que ainda ecoavam no corredor lá fora.
Sem eu perceber, Gabriel já tinha se abaixado. Quando senti o calor da boca dele envolver a cabeça do meu pau, meus olhos se abriram de um salto. Ele tinha engolido a glande de uma vez só, a língua quente e úmida passando por baixo, chupando com vontade. Minha pica era grande demais pra caber inteira de uma vez — uns vinte centímetros grossos e pesados —, então ele usou a mão na base enquanto a boca descia o máximo que conseguia, engasgando de leve, mas sem parar.
A sensação foi absurda. Quente, apertada, molhada. Cada vez que ele puxava a cabeça pra trás, a língua dele rodeava a fenda, sugando o pré-gozo que não parava de vazar. Depois descia de novo, mais fundo, a garganta apertando a ponta. Meu pau latejava forte dentro da boca dele.
Gabriel aumentou a velocidade. A cabeça dele ia e vinha rápido agora, fazendo um barulho molhado e obsceno, saliva escorrendo pelo queixo e pingando na base da minha pica. Ele chupava como se tivesse fome, sem nenhum pudor, os óculos tortos no rosto, os olhos semicerrados de tesão.
Eu olhava sério para ele. Gabriel estava ajoelhado na minha frente, cuspindo na minha pica como se fosse um viciado se saciando. A saliva escorria grossa pela extensão do meu pau, misturada com o pré-gozo, e ele lambia tudo de volta, os olhos vidrados, a respiração descontrolada. Parecia que nada mais importava além daquela boca cheia.
Depois de um tempo ele se afastou só o suficiente para falar, a voz rouca e molhada:
— Goza pra mim, Cláudio… quero sentir você gozando na minha boca.
Eu não obedeci.
Empurrei o peito dele com firmeza, afastando-o. Gabriel caiu sentado no vaso, confuso, a boca ainda aberta e brilhante de saliva.
— Hoje não — falei, a voz baixa e cortante.
Guardei o pau ainda duro e latejante dentro da calça, ajeitei a cueca molhada e saí da cabine sem olhar pra trás.
Ninguém me faz gozar. Nunca consegui. Só chego lá quando estou sozinho, me masturbando no escuro do meu quarto. Mas aquele dia, com a boca quente e desesperada de Gabriel engolindo minha pica, foi o momento em que mais cheguei perto.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico negaocareca-

Nome do conto:
Ele Pediu uma Foto da Minha Pica

Codigo do conto:
275675

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/10/2026

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