Continuação depois de passar a noite fodendo com mendigos chegando no meu apto Eu Luiza Jorge, Neiva



Continuação da minha visita, e a noite que passei com o Jorge meu amante e seus 4 amigos , Jorge que era carroceiro e morador de rua, e minha atual funcionária e Amante Neiva e Luiza a dona do puteiro barato hoje em dia também minha amante fixa, em que tive minha fantasia realizada como puta barata por uma noite.
Chegando no meu Apartamento, o Café com a Luiza a Neiva e o Jorge e o Preço do Silêncio com meus alunos da universidade...
Chegamos no prédio às 6:40 da manhã. O portão eletrônico abriu com o controle que eu tinha na bolsa. Luiza estacionou no meu lugar da garagem, o carro ainda cheirando a mijo seco, porra velha e o restinho de merda que o banho meia-boca não tirou de mim. Jorge e Neiva desceram atrás, os dois cambaleando, Neiva com a saia curta que Luiza tinha emprestado ainda um pouco molhada entre as pernas. Eu subi na frente, as pernas abertas porque o cú ainda latejava, arrombado, com um fio quente escorrendo pela coxa mesmo depois do chuveiro.
No elevador ninguém falou. Luiza encostou o corpo no meu, a mão desceu por baixo do vestido emprestado e apertou minha bunda. O dedo dela encontrou o anel ainda frouxo, enfiou a ponta e girou. Eu gemi baixo. Neiva olhou e lambeu o lábio. Jorge só ajustou o pau na calça, aquele monstro já endurecendo de novo.
Quando a porta do apartamento abriu, o cheiro do meu marido ainda estava no ar — perfume caro, café passado ontem. Eu tirei os sapatos na entrada. Luiza não tirou os dela. Entrou direto, olhou a sala, o sofá de couro, a mesa de jantar, e falou:
— Bonito. Agora me serve o café que você prometeu. E depois me paga a carona.
Jorge e Neiva ficaram parados no meio da sala, sem saber onde colocar as mãos. Eu fui na cozinha, liguei a cafeteira. Luiza me seguiu. Quando a água começou a ferver ela me virou de frente, levantou o vestido até a cintura e se ajoelhou. Cheirou fundo entre minhas pernas.
— Ainda tá com gosto da rua — falou, a voz rouca. — Não lava direito mesmo. Quero sentir tudo.
A língua dela entrou na minha buceta sem pressa, lambendo o sebo que o sabão não tirou, o restinho de porra do Jorge que ainda estava dentro. Depois desceu pro cú. Enfiou a língua no buraco aberto, chupou, e quando saiu a língua veio com um fio escuro. Ela engoliu e sorriu.
— Agora senta na minha cara. Quero você gozando em cima de mim com essa boca de professora.
Eu sentei. Abri as pernas. O cú arrombado encostou no nariz dela. Ela lambeu, chupou, enfiou dois dedos na buceta ao mesmo tempo que a língua entrava no rabo. Eu gozei rápido, tremendo, o corpo ainda fraco da noite. Quando eu levantei, o queixo dela estava melado. Ela me puxou pra baixo, me beijou e cuspiu o que tinha na boca direto na minha língua.
— Engole, Gorete. Café depois.
Neiva, que tinha ficado olhando da porta da cozinha, se aproximou. Luiza olhou pra ela e mandou:
— Tira a roupa. Quero ver o que a rua deixou em você também.
Neiva tirou. A buceta peluda dela ainda tinha crostas de merda ressecada perto do cú. Luiza mandou ela de quatro no chão da cozinha. Eu, ainda de vestido levantado, me ajoelhei atrás e lambi o que restava. O gosto amargo, terroso, subiu na minha boca. Neiva gemeu. Jorge tirou o pau e bateu na cara da Neiva enquanto eu comia o rabo dela. Luiza pegou a xícara de café que eu tinha servido, bebeu um gole e depois jogou o resto quente na minha bunda. O líquido escorreu pro rego, misturou com a saliva da Neiva e escorreu pro chão.
— Agora vai pro quarto — Luiza mandou. — Os três. Quero o resto da noite de vocês dentro de mim antes do sol subir mais.
No quarto o Jorge me colocou de quatro na cama do meu marido. O pau monstruoso entrou no cú de uma vez. Eu gritei. Neiva deitou embaixo de mim, boca aberta, recebendo o que escorria do meu rabo enquanto o Jorge metia. Luiza sentou na minha cara. O bucetão loiro peludo dela, os pelos longos do sovaco caindo quando ela se abaixava, encheu minha boca. Eu chupei, lambi o sebo, engoli o gosto dela misturado com o café. Quando o Jorge gozou, a porra saiu quente, misturada com o restinho de merda que ainda estava nas minhas tripas. Neiva engoliu tudo o que pingou. Luiza gozou na minha língua, apertando meu cabelo, chamando de puta velha, de professora imunda, de escrava da rua.
Depois que todo mundo gozou, ficamos deitados. Luiza, ainda pelada, acendeu um cigarro na minha cama. Jorge dormiu em cima do meu peito, o pau mole e sujo encostado na minha barriga. Neiva se encolheu entre as minhas pernas, cheirando o cú ainda aberto.
— Agora me conta — Luiza falou, soltando fumaça. — O que você vai fazer com esses dois. Porque eu não deixo puta minha sair da rua sem eu saber o plano.
Eu contei. Que o jorge ia ser meu amante fixo, moraria num quartinho nos fundos da conveniência do meu filho que já havia combinado com ele e O emprego de ajudante na conveniência do meu filho A Neiva iria morar em um dos quartos de hóspede, ia ser amante fixa e funcionária, e ia ajudar na organização da casa, e quando eu quisesse ou ela desejasse, ia ser minha algoz em casa e vice-versa eu algoz dela, Luiza riu.
— E o silêncio dos moleques que te viram na rua?
Eu não respondi na hora. Só olhei pro teto, o corpo ainda latejando, e falei baixo:
— Segunda-feira eu resolvo. Com a mestria de professora que eu tenho.
Luiza apagou o cigarro , me beijou e disse:
— Então descansa. Porque na segunda eu quero o relato completo. E quero participar da cobrança.
O sol já estava alto quando os quatro dormiram. Eu fiquei acordada mais um pouco, com o cú arrombado do Jorge, o gosto da buceta da Neiva e da Luiza na boca, e o plano se formando na cabeça: os dois alunos que me reconheceram iam ter aula particular na terça. Particular, no laboratório, com a porta trancada. E o preço do silêncio deles ia ser pago com a boca, com o cú e com o cheiro que ainda ia estar em mim quando eu chegasse na universidade.
O capítulo acaba aqui. Na segunda eu conto o que aconteceu no laboratório.
Segunda-feira de manhã eu cheguei na universidade às 7:40. O corpo ainda latejava. O cú doía quando eu sentava, o anel frouxo demais, ainda com aquele restinho de gosto do Jorge e da Neiva de sábado pra domingo. Tomei banho de verdade só na hora de sair, mas deixei um pouco do cheiro de propósito. Não lavei por dentro. Queria que ainda tivesse alguma coisa.
Os dois moleques estavam na turma das 8h. Eu vi eles entrando. Um mais alto, o que gritou “é ela sim, mano”, e o outro, o que falou que já tinha batido punheta pensando na minha bunda. Os dois sentaram no fundo, quietos demais. Eu dei a aula normal, falando de músculos do assoalho pélvico, apontando no boneco, e de vez em quando olhava direto pra eles. Nenhum dos dois aguentou meu olhar por mais de três segundos.
No final da aula eu falei alto, pra turma toda ouvir:
— Quem ficou com dúvida no trabalho de sexta, pode vir na terça às 19h no laboratório de anatomia. Vou estar sozinha lá.
Os dois se entreolharam. Eu fechei o computador e saí sem olhar pra trás.
Terça, 19:05. O laboratório estava vazio. Eu tinha deixado a porta do fundo entreaberta e a luz só do corredor. Quando os dois chegaram, eu estava de jaleco aberto por cima de um vestido preto curto, sem calcinha. O cabelo preso num rabo de cavalo. Cheiro de perfume por cima do restinho de mijo e sebo que eu não tinha tirado direito do fim de semana.
O alto entrou primeiro. O outro ficou atrás, mãos no bolso da calça.
— Professora… a gente veio por causa daquela noite.
Eu fechei a porta com a chave. O clique ecoou no laboratório.
— Eu sei o que vocês viram. E vocês sabem o que eu vi na cara de vocês. Agora sentem.
Eles sentaram nas banquetas. Eu fiquei em pé na frente deles, abri o jaleco e levantei o vestido até a cintura. A buceta peluda apareceu, ainda um pouco inchada, os lábios grossos com aquele brilho de quem não secou direito por dentro. O cú arrombado do Jorge ainda estava mais aberto do que o normal. Eu virei de costas, apoiei as mãos na mesa de inox e abri as nádegas com as duas mãos.
— Olhem de perto. É isso que vocês viram na rua. Agora podem cheirar.
O alto se aproximou primeiro. O nariz dele encostou no meu cú. Ele respirou fundo. O outro veio do outro lado. Eu senti os dois cheiros — suor de moleque, chiclete, o perfume barato de um deles — misturando com o meu.
— Agora chupem. Os dois. Um na buceta, o outro no cú. Quero sentir a língua de vocês onde os mendigos meteram.
O que já tinha batido punheta pra mim ajoelhou atrás e enfiou a língua no cú sem pedir. O outro ficou de frente, lambendo a buceta com a cara inteira. Eu empurrei a bunda pra trás, o anel frouxo engolindo a língua do primeiro. O gosto ainda estava ali — um pouco de sebo, um restinho de porra velha, o amargo da merda que o Jorge tinha empurrado pra dentro no sábado. O moleque engasgou, mas não parou. O outro chupava o clitóris com força, saliva escorrendo no queixo dele.
Eu gozei rápido. O corpo tremeu, a buceta apertou a língua do da frente e o cú apertou a do de trás. Quando eu me virei, os dois estavam de pau duro, calça aberta, a cara melada.
— Agora me fodem. Os dois ao mesmo tempo. Um na buceta, o outro no cú. E não parem até gozar dentro. Se algum de vocês falar isso pra alguém, eu mostro pra reitoria o que vocês fizeram aqui. E o que eu gravei.
Eu tinha deixado o celular ligado, em cima da pia, filmando. Eles viram a luz vermelha.
O alto me deitou na mesa de inox. O pau dele era médio, grosso, entrou na buceta de uma vez. O outro, o que já me conhecia de vista, me virou de lado e enfiou no cú. Doeu. O anel ainda estava sensível, arrombado do fim de semana. Ele cuspiu na mão, passou no pau e empurrou até o fundo. Os dois meteram juntos. A mesa balançava. Eu gemia baixo, mandando eles socarem mais forte, chamando de putinhos safados, de alunos arrombados que iam ficar calados.
O da buceta gozou primeiro. Porra quente, grossa, escorrendo quando ele tirou. O do cú aguentou mais. Quando gozou, eu senti o jato fundo, misturando com o que ainda restava do Jorge. Ele tirou o pau melado de porra e de um pouco de merda que saiu junto. Eu me levantei, ajoelhei na frente dos dois e mandei eles mijarem na minha cara.
Os dois mijaram. Jato quente, amarelo, batendo na boca aberta, no cabelo, nos peitos. Eu engoli o que dava. O resto escorreu pelo pescoço e pelo jaleco aberto. Quando acabaram, eu limpei a boca com as costas da mão, olhei pra eles e falei:
— Agora saiam. E se alguém perguntar o que aconteceu na rua naquela noite, vocês não viram nada. Entenderam?
Os dois assentiram, ainda ofegantes, pau mole pingando. Eu abri a porta. Eles saíram sem olhar pra trás.
Eu fiquei sozinha no laboratório. O corpo todo molhado de mijo, buceta e cú escorrendo porra. Peguei o celular, parei a gravação e mandei o vídeo pra Neiva com a mensagem: “Pronto. Silêncio comprado. Quando eu chegar em casa você me limpa com a língua.”
Desci as escadas com o vestido grudado, o cheiro forte de mijo e porra subindo. No carro, antes de ligar, abri as pernas, enfiei dois dedos no cú e chupei. Ainda tinha gosto dos dois moleques misturado com o do Jorge.
Cheguei em casa às 21h. Neiva estava esperando de joelhos na porta do banheiro, como eu tinha mandado. Luiza tinha ligado mais cedo perguntando se eu queria ela presente na “cobrança”. Eu disse que na próxima. Hoje era só eu, a Neiva e o silêncio que eu tinha acabado de comprar com a boca e o rabo.
O capítulo acaba aqui. Na próxima eu conto o que a Neiva fez comigo quando eu cheguei, e o que a Luiza inventou pra sexta-feira.
Foto 1 do Conto erotico: Continuação depois de passar a noite fodendo com mendigos chegando no meu apto Eu Luiza Jorge, Neiva

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Continuação depois de passar a noite fodendo com mendigos chegando no meu apto Eu Luiza Jorge, Neiva

Codigo do conto:
275677

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
27/10/2026

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