Havia acabado de arrumar um trabalho de meio período em um pet shop no meu bairro. Seria responsável pela parte fiscal, de acolhimento.. entrega dos cachorrinhos...enfim, estava animada. Nos primeiros dias, a rotina estava tudo normal. Então, me solicitaram para ir buscar um cachorro, entrei no carro e parti. Usava uma camiseta azul coladinha, calça jeans e naquele dia, estava ovulando..hahaha..muito tesão percorria meu corpo e me senti ainda mais gostosa.
Cheguei na casa, bati no portão e aguardei. Logo, um homem apareceu, ele usava apenas uma cueca samba canção. A barriga um pouco saliente, pele branquinha e todo grisalho.
— Boa tarde, vim buscar a Mel!
— Ah sim..minha esposa me deixou avisado. Só um momento.
Ele se virou, vi aquela bunda redondinha e mordi os lábios. Logo, ele voltou com a cachorrinha no braço. Coloquei ela na caixa de transporte.
— Eu sou Sabrina e...
— Sou Alves.
— Então, senhor Alves.
— Pode me chamar de Alves. Não sou tão velho assim...apesar de ter 55 anos, ainda me sinto jovem.
Sorri sem graça ao vê-lo ajeitar o samba canção.
— Sei que não estou trajado corretamente, me desculpa.
Balancei a cabeça.
— Está tudo bem. Assim que terminarmos, irei trazer a Mel de volta, ok?
— Ah sim, claro. Estarei aqui aguardando. Katia inclusive pediu para que eu não saísse já que não sabe quando volta.
Me despedi sob o olhar atento do coroa.
— Demora não, hein! Estarei aguardando!
O tempo passou, realizamos a tosa e levei Mel de volta. Bati no portão e esperei. Para minha surpresa, um rapaz apareceu. Logo atrás, Seu Alves, tentava o conter.
— Calma, Renan. Ainda não terminamos... Oi, Sabrina...
Renan parou enquanto o coroa pegava a cachorrinha.
— Eu já volto para fazer o pagamento.
Renan balançou a cabeça e me disse:
— Esses casados são os piores. Disse que a esposa demoraria pra voltar...quando você bateu no portão, levou um susto, acredita?
Apenas sorri.
— Assim não dá. Eu já estava com o pau dele na mão..pronto pra cair de boca...hahaha
Arregalei os olhos enquanto o rapaz saiu andando.
— Vou pagar no crédito!
Feito o pagamento, Seu Alves se deu conta.
— Ele foi embora, né?
— Foi sim... parecia irritado.
Seu Alves engoliu em seco.
— Espero que não tenha dito besteira. Ele é manicure da minha esposa e veio cobrar uma dívida. Eu nem sabia de nada e pedi para que aguardasse minha esposa voltar. Enfim...me desculpa, por isso...
Eu não sabia quem estava mentindo. Mas, naquele momento, queria só uma coisa. Olhei em volta, era apenas eu e o coroa ali. Fui direta.
— O senhor está sozinho ai?
Ele coçou a cabeça.
— Agora, sim... por que?
Mordi os lábios, passei as mãos pelos meus cabelos castanhos e sorri.
— Daqui meia hora, saio do trabalho. Posso vir aqui?
— Pra que?
— Tive um dia cansativo e to querendo dar uma relaxada.
Ele sorriu ao entender o que eu queria. Passou a mão na rola e balançou.
— Só se for pra relaxar na minha pica!
Me derreti toda.
— Hummm... mostra pra mim... o que tem pra me dar.
O coroa puxou a beirada do samba canção, mostrando apenas a cabeça.
— Se quiser ver tudo. Vai ter que entrar.
Eu estava com o carro do pet shop, sabia que poderia me complicar.
— Daqui meia hora... eu volto.
Entrei no carro e parti. Aquela meia hora foi a mais longa do dia.kkkkk... quando sai, fui andando rápido pelas ruas do bairro. Cheguei até a casa de Seu Alves e bati no portão.
— Olha só...veio mesmo!
Ele estava com outra roupa, parecia ter acabado de tomar banho, pois o cabelo parecia molhado. Estava de shortinho preto de jogar bola e camiseta regata branca.
— Sua esposa vai demorar pra voltar?
— Ah se vai...ela vai pousar na minha sogra. Volta só amanhã. Entre!
Entrando na casa, dava direto na sala.
— Mel está lá na casinha dos fundos... Quer ficar aqui no sofá ou prefere ir pro quarto?
Me surpreendi com a pergunta.
— Podemos começar aqui e terminar no quarto. — falei me sentando no sofá.
— Tem quantos anos?
— 18 e...
— Eita... idade pra ser minha filha.
Dei um sorrisinho.
— Preciso tirar esse tênis..está me matando!
Seu Alves se ajoelhou, tirou meu tênis e massageou meus pés.
— Por mim, pode tirar tudo.
Depois de um tempo, me levantei, tirei a calça e fiquei só de calcinha preta. Tirei a camiseta e joguei sobre o coroa.
— Eu devo estar sonhando, só pode. Uma deusa dessas se despindo na minha frente.
Coloquei a mão na cabeça dele e puxei até minha calcinha.
— Tira ela com a boca, anda!
— Adoro mulher mandona. Que tesão, Sabrina!
Ele arrancou minha calcinha com a boca. Logo, coloquei uma perna sobre o sofá, arreganhando a buceta.
— Me chupa, safado!
Peguei no cabelo dele e guiei até minha buceta meladinha.
— AINNN!! UIIIII! OHNNNNN
Ele apertou minha bunda com as mãos.
— Que bucetinha gostosaaaaa...caralhooo!
Fiz o coroa se levantar, o short com um baita volume. Empurrei ele para o sofá, sentei de frente e tirei meu sutiã. Meus seios saltaram na cara do coroa.
— Que putinha danada..hummmmm!
BLUP, BLUPB. BLUP
Ele se deliciava nos meus seios enquanto eu rebolava no colo. Passei a mão por baixo e apertei a rola dele. Até que ele, tirou a pica pra fora e ficou roçando em mim.
— Já quer pica, amor?!
— Quero, papai!
— Dá uma chupadinha antes...ohnnnnn!
Que chupeta, que nada! Eu queria rola na buceta e já estava deslizando nela.
— AINNNN..QUE CACETEEEE QUENTEEEE! OHNNN
Cavalguei devagar naquela rola, subindo e descendo, rebolando bem gostoso. Quando fiquei satisfeita, sai de cima, puxei o short e a cueca. Então, coloquei as mãos sobre as coxas dele e encurvei.
GLUB, GLUB, GLUB
— OHNNN! QUE DELICIAAAA! AINNNN! Que mamada hein..OHNNN!
Estava praticamente de 4, chupando a rola do cliente do pet shop.HAHAHA.. Uma rola branca com veias roxas... uns 15cm de pura tentação. Sentir o gostinho da minha buceta naquela pica me deixou ainda mais assanhada.
Glub, glub, glub
— Por favor, melhor parar...tá muito gostoso... vou gozar rapidinho assim.
Me levantei, me posicionei de 4 no sofá e o coroa se levantou vindo atrás de mim. Virei a cabeça, o coroa tirou a camiseta e ficou encarando minha bunda.
— Que foi, Seu Alves?
— Tudo isso é pra mim? Não acredito.
Balancei o quadril de um lado para o outro.
— Vem, papai... a filhinha quer ser enrabada.
Ele ficou passando a rola entre meu cuzinho e minha bucetinha. Pincelando bem devagar.
— E esse cuzinho?! Aguenta vara.
— URRUUMMMM! — Gemi como uma puta no cio.
— Por enquanto, vou aqui. — disse enfiando na minha buceta.
PLAFT, PLAFT
— Lá no quarto, vou torar esse cuzinho. TOMAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
Ele segurou meu quadril e fez eu ir pra frente e pra trás.
— PUTAAAAA! PUTAAAAA! TOMA PAUUU! CADELAAAAA!
PLAFT, PLAFT
Ele soltava uns tapas, de vez em quando e suspirava.
— Tá gostoso, filha?
— Sim...ainnn.uinnnnn.
Ele passou a mão no meu cabelo e enrolou no dedos. Puxou fazendo com que minha cabeça fosse para cima.
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNNN..UINNNNN! OHNNNNN!
Eu quis sair porque o coroa me arrebentaria se continuasse. Fui para frente e sai da pica. Ele subiu no sofá, se agachou e montou em mim. Ai que me fudeu, literalmente. A rola batia bem no fundo da minha bucetinha.
— TOMAAA! TOMAA! GEME, CADELAAAA!
Eu nem conseguia falar, apenas aceitei a minha posição enquanto o saco batia em mim.
PLOC, PLOC, PLAU, PLAU
— QUE BUCETAAAA..AINHHHHH...OHNNNN!
Ele saiu de dentro de mim, rapidamente, me puxou pelo cabelo.
— Abre a boca e coloca a língua pra fora!
Seu Alves bateu uma punhetinha e gozou na minha língua.
— Que morena, safada! Caralhoooo! Tesuda da porraaaa! Ohnnnn!
Seu Alves desceu do sofá.
— Anda... vamos pro quarto!
— Posso tomar um banho, antes?
Ele riu e saímos para o banheiro. No chuveiro, conversamos sobre trabalho, casamento...hahaha... depois fomos para o quarto. Começamos a nos beijar em pé, depois deitamos na cama e continuamos naquele beijo prolongado. Ele ficou deitado, beijei o pescoço dele e fui descendo até a rola.
— ARGHH! QUE DELICIA! Engole meu pauuuu...issooo!
Caprichei no boquete, chupei o saco, sempre olhando diretamente para Seu Alves que sorria.
— Deixa bem molhadinho pra entrar no seu cuzinho...OHNNNN!
Ele colocou as duas pernas sobre meu ombro e me deu uma chave de perna fazendo eu afundar na pica. Eu bati nas coxas dele e ele disse:
— Ai é o lugar de quenga novinha! Com a boca cheia de piru.
Eu resmunguei e ele riu passando a mão na minha cabeça.
— Por mim, eu queria gozar eternamente assim... com uma puta agarrada no meu pau, leitando a garganta sem fim..OHHHH!
Ele me soltou e quase engasguei.
— Sabe o que é melhor que isso? — perguntei já me posicionado para sentar. — Seu piru enterrado no meu rabo!
— UIIIII! CARALHO! GOSTOSAAAAA!
Coloquei as mãos sobre o peitoral dele e mexi o quadril. Rebolei bem gostoso, meu cuzinho engolindo aquela pica toda.
— UINNN! QUE DELICIA SABRINAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
— QUE CU GOSTOSOOOO! OHNNNNN!
Metemos por alguns minutos e então, fui virando com a pica atolada girando dentro, até ficar de costas pra ele. Joguei os braços pra trás e me deitei sobre o coroa que segurou minhas coxas pela parte detrás e meteu.
— Que garotinhaaaa safadaaaa...isssooo! DELICIIIAAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
Ficamos fudendo por alguns minutos, já estávamos suando quando resolvi sair de cima dele. Me deitei de ladinho e ele ficou doido.
— Nossa, Sabrina. Assim não rola.
— Como assim?
— Eu e minha esposa já tentamos inúmeras vezes fuder nessa posição e...
Ele se calou quando posicionei a pica no cu e joguei o quadril pra trás.
— OHNNNN! CARALHOOOO! OYHNNNN
— Isso é desculpa...talvez ela sinta muita dor..mas eu???...Quero é picaaaaa! AINNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Ele agarrou meus seios e beijou meu pescoço. Conforme ele metia, eu piscava o cuzinho.
— Eu te amo, Sabrina! OHNNNNN...AINNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Bastou apenas umas reboladas naquela posição pra ele declarar:
— AINNN! AINNNN! VOU GOZAAARRRR! VOOO GOZZZAAARR....ARGHHHHH..URGHHHHH
Logo, meu cu estava cheio de gala quente. Ficamos parados por alguns minutos. Depois, ainda tomamos outro banho antes que eu fosse pra casa. Claro que ainda continuei trabalhando no pet shop, mas não consegui mais realizar aquele atendimento presencial..hahahhaha
Alguém ai precisa de uma visitinha em casa?
Enfim... se curtiram, comentem... digam como nossos contos deixam vocês.rsrsrs... Bjos e até outra hora.




que belas tetas tem essa delicia..
Que sapeka deliciosa