Minha esposa no meio dos negões do Pagode - Real

Olá, amigos! Hoje contarei um caso real que aconteceu conosco recentemente. Como já dito aqui nos últimos contos, todas as nossas aventuras aconteceram de fato. Trocamos os nomes de pessoas e locais para garantir a confidencialidade. A vida liberal exige certo desprendimento e capacidade de inovação. Não achamos legal somente marcar encontros em aplicativos de relacionamento ou simplesmente irmos aos eventos em clubes de swing. No fim de tudo, sempre se perde um pouco do gatilho da emoção quando se encontra alguém que esteja esperando por você ou que esteja esperando sexo. Foi pensando nisso que sempre intercalamos aventuras com desconhecidos e despreparados para o sexo programado. Achamos que o tesão está na situação inesperada, no affair e na conquista do momento. Bom, o conto que irei relatar aconteceu no meio dessa alternância gerada pelo desinteresse em clubes de swing. Na última semana, resolvemos aprontar num bar na Lapa, que é um bairro boêmio do Rio de Janeiro. Resolvemos curtir um pagode na sexta-feira. O local ficava bem numa esquina, era um bar com três ambientes, tinha três andares e estava bem lotado.
Chegamos por volta das 22h e já fomos para o segundo andar. No meio do térreo ficava a roda de samba, sendo vista por todos os ambientes do estabelecimento que formavam uma ferradura. Alice saiu linda de casa, estava com uma sainha branca, que mal cobria a metade da cocha, cabelos negros soltos, um top preto e salto alto. Quando chegamos o grupo de pagode ainda não havia começado. O DJ agitava a pista com pagodes nacionais e funk. Pedimos um balde de cerveja e ficamos bem do lado esquerdo da banda, perto da escadaria que dava acesso ao piso superior e inferior. Os segundo e terceiro andares eram bem escuros, o térreo era mais iluminado, talvez por ser onde era servida a bebida e onde os garçons transitavam. Ao som do funk Alice rebolava até o chão, despertando olhares curiosos dos machos do térreo. Dançamos muito e ela sempre sensualizando, lançando olhares aos homens no recinto, despertando até algumas brigas entre casais, quando o homem não conseguia se segurar. Nós rimos muito de cada situação.   
Já era meia noite e meia e nada do tal pagode ao vivo começar. Como ficamos no segundo andar, bem ao lado da escadaria tinha os banheiros e uma porta onde entrava e saia um pessoal com instrumentos musicais. Alice reclamou e eu disse a ela que o pessoal do pagode estava chegando. Ela olhou para a porte e deu um sorriso sacana, dizendo: "Amooor, tive uma ideia, quero saber se você topa".
Inocentemente, não saquei qual era a dela naquele momento, mas perguntei qual era a ideia dela. Ela disse: "Olha o local onde é o camarim da banda, deve ser bem gostoso transar ali, né?!". Fiquei um pouco receoso naquele momento, e somente concordei com ar de desconfiança. Afinal, ali era um local muito aberto e podia dar problema pra gente.
Por volta de uma hora da manhã o tal grupo de pagode entrou, posicionaram-se no centro do térreo, tocando vários pagodes de nossos tempos de adolescente. Alice vibrou muito, mandando beijo para alguns membros e sendo em alguns momentos correspondida com piscadas e beijos do carinha que tocava o cavaquinho. O grupo era formado por cinco jovens. Eram todos negros e atléticos. Ao fim do primeiro bloco, que durou apenas 40 minutos, o cara do cavaquinho não tirada o olho de Alice. Depois percebi que ele olhava para baixo da saia de Alice, que não fazia a menor questão de esconder.
No intervalo do pagode o DJ tacou funk pesado na galera, era empurra de lado, come isso, chupa aquilo, e Alice acompanhando o ritmo e olhando para o carinha do cavaquinho. Nesse momento, todo o bar já estava escuro, sob a luz de boate, onde a aleatoriedade da iluminação permite ver algo fixo somente por alguns segundos.
Eu fiquei um pouco mais afastado de Alice, num local mais distante da grade, mas que dava para ver os caras da banda que bebiam e conversavam. A troca de olhares de Alice com o cavaquinho estava tão intensa que percebi que ela o havia chamado. Ele disfarçou para os amigos e foi se encaminhando no meio da multidão para a escada que dava acesso ao segundo andar. Eu deixei a situação rolar. Fiquei ainda mais distante de Alice. Ela também se afastou da grande, indo até a entrada do segundo piso. O carinha do cavaquinho subiu a escada rapidamente, nesse momento não havia tanta movimentação no segundo andar. Eu fiquei ao lado da escada, como se estivesse para ir ao banheiro masculino, próximo o bastante para ouvir qual seria a conversa dos dois.
Quando ele chegou perto dela, veio falando: "Nossa, Linda! To tocando todas as músicas pensando em você, sabia?". Alice, por sua vez, disse: "E, eu estou muito apaixonada pela sua melodia". Eles se cumprimentaram com um beijo no rosto, bem próximo da boca e perguntaram os nomes. Ele era o Fábio, pagodeiro da zona norte do RJ. Alice disse: "Peraí que eu quero te dar um presente para você lembrar de mim". Ela foi em direção ao banheiro, passando do meu lado como se fosse um desconhecido. Levou uns 15 segundos e voltou. Abraçou Fábio e colocou algo em sua mão e disse: "Toma para você lembrar mais de mim quando for tocar agora". Fábio apertou o item que Alice tinha dado e tascou um beijão de língua nela. Nesse momento, os carinhas do grupo já estavam reaquecendo os instrumentos para fazer a segunda parte do evento. Fábio desceu rapidamente e disse para Alice que queria ela de novo no próximo intervalo. Ela disse que ficaria ali.
Fábio colocou a calcinha no seu bolso e desceu rapidamente, ocupando seu lugar no quinteto. Ela veio até mim e disse: "Olha, corno! Eu vou dar para os cinco ali naquele quartinho, pode?". Eu já estava de pau duro para toda aquela situação e apenas deixei a onda me levar e concordei. A segunda parte o pagode foi mais agitado, não tinha muitas músicas românticas, eu já havia consentido que seria corno e deixei Alice se exibir para o Fábio na grade do segundo andar. Via ela rebolando, deixando a saia subir e mostrar sua bocetinha depilada para ele. Em um dado momento, o clima estava tão sexual que o cara que tocava tam tam viu que Fábio não parava de olhar para seu lado esquerdo e resolveu ver o que ele admirava. Foi outro que ficou paralisado quando viu a parte de baixo da saia de Alice. Ela já havia perdido o controle da situação, mandava beijo para o cara do tam tam que correspondia. Eu estava ansioso pelo fim daquele bloco. Chamei Alice para falar com ela, e, afastando-se da grade, veio até mim e eu combinei o que faríamos. A ideia era conversar com Fábio sobre nosso peculiar gosto sexual e ver se eles aceitavam. Ela concordou e esperamos a apresentação pausar novamente.
Tocou a última música daquele bloco e Fábio subiu rapidamente até Alice. Já veio agarrando ela por trás, perto da grade. Como mais uma vez o bar estava escuro, os dois se pegaram de jeito, eles encostaram na parede e ela apertava o pau de Fábio e ele com a mão embaixo da saia. Como o som estava alto, percebi que ela havia me chamado com um aceno, Fábio parecia desconfortável. Apresentei-me e fomos conversando. O cara do tam tam, percebendo que eu havia chegado neles dois, subiu achando que era alguma briga. Ele chegou e perguntou pro Fábio o que estava pegando. Nesse momento, Fábio estava agarrado na bunda de Alice e ela respondeu que não era nada, que só faltava ele ali. Ele ficou sem entender e Fábio explicou nossa intenção safada.
O cara do tam tam se apresentou como Rodrigo e disse que éramos muito loucos, mas que topava a aventura. Alice disse: "Rodrigo e Fábio, eu queria saber o que tem naquela portinha ali [indicando com o dedo]". Rodrigo malandramente disse que só mostraria se eles ganhassem um prêmio. Alice apenas concordou já caminhando para a porta.
Fomos eu, Fábio e Rodrigo atrás dela. Ela foi rebolando, bem provocativa. Rodrigo abriu a porta e acendeu a luz. Era uma pequena sala, tinha dois sofás, um espelho e um banheiro. Tinha também alguns instrumentos musicais e duas grandes caixas de som. Alice disse: "Pronto, já vi, o que vocês querem de prêmio?"
Rodrigo, bem ousado, foi beijando Alice. Fábio levantou a saia dela e começou a lamber a bunda de Alice. Nesse ponto, Rodrigo, durante o beijo já colocava seu pau para fora. Era um pau de uns 18 cm, bem grosso. Alice o punhetava lentamente, arrancando gemidos de Rodrigo.
Alice perguntou quantos blocos de apresentação eles fariam. Fábio respondeu que o próximo era o último. Ela disse: "Então vamos deixar essa festinha para mais tarde, aqui mesmo, tá?". Os dois com pau na mão, o de Fábio era bem grande e grosso também. Eles não queriam perder a oportunidade. Perguntaram se ela não queria sentir o gosto dos seus paus. Ela apenas ficou de joelhos, com os dois paus nas mãos e começou a pagar um boquete de atriz pornô. Ela colocava tudo dentro da garganta, até engasgar e ficar com os olhinhos cheios de lágrima. Batia com as picas em sua cara. Chamava os caras de tarados, pagodeiros safados e tudo mais. Percebendo que eles iriam gozar, ela parou e disse para guardar para mais tarde.
Eles assentiram e saímos todos da salinha. Os dois voltaram para o palco e comentaram com os outros três, que pareceram não acreditar.
Alice, bem safada, voltou para a grade se insinuando agora para os cinco. Eu fiquei preocupado, pois aquela situação estava chamando muita atenção do público. Chamei Alice no canto e disse para disfarçar, caso contrário nossos planos iriam por água abaixo.
Estávamos torcendo para o fim da apresentação. Já era tarde, e o bar já estava ficando vazio. Havia somente aqueles inimigos do fim, sempre bêbados e loucos.
Chegando perto do fim do show, os caras do grupo já estavam ansiosos para chegar o prêmio final. Após a última música, rapidamente Fábio e Rodrigo desconectaram os instrumentos e embalaram, falando algo para os outros membros. Subiram rapidamente e entraram na sala, deixando a porta entreaberta. Ficamos um pouco distantes e aguardando um sinal deles. Os outros três ainda estavam no palco, terminando de desmontar toda a parafernália musical. Após alguns minutos, Rodrigo sinaliza e eu e Alice entramos. Fábio já estava pelado, sentando no sofá, tocando seu pau. Rodrigo apenas encostou a porta e perguntamos se não tinha que trancar, pois havia perigo de sermos pegos no flagra ali. Ele apenas respondeu que não, pois os três outros amigos estavam subindo.
Alice perguntou o que eles disseram sobre nós, e Rodrigo respondeu que eles não acreditaram naquilo, achando que fosse zoação dos dois. Alice apenas levantou a saia e a blusa, deixando sua bunda, buceta e peitos à mostra. Rodrigo começou a mamar um peito, enquanto Fábio levantou-se e veio chupar o outro. Enquanto eles chupavam os mamilos de minha esposinha puta ela os punhetava e rebolava. A mão de Rodrigo já estava no cuzinho de Alice, enquanto a de Fábio masturbava Alice. Ela gemia alto. Apesar do som externo de funk e eletrônico que rolava, seus gemidos podiam ser escutados. Ficamos nessa brincadeira por alguns minutos até que os três outros amigos chegaram. Um deles disse: "Porra, Fábio! Pensei que você estivesse mentindo, FDP". Os três entraram e acomodaram rapidamente seus materiais num canto da sala. Alice disse: "Eu adorei o show de vocês, agora quero agradecer a cada um". Os cinco a rodearam e colocaram-na para mamar suas piconas pretas. Não havia ali ninguém com menos de 18cm. A cada pulada de pica da cueca Alice falava um "nossa, será que vou aguentar".
Depois de mamar todos ali, Rodrigo colocou Alice sentada no sofá, ela de barriga para cima, abriu as pernas e lançou para o alto, ela ainda estava de sapatos, um gosto próprio. Rodrigo começou a chupar sua bucetinha, Fábio e outro amigo chupavam os mamilos e outros dois colocaram suas picas na boca de Alice que mamava alternadamente.
Rodrigo, aproveitando a localização privilegiada, começou a pincelar a buceta de Alice, passando seu pau ora na buceta, ora no cuzinho, fazendo menção a colocar tudo dentro. Alice pediu para usarem camisinha. Aquilo os deixou desiludidos, pois Fábio disse que só tinha um pacote com três. Mas, Alice, como uma boa putinha, disse: "O corno vai salvar vocês, ele sempre traz muitas camisinhas quando saímos". E aquilo era verdade, comprei um pacote com 8 camisinhas, era a garantia de nossa putaria segura. Fábio deu uma para Rodrigo e tratou de encapar e empurrar na bucetinha de Alice. Ela se contorceu quando entrou tudo. Era um misto de gritos, gemidos e palavrões.
Acompanhei tudo de perto, a pica preta e grossa de Rodrigo entrava e saia da pequena bucetinha de minhas esposa. Ela é muito apertadinha, o próprio Rodrigo dizia isso: "Que buceta apertada, não vou aguentar". No fim dessa frase, Rodrigo encheu a camisinha de leite, dando lugar a Fábio. Ele pediu para mudar de posição, Alice ficou de quatro para ele, enquanto ele metia os outros três revezavam o boquete da minha linda esposa e colocavam o dedo no cuzinho dela. Ela dava coice no pau de Fábio, que naquele ritmo já demonstrava que iria gozar rápido. Os outros três garanhões falavam com Alice: "Tá gostando, putinha casada! É isso que você queria dos pretos do pagode". Ela apenas respondia com a boca cheia: "ahamm".
Não demorou muito e Fábio gozou. Alice pediu para os outros três comerem seu cuzinho. Ela colocou um deles para sentar no sofá e montou nele. Direcionou a pica encapada ao seu cuzinho e foi rebolando até entrar. Os dois que estavam na fila chupavam o peito e davam o pau para ela mamar. Quando ela se sentiu mais à vontade com a pica no rabo, foi saltando e rebolando, colocou os joelhos para cima e passou a quicar no pau do amigo, que era talvez o mais velho do grupo. Ela não deu sete quicadas e ele gozou.
Os carinhas foram se afastando, admirando a foda sentados no outro sofá, só punhetando suas picas gozadas. Agora, faltava somente dois. O próximo comedor de Alice a colocou deitada no sofá, ele ficou por trás dela e colocou no rabo de ladinho, uma das posições preferidas dela. Ele estava na parte de trás do sofá, com o encosto do mesmo nas suas costas. Ela na frente. O pau dele não era tão grande, mas era muito grosso. Alice pediu calma e disse que ela controlaria de entrada. Ele apenas consentiu e ficou parado. O último pagodeiro já não aguentava mais, colocava a pica na boca de Alice e retirava por medo de gozar naquele boquete gostoso. Alice foi encaixando no pau do amigo, bem devagar, com alguns gritos de dor, dizendo que ele tinha a piroca muito grossa. Ela segurava a base da pica dele e dizia que nem conseguia fechar a mão nela. Num certo momento, a pica já estava quase toda dentro do cuzinho de Alice, o amigo parou e disse baixinho no ouvido: "estourou". Alice disse: "Ai [gemidos]! eu sei, fica quieto e aproveita que vai entrar melhor [gemidos]". Ele passou a coordenar também as bombadas, parece que ficou mais excitado com tudo aquilo. Alice passou a gritar mais, dizendo: "Ai meu cu, corno", "olha a pica do negão, parece um tubo", "ele quer gozar dentro da sua putinha". O ultimo amigo que era mamado por Alice não aguentou e anunciou:"vou gozar". Alice abocanhou novamente a rola dele e ele gozou tudo na garganta dela. Ela bebeu todo o leite. Percebendo aquilo tudo, o carinha que comia seu cuzinho também anunciou a gozada perguntando onde ela queria levar leite. Alice respondeu: "Quero tudo dentro do meu cuzinho, você merece". Segundos depois ele esporrou ela, revirando os olhos, nesse momento Alice também gozou rebolando loucamente no pau do negão. Eles ficaram ali agarrados como dois cães no cio esperando a pica desinchar. Os quatro que observavam já haviam gozado novamente vendo aquele filme pornô realista.
No fim, Alice se levantou, foi ao banheiro, secou o suor e as partes íntimas e nos despedimos do pessoal. Eles queriam marcar novamente outro "show", mas dissemos que somos atraídos pelo não programado, pelo imprevisto. Eles apenas disseram que deram sorte então. Voltamos para a pista de dança, agora no primeiro andar, onde eles passaram por nós se despedindo. Voltamos para casa satisfeitos e com uma nova aventura em nossa memória.

Ainda não saímos com ninguém desse site de contos, seria legal uma aventura real relatada aqui. Gostamos de menage masculino, gangbang, dogging, sempre de locais inusitados (ônibus, caminhão, parada de caminhoneiro, sala de aula, consultório, etc) ou situações inusitadas (tio e sobrinho, pai e filho, amigos de futebol, torcida, taxista, uber, mecânico, festa de fim de ano do trabalho, etc). Quem ficar interessado é só mandar o contato. somos do RJ. Até o próximo conto!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa no meio dos negões do Pagode - Real

Codigo do conto:
276014

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
01/11/2026

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