SuperSex chegou na casa e ela já estava esperando, vestindo um pijaminha curto e leve que mal cobria o corpo. O cheiro dela — doce, quente, misturado com um leve perfume de sabonete — preencheu o ar assim que a porta se fechou. Os dois entraram no quarto, se despiram e deitaram um ao lado do outro na cama. A pele quente de Michelly tocava a dele, macia e levemente suada. Os beijos começaram devagar. SuperSex chupou a língua dela, sentindo o gosto quente e úmido, a saliva misturando. Depois desceu para os seios, lambendo os mamilos duros, sentindo o calor da pele e o cheiro adocicado do corpo dela. Michelly revidou, pegando o mamilo dele na boca. A língua quente e úmida dele puxava, chupava com jeito, provocando arrepios que desciam direto para o pau de SuperSex. Ele gemeu baixinho, sentindo o mamilo latejar dentro da boca dela. Depois SuperSex se ajoelhou entre as pernas dela. O pau de Michelly já estava duro, quente e latejante. Ele envolveu a cabeça com a boca, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte, masculino e gostoso. Chupou com calma no começo, depois mais fundo, tentando engolir o máximo que conseguia. A glande macia batia no fundo da garganta, as bolas pesadas e quentes na mão dele. SuperSex chupava uma de cada vez, sentindo o peso, o cheiro mais intenso ali embaixo, a pele fina e quente contra a língua. Michelly gemia, a mão nos cabelos dele, os quadris se mexendo levemente. Quando ele estava entre as pernas dela, mamando com vontade, ela pediu, a voz rouca: — Come meu cuzinho… SuperSex avisou, a voz já embargada de tesão: — Tô quase gozando… não vou aguentar muito. Mesmo assim ele se posicionou. O cuzinho dela era macio, quente e apertado. Quando a cabeça do pau dele empurrou e entrou, ele sentiu o anelzinho se abrindo devagar, o calor interno envolvendo tudo. Entrou centímetro por centímetro, sentindo o aperto delicioso, o calor úmido apertando. Começou a bombear com cuidado, o barulho molhado da penetração enchendo o quarto. Depois de um tempo ela o mandou ficar de quatro. SuperSex obedeceu, empinando a bunda, sentindo o ar fresco na pele. Michelly se ajoelhou atrás, separou as nádegas com as duas mãos e enfiou a língua no anelzinho dele. A língua quente e molhada passou de cima para baixo, depois empurrou para dentro, tentando foder ele. SuperSex gemia alto, o pau pingando pré-gozo quente no lençol, o corpo tremento. Cada lambida mandava um arrepio direto para a próstata, o cuzinho piscando e se abrindo sozinho. Quando ela sentiu que ele estava bem aberto e molhado, se levantou. Segurou a cintura dele com força, as unhas pressionando a pele, e começou a empurrar o pau para dentro. SuperSex gemeu alto — a dor aguda do esticamento misturada com um prazer fundo e quente. Ela puxava ele para trás, enfiando tudo, metendo com vontade. O pau dela era grosso, quente e duro, abrindo o caminho. No espelho ele via o corpo dela trabalhando, os músculos das coxas e do abdômen aparecendo a cada estocada. O barulho era molhado e ritmado. Michelly não falava quase nada. Só respirava fundo e fodia o cuzinho dele com gosto, fundo e constante, o quadril batendo na bunda dele. Poucos minutos depois ela anunciou, a voz rouca e baixa: — Vou gozar… O pau dela latejou forte dentro dele e se despejou. Não foi uma gozada explosiva, mas SuperSex sentiu o calor do gozo enchendo, o pau dela pulsando enquanto ela esvaziava, o líquido quente escorrendo um pouco quando ela começou a sair. Depois ela se virou e ficou de quatro também. SuperSex se ajoelhou atrás, abriu a bunda dela e chupou o cuzinho macio. A língua passou pelo anelzinho quente e apertado, sentindo o gosto e o cheiro dela. Michelly soltou um gemido longo e alto de puro prazer, o corpo estremecendo. Enquanto chupava, ele se masturbava, a mão escorregando no pau babado, deixando ele duro de novo. Assim que ficou firme, posicionou a cabeça no buraco dela e empurrou. O cuzinho era macio, quente e apertado, engolindo o pau dele com facilidade. SuperSex meteu com gosto por alguns momentos, sentindo o prazer subir rápido pela espinha, as bolas contraídas, e gozou fundo dentro dela, gemendo baixo enquanto se derramava, o corpo todo tremendo. Os dois caíram na cama, ainda ofegantes, o corpo colado um no outro, o cheiro de sexo e suor misturado no ar quente do quarto.
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