Dois casais, um destino - Capitulo 3 (Ibiuna parte 1)

Uma Parada Inesperada em Ibiúna

Depois de tudo o que aconteceu em Tambaba, ainda passamos alguns dias aproveitando as praias e curtindo o restante das nossas férias. A viagem estava sendo muito melhor do que imaginávamos, e a convivência entre nós quatro continuava ótima e com Bia também..

Foi quando Rafa recebeu uma ligação de um primo que morava no interior de São Paulo. Ele havia vendido o sítio que tinha no Vale do Paraíba e comprado uma chácara em Ibiúna. Queria saber se Rafa e Déia não gostariam de passar um fim de semana por lá.

A princípio, Rafa recusou, pois já estávamos organizando nossa volta. Mas, depois de conversarmos, resolveu ligar novamente para o primo e perguntar se poderia levar alguns amigos que estavam viajando com eles. A resposta de Leandro foi imediata: todos seriam muito bem-vindos.

Combinamos os detalhes, arrumamos as malas e embarcamos de volta para São Paulo. De lá, seguimos de ônibus para Ibiúna, onde Leandro e sua esposa, Ana Paula, nos esperavam na rodoviária.

Os dois tinham pouco mais de trinta anos e nos receberam com aquela hospitalidade típica do interior. Chegaram em uma caminhonete, e a acomodação foi motivo de brincadeira: as meninas foram confortavelmente na cabine, enquanto nós, homens, seguimos na caçamba, aproveitando o vento e dando risada durante o caminho.

A chácara era linda, cercada de muito verde, com bastante espaço e uma piscina que logo chamou nossa atenção. O calor estava forte, e as meninas mal conseguiram esconder a empolgação ao ver a água.

Enquanto Leandro nos mostrava o lugar, percebemos que havia outra chácara bem em frente, onde também parecia haver alguma movimentação. Ele explicou que ali morava um casal de idosos que cuidava do neto desde pequeno, depois que os pais da criança e o genro haviam falecido. Era uma história triste, mas que mostrava o carinho e a dedicação daquele casal.

Assim que terminamos de conhecer a propriedade, as meninas decidiram se trocar para aproveitar a piscina. Ana Paula, um pouco mais tímida e discreta, vestia um longo vestido que contrastava bastante com os trajes de banho que Vivi, Déia e Beatriz tinham separado.

Acompanhei as meninas enquanto elas se preparavam, e logo percebi a reação de Ana Paula ao ver os biquínis das nossas amigas. Ela olhava para aquelas peças minúsculas com uma expressão de espanto, como se não acreditasse que alguém realmente tivesse coragem de usá-las.

Déia percebeu a reação e logo tratou de brincar:

— Ah, prima, experimenta um dos meus! Eu te empresto.

Ana Paula arregalou os olhos.

— Isso não vai caber em mim! Vou ficar praticamente pelada!

Beatriz caiu na risada.

— Mas é disso que os homens gostam! Seu marido vai amar!

Ana Paula ficou ainda mais sem jeito e perguntou, olhando para as três:

— E vocês acham que ele não vai ficar com ciúme de os maridos de vocês me verem assim?

Vivi respondeu com naturalidade:

— Acho que não. Ele também vai estar vendo a gente. Não é como se fosse ficar de olhos fechados!

As quatro começaram a rir, e a conversa acabou convencendo Ana Paula a pelo menos experimentar.

Ela pegou um dos biquínis de Déia e foi trocar de roupa. Quando voltou, ficou evidente que a parte de baixo era pequena demais para o que ela estava acostumada a usar, embora fosse justamente o estilo que as meninas queriam que ela experimentasse. Já a parte de cima não ficou tão adequada, pois Ana Paula era um pouco mais alta e tinha seios maiores que os de Déia.

Beatriz resolveu o problema emprestando uma peça de seu próprio conjunto, que vestiu melhor.

Diante do espelho, Ana Paula ainda parecia não acreditar na mudança. Puxava discretamente o tecido, tentando se acostumar com a sensação de estar usando algo tão diferente do que costumava vestir.

As meninas, por outro lado, estavam satisfeitas com o resultado e não economizaram nos elogios. Aos poucos, a timidez dela deu lugar a um sorriso mais confiante.
Até então Ana não sabia de nada o que rolava entre a gente mas começou a desconfiar depois de uma conversa no mínimo estranha.

- Vivi, teu marido adora esse biquíni (disse Bia)
- É, ele comentou que gosta pq teus peitões ficam ameaçando de sair prós lados.
- Foi isso mesmo que ele disse.

Ana olhou pra Deia meio sem entender foi quando Deia disse!

- Meninas, Aninha não tá entendo nada! (Risos)
- Ana, é que a gente é muito amigo sabe. Disse Bia.
- Acredito que por você ser prima vai acabar virando amiga do grande Rafa. Disse Vivi

Finalmente, as quatro ficaram prontas para aproveitar a piscina. Vivi, Déia e Beatriz seguiram animadas, puxando Ana Paula com elas. Entre risadas e provocações, correram para a área externa, prontas para mergulhar e aproveitar aquela tarde quente em Ibiúna.

Quando chegaram à área externa, nós, homens, paramos para olhar.

Eu e Rafa trocamos um olhar imediato quando vimos Ana Paula. Parecia outra mulher! Como aquela mulher que até pouco antes estava escondida dentro de um vestido longo podia ter um corpo tão bonito? Os seios bem desenhados e o biquíni pequeno mudavam completamente sua aparência. Rafa entendeu perfeitamente o que eu estava pensando. Não precisamos dizer uma palavra.
Leandro, por sua vez, estava tão concentrado nas meninas que mal parecia notar a própria esposa. Vivi, Déia e Beatriz caminhavam animadas em direção à piscina, brincando entre si e exibindo seus biquínis. Ana Paula seguia com elas, ainda um pouco tímida, mas já mais confiante.
A atenção de Leandro era evidente. Ele parecia hipnotizado e, pelo jeito desconcertado, não conseguia disfarçar o efeito que aquela cena provocava nele. Depois de alguns instantes, disse que precisava entrar na casa para resolver alguma coisa.
Não prestei muita atenção ao que falou, porque eu também estava distraído observando Ana Paula. Apenas concordei com a cabeça e o deixei ir.
Quando ele se afastou, Rafa se aproximou de mim e comentou, em voz baixa, que, quando eram mais jovens, Leandro tinha fama de ser um grande punheteiro. Segundo ele, o primo vivia procurando um canto da casa para se masturbar, e isso acabava virando motivo de piada entre os rapazes.
Eu ri e respondi:
— Então quer dizer que ele saiu daqui para ficar escondido atrás de uma cortina, olhando as meninas pela janela?
Rafa deu uma risada.
— Será?
— Vamos conferir.
Subimos discretamente as escadas do sobrado, tentando não fazer barulho. Encontramos um quarto de frente para a piscina. Pela janela, parcialmente escondido atrás da cortina, Leandro observava a movimentação lá embaixo, completamente distraído com o que acontecia do lado de fora.
As meninas brincavam, pulavam na água e se divertiam. Beatriz, especialmente animada, mergulhava e voltava à superfície com o biquíni frequentemente fora do lugar, precisando ajeitá-lo. Leandro acompanhava tudo sem perceber que estávamos ali.
Vivi deu a ideia de um top less e todas toparam porém Ana teve receio mas encorajada pelas meninas acabou cedendo
Chegamos na borda e sentamos, era visível o nosso tesão, Rafa e eu estávamos ambos de pau duro e ao sentar na borda da piscina recebemos um carinho das respectivas esposas sendo observados pelo olhar de Ana e do punheteiro Leandro lá da janela.
Vivi puxou minha sunga de lado e começou a mamar enquanto Deia fez o mesmo com Rafa. Acho que Ana pensou que tudo fosse brincadeira e acabou se aproximando pra olhar, ficando a menos de 1 metro. Deia percebendo a aproximação tira o pau do Rafa da boca deixando a mostra para os olhos arregalados de Ana, em seguida, Vivi faz o mesmo deixando Ana com água na boca.
Leandro aparece na varanda chamando por Ana mas Deia é que vai ao encontro dele, fala alguma coisa e entram na casa.
Rafa ainda está sentado na borda da piscina com o pau a mostra, Ana continua olhando é Bia surge debaixo da água assumindo o lugar de Déia. Ana se aproxima mais e solta
- Vcs são muito safados
- Gostou? Perguntei - Ana, riu
- Se tá rindo tá bom, quer mamar - disse Vivi
Eu e Rafa trocamos outro olhar.
Ana, se aproximou, Vivi deu espaço e rapidamente Ana começa a chupar meu pau com minha esposa atrás fazendo carinho nos seus enormes seios. Bia essa hora já estáva tomando leite do amigo e não demorou muito pra eu soltar o meu.
Falei pra Ana que o primo iria ficar com ciúmes e num pulo ela se agarrou na rola de Rafa que já estava meio bomba mas ainda pulsava o gozo

Ficamos ali alguns minutos e nos perguntamos, cadê Deia e Leandro?


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dois casais, um destino - Capitulo 3 (Ibiuna parte 1)

Codigo do conto:
276292

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
03/11/2026

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