A tarde na piscina continuava animada. As meninas estavam cada vez mais próximas dos maridos, trocando carinhos e brincadeiras. Leandro, que até então observava tudo de longe, parecia não estar gostando muito daquela aproximação. Em determinado momento, desceu e chamou Ana Paula.
Antes que ela pudesse responder, Déia tomou a iniciativa.
— Deixa que eu vou conversar com ele — disse, levantando-se.
Os dois entraram na casa, enquanto nós continuamos na piscina. O clima entre o restante do grupo permaneceu descontraído, mas a ausência dos dois começou a chamar nossa atenção.
Depois de algum tempo, alguém perguntou:
— Afinal, cadê a Déia e o Leandro?
Resolvemos entrar para procurá-los. Passamos pelos cômodos, olhamos na cozinha, nos quartos e na varanda, mas não encontramos ninguém
— Vamos nos dividir — sugeri. — Assim encontramos os dois mais rápido.
Vivi e Bia seguiram pela parte da frente da propriedade. Eu, Rafa e Ana Paula fomos pelo fundo.
Caminhamos por uma área mais afastada, onde havia um pequeno estábulo e uma casinha de ferramentas. Foi quando ouvimos um barulho vindo do casebre.
Rafa fez sinal para diminuirmos o passo. Aproximamos cuidadosamente e, pelas frestas das tábuas de madeira, conseguimos enxergar o interior. A iluminação era fraca, mas suficiente para reconhecermos os dois.
Leandro estava fodendo Déia com força, era possível ouvir o gemido dela a cada estocada. Ana Paula imediatamente mudou seu semblante, nem parece que alguns minutos atrás está chupando meu pau e agora morrendo de ciúmes do marido. Ana esboçou atrapalhar Rafa, porém, aproximou-se dela e falou quase num sussurro:
— Calma. Não vamos interromper. Vamos ver até onde vai.
Ana Paula olhou para ele, ainda visivelmente incomodada. Depois de alguns segundos, fez um pequeno sinal de concordância.
Ficamos os três em silêncio, observando à distância. De dentro do casebre, chegavam algumas palavras indistintas e sons que deixavam claro que a conversa entre Déia e Leandro havia tomado um rumo bastante diferente.
- Tua cara nunca negou, sempre soube que tinha vocação pra puta!
- Puta que gosta de pau grande, agora me fode igual um macho faminto.
- Não se esqueça que temos mais dois machos nessa casa, se tua mulher prova uma daquelas rolas ela se apaixona.
Visivelmente irritado Leandro interrompe a penetração e da um tapa na cara de Deia e lá de fora entendemos o motivo da raiva dele, Leandro tinha uns 13cm se rola aproximadamente.
Ana se encontrava entre eu e Rafa e depois do tapa Leandro forçou Deia a chupar sua rola e ao mesmo tempo minha mão correu pra bunda de Ana que não se incomodou com o carinho, passei para uma nova investida puxando seu biquíni para o lado, essa hora Rafa já se punhetava enquanto dentro da casa Leandro pedia o cuzinho de Déia.
Sem resistência me posicionei atrás de Ana e iniciei a penetração. Uma buceta apertada, rosinha, molhada e quente. Quase que instantaneamente Rafa ofereceu a rola pra Ana que até poucas horas atrás era bela e recatada estava num menage gostoso.
Gozei em suas coxas, Rafa deu de beber pra moça, Leandro urrava num orgasmo enorme e nós resolvemos voltar pra casa.
Reunimos o grupo e contamos o que vimos e ouvimos tbm o que não imaginávamos.