Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final



Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final

O último dia de férias na Praia do Saco amanheceu com o céu parcialmente nublado. As nuvens estavam baixas e densas, deixando a luz mais suave, quase cinzenta, e o mar batia com mais força do que nos dias anteriores. As ondas vinham mais altas, com um barulho constante e pesado que invadia a casa desde cedo. Todos sabiam que era a despedida. Papai decidiu que ninguém ia se separar: o dia inteiro seria passado na praia, em família. Não ia ter passeio separado, nem ida à cidade, nem barco. Só a praia, as toalhas e o mar, até o sol baixar.

Mamãe concordou sorrindo, como se a ideia fosse ótima, mas quando passou por mim na cozinha, ainda de óculos e de shortinho curto de algodão, deu um olhar rápido e discreto que só eu entendi. O corpo dela, com aqueles seios grandes e pesados marcando a blusa fina de alcinha, já me deixava duro só de vê-la andando. A blusa grudava um pouco no suor leve da manhã e o short subia quando ela se inclinava para pegar alguma coisa na bancada. Eu fiquei parado, fingindo mexer no celular, mas o olhar desceu pelas coxas grossas e pela curva da bunda volumosa. Ela percebeu, empurrou os óculos de volta para o nariz e saiu da cozinha com aquele sorrisinho mínimo que eu já conhecia.

Chegamos cedo. O sol ainda não tinha força e o vento estava fresco. Estendemos as toalhas perto da água, na parte mais plana da areia. Papai e minha irmã foram logo para o mar. Ele entrou primeiro, reclamando da água fria, e ela foi atrás rindo, jogando água nele. Mamãe ficou arrumando as coisas: ajeitou as toalhas, colocou a caixa térmica na sombra, tirou os óculos, prendeu o cabelo cacheado longo num coque frouxo e me pediu ajuda para passar protetor.

— Paulo, passa nas minhas costas, por favor. Não quero queimar no último dia.

Eu me ajoelhei atrás dela na areia. O biquíni preto que ela tinha comprado no primeiro dia marcava o corpo inteiro. Comecei pelas costas, despejando o creme nas mãos e espalhando devagar. Os dedos deslizaram pelos ombros, desceram pela coluna, sentindo a pele morena clara já aquecida pelo sol fraco. Quando cheguei perto da cintura, desci um pouco mais e massageei a parte de cima da bunda volumosa por baixo do biquíni, apertando de leve, sentindo o peso e a maciez. Ela soltou um suspiro baixo, quase inaudível, e falou como se fosse normal:

— Mais em cima, filho. Está queimando.

Papai olhou de longe, ainda na água, e acenou com a mão. Eu sorri de volta e voltei para as costas, espalhando o creme de forma correta. Quando ele virou de novo para o mar e minha irmã começou a nadar mais longe, eu enfiei dois dedos por baixo do biquíni e pressionei a buceta dela por alguns segundos. Já estava molhada. O tecido fino estava quente e o calor dela passou direto para os meus dedos. Ela fechou as pernas de uma vez e me deu uma tapa leve no braço, rindo, como se eu tivesse feito uma brincadeira besta.

— Para com isso, Paulo. Seu pai tá olhando.

Mas a voz dela não tinha raiva. Tinha um tom baixo, quase divertido. Eu tirei a mão e continuei passando o protetor nos braços dela, fingindo que nada tinha acontecido. O pau já estava meio duro dentro da sunga.

Fomos para o mar juntos. A água estava fria no começo e as ondas vinham com mais força. Minha irmã ficou por perto o tempo todo, jogando água e pedindo pra a gente brincar de pega-pega. Mamãe e eu entrávamos no jogo. Ela corria na água rasa, eu ia atrás, e de vez em quando a gente se agarrava de brincadeira. Em um momento, quando uma onda maior veio, eu a abracei por trás para “proteger”. Meu pau, já meio duro, encostou na curva da bunda volumosa. Ela empinou de leve, rebolou uma vez e falou alto, para minha irmã ouvir:

— Segura direito, Paulo, senão a onda me derruba!

Mais tarde, quando meu pai foi atrás de comprar mais cerveja e minha irmã ficou distraída com o celular na areia, deitada de bruços na toalha, mamãe me chamou com um gesto discreto. Ela estava de pé perto da caixa térmica, o cabelo cacheado ainda molhado, o biquíni preto grudado no corpo. A voz dela saiu baixa, quase casual:

— Paulo, me ajuda a buscar mais protetor na casa. Acabou o que a gente trouxe.

Eu me levantei na hora. Papai já estava subindo em direção a cidade, a um pequeno mercado que ficava mais acima. Minha irmã não tirou os olhos do celular. A gente subiu rápido até o deck de madeira da casa. Lá de baixo, da areia, ninguém via o que acontecia na varanda. A mesa de madeira clara ficava no canto, parcialmente escondida pela estrutura do chalé. Mamãe olhou em volta uma vez, confirmou que estávamos sozinhos, apoiou as mãos na mesa e puxou o biquíni de baixo para o lado, expondo a buceta. Já estava molhada, brilhando. Ela falou baixo, quase um sussurro:

— Rápido. Só um pouquinho. Quero sentir você dentro de mim.

Eu baixei a sunga o suficiente, peguei o pau duro e enfiei na buceta molhada dela de uma vez. O aperto foi quente e imediato. Ela soltou um suspiro curto e mordia o lábio, rebolando de leve enquanto eu segurava a cintura dela. Eu fodi bem devagarinho no começo, sentindo cada centímetro entrar e sair, a bunda volumosa batendo de leve contra mim a cada investida. O pau latejava dentro dela. Ela olhava em volta o tempo todo, ofegante, falando baixinho:

— Devagar… assim… aaai… continua… não para…

Eu aumentei um pouco o ritmo, ainda controlado, metendo fundo e parando, sentindo-a se contrair. A mão dela desceu e apertou a minha na cintura. Eu sentia o calor, a umidade, o jeito que a buceta dela engolia o pau. Quando ouvimos os passos do papai subindo as escadas do deck, nos ajeitamos rápido. Eu saí de dentro dela, puxei a sunga, ela ajeitou o biquíni e pegou o protetor que estava em cima da mesa. Saímos de casa no mesmo instante em que ele chegava. A gente sorriu como se nada tivesse acontecido. Meu pau ainda latejava dentro da sunga, molhado dela. Papai nem desconfiou. Só perguntou se a gente tinha achado o protetor e desceu de novo para a praia.

O resto da tarde foi assim: brincadeiras normais com a família, mergulhos, fotos, e de vez em quando um toque escondido, um olhar, uma rebolada disfarçada de brincadeira. Em um momento ela passou perto de mim na água, esfregou a bunda no meu pau de propósito e saiu nadando, rindo. Eu fiquei duro o resto da tarde. Em outro, quando a gente estava brincando de pega-pega com minha irmã, ela me abraçou por trás de novo, apertou a bunda contra mim por alguns segundos e falou alto, para todo mundo ouvir:

— Peguei você, Paulo!

Meu pau estava absurdamente duro se esfregando nela, porém ninguém percebia apenas nos dois. Papai riu. Minha irmã riu. Ninguém viu o que estava acontecendo de verdade. O sol começou a baixar e o vento esfriou. A gente ficou mais um tempo na areia, comendo o que sobrou da caixa térmica, tirando foto de família. Mamãe se sentou do meu lado em um momento e, enquanto papai e minha irmã olhavam o mar, ela passou a mão de leve pela minha coxa e apertou. Eu retribuí, subindo a mão até a lateral da bunda dela. Ela não tirou. Só ficou ali, olhando para frente, o corpo quente do sol.

No fim do dia, quando o sol começou a baixar de vez, começamos a arrumar as malas, ajeitamos a casa e preparamos para voltar para Aracaju. A gente limpou o que dava, fechou as janelas, guardou as toalhas molhadas e colocou tudo no carro. Na viagem de volta, quem dirigiu foi minha mãe, porque meu pai tinha bebido o dia todo. Ele e minha irmã foram no banco de trás e dormiram praticamente a viagem inteira. O carro ficou quieto. Só o barulho do motor e do ar-condicionado. Em um trecho mais escuro da estrada, sem postes, minha mãe colocou a mão no meu pau por cima da bermuda e apertou. Eu retribuí, subindo a mão pela coxa grossa dela até a calcinha. Ela abriu um pouco as pernas. Eu pressionei os dedos sobre o shortinho e massageei a buceta enquanto ela dirigia, os dois olhando para a frente, disfarçando. O tecido estava quente. Eu a sentia molhada de novo. Quando um caminhão passou e iluminou o carro, ela tirou a mão e eu também. Ninguém acordou. Ela olhou de lado e falou baixo, a voz já mais grave:

— Em casa eu quero tudo. A última vez tem que ser a melhor. Quero que você me coma do jeito que eu gosto. Sem pressa. Quero gozar bastante.

Eu fiquei duro o resto da viagem. A mão dela voltou mais uma vez, apertou o pau por cima da bermuda e subiu e desceu um pouco. Eu retribuí, enfiando dois dedos por baixo do shortinho dela e massageando o clitóris devagar enquanto ela dirigia. Ela soltou um suspiro baixo, quase inaudível. Quando outro carro passou, a gente parou de novo. O resto da viagem foi assim: toques rápidos, olhares de lado, e o pau latejando o tempo todo.

Chegamos em casa de noite. Já era quase 22h. Papai e minha irmã foram dormir, cansados da viagem. Mamãe e eu ficamos na sala arrumando as últimas coisas: as malas, as sacolas, o que tinha sobrado de comida. A casa estava quieta. Depois cada um foi para seu quarto tomar banho. Eu entrei no banheiro do meu quarto, tirei a roupa e liguei o chuveiro. Ainda estava duro. Quando eu estava saindo do banheiro, com a toalha na cintura, ela já estava lá, na porta do meu quarto, me puxando para a cama, a voz já rouca:

— Só mais uma. A última. Quero que seja a melhor de todas.

Eu a empurrei de leve para a cama. Ela tirou a roupa devagar na minha frente, olhando nos meus olhos o tempo todo, com aquele sorrisinho safado que eu já conhecia bem. A camiseta subiu devagar, revelando a barriga macia e depois os seios grandes, pesados e naturais que saltaram livres, os mamilos já duros, escuros e inchados. O short desceu pelas coxas grossas e a bunda volumosa, redonda e firme apareceu inteira, a calcinha fina marcando o meio da buceta. Ela tirou a calcinha também, se deitou de costas, abriu as pernas grossas e me chamou com um gesto, a voz baixa e rouca:

— Vem. Quero sua boca primeiro. Chupa a buceta da sua mãe do jeito que eu gosto. Não para até eu gozar bastante.

Eu fiquei de joelhos entre as pernas dela. O cheiro dela já estava forte, doce e salgado ao mesmo tempo, me deixando ainda mais duro. Comecei beijando a parte interna das coxas grossas, subindo bem devagar, sentindo a pele quente e macia, deixando beijos molhados e mordidas leves. Quando cheguei perto da buceta, lambi de baixo para cima, bem devagar, sentindo o gosto dela encher minha língua. O clitóris já estava inchado e sensível. Fiz círculos lentos e firmes com a língua, depois deixei a língua mole e desci pelos lábios inchados e molhados, entrando rígida na buceta quente e apertada. Eu chupava, sugava, lambia de baixo para cima sem parar, enfiando a língua o máximo que conseguia, girando dentro dela. Ela gemia baixo, puxava meu cabelo com força, empinava o quadril contra a minha cara, molhando meu queixo inteiro.

— Isso… chupa a buceta da sua mãe… não para… engole o gosto… deixa essa língua aí dentro
…
Eu enfiei dois dedos e fodi ela com eles enquanto chupava o clitóris sem dar pausa. Os dedos entravam e saíam fácil, cobertos dela, fazendo barulho molhado. Ela gozou a primeira vez tremendo inteira, as pernas fechando na minha cabeça, o gozo escorrendo na minha língua e no meu queixo. Continuei, sem dar pausa, chupando e fodendo com os dedos até ela gozar de novo, mais forte, mordendo o travesseiro com força para não gritar. O corpo dela se contorcia, a respiração ofegante, os seios grandes subindo e descendo rápido. Eu não parei. Continuei lambendo o clitóris inchado, chupando os lábios, enfiando a língua fundo, até ela gozar uma terceira vez, mais descontrolada, quase chorando de tesão, puxando meu cabelo e gemendo meu nome baixinho:

— Paulinho… aaai… sua mãe tá gozando de novo… não para…

Quando ela se acalmou um pouco, subi com meu corpo sobre o dela e esfreguei a cabeça do pau entre os seios grandes e pesados. Ela apertou os peitos em volta do meu pau com as duas mãos e eu fodi ali devagar, a cabeça aparecendo e sumindo entre o vale profundo e macio. Toda vez que subia ela lambia a glande com a língua quente e molhada, olhando nos meus olhos, às vezes chupando só a ponta e sugando. Eu segurava a cabeça da cama e metia entre os peitos, sentindo a maciez e o peso deles. Depois ela me puxou pra cima e eu mamei nos peitos com vontade. Chupei os mamilos morenos e rígidos como se fosse um bebê faminto, a língua circulando, sugando forte, mordiscando de leve, puxando com a boca. Ela gemia e segurava minha cabeça, falando baixo e ofegante:

— Mama… mama gostoso no peitão de sua mãe… Aaaaiiii, isso, filho… chupa bem… suga forte… deixa o peito da mamãe todo marcado… suga como se fosse seu…

Enquanto eu mamava, ela me deitou de barriga para cima, se posicionou em cima do meu pau, direcionou ele com a mão e se sentou devagarinho. A buceta apertada engoliu tudo, centímetro por centímetro, quente e molhada. Ela rebolou lento no começo, sentindo cada veia, depois aumentou o ritmo. Os seios pesados balançavam na minha cara. Eu continuei tentando mamar com aqueles peitões pulando enquanto ela cavalgava, a outra mão apertando a bunda volumosa e abrindo as nádegas. Ela gozou de novo em cima de mim, apertando o pau com força, o corpo tremendo, o gozo escorrendo pelas minhas bolas e molhando a cama. Eu segurei a cintura dela e meti de baixo para cima, fazendo ela gemer mais alto. Ela rebolou forte, sentando fundo, falando putaria:

— Essa buceta é sua… fode sua mãe… mete tudo… não tira nunca…

Virei ela de quatro. Segurei a cintura e enfiei por trás de uma vez. A bunda volumosa batia forte contra mim a cada investida. Fodi fundo e rápido, segurando o cabelo cacheado, olhando o pau entrar e sair coberto dela. Parei fundo, rebolei, sentindo-a se contrair, depois voltei com força, fazendo ela gritar abafado no travesseiro. Estava querendo aproveitar antes de gozar e a deitei de costas de novo. Fodi na posição papai e mamãe: pernas abertas, eu por cima, pau fundo, beijando a boca e mamando nos peitos quando ela deixava. Ela me puxava para dentro dela, pedia mais, e mais do meu pau dentro dela, falando putaria baixinho no meu ouvido:

— Fode sua mãe… mete fundo… essa buceta é sua… não para… quero sentir você gozando dentro…

Em determinado momento ela viu sobre a cabeceira da minha cama um pote de lubrificante pequeno que levava para uma BA (buceta amiga) que eu tinha, e ela pediu para comer o cu dela. Pegou o lubrificante, deu na minha mão e se posicionou de ladinho no colchão, empinando a bunda volumosa.
Eu lambuzei bem meu pau com o lubrificante, passei nos meus dois dedos e lambuzei o cuzinho dela, e fui fazendo ela se acostumar: primeiro meti com um dedo, depois fui com os dois, abrindo devagar, sentindo o aperto. Quando ela estava pronta, coloquei a cabeça do pau e entrei devagar no cuzinho apertado e quente dela. Ela gemia alto com o travesseiro na boca dela para ninguém do apartamento ouvir. Ela tirava o travesseiro da boca apenas para me pedir para ir fundo no cu dela. Fodi o cu com ritmo, sentindo o aperto diferente e quente, até quase gozar, mas tirei para poder gozar na boquinha dela.
Ela se ajoelhou na cama, olhou nos meus olhos e abriu a boca, a língua para fora.

— Agora goza na minha boca. Quero beber tudo. Quero sentir o leitinho da mamãe escorrendo.

Eu enfiei o pau na boca dela. Ela chupou com gosto, a língua fazendo círculos na glande, depois engolindo até o fundo da garganta, fazendo barulho de se engasgar. Eu segurei o máximo que pude e quando senti que ia gozar, avisei. Ela não tirou. Gozei forte direto na boca dela, jatos grossos e quentes enchendo tudo. Ela engoliu tudo, chupou o resto, limpou o pau com a língua e olhou para mim com a boca ainda cheia de porra antes de engolir de novo, sorrindo.
Ficamos deitados, suados, ofegantes, o cheiro de sexo impregnado no quarto. Ela passou a mão no meu peito e falou baixo:

— Foi o melhor sexo que já tive na minha vida.

Eu beijei a testa dela. Ela se levanta da cama, se arruma, me beija na boca e se despede de volta para o quarto dela. Naquela noite eu não dormi. Fiquei ouvindo o silêncio da casa, sentindo o gosto dela ainda na boca e o cheiro na pele, sabendo que o que tinha acontecido naquele feriado ficaria só entre a gente.

Foto 1 do Conto erotico: Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final

Foto 2 do Conto erotico: Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final

Foto 3 do Conto erotico: Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Viagem com a Mãe - Parte 04 - O Final

Codigo do conto:
276408

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/11/2026

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