Era madrugada nas ruas desertas de Maceió quando o meu celular desperta: uma corrida nova. A passageira entra no carro batendo a porta, bufando de raiva. Mal o carro arranca, ela começa a falar, despejando toda a sua frustração: nenhum homem prestava, são tudo igual, e o namorado dela era o pior de todos.
— O infeliz só quer saber de ficar jogando no PC e não me dá a mínima atenção! — reclamava ela, gesticulando no banco de trás.
Fico em silêncio, apenas ouvindo pelo retrovisor, sem dar muito palpite para não piorar a situação.
Até que, aproveitando a luz vermelha de um semáforo, paro o carro e ouço uma pergunta completamente inesperada:
— Quer R$ 2 ou um presente misterioso?
Sem pensar duas vezes, encaro o retrovisor. Ela me devolve um olhar provocante, estampando um sorriso malicioso nos lábios.
Decido entrar no jogo e respondo de imediato, com um tom desafiador:
— Quero esse presente misterioso aí... Acho que ele podia ser bem melhor.
Mal termino a frase e sou pego de surpresa. Sem hesitar um segundo, ela puxa o meu rosto com firmeza e me entrega um beijo daqueles capazes de tirar o fôlego de qualquer um.
O semáforo abre, num movimento rápido, ela pula direto para o banco da frente.
Paro o carro no primeiro recuo que encontro em uma rua lateral, meio escura, entre um muro alto e uma árvore grande.
— Tá bom de presente? — murmura, sem se afastar.
— Tô começando a achar que sim.
Ela ri baixinho, morde o meu lábio de leve e escorrega. Desce o corpo devagar, o cabelo passando pelo meu peito, a mão encontrando o meu pau
— Ajeita o banco — ela manda, e a voz já não tem nada da mulher que bufava de raiva no banco de trás.
Puxo a alavanca, o banco recua até o fim. Ela se acomoda de joelhos no banco, ela me pega meu pau, sem pressa, os dedos fechando com firmeza. Sobe e desce uma, duas vezes, me olhando o tempo todo, depois abaixa a cabeça e bota a boca na cabeça, fica passando a língua Ela começa devagar. Sinto os dentes de leve, só o suficiente pra arrepiar. O cabelo cai no meu colo e eu junto com as duas mãos, seguro ali, e ela entende o convite e acelera os movimentos, ela chupava com muita vontade, ia até o final quase engolindo até às bolas e subia e ficava brincando na cabeça da rola, e não demorou muito e avisei que ia gozar, ela acelerou ainda mais os movimentos e gozei na boca dela
grind