O EVANGÉLICO RECIFENSE EM BUSCA DA CURA GAY II (comi e fui comido)




Bom meus caros leitores. Me desculpe não me descrever novamente, não é por preguiça não, é só pra encurtar o conto, pois pretendia publicar esse conto logo em seguida do I. Então vou iniciar como eu terminei o outro. E foi assim.
Quando eu retornei de meu trabalho já passava das 23:00 hs. E quase em frente ao meu prédio eu encontro com ele me esperando e falou que agora estava sem pressa era somente eu convida-lo para subir comigo. Eu o convidei para subir com sua promessa de NÃO haver pregação somente sacanagem e nada de “palavras de igreja”.
Ele me falou que não haveria pregação mas ele precisava esclarecer algumas coisas. Passei meu braço em seu pescoço e fomos abraçados e trocandos beijinhos na sua boca gostosa. Fomos outra vez pela escada num sarro gostoso.
Quando abri a porta do apto para ele entrar ele foi logo correndo os olhos por todo o local e elogiando minha casa.
(Eu) – Pois é vocé tá cheiroso! Ele caminhando pela minha sala e ainda de roupa notava seu corpo, magro, bem rígido, uma bundinha marcada até esse momento não tinha visto seu cacete, mais após vi e era sensasional (parecido em tamanho e grossura que o meu praticamente indolor) só que bem mais escuro. Como ele estava bem cheiroso nos beijamos gostosamente apertei bem sua bunda e falei que iria passar uma água no corpo mais era pra ele ficar a vontade e me esperar.
Como eu adotei uma regra do tempo da pandemia e sigo até hoje, não entro de sapatos em casa e entro direto pra a área de serviço onde tiro toda minha roupa e vou para o banho. Não queria causar constrangimento a ele fiquei de cueca.
Saí do banho e fui a seu encontro ele realmente me aguardava sentadinho, assim ele levantou rápidamente do sofá e me abraçou.
(Ele) – Você falou de sua regra após pandemia, que tira a roupa na área de serviço e fica descalço em sua casa. Eu já tirei os sapatos, agora não posso colocar as roupas em qualquer lugar. Como estavamos abraçados levei ele até a porta de entrada pois tem um mancebo (cabide). E falei :
(Eu) – Esse cabide é pra isso mesmo, para quando recebo alguém ele tirar a roupa. Mas a sua eu tiro. Tirei sua camisa as calças e as pendurei deixando ele só de cueca também, a dele era preta slip.
Começamos as nos beijar e nos esfrega estavamos sem dúvida travando uma batalha de espadas (sendo as espadas praticamente iguais), estamos os dois de pau duro. A sensação do meu corpo tocando o dele era boa demais, parecia dar até choque. Tomando o controle já coloquei ele pra mamar. Mamava gostoso o filho da puta.
Sempre tenho lubrificante ao meu alcance, untei os dedos sem miséria e comecei a massagear o cuzinho dele forçando cada vez mais adentro.
O dedo médio começou a entrar ele gemia e coloquei mais lubrificante e o dedo foi mais fundo até o nó central. Seu cuzinho estava apertado pra caralho! Continuamos ali um tempo, ele me mamando de quatro e eu ajoelhado no chão levemente curvado brincando com seu cu.
(Eu) – Vem vamos pra cama quero que voce senta na minha rola de costas, pois quero ver minha vara sumir na sua bunda.
(Ele) – Eu preferiria que voce me penetrasse de ladinho, pois como já falei só estou em SP a 6 meses e até aqui não dei a bunda pra ninguém e é a posição menos dolorida pra mim.
(Eu) – Pois é sentando na minha vara, você controla melhor a penetração e a dor.
Deitei na cama com o pau duraço pronto pra penetrar naquele cuzinho semi-virgem em São Paulo. Ele ajoelhou em cima de mim, virado de costa.
Antes ele tinha colocado a camisinha na minha rola, passou mais lubrificante no cu e posicionou meu meninão na portinha e foi sentando cautelosamente.
(Eu) - Sente meu pau querendo torar seu rabo. Meu pau pulsava na portinha e comecei a falar putaria pra ele relaxar o cuzinho desejando meu pau lá dentro.
(Eu) – Vai relaxa esse cuzinho faz aquele forçinha deixa a penetração acontecer. Quero rasgar esse cuzinho apertado e deixar no formato da minha rola. Vou meter em você filho da puta a noite inteira.
Enquanto isso ele forçava cada vez mais pra sentir a rola dentro, até que a cabeça entrou ploc !!! e depois disso meu caro... Só alegria!
Não há no mundo melhor sensação do que sentir a rola escorregando dentro de um cuzinho apertado. O afro descendente tinha uma bunda deliciosa: quente, úmida e cheirosa! Engoliu minha rola! Sentia as paredes do ânus comprimindo meu pau, deslizando como se o cuzinho estivesse salivando. Coloquei ele de quatro e puta que pariu... Que visão! Que rabo! Cintura fina e as nádegas durinhas e torneadas mostrando um cuzinho preto, avermelhado. Passei mais lubrificante e meti vara pra dentro aumentando o ritmo cada vez mais. Já estava socando tudo no rabo daquele filho da puta! Quem mandou ser tão gostoso assim? Uma bunda daquela tinha que aguentar muita rola! Seu rosto aparentava dor e prazer. Peguei no pau dele e tava duro como pedra, o que me deu mais estusiasmo pra continuar o regassando seu rabo! Só se ouvia o barulho da minha vara deslizando naquele cuzinho molhado e o saco batendo na bunda. Estava quase gozando ele começou a falar:
(Ele) – Pára!!!!, pára! Hoje cedo você falou que não deixava ninguém na mão. Então agora é minha vez.
Tava gostoso demais abrir aquele cuzinho, dei mais umas 5 bombadas e parei.
Não vou falar que não bateu em frio na barriga, mas palavra é palavra! E depois tem que ser prazer pros dois para ter mais vezes… Não é?
Tirei minha rola de dentro e vi que o cuzinho dele já estava no formato da minha rola totalmente vermelho.
Deitei na cama, de lado, e começamos a nos pegar. Ele apertava minha bunda e colocou um dedo na portinha. Peguei o lubrificante e passei na entrada.
Ele estava meio afobado e já foi empurrando o dedo sem paciência! Doeu um pouco, mas eu estava cheio de tesão.
Para controlar a entrada me ajoelhei em cima da pistola, mas estava doendo demais fazia bastante tempo que não era passivo! Senti que a cabeça passou, mas não estava curtindo aquela posição e já pedi para mudar de posição ele pediu que ficasse de 4, mas o Evangélico estava com muita fome do meu rabo meio alucinado.
O garoto chegou metendo sem pena e eu concentrado pra sentir só o tesão e esquecer a dor. Comecei a me acostumar com a rola.
Pensava que estava sendo enrabado por um jumento, mas isso me dava tesão demais. Fiquei totalmente empinado, mordendo o lençol e salivando de tanto prazer.
Eu estava gemendo feito uma puta, estava fora do meu controle, tomando por um tesão inexplicável. Sentindo a rola quente dentro de mim, massageando minha próstata o que já fazia um bom tempo que não sentia. Que delícia! Até que senti que ele ia gozar. Ele tirou a vara de uma vez, provocando um vazio dentro de mim, e encheu a portinha do meu rabo de leite quente.
Ele levantou rapidamente falando que precisava ir embora e foi tomar um banho, e eu fiquei ali, com o cuzinho melado. Como não havia gozado, pensei esse filho da puta não vai me deixar na mão. Eu quero mais!!! Estava com meu cuzinho pegado fogo de tesão. Fui atrás dele no banheiro.
Ele já estava dentro do box debaixo do chuveiro e a rola ainda estava meia bomba, entrei e começamos a nos beijar e a agarrei a rola dele, senti ela ficando dura na minha mão. Fiquei encostado contra a parede com a bunda empinada esperando rola. Ele entendeu o recado e voltou a me comer. Que delícia do caralho! Sua pica me preenchia de um jeito fantástico fazia um bom tempo que não sentia tanto prazer em dar o cú!!! Inexplicável o explicável, nesse momento somos meio irracionais, mas devo confessar que pensei num instante, “será que quando eu penetro algum cuzinho é isso que o putinho sente” pois estava escorregando ainda melhor com a porra depositada na portinha. Não tinha imaginado que esse garoto ia me dar tanto prazer em ser passivo com ele cheguei a pedir por sua rola depois de comer seu cuzinho e seu boquete sensacional na escada pela manhã. Não demorou nada ele deu umas bombadas e eu gozei e ele gozou novamente em meu rabo.
Que foda foi essa! Estava totalmente sem energia! Saimos do box deu mal enxugarmos nossos corpos e fomos ficar deitados na cama sem trocar uma palavra somente nos acariciando, nos recuperando.
Já passava das 2:00 hs da manhã ele, falou que precisava ir embora, segurei ele na cama bejei sua boca e pedi que ficasse comigo aquela noite. Que pensariamos juntos em uma desculpas para ele dar ao seu tio ou Pastor na manhã seguinte. Dormimos pelados ele acordou primeiro eu gostoso dormir meio que de bruços com uma perna dobrada e a outra esticada. Ele veio me acordando me beijando minha nuca
Posso escrever o numero 3 para não deixa esse muito longo se alguém se interessar, mais vai ser coisa rápida.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gabizonaleste

Nome do conto:
O EVANGÉLICO RECIFENSE EM BUSCA DA CURA GAY II (comi e fui comido)

Codigo do conto:
276488

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/11/2026

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