Eu pelo contrário, com a idade avançando comecei a sentir mais e mais vontade de sexo. Selvagem. Só não gostava de anal, quando menina tive uma experiência com anal que não foi boa e meu marido respeitava. As vezes tentava por no meu cu e eu logo de início me contorcia de dor e ele dizia que se era para ambos não ter prazer ele também não queria, então deixava de lado. Ele dizia que não fazia falta. Na verdade acho eu que uma trepada anal com final feliz para ele aconteceram 3, 4 vezes apenas desde que nos conhecemos. mas fora isto tivemos sempre sexo selvagem. Frequentamos por muito tempo uma casa de swing, sem fazer troca de casal. Íamos para me exibir. A casa é incrível. A frequência é de classe alta. Tinha um camao onde se transava livremente e depois de curtirmos um pouco a música que é de excelente qualidade íamos para o camao para trepar. Eu ficava toda nua. Me masturbava, fazia boquete nele e sempre dava de quatro que para mim é uma posição de submissão ao macho. Havia um ônibus dentro da casa, onde mulheres a fim de pau ficavam lá dentro para treparem. Muitos homens também ficavam se masturbando enquanto admiravam os casai transando. Uma vez me lembro que ele me comia de quatro e 4 rapazes se masturbavam vendo a cena. Nunca pensamos em fazer troca de casal e, não faltaram convites. A regra era sempre a mulher se aproximar de outro casal e perguntar a outra mulher se queria fazer um swing.
Pois bem, tudo isto parece que acabou, mas mesmo entendendo meu marido, minhas emoções demandavam sexo.
Temia em córnea-lo, mas não teve jeito. Um dia na praia sem que meu marido estivesse, um jovem de 29 anos me flertou. Trocamos telefones e só.
Ele é alto, corpo sarado e pela sunga vi que o pau dele era grande.
Na volta para Sampa começamos a trocar mensagens até que ele mandou uma foto do seu pau duro e repliquei que precisávamos nos encontrar rapidamente. Tive um tesão incrível pela foto. Cheguei até me masturbar olhando a foto. Marcamos de nos encontrar num shopping center onde nos arredores há muitos motéis. Quando nos encontramos no estacionamento ele logo de cara me deu um beijo molhado. Chupava minha língua e sem muito papo fomos para o motel. Ele era atlético. Um pau bem maior do que do meu marido. Além de comprido era grosso. Quando chegamos no quarto ele logo me jogou na cama e fez eu fazer um boquetaco. Chupei com afinco. Não conseguia por tudo na boca, mas dava um trato nele com a língua. Eu o chupei por mais de 10 minutos até que ele mandou ficar de quatro. Chupou minha xota como nunca eu tinha sido. Lambia a entrada do meu cuzinho e o beijava. Gozei e muito só com a chupada. Até que ele mandou eu continuar na cama de 4. Levantou-se pegou na calça um tubo de KY e voltou para a cama. Eu logo saquei o que ele queria e disse que anal eu não fazia, mas ele não se fez de rogado. Encheu os dedos de KY e enfiou no meu cuzinho. Eu disse que não daria o cu, pois era muito dolorido e que o pau dele era muito grande e ia romper minhas pregas.
Carinhosamente ele disse que iria fazer bem devagar e que as mulheres que não fazem anal não descobrem o prazer que há em dar o cuzinho.
Relutante disse para ele por só a pontinha para ver se eu aguentaria. Ele disse que tomaria todo o cuidado. Besuntou seu pau de KY e quase se foi o frasco de KY com ele preparando meu cuzinho. Sentia tesão com seus dedos dentro do cuzinho como se estivesse massageando-o. Estava assustada, mas queria tentar.
Depois de passar o KY ele com o pau enorme começou a passá-lo nas minhas nádegas. Apontava para a entrada e eu sentia que havia um pau se esfregando no buraquinho.
De repente ele disse que iria começar e enfiou a cabecinha. Senti uma dor tremenda pela dilatação do anelzinho da entrada do cuzinho. Pedi para ele parar e comer minha xota que para o tamanho do pau dele era fechadinha. Ele disse para mim relaxar que a dor passaria. Ficou um minuto com a cabecinha dentro do meu cuzinho. Procurei relaxar e então ele foi enfiando aos poucos. A dor só aumentava, mas me dava tesão em pensar que aquele cara lindo, jovem estava dentro de mim. Ele foi enfiando bem devagarinho até que instintamente comecei a mexer minha bunda para trás e para frente. Então veio o momento e ele socou tudo. Gritei de dor, mas não era a hora de desistir. Perguntei se havia entrado tudo e ele disse que foi tudo. Imediatamente ele começou a socar e eu ainda assustada comecei a gritar para ele foder meu cu. Para ele não parar, que queria que ele fosse gozar bem lá no fundo. Comecei então a masturbar meu grelinho. A xota estava encharcada. Gozei, senti um puta dum orgasmo e ele continuava a me fuder. A arregacar meu cuzinho. Até que senti que ele parou de socar e começou a gemer. O pau estava todo lá dentro. Senti minha bunda colada a seu corpo e ele gozou. Eu senti de novo orgasmo e ele uivava de prazer. No final tirou seu pau e disse que queria ver a porra escorrendo por minhas pernas. Acabei pedindo para ele por o pau molhado na minha boca para deixá-lo limpinho. Sempre gostei de ter um final feliz na boca. Chupei-o inteirinho até que ele começou a amolecer.
Incrível que somente depois de nós deitarmos e que começamos a conversar para nos conhecermos. Fui enrabada por um desconhecido mal sabendo seu nome. Claro que depois ele fudeu muito minha xota. E quis comer me cu de novo e eu deixei. Saímos do motel com meu cu arrombado. Ele disse que tinha até pregas para fora.
Começamos a sair com muita frequência e era sempre maravilhoso. Nem mais importunava de pedir par meu marido me comer.
Infelizmente passados três meses da primeira vez ele quis conversar sério e dizer que estava tremendamente apaixonado por mim e pediu que eu deixasse meu marido para viver ao seu lado. Eu fiquei com muita excitação com sua declaração, mas isto jamais iria acontecer. Eu tinha uma vida inteira vivida com meu marido e que era o homem que eu havia escolhido para toda minha vida. Fui clara que por ele eu sentia muito tesão. Comecei a dar o cuzinho toda vez que nos encontrávamos, mas que era só sexo. Não queria envolvimento emocional. Éramos amantes, mas isto era o máximo que iria chegar.
Ele ficou muito triste. Continuávamos saindo, mas ele passou a insistir demais para ficarmos juntos e um dia em que ele chorou disse que terminávamos por aí.
Tive que bloqueá-lo no celular e ainda bem ele não sabia onde eu morava, pois acho que ele seria louco de ir até lá para continuar insistindo.
Terminei com ele e ponto final. Foi uma delícia demais o sexo com ele. Me senti mulher, poderosa. Sabia que procuraria outros para satisfazer minha sede de sexo, mas pus na cabeça que seriam encontros casuais. Uma ou duas vezes com os novos machos. Foi chocante para mim que ele estivesse apaixonado por mim.
Aí então começou minha saga de buscar machos para me satisfazer.
E foi assim. Via alguém que me interessava e me exibia. Procurava puxar papo com o sujeito. Passei a ser uma verdadeira caçadora de machos e só buscava homens mais novos, que sempre tem maior força para fudermos várias vezes nos encontros.
E em uma dessas caças, estava caminhando num parque e haviam dois caras correndo que esbarraram em mim. Quase caí e eles pararam de correr e foram falar comigo. Eu fui direta ao ponto e disse que queria transar com os dois. Ambos era grandes amigos e eram casados. Trocamos telefones e em menos de uma semana já fomos para o motel.
Foi uma loucura total. Trepamos muito. Eles eram másculos. O pau de um era grande como o do meu ex-amante e o outro mediano.
E adivinhem o que aconteceu? Fizemos DP e nunca senti tanto prazer com dois paus dentro de mim. Fizemos em várias posições. Como eram casados não havia o risco de um envolvimento emocional e passei a transar com eles com muita frequência. Dava o cuzinho 5, 6 meses a cada encontro. Passei a ter imenso desejo de dar o cuzinho. Na primeira vez com eles, me arregacaram. Fiquei uma semana sem poder ir ao banheiro, pois sabia que ia doer fazendo minhas necessidades. Sentia que meu cuzinho foi se abrindo mais e deixei de ter tanta dor.
Além dos dois continuei minha caça. Me tornei uma verdadeira vagabunda atrás de rola.
Estou com os dois do parque até hoje. Não podia ficar sem DP. Percebi mesmo que nasci para fazer sexo. Aos 55 anos me redescobri. E não tinha como parar com isto. Sentia por fazer meu marido de corno, mas minha sede por pau, tora, jeba, caralho era muito maior. Não sei como isto vai terminar e acho que vai terminar em sexo mesmo.
Hoje tenho sede de fuder com um garotão na idade do meu filho. Comecei a sentir tesão por seus amigos, mas sou ajuizada e não vai ser com amigos do meu filho. Vou a caça.
Que tesão