EXPERIMENTEI DAR O CUZINHO QUE ERA DESEJO DESDE ADOLESCENTE E VIREI MANIACA.



Tenho 25 anos, sou alta, peituda, uma bunda durinha.

Conheci meu marido que é 10 anos mais velho que eu quando tinha 15 anos. Ele descabacou minha cota um mês depois que nos conhecemos. No início meus pais não acharam que eu ainda quase que na adolescência namorasse um homem tão mais velho. Minha mãe numa conversa sincera que tivemos disse que não perdesse a virgindade com ele, pois ele estava comigo apenas por sexo e depois que perdesse a virgindade ele me daria o fora. Contei pra ela que já tinha perdido a virgindade com ele e que sentia muito amor por ele. Minha mãe ficou assustada e começou a perguntar se ele sempre usava camisinha, pois seria um terror se ficasse grávida. Disse para ela que uma amiga indicou um anticoncepcional e eu tomava. Nunca usamos camisinha. Ela fez mil recomendações e que se meu pai soubesse ele ficaria louco e proibiria de me encontrar com ele, no final aceitaram, pois meu marido mostrou-se muito educado.

Durante nosso namoro sempre transávamos em lugares discretos, no carro dele, na minha casa sem meus pais estarem ou na casa dele quando estivesse sozinho. Quando fiz 18 anos passamos a frequentar motéis.

Desde o início, ou seja, quando ele me descabacou, fazia boquetes. Ele fazia espanhola e gozava sempre na minha cara ou na minha boca. Eu era bem liberal.

Minhas amigas sempre perguntavam como era o sexo com ele. Elas ficavam apenas com namoradinhos do colégio e eram curiosas comigo que já namorava um homem. Uma vez uma das minhas amigas perguntou se eu dava o cuzinho e respondi que não, que nunca havíamos falado sobre isto. Ela disse que era virgem na xota ainda, mas que dava o cuzinho para o namoradinho e que gostava. Fiquei curiosa.

Certa vez perguntei ao Lucas, meu namorado, se ele não tinha vontade de fazer sexo anal e ele surpreende-me te disso que não tinha vontade alguma e que era uma coisa nojenta, que era coisa de puta. Mas sempre queria descobrir como era dar o cuzinho. Sabia que era dolorido, mas queria pelo menos experimentar. Fiquei com esta vontade, mas não tocava no assunto com ele.

Hoje com 25 anos e ele com 35 temos uma relação fantástica e estamos pensando em ter filhos.

Até que recentemente no salão da manicure as mulheres falavam sobre sexo. Não é só os homens que conversam sobre sexo, sobre as mulheres que são gostosas, quem eles comeram, etc. Mal sabem eles que nós mulheres falamos sobre sexo, sobre aquele homem que é um tesao que gostariam de trepar com ele, etc.

Pois bem estava na manicure, sou discreta no que falo, mas começou um papo sobre dar o cu. Umas das mulheres disseram que fazem e gostam. Outras que tentaram e não aguentaram a dor.

Eu na minha. Até que uma virou para mim e perguntou se eu dava o cuzinho para meu marido. Eu disse que não, que ele não queria e menti dizendo que não tinha vontade alguma. Na verdade era um desejo de anos querendo experimentar.

A mulher, Karla de uns 40, 45 anos disse que ela fazia com o ex marido e era mágico. Ela disse que também conheceu o marido bem cedo e começaram a trepar primeiro no cuzinho, antes de perder o cabaço da xota. Ela disse que era maravilhoso, que a dor era superada pelo tesão, que era uma submissão da mulher ao homem, uma humilhação e isto era excitante. Que todas deveriam ser submissas ao macho.

Depois ela começou a dizer que o relacionamento começou a se deteriorar e por fim divorciaram-se e ele começou a transar com outros homens livremente e que sem exceção todos queriam comer o cuzinho dela e ela dava gostoso. Que ficar com um pau dentro do cu era excepcional.

Ai perguntaram para ela como ele encontrava homens para fuder. Ela respondeu que em qualquer lugar, na academia, no trabalho, na fila de um supermercado, etc.

Surpreendente ela disse que começou a transar com casais e que se considerava bissexual.

Após falar isto ela na brincadeira disse para mim que ela poderia arrumar alguém e nós três transássemos e que eu iria acabar dando o cu.

Sai da manicure pensando mais ainda e até excitada em experimentar uma tora no meu cu, mas que não pensava em trair meu marido que era o único homem da minha vida e que eu morreria sem concretizar meu desejo.

Até que um dia me encontrei com a Karla na rua e ela estava com um homem muito bonito chamado Fernando. Ele devia ter uns 45 anos e a Karla disse do nada “Paula você lembrar do dia que sugeri que conversamos na manicure e eu disse que poderia arrumar um homem discreto para tirar seu cabaço do cu e que eu gostaria de participar? Pois bem o Fernando eh o homem ideal para isto. Fiquei vermelha e assustada. Ai o Fernando disse que eu era uma formosura, que me achou linda, com um corpo esculturau e que ele ficou com muita tesão de descabacar meu cuzinho.

Os elogios dele me deixaram excitada. Que mulher que não ficam excitadas com um belo homem a flertando. Senti minha xota naquela hora toda molhada.

Eu disse que precisava ir e então a Karla me deu seu telefone para que eu a chamasse para qualquer novidade.

Fiquei uma semana pensando naquilo até que uma hora decidi em dar o cu e mandei uma mensagem para a Karla e disse que topava sair com ela e o Fernando. Estava com tesão e medo ao mesmo tempo. A Karla respondeu na hora perguntando da minha agenda para marcarem de se encontrar. Em seguida mandou uma foto do pau do Fernando duro e disse que era aquilo que iria descabacar meu cu. Meu Deus pela foto o pau dele até que médio, mas muito grosso. Me excitei e marcamos de nos encontrar um dia a tarde na casa dela. Pesquisei na internet sobre dar o cu e quase todos diziam que era dolorido, mas que valia a pena. Antes de nosso encontro a Karla ia mandando fotos dela e Fernando. Uma delas era o Fernando com o pau inteiro no cu dela.

Estava ansiosa, com medo de que poderiam descobrir e ser o fim do meu casamento, mas estava decidida a encarar.

No dia do encontro me vesti normalmente e fui até a casa dela. A Karla estava só de calcinha e o Fernando pelado. O pau dele era realmente muito duro. Nos cumprimentamos e na hora a Karla começou a tirar minha roupa e fomos para o quarto. Estava cheiroso e com muitas rosas espalhadas pelo chão e na cama.

Nesta hora o pau do Fernando estava duro e era uma jeba.

A Karla então começou a me beijar e me levou até o Fernando que estava próximo a cama e eu sentei e o Fernando mandou com voz de macho a chupar o pau dele. Estava excitadíssima e decidida. Meti a boca no pau dele que mal cabia na minha boca, mas ele empurrava o pau na minha boca até eu engasgar. Fiz o melhor boquete da minha vida. Passava a língua em todo o corpo do pau e eu quando ele metia minha boca mais ainda eu passava a língua no pau dentro de minha boca.

Nisto a Karla veio participar e o Fernando alternava o pau dele entre nós. Até que a Karla veio e me beijou com a boca toda molhada. Gostei do beijo. Estava quebrando tabus. Uma mulher e o Fernando. Me excitava muito. A Karla mandou em então deitar-me de quatro na cama e então a Karla chupava minha xota e eu chupava aquele pau com vontade e querendo logo que ele comesse meu cu. A Karla me chupava gostoso. Lambia meu cuzinho e começou a enfiar o dedo nele. Gozei com a chupada dela.

Então a Karla disse chegou a hora menina. Ela pegou um KY e começou a besuntar meu cuzinho e então o Fernando tomou a ação e ficou de joelhos passando o pau em minha bunda. A Karla numa posição que me parecia incomoda beijava e chupava meus seios. Fernando então segurou minhas nádegas e pós o pau entre elas. Vi ele passando muito KY no pau e mais no meu cu com um dedo. Assim ele pôs a cabecinha na entrada do meu cuzinho e eu com muito tesão, mas com medo da dor pedi a ele que fosse devagarinho. Ele começou a entrar. No que chegou no esfíncter senti uma dor enorme e pedi um tempo a ele. Então ele falou que eu deveria ditar o ritmo com minha bunda indo para trás e para frente.

A Karla tirava fotos do pau dentro do meu cuzinho.

Comecei a mexer para frente e para trás e sentia que o cassete estava cada vez entrando mais. Doía horrores, mas o tesão era maior e relaxei. Nisto o Fernando começou a ditar o ritmo e a socar mais forte. Gritei de dor, chorei de dor, mas disse ao Fernando soca o pau no cu desta puta. Me fode gostoso tira de vez o cabaço do meu cu. Ele começou a socar mais forte e penetro o pau inteiro que senti minha bunda no seu corpo. Que delícia!!! Lembrei da Karla falando de submissão e me senti toda entregue ao Fernando. Eu gritava mais e mais para ele socar no cu da vagabunda. Ele havia fodido a Karla antes de minha chegada, então demorou um bocado para gozar. Acho que ficou mais de 20 minutos me fodendo. Até que ele uivou de prazer. Socou o pau até o fim e gozou. Foi uma maravilha. Me senti mulher.

Finalmente ele tirou o pau e disse bem vinda ao clube das mulheres que dão o cu. No que eu ia me deitar a Karla mandou com voz firme que eu continuasse de quatro. Ela meteu a língua no meu cu dilacerado e começou a engolir a porra que escorria do meu cu. Com porra na boca ela veio e me beijou. Sentia o gosto da porra. Engoli o máximo que pude. Então a Karla abriu bem minha bunda e o Fernando tirou uma foto e me mostrou. Eu vi um buraco enorme no meu cu. Estava arregacado. Arrombado. Finalmente deitamos os três na cama comigo no meio. Eles começaram então a chupar e lamber meios seios. O pau do Fernando ficou duro novamente e ele começou uma espanhola. Eu apertava meus seios para sentir mais o pau dele. Ficamos assim um bom tempo e a Jarla hora me beijava, hora chupava minha xota. Ela se molhava toda a boca e me beijava dizendo que era para mim sentir o gosto da minha xota. Então o Fernando parou a espanhola e disse que iria me fuder de novo. Pedi a ele que fudesse minha xota com aquele pau gordo para abrir mais minha xota. Nisto ele disse que hoje era o dia de fuder só cuzinho. Mandou me deitar e pegou meus joelhos na minha cara e começou o fuder meu cu e ficamos olho no olho. Está segunda vez parecia que doía mais, pois meu cu já estava dilacerado e machucado por dentro. Começamos a mudar de posição. Hora de quatro, hora de franquinho, hora de lado. Ele demorou a gozar e metia mais forte e mais forte. Quando foi gozar meteu a pica na minha boca e mandou eu não engolir, pois a Karla iria sugar to a porra da minha boca. Ela então me deu um beijo e transferi a porra para a boca dela.

Meu cu ardia, parecia que puseram fogo nele. Neste momento a Karla mandou eu ficar de quatro para outra foto. Ela me disse que tinha pregas de hemorroida para fora e que havia sangue em volta do meu cuzinho.

Falei que precisava ir embora, mas insistiram para eu ficar. Ficamos um tempão falando de minha experiência até que o Fernando ficou de pau duro de novo e deu para mim meter a boca. Acho que fiz o boquete mais demorado da minha vida. E a Karla pegou um vibrador de dupla penetração e me fudeu na xota e no cuzinho. Até que de novo o Fernando meteu no meu cu. Ele socava forte, mas não gozava. Sentia uma dor animal e pedi para ele parar, mas ele continuou a socar até gozar.

Fui me lavar no chuveiro e estava extasiada. Realizada. Me vesti e dei um beijo de língua para fora nos dois. Ainda abaixei-me e deu um beijo no pau do Fernando mesmo ele estando mole.

Me despedi, mas a Karla pediu que eu tirasse a calcinha para deixar de recordação. Me excitei pensando que sairia para a rua de saia e sem calcinha.

Ele tirou rapidamente minha calcinha e então vi que havia sangue nela, mas não me importei.

Fui embora, mas antes disse que queria repetir a dose quando meu cu estivesse pronto de novo para ser fodido.

Fui para casa realizada, mas nos dias seguintes sentia ainda muita dor. Não conseguia ir ao banheiro para cagar. Doía demais, passava papel e sangrava. Senti as pregas de fora. A dor não passava, sangrava e as tripas continuavam fora do cuzinho. Desesperada liguei para a Karla para perguntar o que fazer. Precisava ser logo, pois meu marido quando fosse me comer iria perceber que meu cu estava arrombado, dilacerado. A Karla disse que eu deveria ir ao médico para medicar o sangramento e fui. Estava morrendo de vergonha e quando chegou a minha vez contei ao médico o que havia acontecido e ele me examinou e disse que realmente estava arrombado. Injetou um remédio no cuzinho com um aparelho enorme que entrou fundo no meu cu. Antes de ir embora o médico me pediu meu telefone, pois ele ficou com muito tesão de comer meu cu. Deu o telefone e quando me recuperei passei uma mensagem que estava pronta para ele fuder meu cu. Marcamos e fomos a um motel. Ele não tinha o pau encorpado como o do Fernando. Comeu meu cu três vezes. Desta vez senti menos dor.
Eu e o médico, Daniel, nos tornamos amantes. De vez em quando ainda me encontro com a Karla e Fernando para um menage. O Fernando começou a fuder minha xota e era um prazer inexplicável, pois eu sentia aquela rola enorme roçar em minha buceta.

No final estava realizada com tudo aquilo e a Karla virou minha confidente. Dizia que iria arrumar dois machos para fazer DP comigo. Falei isto para o Daniel e na hora ele disse que queria ser um dos machos. Falei para a Karla e ela disse que o Fernando toparia ser outro macho.

No dia que encontramos os 4 foi uma suruba só. Gozaram na minha boca, fizeram espanhola com final feliz na cara. A Karla literalmente me comeu e fuderam meu cuzinho 5 vezes. Sentia dores, mas não eram mais tão fortes. Quando fizeram DP cavalgava no pau de um e o outro fodia meu cu. Adorava. Me sentia humilhada como a Karla dizia. Cada vez mais eu tinha tesão em dar o cuzinho, em fazer DP. Sentia uma forte necessidade em dar o cu, em ter múltiplos orgasmos e sempre dava um jeito de me encontrar com os três. O seco com meu marido não me deixava mais com tesão. Era muito normal para mim. Queria coisas selvagens mais e mais.

No final Daniel disse que era apaixonado por mim. Nos tornamos realmente amantes. Havia além da sacanagem amor do Daniel por mim. Ambos casados a pouco tempo, mas não queríamos deixar nossos parceiros.

Ficamos amantes como mais ninguém. Trocávamos mensagens de carinho todos os dias. As vezes quando dava ficávamos no WhatsApp o dia inteiro.

Quem ler este conto que é verdadeiro, vai saber que sou uma verdadeira mulher, decidida, forte e amante de sexo selvagem.

Com 25 anos me sinto totalmente realizada.

Vou publicar uma hora as fotos que a Karla tirou para terem certeza que este conto é real.

Beijos no pau dos homens que chegaram até aqui e uma sugada eniryni grelinho das mulheres.

E concluindo, realizei minha experiência em fazer anal que tinha desde os 15 anos e recomendo a todas que deem o cuzinho mesmo, mas com uma relação selvagem. Eh um sonho mágico que descobri. Minha experiência se tornou real, mágica. Me tornei uma fêmea faminta por sexo, por pau dentro do meu cuzinhos. Gozadas na cara e na boca. O gosto de pires não é tão bom, mas você se sente humilhada quando engole toda a porra. Quando gozam na sua cara para terminar uma espanhola.

Incrível. Já não tenho mais palavras para dizer como sou uma MULHER realizada.


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Comentários


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sex-addict Comentou em 25/08/2025

Essa é um tesão de mulher gosto de uma bunda , mulher q dar o cu gostoso

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jetesaogostoso Comentou em 25/08/2025

DLC de conto Tbm adoro ser humilhado pela minha mulher quando ela come meu cuzinho

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supertuga83 Comentou em 25/08/2025

Que tesão do caralho, meu pau chegou babando!! Simplesmente amei esse conto

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adlg Comentou em 25/08/2025

Tesao deu gostosa o cuzinho

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adlg Comentou em 25/08/2025

Delícia

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pedror Comentou em 25/08/2025

Delicia de conto Paula!!!

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ffsafadao Comentou em 25/08/2025

Safada aiii que gostosa Seus contos merecem fotos




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico paula1970

Nome do conto:
EXPERIMENTEI DAR O CUZINHO QUE ERA DESEJO DESDE ADOLESCENTE E VIREI MANIACA.

Codigo do conto:
240845

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/08/2025

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