Entre algumas aventuras, um cara, que depois descobri ser catarinense, mais novo, mais baixo e mais magro que eu (embora parecesse ser mais velho, talvez por ser meio loiro), se mostrou muito simpático durante os treinos. No início não desconfiei de nada, mas vê-lo sempre com um sorriso de canto a canto da boca me fazia desejar conhecê-lo mais.
Mesmo assim, mesmo batendo papo, indo embora juntos, eu não tinha certeza do que estava rolando.
A certeza veio no dia que o encontrei no banheiro. Simpático como sempre, mas discreto, conversávamos enquanto ele mexia nas coisas, com jaqueta esportiva e short curto preto de taktel, e eu dava um mijão num dos boxes. Aos poucos os outros foram saindo e fui lavar as mãos ainda conversando em ele olhando pelo espelho, até que ele ficou lá parado, sem fazer "nada", e ficamos sem assunto. Tentou emendar qualquer conversa e percebi ele sem graça. Foi a brecha que precisava. Ainda sem ter certeza, só fui em sua direção enquanto ele me acompanhava com os olhos incrédulo, sorriu sem graça, enquanto eu metia a mão no seu pau por cima do short e procurava sua boca com a minha.
Ele riu sem graça, e colocou o pau branco meia-bomba pra fora. Abracei ele e falei "você disfarça bem". "Você também", respondeu ele. "Achei que não curtia".
Dei uns beijos nele enquanto punhetava, e desci pra mamá-lo. Tinha um pau médio pra grande, branco, veiúdo, da cabeça rosa. Até bom, mesmo eu gostando de um lance mais moreno.
Levantei-me e voltei a beijá-lo. Então segurei a cabeça dele, tentando conduzir sua boca ao meu pau, mas ele resistiu. "Não, não chupo, não gosto", ele disse. Fiquei sem entender. Eu disse que também não gostava, mas fazia tudo pela putaria. "Eu ainda sou antigo pra algumas coisas", disse ele. Fiquei frustrado. Continuamos conversando, eu falei que já tinha dado de mamar para o baiano, e ele queria saber se dava pra fazer uma putaria a 3. "Só se você me mamar", falei a ele. Ele continuou hesitante, então só segui meu rolê.
Os dias passaram, e a gente continuou conversando normal. Rolaram outras putarias no banheiro com outros caras, nada memorável. Até que um dia, quando estou saindo do banheiro, o baiano entra de novo e me cumprimenta com um sorriso. Movido pelo tesão, fui atrás do catarinense. Encontrei dois andares acima e falei que o baiano estava no banheiro, se ele não queria dar de mamar junto comigo. Os olhos dele brilharam, mas ainda ficou na dúvida. Falei "se quiser, só me seguir". Ele pensou por um segundo e veio.
Descemos as escadas e eu disse a ele que não era combinado, que o havia chamado sem avisar ao cara, e que era para entrar de surpresa. Pedi para esperar no corredor e entrei.
O cara estava sentado no banco na frente dos boxes, e quando me viu, fez cara de bezerro pidão. Aproximei-me lentamente, fazendo cara de puto, e já o puxei para um beijo. Parei e ele entendeu logo o recado. Ajoelhou para uma mamada gostosa, e exatamente por ser tão gostosa é meu bezerrão oficial. Tesão subiu e já comecei a sentir que estava entrando no caminho para jorrar. Imaginando que o catarinense estava na porta vendo tudo, fiz o sinal sem nem olhar, e ele veio de vagar, com medo. Quando senti o vulto, ele estava com um sorrisão bobo e já tirando o pau para fora. Devia estar com muito tesão mesmo de olhar a situação e de estar prestes a participar, pois o pau estava trincando de duro. Dava para ver cada veia naquela rola branca, e a cabeça de rosada ficou um vermelho vivo.
O baiano nem reagiu, puto que é. Viu a rola do catarinense se aproximando da minha e já segurou para colocar na fila. Então colocou a rola branca na boca enquanto punhetava a minha. Procurei a boca do catarinense, ele resistiu um pouco (depois descobri que era comprometido), mas depois foi se soltando.
O baiano voltou a me mamar e depois colocou as duas rolas na boca. Puxei a camisa do catarinense para cima e comecei a chupar o mamilo dele. Ele delirou de prazer. O baiano começou então a engolir a rola branca dele e voltei a beijá-lo, desta vez forte, molhado e profundo. Ele se afastou e disse "assim eu vou gozar". "Goza!", eu respondi, "já vai fechar a academia ". E voltei a beijá-lo forte. Ele começou a soltar uns gemidos sufocados pelo meu beijo e gozou na barbixa do baiano. Depois de respirar ofegante, puxei a boca dele para a minha de novo, pois era a minha vez. Gozei tanto na barba do baiano que, quando ele se levantou, estava com a boca toda branca com porra de dois machos.
Falamos uma duas besteiras ainda, deixamos o baiano lavando a porra da boca, e fomos embora. O catarinense caminhando, conversando e sorrindo como se nada tivesse acontecido.