Sou casado há 5 anos. Minha esposa é linda, e eu também procuro me cuidar. Temos uma boa sintonia, mas desde sempre carreguei um desejo: abrir o relacionamento. Já me envolvi com outras mulheres ao longo do tempo, e inicialmente minha ideia era tentar algo como troca de casais. Minha esposa demorou a aceitar a possibilidade, mas, de qualquer forma, nunca chegamos a colocar isso em prática.
Com o tempo, percebi que meu verdadeiro fetiche era outro: queria experimentar o universo cuckold. A ideia de ver minha esposa com outros homens sempre me excitou. Foram anos apenas na fantasia, até que ela, depois de muita resistência e insegurança, finalmente aceitou explorar isso comigo.
O começo foi bem difícil. Ela tinha vergonha e desconfiava que eu só estava testando sua fidelidade. Precisei ir aos poucos incentivando-a a se soltar. Quando íamos à praia, por exemplo, eu a estimulava a usar biquínis menores, a desfilar, a se mostrar. Pequenos passos que, lentamente, foram quebrando barreiras.
O primeiro contato mais íntimo dela com outro homem foi apenas um beijo, e só muito tempo depois conseguimos avançar até o sexo. A experiência mexeu comigo: era um misto de ciúmes e excitação, mas conforme ela percebia que realmente se tratava de um fetiche e não de uma armadilha, começou a se soltar mais. Foi então que pedi algo mais intenso: queria que ela transasse com outro cara da forma mais bruta possível, sem se segurar, sem receios, me insultando e se entregando de verdade.
Depois de muita insistência, ela aceitou. Um dia inteiro em que poderia fazer o que quisesse, sem julgamentos. O que me surpreendeu foi que ela marcou esse encontro com alguém que já conhecia, diferente dos anteriores, que eram sempre pessoas totalmente alheias às nossas vidas.
Saímos para jantar, nós três. Conversa, bebidas, carícias na minha frente. Depois ela decidiu que a relação aconteceria no nosso próprio apartamento. Eu resisti, mas ela foi clara: “Você pediu para eu fazer do meu jeito. Então é assim que vai ser.”
No carro, ela já estava sem blusa, deixando ele tocá-la. No meio do trajeto, pulou para o banco de trás e começou a fazer sexo oral nele, me mandando apenas ficar punhetando e prestando atenção no trânsito. Aquilo me deixou em choque e excitado ao mesmo tempo.
Quando chegamos em casa, ela entrou na frente e já se posicionou de quatro no chão, com o rosto encostado no tapete e chamando ele para vir. Eles começaram a transar ali mesmo, e ela pedia que fosse com mais força, enquanto me chamava de corno e me mandava participar de maneiras diferentes: segurar os seios para ele chupar, puxar o cabelo, abrir o corpo dela para facilitar a penetração. Em certo momento tentei beijá-la, mas ela me empurrou e gritou com raiva: “Não encosta em mim, seu corno!” Aquilo me atingiu de um jeito estranho uma mistura de tesão e desconforto. Ela estava entregue, olhando para ele com desejo e para mim como se não sentisse nada.
Eu deveria estar realizado, mas ao ver minha esposa montando nele, gritando de prazer, recebendo tapas no rosto e até as mãos dele no pescoço enquanto ela pedia mais, percebi que não era tão simples assim. Só depois de algum tempo notei que eles estavam sem camisinha, e esse detalhe me deixou ainda mais dividido entre o medo e a excitação.
Em determinado momento, ela me perguntou onde ele deveria gozar. Respondi que fosse no rosto, mas logo em seguida ela cochichou algo no ouvido dele. Quando chegou ao clímax, ele tirou só um pouco e gozou na entrada dela, empurrando logo depois e continuando até esgotar. Minha mulher passou a mão e espalhou tudo pelo corpo, esfregou nos seios e então veio até mim, me abraçou e disse que me amava. Não resisti e falei que também a amava, não consegui transar com ela pois já tendo gozado antes. Mais tarde, ela tomou banho, voltou para a cama e ainda transou novamente com ele, dormindo ao lado dele e do meu. Mas algumas horas depois achei melhor ele ir embora tens do amanhecer e assim que ele foi, ela me tratou como se fosse um dia qualquer, perguntando se estava tudo bem. Eu não soube o que responder. Queria dizer que não, mas lá no fundo também tinha gostado. Depois de pensar um pouco, só consegui soltar: “Está tudo bem sim, mas acho melhor não repetirmos.” Ela concordou, e ficou por isso mesmo. Acontece que agora… eu quero de novo.