Meu Filho e Minha Roupa Íntima Somos uma família bem normal. Meus dois filhos vão para a escola e eu não preciso trabalhar porque ganhei o processo, e meu marido tem que me indenizar por suas infidelidades, além da pensão alimentícia. Então, como vocês podem ver, sou dona de casa. Me considero até que atraente e tenho um corpo com curvas e tudo natural. Gosto de usar blusas decotadas e sentir o olhar de adolescentes e homens mais velhos sobre mim. Sempre fui fã de pênis grandes porque eles conseguem alcançar lugares que você nunca imaginou que pudessem te dar prazer, tanto que seu corpo goza sozinho, repetidamente, sem parar. O incidente aconteceu com um dos meus filhos, o mais velho, Joel. Um dia, eu estava lavando roupa e percebi que uma calcinha suja que tinha usado no dia anterior havia sumido. Como às vezes recolho a roupa suja dos meus filhos com o cesto na mão, pensei que pudesse ter caído no quarto dele, então fui verificar. Quando subi as escadas, a porta estava entreaberta e, pela abertura vi a cama do meu filho mais velho, e vi o impensável: meu filho Joel estava se masturbando com aquela calcinha suja que eu tinha deixado lá. Ele estava com a minha calcinha no rosto, cheirando-a, e movia a outra mão para cima e para baixo com força no pênis. Fiquei chocada ao vê-lo; era tão grande quanto o do pai dele ou mesmo um maior, apesar da pouca idade, tinha recentemente cumprido os dezoito anos. Fiquei sem palavras, mas não conseguia parar de olhar. Depois de apenas alguns segundos, que me pareceram uma eternidade, ele soltou um gemido, cobrindo a boca com a minha calcinha, e um jato grosso de sêmen saiu do seu pênis, seguido por outros tantos que encheram sua barriga e púbis de muita porra ejaculada. Imediatamente saí daquela fresta, com medo de que ele me visse se decidisse sair do quarto, e não queria envergonhá-lo e muito menos ser surpreendida naquela atitude de voyeur. Mas isso me fez pensar por que meu filho faria uma coisa dessas com a minha calcinha. Como poderia se excitar com a calcinha da própria mãe. O pior não era ele e sim eu mesma, pois notei que minha calcinha estava encharcada e que eu havia me molhado toda, com os fluidos que escorriam de minha buceta para minha calcinha. Naquela mesma noite, continuei pensando nisso. Meu filho chegou em casa depois de jogar futebol com o irmão, e por curiosidade, resolvi espiá-lo enquanto se trocava no quarto. Vi de novo; era um pênis muito grande e grosso, uma verdadeira tora e honestamente, fiquei fascinada, mas ao mesmo tempo, me senti mal por ter pensamentos tão impuros sobre meu filho. Talvez fosse porque fazia mais de um mês que eu não transava, ou talvez fosse porque o tamanho do pênis dele me excitava muito. Comecei a me tocar enquanto ele se despia, mas não durou muito, então fui para o meu quarto tomar banho. Me masturbei pensando no pênis do meu filho, em como seria senti-lo dentro de mim, em como seria ser penetrada por ele. Coloquei o desodorante que tinha à mão dentro de mim e gritei, gozando por todo o box. Meu filho me ouviu e bateu na porta. "Você está bem, mamãe?", perguntou. Eu disse: "Sim, meu amor". Eu apenas esbarrei com o dedinho na porta do box. A masturbação naquele dia não ajudou muito; pelo contrário, piorou tudo. Era meia-noite e eu não conseguia dormir, então meu corpo me obrigou a fazer uma loucura. Tirei toda a minha roupa íntima, ficando apenas de roupão, e fui para o quarto do meu filho Joel. Fechei a porta e deixei o roupão cair. Eu estava decidido a cometer incesto, quando ele fez um movimento repentino, talvez por ter sentido a porta abrir, pensei em mudar de ideia. Mas a luxúria e o desejo pelo meu filho só aumentaram. Sentei-me ao lado da cama dele e puxei a manta que o cobria, expondo seu corpo até as coxas. Ele dormia sem camisa e de cueca, notei o tamanho do pacote que meu filho apresentava e senti minhas pernas tremerem e minha xoxota babar ainda mais, tanto que senti meus fluidos escorrerem em minhas coxas. Sem controle minha mão se dirigiu ao pacote e o acariciei. Como se impulsionado por uma mola, senti como o pau dele começou a endurecer em minha mão, ocupando todo o espaço que podia naquela cueca e ainda mais, parte dele saiu para fora pelo elástico da cintura, mostrando-me todo o esplendor de sua virilidade. Minha boca estava seca enquanto minha xoxota babava e escorria como uma fonte. Puxei sua cueca para baixo, liberando aquela espada de carne que me deixava em transe, apontada para cima, com a cabeça quase totalmente exposta pelo prepúcio. Olhei para meu próprio púbis e pude ver minha xoxota babando e escorrendo. Nesse momento todo o juízo se foi e então subi na cama e fui abaixando o quadril até que a ponta dura de seu cacete tocou as carnes molhadas de minha intimidade. Minha xoxota estava aberta pela posição em que eu estava, um leve movimento de quadril e consegui encaixar a glande em meu canal e então comecei a baixar meu corpo, engolindo centímetro por centímetro aquela espada em minha intima bainha. Quando finalmente senti a cabeça em meu colo do útero, percebi que nada mais cabia dentro de mim e que ainda faltava um bom pedaço de cacete do lado de fora. Nesse momento senti como suas mãos seguravam minha coxa e então olhei em sua cara e vi seus olhos muito abertos me olhando. Por um instante me horrorizou a situação e pensei em descer de cima dele e sair correndo de sua cama e de seu quarto, mas então, nesse mesmo instante, um movimento de baixo para cima de seu quadril, me fez sentir todo o esplendor de seu pênis dentro de mim, enquanto ele firmemente me segurava pelas coxas, mantendo-me enterrada nele. Tudo ficou confuso a partir de então, deixei meu corpo , deslizar para frente, posicionando meus joelhos em cada lado de seu quadril, ajeitei meu corpo de modo que o ângulo de penetração, ficou ajustado, as carnes de meu canal foram se amoldando e engolindo alguns centímetros a mais , enquanto ele, em movimentos de coito, claramente estava me fodendo a toda regra. Eu senti sua glande pressionando o fundo de minha intimidade, enquanto deslizava para dentro e para fora em um ritmo demencial, me fazendo abrir a boca, buscando um ar que escapava de meus pulmões em espasmos de prazer. Meus braços apoiados em seu peito me davam o equilíbrio necessário para me manter na posição perfeita para sentir sua virilidade, enviar choques contínuos de prazer para dentro de meu corpo. A conexão de minha xoxota com seu pênis era perfeita, nossos púbis quase se tocando, minhas carnes estiradas pelo grossor que me abria sem pedir licença, pressionando minha sanidade a limites insuspeitáveis. Eu senti meu clitóris roçando seu púbis e meu canal em espasmos apertar cada centímetro daquela barra de carne que me estava levando à loucura. E então comecei a gozar, as ondas de prazer espalhando por meu corpo, sensações começando na minha xoxota e explodindo em minha cabeça. Eram ondas intermináveis se irradiando ao mesmo tempo em que minha xoxota apertava seu cacete em meu canal, como se eu estivesse ordenhando aquele macho e na realidade era isso que acontecia, tanto que quase ao mesmo tempo, escutei um gemido e um lamento. - Mamãe, vou gozar. Escutei baixinho. Eu num impulso, num átimo de momento, sem qualquer sanidade, apenas respondi: - Jorra, solte tudo que você tiver dentro de mim. Quero sentir cada gota inundando-me por dentro. E então comecei a sentir os disparos de esperma inundar-me por dentro. Era um rio caudaloso serpenteando por minhas entranhas, molhando cada ínfima prega de meu canal vaginal e também parecia que algum ou outro disparo foi feito diretamente dentro de meu útero, trespassando o colo e sendo injetado em minha fértil matriz feminina. Sem forças, deitei-me em seu peito, ainda penetrada, ainda cheia de seu pau que não amoleceu nada, permanecendo duro e viril dentro de mim, tamponando-me de modo que nenhuma gota de seu esperma, fosse expelido para fora, como que assegurando de cumprir sua missão. Seus braços me abraçaram, mantendo-me aconchegada e protegida no peito do macho vencedor em sua fêmea. Enquanto eu buscava recuperar o controle de meu corpo ainda, chicoteado pelos espasmos do prazer, ao mesmo tempo sentia que estava dominada pelas sensações e pulsações daquela enorme espada de carne, cravada em minhas entranhas, injetando sua semente dentro de mim, tornava quase impossível o retorno à sanidade. Eu sentia as pulsações dentro de mim, alijando para longe qualquer vontade que não fosse absorver com e em meu corpo, tudo que estava dentro de mim, minhas próprias pulsações, puxavam para dentro de minhas entranhas, cada gota, cada movimento, cada pulsação daquela glande, apertando-me por dentro, tornando-se meu dono imediatamente, eu era dele, sabia intimamente isso. Não havia retorno, eu estava entregue, um novo macho se apropriava de mim, de meu corpo, de meus sentimentos, a lembrança de meu esposo era longínqua. Eu não mais era uma mulher casada, eu não era mais uma mãe. Eu era apenas uma mulher seduzida e dominada por um novo macho. Em dado momento senti que estava muito pesada por estar em cima dele e me desencaixei e me estendi ao seu lado naquela cama pequena de homem solteiro. Ele se moveu e me deu espaço, deitando-me de costas e então trepou em meu corpo, cujas pernas eu abri para recebe-lo novamente dentro de minhas entranhas. Então ele me possuiu, como um homem possui sua mulher. Estocadas profundas, as vezes lentamente, em outras rápidas, mas sempre profundas, demonstrando até onde ele podia alcançar dentro de mim e sabendo que ainda havia uma porção do lado de fora. Meus sentidos nublaram, minha consciência voou, saiu de meu cérebro e se deslocou para o acoplamento entre a cabeça de seu pau e o colo de meu útero, bem no interior da minha buceta, local onde anteriormente nenhum homem havia tocado intimamente. Eu comecei a gozar descontroladamente novamente, espasmos chicoteando meu corpo como um látego de uma dominatrix, as pulsações de seu pau dentro de mim, levavam ao delírio. Eu queria gritar, expor tudo que sentia, mas eu apenas conseguia gemer e dizer seu nome baixinho. Seu corpo colado ao meu, sua boca em meu pescoço, ora beijando, ora lambendo, ora me arrepiando. Meus braços apertavam-no contra mim, minhas unhas riscavam suas costas, meus calcanhares apoiados em seus glúteos, mantinham a penetração profunda e encaixada. Ele entrava e saía, puxava e empurrava, uma e outra vez, aumentando o ritmo, empurrado sensações e ondas de prazer. Meu gozo ininterrupto chicoteava-me, o ar em meus pulmões era insuficiente para suprir normalmente minha respiração que estava espasmódica, intermitente e completamente fracionada. Senti que ele subiu o tronco para poder me olhar, afrouxei o abraço que o mantinha preso ao meu corpo, colado, unido, enterrado em mim. Seu olhar era intenso, seu corpo tremia, eu sentia como seu pau ficava ainda mais grosso dentro de mim, as palpitações me deram a exata noção do que iria acontecer em instantes. Sua boca se abriu em suplica, e então ele me disse: - Mamãe, vou gozar, não aguento segurar mais. Eu apenas respondi. - Tudo dentro de mim, goza, sou sua, toda sua, se faça homem de novo dentro de mim. Foi minha resposta. E então tudo explodiu, ele empurrou o quadril fortemente dentro de mim, enfiando tudo que podia. Cheguei a sentir um pequeno incomodo tamanha a pressão que sua glande fez no fundo de minha vagina, mas ao mesmo tempo senti como a cabeça praticamente se encaixou no meu colo do útero. Senti que a ejaculação seria copiosa e profunda, nada seria perdido. Os disparos eram feitos diretamente dentro de meu útero, minha cérvix estava preenchida, o pulsar daquele membro injetando sua carga viril e fértil profundamente em meu corpo era inimaginável. Eu sentia que estava sendo inseminada, eu não estava protegida, a separação recente, e a falta de um parceiro, me fizeram abandonar qualquer método anticonceptivo, a menstruação já havia acabado há dias, meu filho estava metendo em mim sem camisinha e quem havia buscado isso era eu mesma. Eu fui até ele, deitei em sua cama e o recebi dentro de mim, seu grande pau me havia seduzido e dominado, qual seria o preço que eu pagaria por isso? Contarei o resto depois.
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Nossa que conto mais intenso. Foi preciso muita coragem a atitude da protagonista, e o melhor é que mexeu com a intimidade de cada uma de nós, parabéns minha amiga, seus contos são deliciosos