Fazia tempo que eu não via esse meu amigo, e a tensão entre nós já vinha se acumulando. Marcamos de nos encontrar. Quando ele parou, senti meu corpo despertar no mesmo instante. Entrei, e ele mal falou — apenas dirigiu, com aquela postura segura, firme, dono absoluto da situação. Levou-me até o meio de uma mata e estacionou sem perguntar nada, como se já soubesse exatamente o que faria comigo. Assim que desligou o motor, veio direto, sem hesitar. Segurou meu rosto e me beijou com força — o tipo de beijo de quem toma o que quer. O toque dele era firme, decidido, carregado de um desejo que não pedia permissão. Abriu a calça, baixou a cueca e simplesmente me encarou. Eu sabia exatamente o que ele esperava. Me ajoelhei e comecei a chupá-lo com vontade, deixando que o comando dele guiasse meus movimentos. Mantive o ritmo que ele queria — rápido, profundo — até ele gozar na minha boca, com aquela respiração pesada que me fazia tremer. Poucos minutos depois, ele já estava duro de novo. A forma como pediu para eu continuar — baixa, direta, autoritária — fez minha pele arrepiar inteira. Obedeci sem pensar. Mas ele não demorou: me virou com firmeza, entrou na minha buceta com força, estocadas intensas que arrancaram de mim um gemido involuntário. Logo depois, sem aviso, tomou meu cuzinho — e o gritinho que escapou de mim só fez ele apertar meu quadril ainda mais forte. Os movimentos dele eram certeiros, fortes, de quem sabe exatamente até onde pode me levar. Eu rebolava, entregue, completamente dominada, gemendo sem controle enquanto ele me tomava num ritmo que me deixava sem chão. O prazer subia rápido, quente, impossível de segurar. Gozamos praticamente juntos, como se nossos corpos estivessem sincronizados. Quando nos recomponhamos, ele voltou a tocar meu corpo do mesmo jeito: direto, firme, silencioso. Chupou minha bucetinha até eu gozar de novo, sem me dar tempo de pensar. Depois, me levou para casa — e eu fui chupando o pau dele no caminho, sentindo-o gozar na minha boca mais uma vez. Entrei em casa com um sorriso no rosto, ainda com o gosto e a presença dele impregnados em mim. Beijos, e até o próximo conto.
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