Sempre fomos amigas desde muito novas. Crescemos juntas, inseparáveis, como se o mundo só fizesse sentido quando estávamos lado a lado. Os anos passaram, e nos tornamos mulheres, cada uma com sua vida e suas responsabilidades. Mas a vida, como sempre, tinha seus golpes: passamos por términos dolorosos quase ao mesmo tempo. Decidimos que não ficaríamos em casa lamentando. Precisávamos nos soltar, esquecer por algumas horas os problemas. Deixamos nossas crianças com as babás e fomos para o samba. Bebemos, dançamos, rimos até a barriga doer. A música, a bebida e a companhia nos fizeram sentir leves, livres, quase flutuando. Chamamos atenção: éramos duas gordinhas lindas, seios fartos, coxas grossas e bumbuns enormes. Cada olhar recebido nos excitava, cada sorriso provocava arrepios. Nos divertimos intensamente, provocando desejos e sentindo cada instante com intensidade máxima. Quando a noite terminou, voltamos para minha casa, ainda rindo, ainda provocando olhares cúmplices. Ao chegar, fui direto para o banho. A água quente deslizou pelo meu corpo, acariciando cada curva, espalhando calor por toda a pele e despertando uma sensação de prazer antecipado. E então ela entrou. Minha amiga, confiante, completamente à vontade em minha casa, aproximou-se. Por alguns segundos, fiquei sem reação. Havia algo no jeito como ela me olhava — um brilho intenso, uma provocação silenciosa, um convite sem palavras que me fez arrepiar da cabeça aos pés. Algo totalmente novo, excitante, pulsando entre nós. — Posso ficar aqui com você? — ela perguntou, a voz baixa, quase rouca, carregada de desejo. — Claro… — respondi, sentindo meu coração disparar, meu corpo reagir antes mesmo da mente. A tensão explodiu imediatamente. Cada toque no braço, cada olhar que se prolongava, cada roçar de mãos acidental transformava a água quente em eletricidade pura. Cada gesto parecia planejado para despertar prazer, e meu corpo respondia a cada estímulo, tremendo de antecipação. Quando nos vimos nos espelhos do banheiro, sorrimos de um jeito cúmplice, provocante, quase desafiador. Havia algo novo ali, um jogo silencioso, uma intimidade que não precisava de palavras. O calor da proximidade nos envolvia, cada centímetro da pele sentindo a presença da outra, cada respiração carregada de desejo e expectativa. Depois do banho, enroladas em toalhas, sentamos próximas no sofá. Conversando casualmente, nossas mãos se roçavam de leve, nossos corpos se encostando sem pressa, os olhares se prendendo por segundos que pareciam eternos. Ela riu de algo que eu disse, mas havia um brilho malicioso naquele sorriso, e meu corpo reagiu imediatamente, ansioso pelo toque, pelo beijo, pelo calor da pele dela. Nos aproximamos ainda mais, e por um instante, encostamos os lábios de leve, quase como um teste, provocando arrepios que percorreram toda a minha coluna. Ela sorriu, vendo minha reação, entendendo cada desejo antes mesmo de eu perceber. Não era apenas um toque, não era só um flerte — era uma promessa silenciosa, um convite a explorar, a sentir, a se entregar totalmente. O beijo se aprofundou, quente, intenso, carregado de luxúria, provocando ondas de prazer que se espalhavam pelo corpo. Naquela noite, dormimos lado a lado, nossos corpos próximos o suficiente para sentir cada curva, cada suspiro, cada estremecer da outra. Ela acariciava minha pele, e eu me contorcia de prazer; sua boca explorava meus seios fartos, enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas coxas grossas e bunda grande, apertando, provocando, provocando cada reação, cada gemido. Era eletricidade pura, calor que acelerava o coração, suspiros involuntários escapando sem controle. Pela primeira vez em muito tempo, senti-me viva, desejada, provocada, completamente entregue — cada toque um fogo, cada gesto uma promessa de mais, cada respiração intensa. Os lábios dela desceram até minha intimidade, e fui ao céu. A boca dela era habilidosa, provocante, intensa, me deixando sem fôlego, tremendo de prazer. Fiz o mesmo com ela em um 69 delicioso, sentindo cada gemido, cada estremecer, cada reação, explorando cada curva e cada resposta do corpo dela. Chegamos ao clímax juntas, intensas, conectadas, incontroláveis, como se o mundo tivesse desaparecido ao nosso redor. Dormimos abraçadas, corpos ainda entrelaçados, exaustas, satisfeitas, cada toque final ainda carregado de calor e desejo. Quando a manhã chegou, nos olhamos com sorrisos cúmplices. Nenhuma palavra era necessária. Sabíamos que algo tinha mudado entre nós. Algo sensual, intenso, irresistível, carregado de promessas não ditas. Algo que jamais esqueceríamos.
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