Meu sobrinho Ian, com 18 anos recém-completados, é magrinho, mas tá começando a malhar, o que tá deixando ele com uma bundinha redondinha e empinada que me chamava atenção fazia tempo. Ele é branco, uns 1,70m, uns 60kg no máximo, com um corpinho lisinho. Eu conseguia reparar que os desejos dele tavam despertando, com as olhadas pro meu pacote enorme quando eu me sentava no sofá da casa dele, a bermuda acaba marcando porque eu não uso cueca.
Estava em casa assistindo um curso e Ian apareceu do nada, trazendo umas coisas que minha irmã tinha pedido pra me entregar. Eu tava sozinho, sem camisa, só de bermuda, largado no sofá da sala, o pau semi-duro roçando no tecido como sempre.
– Oi, tio Marco, vim te trazer as coisas que mamãe pediu - a carinha dele era sempre de quem queria rola.
– Oi, Ian. Chega mais, senta aqui do meu lado - a gente era próximo, e ele sempre gostou muito de mim.
Ele veio e se jogou no sofá pertinho de mim, o joelho roçando na minha coxa peluda. Eu sentia o cheiro dele, fresco e inocente, contrastando com meu suor de macho, que era fraco porque passei o dia em casa, mas era presente. Ele usava uma bermudinha curtinha, aberta do lado das pernas, que mostrava a bundinha que já tava ficando redondinha, a pele lisa brilhando um pouco com o suor.
– Tá assistindo o quê, tio?
– Um curso pro trabalho, mas a gente pode ver outra coisa.
Coloquei um vídeo de react que eu sabia que ele gostava, daqueles com comediantes fazendo caretas e piadas bobas. Ele riu logo de cara, se inclinando pra frente, e eu notei como o shortinho subia, revelando mais da curva da bunda dele.
Ele se deitou no chão de bruços do meu lado, empinando a bunda pro alto, como se estivesse se alongando depois de um dia na escola. Eu desviei o olhar rápido quando ele virou a cabeça, mas meu pau endureceu na hora, esticando a bermuda, grosso e difícil de esconder.
O latejar era forte, e eu sentia o pré-gozo umedecendo a ponta. Depois de uns minutos, me levantei e fui pro quarto, fingindo que buscava alguma coisa pra controlar o tesão que subia, mas na verdade só queria ele engasgando na minha pica.
Logo, ele veio atrás, os passos leves no piso de cerâmica.
– Tio, posso pegar uma água na geladeira?
– Claro, Ian, você tá em casa. – Eu ri, com aquela voz grave e olhando no fundo do olho dele, que faz os putinhos se derreterem. Meu olhar fixo o pregou no lugar por um segundo, e vi as bochechas corarem.
Voltei pra sala, e sentei numa poltrona, mexendo no celular, de frente pra ele no sofá. Percebia na visão periférica, que ele ficava alternando a atenção entre a TV e minha bermuda.
– Vem cá, Ian, me ajuda com uma coisa no celular. - inventei uma dificuldade com um app qualquer, e ele veio sentar no braço da poltrona.
– Se quiser, pode sentar no meu colo pra ficar mais confortável.
Ele agradecei, sentiu meu pau duro, e rebolou pra encaixar direitinho no meio daquela bunda redondinha. Eu já tinha certeza de que eu tava completamente babado.
Ele ficou maluco na hora. O corpo dele tremeu, um gemido baixo escapou dos lábios.
Tio... o que é isso? – murmurou, mas a voz saía rouca, cheia de fome, o pauzinho dele já marcando no short.
Eu ri baixo, uma gargalhada grave que vibrou no peito, e segurei a cintura dele com as mãos grandes, puxando mais perto, como se ainda fosse possível. O pau meu latejava contra a barriga dele agora, e eu sentia o calor subindo.
– Você sabe exatamente o que é, garoto. Tá pedindo há tempos. O tio vai te dar o que você quer de verdade. Você vai virar homem hoje.
Ele não recuou; em vez disso, se derreteu no meu toque. Eu sabia que o controle era todo meu.
Levantei ele, empurrei pra uma parede ali do lado. Meu pau forçava a sua barriga.
Desci a mão pro shortinho, apertando a bunda com força, os dedos afundando na carne macia.
Segurei o queixo dele com uma mão, inclinando a cabeça pra cima, e esmaguei minha boca na dele num beijo bruto, a barba roçando na pele lisa. Minha língua invadiu a boca dele com força, enquanto a outra mão descia pro shortinho, enfiando os dedos por baixo e apertando a bunda nua, os dedos roçando o cuzinho quente.
Ele gemeu no beijo, senti ele tremer, as mãos subindo pro meu peito peludo, os dedos se enroscando nos pelos.
– Tio... melhor não – Ele sussurrou, mas os olhos diziam o oposto, pedindo mais.
– Cala a boca e abre as pernas, garoto. Tio vai te mostrar o que um homem de verdade faz. – Me ajoelhei rápido, virando ele de costas. Abaixei o shortinho dele, enfiei a cara entre as nádegas, lambendo o cuzinho virgem com a língua grossa, chupando o anel apertado enquanto ele tremia e gemia alto. O gosto era puro, salgado de suor, e eu enfiei um dedo, depois dois, abrindo ele devagar, sentindo a resistência ceder.
Ele se contorcia, mas empurrava pra trás, querendo mais. Levantei, baixei a bermuda e liberei meu pauzão, grosso e veiudo, a cabeça inchada pingando. Segurei a nuca dele com uma mão, forçando a cabeça pra baixo.
– Chupa, Ian. Engole tudo pro tio.
Ele se ajoelhou na grama, os olhos fixos no meu pau. Ele tava maravilhado. Segurou com a mãozinha delicada. Eu coloquei minha mão por cima da dele, que mal fechava no meu pau, apertei e o pré-gozo, que já escorria, ganhou mais uma gota, bem grossa.
Ele ficou espantado, e olhou pra cima. Olhei nos olhos dele, e falei:
– Sente o gosto do tio.
Ele lambeu a cabeça, a língua rodando no pré-gozo. Quando sentiu o gosto, ele se transformou. É assim que eles ficam quando experimentam.
Engoliu o máximo que pôde, engasgando quando chegou na metade. Eu falei pra ele praticar engolir tudo. Ainda não era a hora de maltratar. Ele tinha que ganhar confiança, ficar à vontade servindo o tio.
Depois de uns 10 minutos, percebi que o maxilar dele já cansava. Minha mão, que já tava fazendo um cafuné nele, segurou o cabelo dele, empurrando mais fundo. Ele arregalou os olhos, surpreso, enquanto eu começava a foder a garganta com estocadas curtas e brutas. Ele tossia, lágrimas escorrendo, mas chupava com vontade, a boca esticada ao redor da grossura.
– Isso, Ianzinho... engole até o talo. Tio vai leitar tua goela. – Eu grunhia tentando meter tudo.
Falei pra ele relaxar, segurei ele pela nuca e forcei fundo, até que meu pau finalmente rompeu a resistência e deslizou pra garganta dele.
Ele tentava se desvencilhar, mas já não dava mais. Eu sentia as bolas apertando, o prazer subindo como uma onda, e não aguentei mais. Segurei a nuca com força, enfiando até o fundo e gozando direto na garganta. Jatos quentes e grossos enchiam ele, e eu mantive ali, forçando ele a engolir tudo.
Eu percebi o corpo dele convulsionando enquanto engolia. Ele tava gozando sentindo meu pau pulsar na garganta.
Ele tossiu quando soltei, mas me olhou apaixonado, o rosto todo babado, mas sem uma gota de porra, eu tinha feito ele engolir tudo.
– Gostou, bebê? Essa boquinha é minha agora. – Eu falei com ele fazendo um carinho no rostinho dele, seguido de um selinho. Enxuguei as lágrimas dele e me vesti.
– Obrigado, tio... eu amei.
– Isso é só o começo, garoto. Volta quando quiser mais. – Eu ri baixo, sabendo que ele voltaria, viciado.