Meu estagiário não resistiu a carona



Me chamo Marco, tenho 38 anos, 1,81 de altura, sou um cara parrudo, grisalho e peludo, do tipo grandão que impõe respeito só de entrar no ambiente. Eu tenho o hábito de fitar as pessoas no fundo dos olhos, e tem gente que fala que é como se estivesse lendo a alma delas. rs Não sou daqueles sarados de academia, mas meu físico brutão faz com que os caras me notem na hora. Sou 100% ativo, sem meio-termo.

Naquela manhã, acordei com o pau latejando de tesão. Tinha marcado com um contatinho na noite anterior, mas o cara me deu um bolo de última hora. Fiquei só na vontade, me virando no banho pra tentar aliviar, mas nada.

Saí de casa já meia-bomba, sem cueca como sempre, o volume na calça social marcando o suficiente pra quem prestasse atenção. Cheguei no escritório cedo, o lugar ainda vazio, e me joguei na rotina: café forte, e-mails pendentes. Minha mente vagava pro que poderia rolar se o dia colaborasse.

Foi aí que Luan chegou. Meu estagiário, 21 anos, negro, com aquela pele lisa e um corpo muito bem desenhado. Era a primeira oportunidade dele numa empresa grande como a nossa, e eu o contratei pessoalmente porque vi potencial.

Foda que aqueles lábios carnudos dele foi o que me chamaram atenção desde o primeiro currículo com foto.

Ele usava uma calça jeans que abraçava a bundinha redonda, mas eram os lábios que me hipnotizavam: grossos, macios, perfeitos pra... bem, pro que eu imaginava.

Luan era discreto pra caralho, sempre educado, cabeça baixa. Eu tentava deixar ele à vontade, mas ele evitava qualquer liberdade, como se soubesse que eu era o alfa do pedaço.

Ele conseguiu carona de casa e foi o primeiro a chegar depois de mim. O escritório ainda estava deserto, só o zumbido do ar-condicionado quebrando o silêncio.

- Bom dia, seu Marco - ele murmurou, pendurando a mochila e indo direto pra copa estreita ali no corredor.

Eu tava terminando meu cafezinho quando ele apareceu pra pegar água. O espaço era apertado, daqueles que força as pessoas a se esbarrarem. Passei por ele pra largar a xícara na pia, e meu quadril roçou na bunda dele, firme, quente sob o jeans. Senti ele arrepiar na hora, o corpo enrijecendo por um segundo antes de relaxar.

Ele virou o rosto, os olhos grandes me encontrando por um instante, mas desviou rápido, fingindo que nada aconteceu.

Meu pau deu um pulo na calça, ainda meia-bomba, e eu sorri por dentro.

- Desculpa o aperto, Luan - falei casual, mas meu tom saiu rouco.

Ele só assentiu, bebendo a água como se fosse a coisa mais importante do mundo.

O dia rolou tranquilo, mas com uma eletricidade no ar que só nós dois sentíamos. Eu na minha sala, ele na mesa ao lado, trocando olhares cúmplices por cima dos papéis. Toda vez que ele levantava pra entregar um relatório, eu notava como ele evitava se aproximar demais, mas os olhos dele piscavam pro meu colo, pro volume que não diminuía.

O dia passou normal, aquela correria de sempre. Muitas reuniões, muito telefonema...

Precisei sair no final da tarde e, quando voltei, ele estava concentrado no computador.

- Tá tudo bem por aqui? - perguntei

Ele murmurou um 'sim, senhor' que soou mais submisso do que o normal.

Eu via o nervosismo dele misturado com curiosidade, como se estivesse lutando contra algo dentro de si. Pro resto da dia, os olhares se prolongaram: eu o pegando me observando quando achava que eu não via, e eu devolvendo com um sorriso que dizia 'eu sei o que tá querendo'.

No final do expediente, o pessoal já tinha ido embora, e eu me levantei pra trancar as coisas.

- Ei, Luan, onde você mora mesmo? Pega ônibus todo dia? - perguntei, casual, mas com a intenção clara. Ele hesitou, limpando a mesa.

- Uns 40 minutos de carro, seu Marco. Mas eu me viro.

Ofereci a carona na hora:
- Eu te levo. Não é problema. - falei olhando fundo nos olhos dele, com um sorriso que deixou ele desconcertado.

Ele aceitou, olhos baixos, mas eu vi o tremor na voz. Saímos juntos, o estacionamento vazio ecoando nossos passos. Meu carro era um sedã espaçoso, mas no banco do passageiro, ele parecia menor, vulnerável.

Dirigi em silêncio no começo, o trânsito leve da saída da cidade. Puxei papo sobre os objetivos dele:

- E aí, o que você quer daqui pra frente? Essa empresa é só o começo, né?

Ele relaxou um pouco, falando da faculdade, dos sonhos de subir na carreira. Coloquei a mão na perna dele pra enfatizar um ponto.

- Você tem potencial, garoto - e senti ele tremer de novo, como na copa.

Seus olhos encontraram os meus, profundos e intensos, e dessa vez ele não desviou. Vi o pau dele começando a marcar na calça jeans, o tecido esticando devagar.

- Seu Marco... - ele sussurrou hesitante, mas eu só apertei um pouco mais a coxa, olhando no olho, aproveitando que paramos num sinal.

Então, ele olhou pro meu colo.

Meu pau tinha engrossado com o toque, e sem cueca, o contorno era óbvio na calça social fina. Ele parecia ainda mais grosso depois de tanto tempo com tesão sem gozar. Já dava pra ver uma gotinha vazando na calça da baba do meu pau.

Ele ficou hipnotizado, os lábios carnudos se entreabrindo levemente, como se estivesse imaginando o gosto.

- Pega - falei, já levando a mão dele pro meu volume. Ele apertou como se tivesse esperado semanas por isso. Eu não aguentei e dei uma gemida grossa que acordou ele do transe.

Parei o carro num canto mais escuro da rua, perto de um parque vazio, discreto o suficiente pra gente não ser notado.

- Vem cá - falei baixo, abrindo o zíper devagar. Meu pau saltou pra fora, grosso, veias pulsando, a cabeça babando muito pré-gozo, cercado de pelos escuros. Eu nem uso cueca pra me incomodar.. ele fica ali, livre, pronto pro que der e vier. O cheiro dos meus pentelhos de um dia de trabalho tomou conta do carro. Não era forte, mas era presente.

Luan engoliu em seco, mas não recuou. Apertou a grossura do meu pau fazendo aquela gota farta de baba sair e lustrar a cabeça da minha pica.

- Posso, seu Marco? - ele perguntou me olhando com uma cara de pidão que eu ainda não conhecia de Luan.

Eu só falei: 'Deve'

Ele se inclinou no banco, os lábios roçando a glande primeiro, macios como eu sonhava. Segurei a nuca dele com uma mão firme, guiando devagar no começo. Ele chupou hesitante, a língua explorando o comprimento, mas eu queria mais. Ele gostava do que tava fazendo, mas ainda precisava praticar mais.

- Engole tudo, garoto - ordenei, empurrando os quadris.

Aqueles lábios carnudos se esticaram ao redor da grossura, e ele gemeu, vibrando no meu pau. Abusava da garganta dele aos poucos, metendo fundo até sentir a resistência, o nariz dele no meus pentelhos. Ele engasgava, babava muito, olhos lacrimejando, mas não parava. Eu não deixava.

- Tá gostando da pica do chefe? - perguntei sabendo da resposta.

Quando ele foi gemer em resposta, eu aproveitei segurei ele pela nuca e consegui deslizar a cabeçona da pica pra garganta dele. O encaixe me deixou maluco. Eu fodia a boca dele, o som molhado era alto. Eu nem me preocupava se tinha alguém ouvindo.

O tesão acumulado da manhã explodia agora, e eu não avisei. Quem manda sou eu. Ele já sabe disso.

Segurei a nuca com força, enterrando até o talo, e gozei. Puta que pariu, como eu gozei!

Jatos quentes e grossos direto na garganta do Luan, de surpresa total. Ele engasgou, lutava pra sair, mas eu não ia deixar ele desperdiçar. Ele engoliu tudo, tossiu um pouco, quando eu permiti meu estagiário.

Mas ele olhava pro meu pau, incrédulo de que tinha conseguido dar conta de engolir minha tora. Ele lambia os restos como se agradecesse a oportunidade que eu dei pra ele.

Quando terminou, ele se endireitou, rosto vermelho, lábios inchados e brilhantes, a visão mais linda.

- Boa, garoto - falei, fechando a calça e ligando o carro de novo.

O resto da carona foi em silêncio cúmplice, mas eu sabia que aquilo era só o começo. Luan desceu na frente do prédio, me olhando uma última vez com aqueles olhos que agora diziam 'obrigado'.

No dia seguinte, no escritório, os olhares seriam diferentes, mais ousados, mais nossos. Mas eu não dei muita liberdade, pra ele entender que quem continua mandando ali era eu. Isso durou até a próxima vez que quis abusar dele.


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Comentários


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albertoaoj Comentou em 30/11/2025

Tesão do caralho




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu estagiário não resistiu a carona

Codigo do conto:
248223

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/11/2025

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