Matando aula para levar pau

Lá estava eu toda indecisa naquela quarta-feira, Beto mandando mensagens que queria me ver e eu na segunda metade da aula bioquímica, na minha mente já sabia que se ficasse fora de casa até mais tarde ia ter que inventar alguma desculpa para minha amiga Laura com quem eu dividia apartamento.

Laura era da igreja e conhecia meus pais, na verdade minha família sempre foi muito superprotetora comigo, foi complicado me deixarem ir para outra cidade para morar sozinha e fazer faculdade, da mesma forma conheciam bem a Laura, com quem minha mãe sempre conversava, então se ela desconfiasse de algo não duvido nada que chegaria nos ouvidos da minha mãe.

Não culpo meus pais, afinal até poucos anos antes eu quase tinha me tornado freira, minha mãe super católica ainda devia pensar que eu era virgem, quem dera ela soubesse que na época abandonei no meio do noviciado porque cai em tentação nos braços de um safado (um dia conto como foi).

Enfim, acabei cedendo ao desejo e tomando a decisão de sair da aula para encontrar Beto, mesmo sentindo culpa inventei uma desculpa para minhas colegas e saí, Beto me pegou na esquina da faculdade, eu me sentia ansiosa e com medo de ser vista, mas excitada para fazer coisinhas erradas.

No momento que entrei no seu carro já percebi a taradeza daquele homem, sem pudor ele me disse que eu estava deliciosa com legging e apertou minha coxa quase encostando na minha bocetinha, senti um calafrio percorrer meu corpo quando olhei pro lado e já notei o volume em sua calça.

Entre carícias por meu corpo e passadas de mão atrevidas decidimos ir direto para seu apartamento, foi uma meia hora de trânsito até chegar lá, mas assim que entramos sem rodeios ele me agarrou com força me beijando, sua mão apertou forte minha bunda e senti meus pés saírem do chão quase como se ele quisesse rasgar minha calça naquelas puxadas.

Gemi dizendo que precisava voltar inteira para casa e Beto deu uma acalmada, me botou de volta no chão e me arrastou até o sofá, lá me puxou sobre seu colo numa mistura de beijos e carícias, no mesmo instante senti debaixo de mim seu volume pulsando. Não me fiz de santa, dei uma reboladinha sobre ele esfregando para frente e para trás enquanto olhava em seus olhos, o tarado segurava minha cintura acompanhando os movimentos com um olhar de lobo faminto para me devorar.

Sua boca grudou no meu pescoço me causando um arrepio delicioso, quase que involuntariamente desci minha mão até sua calça encostando meus dedos naquela cabeça que já saltava para fora, não sei explicar, mas as carícias daquele homem em meu rosto enquanto eu apertava a cabeça do seu pau me deram um gatilho enorme.

Dei uma olhadinha para baixo me imaginando beijando aquela cabeça e instantaneamente senti meu corpo formigar com ainda mais excitação, não falei uma palavra, apenas sai do seu colo e me ajoelhei na sua frente. Beto terminou de abrir a calça deixando aquele pau saltar para fora, observei por um instante pulsando enquanto uma babinha escorria melando toda a cabeça inchada.

Com uma mão segurei na base deixando-o bem ereto e então comecei a percorrer meu dedo em volta daquele cogumelo, Beto deu uma tremida respirando fundo e se curvou para trás no sofá, dei uma olhadinha em sua direção e me senti ainda mais mulher vendo aquele membro pulsando por minha causa.

Fiquei ainda mais excitada, senti minha bocetinha melar sem controle enquanto brincava com os dedos naquela cabeça, aos poucos comecei beijando a base daquele pau, dando umas chupadinhas pela região acima das bolas até perceber seus líquidos escorrendo por toda a extensão. Subi com a língua sentindo seu sabor e envolvi aquela cabeça em meus lábios, Beto soltou um gemido involuntário que me fez ficar ainda mais excitada.

Entre chupadas e beijos senti ele enrijecendo igual pedra, as veias pareciam que iam estourar enquanto eu sequer conseguia abocanhar inteiro, foi aí que percebi suas duas mãos vindo por entre meus cabelos, dava pra sentir em seus movimentos a vontade daquele homem de segurar minha cabeça e forçar pau na minha garganta, mas Beto se controlava me deixando livre para seguir da minha maneira.

Me forcei para engoli-lo além do normal, só que no primeiro toque da cabeça na minha garganta veio a ânsia de vômito e comecei a babar muito, minha saliva escorria até a base daquele pau de uma forma que foi me fazendo sentir ainda mais suja e safada, quanto mais eu chupava mais sentia minha bocetinha escorrer e se lambuzar de excitação com aquela mistura de sensações.

Por um instante afastei a boca daquele pau e olhei pro Beto, foi aí que ele segurou meus braços e me fez ficar de pé na sua frente, suas mãos desceram por minha cintura abaixando minha legging e ele esfregou um dedo sobre minha calcinha, senti o tecido deslizar sobre minha bocetinha me fazendo sentir o nível da minha excitação.

Numa mistura de prazer e desejo dei uma olhadinha pra baixo enquanto ele abaixava minha calcinha lambuzada, dava para perceber os fios do meu melzinho esticando entre meus lábios e o tecido com a região toda melada, não tinha nem como esconder como meu corpo estava entregue aos desejos.

Beto permaneceu sentado na minha frente e no mesmo instante que abaixou minha calcinha segurou na minha bunda me puxando até meu ventre encostar na sua cara, suas mãos apertaram minha cintura quase me levantando e no momento que fiquei na ponta dos pés senti sua língua roçar na minha bocetinha, percebi até seu nariz deslizando no meu clitóris de um jeito que fez minhas pernas tremeram, me curvei para frente sobre ele tendo que me apoiar com as mãos no encosto do sofá para não cair.

Beto segurou minha bunda ainda mais forte e se curvou para trás levando minha cintura com ele, fiquei de joelhos apoiada no canto do sofá enquanto sua boca debaixo da minha bocetinha me sugava feito um bezerro faminto. Por alguns instantes lutei para conseguir uma maneira de me ajeitar naquela posição, até que finalmente me acomodei sobre sua boca, eu nem percebia direito o que ele estava fazendo, era uma mistura de linguadas e chupadas tão excitantes com seu rosto esfregando no meio das minhas pernas, estava tão gostoso que quando comecei a rebolar sobre sua cara meu orgasmo veio instantaneamente.

Minhas pernas tremeram, senti minhas coxas contraindo tentando se fechar enquanto gemia e unhava seus ombros, soltei todo meu peso sobre o tarado e o puto não desgrudava a boca da minha bocetinha, em instantes quando meu corpo começou a relaxar tomei um susto enorme, percebi meu celular tocando e um nome na tela, era da minha mãe, gelei e paralisei completamente sem saber como reagir.

Eu tinha me esquecido completamente, mas toda a noite ela me ligava quando eu saía da aula, meu coração acelerou e senti uma ansiedade enorme, gritei pro Beto que precisava atender e tentando me recompor peguei o celular para falar com ela ainda com a voz trêmula.

Fingi normalidade dizendo que tinha acabado de sair da aula e estava aguardando a Van para ir até para casa, eu não sabia se sentava, se ficava de pé, se me afastava do Beto. Por sorte minha mãe não percebeu nada de errado, acho que ela jamais me imaginaria fazendo algo como aquilo, já eu lá nua de pé na frente de um homem, bocetinha ainda escorrendo os líquidos do meu último orgasmo misturado com a saliva do tarado.

Me esforcei para conseguir raciocinar direito e me sentei no sofá, dei uma olhadinha pro Beto e percorrendo minha mão em seu braço falei baixinho para ele aguardar alguns instantes, enquanto isso minha mãe em conversas triviais pedia minha opinião sobre o que faríamos no final de semana que eu iria viajar pra para sua casa.

Comecei a me sentir uma completa dissimulada, olhava para o lado e não conseguia desviar o olhar daquele pau enquanto ao mesmo tempo fingia a mais completa normalidade ao telefone, Beto mantinha apenas uma mão com leves carícias nas minhas coxas, o suficiente para manter meus desejos acesos enquanto o safado me observava mentir para minha própria mãe.

Assim que desliguei o celular no mesmo instante voltei sobre seu colo, Beto sussurrou no meu ouvido que eu era uma putinha safada, apenas aquelas palavras me fizeram ficar extremamente excitada novamente, uma mistura de vergonha, culpa e desejos errados reacenderam o calor no meu ventre de forma ainda mais torturante, além de que no mesmo instante eu sentia seu membro endurecer debaixo de mim.

Mal consegui dizer para ele que não teria muito tempo e logo minha mãe iria ligar novamente perguntando se cheguei bem e aquele safado me agarrou, ele me jogou deitada no sofá e rapidamente posicionou a cabeça na minha entradinha, senti aquela esfregada gostosa para nossos líquidos se misturarem e ele começou a forçar.

Devagar foi entrando, movimentando para frente e para trás indo cada vez mais fundo, até o ponto que eu já me sentia preenchida e esticada por dentro, a cada empurrada as ondas de prazer percorriam meu ventre fazendo meu corpo se deliciar em êxtase.

Beto se deitou sobre mim me cobrindo por inteira, naquela posição senti a empurrada lá no fundo, do jeito que faz a gente até se encolher, desse momento em diante as socadas frenéticas vieram para acabar comigo, era capaz de até os vizinhos estarem escutando o barulho das suas bolas estalando na minha bocetinha, rapidamente aquilo me levou a mais um orgasmo, nem gritar consegui, pois, sua boca sufocava a minha em beijos.

Com violência o puto me jogou de quatro de bunda empinada e foi com tudo, deu um puxão forte no meu cabelo ao mesmo tempo que afundou o pau inteiro para dentro de mim, dei uma olhadinha para trás observando aquele homem enorme segurando minha cintura e gemi de prazer com as empurradas.

Naquela urgência de foder Beto puxou meu cabelo e começou a me macetar forte, seu vai e vem deslizando freneticamente me fez encolher de cara no sofá, o puto não se segurou e acelerou ainda mais as bombadas, senti arder, parecia que minha bocetinha ficava dormente de tanta fricção.

Era a primeira vez que ele me pegava numa ânsia tão grande, uma sensação de entrega e submissão tomou conta de mim, nem gemer mais consegui quando ele se deitou sobre meu corpo e pressionou minha cabeça sobre o sofá, me senti presa e dominada num ponto que minha excitação foi ao extremo e tive mais um orgasmo, dessa vez mais intenso que o normal, eu sentia como se estivesse fazendo xixi, minhas coxas tremiam e meu ventre pulsava enquanto aquele pau afundava sem piedade para dentro de mim.

E eu não fui a única, logo ele travou inteiro dentro de mim e seus jatos explodiram com tudo lá no fundo. Beto apertava com força minha cintura enquanto dava as últimas bombadas, eu conseguia sentir as pulsações daquele pau de tão intensa a gozada do safado, ele ficou travado dentro de mim me agarrando por um bom tempo, mordia minha nuca e esfregava as mãos por meus seios enquanto nossos corpos deslizavam de suor.

Quando finalmente se acalmou e tirou aquele pau senti seu líquido fluindo dentro de mim, escorrendo da minha bocetinha quando se afastou, não consigo negar que essa sensação me deixa doida, o ápice do prazer ter em mim todo o gozo resultado do desejo de um safado.

Mal pude aproveitar aquele momento e me vesti rapidinho para ir para casa, sabia que minha mãe logo me ligaria e não queria ter que mentir novamente, saí do apartamento do Beto e fui caminhando para meu prédio, aproveitei e liguei para ela dizendo que estava chegando bem, enquanto isso a cada passo que dava continuava me sentindo uma mentirosa safada, afinal o gozo daquele homem ainda estava todo dentro de mim, descendo devagar e melando minha calcinha.

Foto 1 do Conto erotico: Matando aula para levar pau

Foto 2 do Conto erotico: Matando aula para levar pau


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario Fabio749

Fabio749 Comentou em 05/01/2026

Que delícia de conto! Me vieram várias rostos na mente, várias histórias da minha vida... Gozei pensando em você.

foto perfil usuario mikaella-o

mikaella-o Comentou em 04/01/2026

Kkkkk ja fiz muito isso também

foto perfil usuario fernando1souza2

fernando1souza2 Comentou em 04/01/2026

Fiquei até sem palavras agora!

foto perfil usuario jmgaucho

jmgaucho Comentou em 04/01/2026

Vamos marca pra vc matar. Aula comigo

foto perfil usuario frances21

frances21 Comentou em 04/01/2026

Vem matar aula comigo

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 04/01/2026

A bethinha dos sonhos de muitossss Homens q delícia




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


247351 - Meu shortinho de lycra e o porteiro tarado – Parte 4 - Categoria: Heterosexual - Votos: 24
246990 - Meu shortinho de lycra e o porteiro tarado – Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 26
246600 - Meu shortinho de lycra e o porteiro tarado – Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 34
246443 - Meu shortinho de lycra e o porteiro tarado – Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 45

Ficha do conto

Foto Perfil beatriz2005
beatriz2005

Nome do conto:
Matando aula para levar pau

Codigo do conto:
251020

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/01/2026

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
2