Primeira noite fora das mensagens - Parte 2

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Eles saíram do shopping caminhando próximos demais para um lugar tão público. Não era de mãos dadas, não era um abraço, mas também não era distância. Rafael mantinha a mão firme na cintura de Marcos, às vezes subindo pelos ombros, às vezes escorregando até a lombar, como quem guia sem pedir licença. Em outros momentos, passava o braço pelos ombros dele, puxando-o levemente para perto, num gesto que não parecia afeto comum e sim parecia posse tranquila.

A sacola da lingerie balançava discretamente na mão de Marcos. Era leve demais para o peso que carregava. Cada passo fazia aquele objeto ganhar mais significado, como se lembrasse o tempo todo que algo já tinha sido decidido sem que ele tivesse participado da decisão.

O estacionamento estava iluminado demais. Marcos sentia o próprio corpo quente sob a camisa, o perfume que tinha passado antes de sair ainda presente, misturado agora a uma ansiedade que não conseguia esconder. Rafael abriu a porta do carro, esperou que ele entrasse, fechou com calma. Nada era apressado. Nada era improvisado.

O carro saiu do shopping e entrou nas ruas da cidade. Marcos observava pela janela, tentando reconhecer o caminho. Em algum momento pensou que estavam indo para a casa de Rafael. Fazia sentido. Tudo até ali fazia sentido demais para ser outra coisa. Rafael dirigia em silêncio, uma mão no volante, a outra repousando ocasionalmente sobre a perna de Marcos, sem olhar, sem explicar, como se aquilo fosse natural.

O toque não era breve. A mão ficava ali, pesada, quente, presente. Marcos sentia o coração bater mais rápido cada vez que o carro parava no sinal. Pensava no que tinha comprado, pensava no que Rafael tinha dito na loja, pensava no nome que tinha ouvido mais cedo, Marina, dito com tanta naturalidade que ainda ecoava dentro dele.

Quando o carro virou e entrou na entrada iluminada, Marcos entendeu na hora. O portão, as luzes, a placa discreta. O motel não dava margem para dúvida. O estômago revirou, não de medo, mas de impacto. Nunca tinha estado ali. Nunca tinha imaginado que seria assim, daquela forma tão direta, tão silenciosa.
Rafael não disse nada. Apenas parou o carro, pegou o ticket, seguiu o caminho até o quarto. Marcos sentiu o corpo inteiro reagir, como se algo dentro dele tivesse sido acordado à força. Não houve perguntas, não houve explicações. Só o som do motor desligando e o silêncio pesado que veio depois.

O quarto era simples, limpo e funcional. A cama grande ocupava o centro. O espelho no teto, refletindo tudo, era impossível de ignorar. Marcos sentiu um arrepio subir pela espinha ao perceber que não haveria como se esconder ali. Rafael trancou a porta com calma, jogou as chaves sobre a mesa e se virou para ele.

O olhar foi direto, avaliador, sem pressa.
— Antes — disse, finalmente — quero te ver como está agora.

Não explicou mais nada. Não precisou. Marcos entendeu. Tirou a camisa sentindo o próprio corpo responder, o espelho devolvendo uma imagem que ele ainda não estava acostumado a encarar daquele jeito. Rafael observava em silêncio, atento a cada movimento, como se quisesse gravar aquele momento específico: Marcos ali, vulnerável, excitado, real.

Quando estava nu, Marcos sentiu o peso daquele olhar mais forte do que qualquer toque. Rafael se aproximou, devagar, passou a mão pelo corpo dele sem pressa, tocou lentamente o pau de Marcos, que embora mole naquele momento, pingava muito em claro sinal de excitação, passou a mão pela bunda, como quem já preparava terreno para mais coisas.

Depois recuou um passo.

— Vai lá — disse, indicando o banheiro com um leve movimento de cabeça.

Marcos pegou a sacola. O banheiro era pequeno, mas bem iluminado, quase cruel. Era a primeira vez em um motel. A primeira vez com uma lingerie completa. A primeira vez sabendo que alguém esperava do lado de fora, não com ansiedade, mas com certeza.

A sua lingerie era um espetáculo, várias peças para o corpo todo, era preta magnífica, com sutiã, calcinha, cinta-liga e meião todos de renda.

Vestiu cada peça com cuidado. O tecido novo contra a pele fez o corpo reagir imediatamente. Olhou-se no espelho, respirou fundo. Não havia volta ali. Abriu a porta.

Rafael estava na cama, já deitado, apenas de cueca, como se tivesse esperado exatamente aquele tempo. O olhar mudou no instante em que viu Marcos. Não houve elogio imediato.

- Dá uma voltinha, disse Marcos rindo admirado com o que via.

Marina, deu um girinho devagar para Rafael, e antes mesmo de terminar ela já estava na cama com ele, o puxão foi rápido, ele a jogou na cama e foi por cima dela de maneira rápida. Olhava nos olhos dela e lhe deu um beijo voraz, apertava o seu corpo inteiro, entre beijo revezava entre morder o pescoço e orelha, Marina se arrepiava toda.

- Você vai me dar sem tirar essa lingerie. Disse Rafael na orelha dela.

Marina entendia, ela seria uma mulher a noite toda.

Rafael então se levantou, abaixou sua cueca e colocou seu para fora, estava liso, lisinho, ele havia se preparado para aquilo, Marina sentia saudades do pau dele, era o maior que ela conhecia, ela imaginava ter uns 18cm. Ele foi indo mais perto de joelhos sobre ela e parou na altura do peito e deu o pau para ela chupar, Marina abocanhou e levou uma mão até ele. Batia e chupava ao mesmo tempo, estava mais experiente agora. Rafael levava uma mão ao pescoço dela e apertava, Marina estava gostando daquilo, então leve levou a outra mão ao pau, tirou da boca dela e batia em suas bochechas, foi mais para frente e colocou seu saco na boca dela, o pau ficou sobre seu rosto babando e melando, Marina chupava o saco firme, Rafael gemia por cima dela.

Rafael se afastou, saiu de cima dela.

- Quero uma voltinha com você de 4.

Marina obedecia, levantou-se, ficou de 4 e girou lentamente como uma cadelinha, ganhou tapas em sua bunda e parou com aquele rabão empinado para Rafael.

Ele não pensou duas vezes, com cuidado para não rasgar a lingerie, porém selvagem como um animal atacou aquele rabo, afastou a calcinha de lado e chupava o cuzinho de Marina, que empinou ainda mais e rebolava devagar na língua dele. Ela gemia abafadamente pelo colchão, Rafael levou sua mão sobre o volume dela por dentro da calcinha e apertava, aquela volume mal cabia ali naquele momento, afastou seu rosto, aproximou a mão, com o dedo pressionava devagar, passava o dedo em círculo, o cuzinho praticamente já engolia aquele dedo, que facilmente entrou, Rafael colocou o pau de Marina para fora da calcinha e passou a masturba-lá no mesmo ritmo em que a dedava.

Com o tempo um dedo, virou dois, dois viraram 3 e Marina gemia, abafadamente avisou:

- Rafa, eu to quase gozando. A voz quase não saiu.

Rafael não queria que fosse "só" daquele jeito, retirou seus dedos de dentro dela, parou de bater para ela e deu um tapa naquela bunda branca e pediu que ela ficasse de joelhos na cama. Marina mesmo trêmula assim fez, Rafael ficou também e enquanto a beijava esfregava o pau de Marina ao seu, batia para os dois juntos, ela naquela momento mais gemia do beijava.

- Assim não vou aguentar. Disse ela entre gemidos.

Rafael acelerou o movimento era exatamente o que ele queria, Marina de fato não durou e encostando sua cabeça no ombro dele gozou, melou sua lingerie, melou a barriga de Rafael e melou o pau dele, mas isso passava longe de ser um problema, Rafael aproveitou o momento de queda dela e a empurrou na cama, ela caiu deitada de barriga pra cima, Rafael levou as pernas dela ao ombro, usou a porra dela como lubrificante no próprio pau e lentamente levou ao cuzinho de Marina, que não teve problemas em aceitar aquela penetração.

Rafael não quis saber de der romântico ou carinhoso, socava fundo nela, o som era ensurdecedor de sua coxas batendo na bunda dela, ele ainda se admirava com a visão do pau mole de Marina. As estocadas eram firmes, Marina gemia alto, era balançada, não tinha controle de nada, apenas era puxada e levava rola atrás de rola, Rafael então a largou na cama, foi perto enfiou seu pau na boca dela e não teve pena, fodeu a boca dela, segurava o rosto e metia fundo na garganta de Marina, seu pau saiu todo babado quando retirou.

- Fica de 4. Falou, Rafael.

Ela apenas obedecia e assim fez, Rafael montou por cima dela, e posicionou o pau na entrada do cu dela, enfiou devagar e este foi o único momento devagar, depois socava, seu saco explodia contra a bunda dela, a posição praticamente rasgava Marina, era ótimo, era intenso, mas não durou muito, Rafael chegou ao seu limite.

- QUE DELÍCIA!! QUE GOSTOSA!! QUE CU MARAVILHOSO!!

Encheu Marina de porra, ainda continuou metendo lentamente após gozar, mas estava exausto também, tirou seu pau de dentro e caiu deitado ao lado dela, Marina apenas abaixou seu rabo e ficou deitada de barriga para baixo.

O espelho no teto refletia os dois, agora imóveis, respirando fundo. Rafael puxou-a para perto sem dizer nada.

Ficaram assim por alguns segundos. Talvez minutos.

— Agora — disse ele, baixo — você não é só das mensagens.

Marina se virou para ele, fechou os olhos, sentindo aquela frase se acomodar dentro dela. Rafael passou a mão pelos cabelos dela, num gesto simples, quase cotidiano.

Pensou que um banho faria bem. Pensou que acordar ali seria estranho. Pensou que, pela primeira vez, não queria ir embora tão cedo.

Foto 1 do Conto erotico: Primeira noite fora das mensagens - Parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Primeira noite fora das mensagens - Parte 2


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Comentários


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ativoenovinho Comentou em 05/01/2026

Linda! Gostei tbm da sua lingerie

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casalrsbi Comentou em 05/01/2026

Gostaria muito de meter nessa raba tesao




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira noite fora das mensagens - Parte 2

Codigo do conto:
251067

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/01/2026

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