Ele tem 35 anos, é trabalha bastante e em casa é um amor, sempre me ajudando na cozinha ou me levando pra jantar fora. A gente tá casado há sete anos, e nossa vida sempre foi bem certinha, mas ultimamente eu descobri uma coisa que me mexe por dentro de um jeito louco: esse fetiche de cuckquean. Tipo, eu fico excitadíssima vendo ele com outra mulher. A gente experimentou só uma vez antes, com uma conhecida distante, e foi tudo planejado, conversado mil vezes pra não dar errado. Foi incrível, me deixou com um ciúme misturado com tesão que eu não sabia que existia. Agora, eu tava morrendo de vontade de repetir, mas queria algo mais natural, sem forçar a barra, tipo deixar rolar se pintasse a oportunidade. E pintou, numa noite que começou como qualquer outra.
Era uma sexta-feira quente pra caramba, daqueles dias que o Rio ferve mesmo depois do sol se pôr. A gente decidiu sair pra curtir uma balada na Lapa, que é um bairro aqui cheio de vida noturna, bares antigos com fachadas coloridas, ruas de pedra irregular lotadas de gente jovem e animada. O ar da noite tava úmido, com um cheiro de comida de rua misturado com cigarro e perfume barato. As luzes dos postes amarelos iluminavam tudo de um jeito meio mágico, e a música vazava das portas abertas: samba misturado com funk e eletrônica, batendo no peito da gente como um coração acelerado. A balada que a gente escolheu era uma das mais badaladas, chamada "Noite Carioca" ou algo assim um lugar com dois andares, pista de dança no térreo lotada de corpos se mexendo, suor escorrendo, e um bar no mezanino onde dava pra sentar e observar tudo de cima. As paredes eram pintadas de vermelho escuro, com grafites de artistas de rua, e as luzes neon piscavam em tons de rosa e azul, criando sombras dançantes nos rostos das pessoas. Tinha um monte de galera: casais dançando colados, grupos de amigos rindo alto, solteiros caçando olhares. O som era alto, daqueles que faz o chão vibrar, e o ar condicionado lutava contra o calor dos corpos, deixando tudo meio abafado e sensual.
Eu tava me sentindo bem naquela noite. Coloquei uma saia jeans justa que marca minhas curvas sou baixinha, 1,60m, mas tenho um corpo cheio, com peitos fartos que balançam um pouco quando eu ando, barriga macia de quem não é fitness full time, e uma bunda redondinha que o Edson adora apertar. Completei com uma blusinha preta decotada, mostrando um pouco do sutiã de renda, e sandálias baixas pra aguentar a noite toda. Meu cabelo castanho cacheado solto, maquiagem leve, só um batom vermelho pra dar um up. O Edson tava gato como sempre: alto, uns 1,85m, moreno, com músculos definidos de quem malha regularmente mas sem exageros peito largo, braços fortes, e uma barriga chapada que eu amo passar a mão. Ele vestiu uma camisa social branca aberta nos primeiros botões, mostrando um pouco daqueles pelos escuros no peito que me enlouquecem, calça jeans escura que marca as coxas grossas, e tênis casuais. O sorriso dele é daqueles que iluminam o ambiente, dentes brancos e olhos castanhos quentes, cheios de malícia quando ele quer.
A gente chegou por volta das 11 da noite, e o lugar já tava pegando fogo. Pagamos a entrada uns 50 reais cada, com consumação , e fomos direto pro bar do térreo. O balcão era de madeira velha, cheio de garrafas coloridas atrás, e o bartender, um cara tatuado com barba, servia drinks voando. Predimos duas caipirinhas de limão, bem geladas, com vodca forte pra entrar no clima. Sentamos num banquinho alto, eu encostada no Edson, sentindo o calor do corpo dele contra o meu. A gente ria de bobeira, comentando as pessoas ao redor: "Olha aquela mina dançando sozinha, ela tá mandando ver!" ou "Aquele cara ali parece perdido, coitado". Eu tava relaxada, mas no fundo da mente, pensando na possibilidade de algo acontecer. O Edson sabia do meu fetiche, a gente tinha conversado sobre isso em casa, tipo "se rolar natural, amor, a gente vê", mas nada forçado.
Foi aí que eu notei ela. uma mina sozinha, encostada no balcão a uns metros de distância, bebendo um drink colorido com canudo. Ela era alta, uns 1,70m, magrinha mas com curvas sutis, pernas longas e finas, cintura marcada, peitos pequenos mas empinados, e uma bunda que parecia firme, do tipo que balança levemente quando anda. Cabelos castanhos ondulados até os ombros, pele clarinha com um bronzeado leve de praia, olhos verdes que brilhavam sob as luzes neon. Vestia um vestido vermelho curto, daqueles que grudam no corpo como uma segunda pele, decote em V mostrando a clavícula delicada, e sandálias de salto que alongavam ainda mais as pernas. Parecia ter uns 25 anos, talvez estudante ou trabalhando em algo criativo, tipo marketing ou moda t tinha um ar confiante, mas não arrogante. O nome dela era Clara, mas isso eu descobri depois. Ela tava olhando pro Edson de um jeito discreto, mas insistente: sorria quando ele virava pro lado dela, inclinava o corpo ligeiramente, mordia o lábio inferior enquanto mexia no celular. Flertando na cara dura, mas sutil.
MMeu coração deu um pulo. Primeiro veio um ciúmezinho bobo, tipo "ei, ele é meu!", mas aí veio a excitação, uma onda quente subindo do estômago pras coxas. Minhas mãos suaram um pouco no copo gelado, e eu senti um formigamento lá embaixo, como se minha calcinha já estivesse ficando úmida só de imaginar. "É agora?", pensei. Mas nada de pressa no mundo real, essas coisas não rolam do nada, né? Esperei um momento bom. O Edson foi pro banheiro "Volto já, amor, segura aí" , e eu me aproximei dela devagar, com um sorriso amigável pra não assustar. Ela tava sozinha, olhando pro celular, talvez mandando mensagem pra alguma amiga.
— Oi, tudo bem? eu disse, voz casual, me inclinando no balcão ao lado dela. Eu te vi olhando pro meu marido ali... o Edson, ó. (acho que fui muito direta rsrs).
Ela arregalou os olhos verdes, tipo "putz, ferrou", e colocou a mão no peito, corando um pouco sob a maquiagem. Parecia genuinamente assustada, como se esperasse uma briga.
— Ah, meu Deus, desculpa! ela respondeu rápido, voz um pouco trêmula, mas com sotaque carioca leve. — Eu não sabia que ele era casado. Juro, não quero encrenca nenhuma. Eu tava só... admirando, sabe? Ele é bonito, mas eu paro agora.
Eu ri baixinho, pra quebrar o gelo, e toquei de leve no braço dela nada invasivo, só pra tranquilizar. O toque foi elétrico, e eu senti um friozinho na barriga.
— Calma, menina! Não é briga não, de jeito nenhum. Eu sou Janaína, e na real, eu achei graça. A gente tem uma amiga em comum, né? A Fernanda, do curso de yoga lá em Copacabana? Ela me falou de você uma vez, disse que você é super legal. Eu sabia que já tinha visto ela em algum lugar.
Ela piscou, surpresa, e relaxou um pouco, soltando os ombros tensos. Olhou pro meu rosto, analisando se eu tava falando sério, e aí sorriu devagar, um sorriso tímido mas genuíno que mostrou dentes branquinhos.
— Ah, sério? A Fernanda? Que mundo pequeno! Eu sou Clara, prazer. Ela me falou de você também, disse que você é casada com um cara incrível. Desculpa mesmo, Jana. Eu tô solteira faz uns meses, e às vezes fico olhando pros lados, né? Mas juro, não sou de furar olho de ninguém.
A gente riu juntas, e eu pedi uma bebida pra ela pra manter o papo rolando. "Uma cerveja gelada, vai? Ou prefere algo mais forte?", perguntei. Ela aceitou a cerveja, e a gente começou a bater papo de verdade. O bar tava barulhento, com gente gritando pedidos e a música pulsando, então a gente se inclinou uma pra outra pra ouvir melhor, criando uma intimidade imediata. Contei um pouco sobre mim: como eu e o Edson nos conhecemos na faculdade, como ele é carinhoso, sempre me surpreendendo com flores ou uma massagem nos pés depois de um dia cansativo; como a gente adora viajar pro interior do Rio nos fins de semana pra relaxar. Mas eu ia soltando elogios sutis ao Edson, tipo testando o terreno.
— Ah, o Edson é daqueles maridos que te faz se sentir a rainha, sabe? Ele é alto, forte, mas gentil. E olha, na cama... ai, menina, ele sabe o que faz. Tem umas mãos grandes que exploram cada cantinho, devagarinho, até você implorar por mais.
Clara riu, corando mais, e tomou um gole da cerveja, os olhos brilhando de curiosidade. Ela era amadora no papo, não forçada, respondia com pausas, como se estivesse pensando no que dizer, o que tornava tudo mais real.
— Nossa, Jana, você tem sorte hein? Meu ex era um preguiçoso total. Mas me conta mais, tipo, o que ele faz que é tão bom assim? Eu tô curiosa agora.
Eu sorri maliciosa, sentindo o álcool da caipirinha me deixar mais solta, o calor subindo pelo corpo. Meu ciúme tava ali, cutucando, mas o tesão era maior imaginar ela com ele me deixava molhada, as coxas se apertando involuntariamente.
— Ah, ele beija devagar, começa no pescoço, desce pros peitos, mordiscando levinho. E quando ele toca... putz, ele sabe achar o ponto certo, faz você tremer toda. Ele é paciente, não apressa nada, deixa você no limite.
Clara mordeu o lábio, olhando pro Edson que tava voltando do banheiro, se aproximando da gente. Ela tava excitada, dava pra ver as bochechas rosadas, o jeito que cruzava e descruzava as pernas.
— Caramba, Jana. Você tá me deixando com inveja aqui. Ele parece mesmo um gato. Mas você não fica com ciúmes de eu ficar olhando?
UMA OBSERVAÇÃO: etou tentando lembrar de cada detalhe, dialogo e palavra mas claro, não lembro de tudo. Continuando...
Eu ri, mas por dentro o ciúme veio forte, um aperto no peito. "Sim, fico", pensei, mas respondi:
— Um pouquinho, né? Mas é um ciúme bom, tipo... me excita saber que outras mulheres o querem. A gente é bem aberto, sabe? Experimentamos coisas novas de vez em quando.
Ela ergueu uma sobrancelha, intrigada, mas não questionou de cara, no mundo real, ninguém pula direto pro "vamos transar". Bebemos mais, rindo de histórias bobas: ela contou sobre um date ruim que teve recentemente, eu sobre uma viagem desastrosa que a gente fez pra Búzios. O papo fluiu natural, mas foi ficando mais provocativo. Ela tocou no braço meu de leve, rindo, e disse:
— Sabe, Jana, você é linda também. Como ele resiste a você?
Eu corei, o tesão crescendo. "Ah, ele não resiste não", respondi. Aí o Edson chegou, sorrindo.
— Oi, amor. Quem é essa?
— Essa é a Clara, amor. Amiga da Fernanda. A gente tava fofocando sobre você.
Ele riu, apertou a mão dela, notei como os dedos dele envolveram os dela, forte mas gentil, e ela demorou um segundinho pra soltar.
— Prazer, Clara. Eu sou Edson. Quer uma bebida?
Eles bateram papo: sobre a música, o calor, o Rio. Clara flertava sutil, tocando o braço dele, rindo das piadas dele. Eu observava, o coração acelerado, ciúme e excitação brigando dentro de mim. "Ele é meu, mas ver ela querendo... ai, que delícia". Bebemos mais uma rodada, eu tava no quarto drink, sentindo o álcool me deixar tonta, mais ousada.
A conversa esquentou. Clara disse:
— Edson, a Jana me contou que você é bom em tudo. Tipo, tudo mesmo.
Ele riu, olhando pra mim com cumplicidade.
— Ah, é? Ela exagera, mas eu tento.
Eu incentivei:
— Mostra pra ela como você beija, amor. Eu não ligo, tô curtindo aqui.
Clara piscou, surpresa, mas sorriu maliciosa, alcoolizada o suficiente pra topar.
— Sério, Jana? Você é louca... mas eu topo, se ele quiser.
Ela já tinha se mostrado interessada quando disse que a gente experimenta coisas novas.
Eles se aproximaram na pista de dança, que tava lotada, corpos se esbarrando. Dançaram colados, mãos dele na cintura dela, ela no pescoço dele. Eu assistia, tocando meu peito disfarçadamente, molhada pra caramba. Depois de umas músicas, voltaram, ofegantes.
— Tá quente pra cacete aqui, disse Clara, abanando o rosto, olhos vidrados no Edson.
O beijo veio natural: eles se inclinaram, lábios se tocando devagar. Ele segurou o rosto dela, beijo de língua com pegada. Ela gemeu baixinho, mãos nas costas dele. Eu mordi o lábio, ciúme batendo forte, mas tesão maior.
— Vamos sair daqui? Pro carro, um lugar quieto, sugeri, voz tremendo.
Eles concordaram. Saímos, o ar fresco da noite refrescando a pele suada. O carro tava numa rua lateral escura, vazia, só o som de carros distantes e grilos. Entramos no SUV, eu no passageiro virada pra trás, eles no banco de trás.
O clima tava pegando fogo. Clara se inclinou pro Edson, beijando de novo, mãos subindo pelo vestido dela. Ele apertou as coxas magras, ela gemeu.
— Vai, Clara, mostra o que você sabe, disse, excitada.
Fomos pra um lugar seguro e desrto.
Ela desceu a mão pro pau dele, abrindo a calça devagar. Ele tava duro, grosso, latejando. Ela lambeu a cabeça, depois engoliu aos poucos, chupando ritmado. Edson gemeu:
— Porra, que boca... continua assim.
Eu via tudo, tocando minha buceta por cima da saia, ciumenta mas louca de tesão. Descrevia mentalmente: boca dela esticando, saliva brilhando.
Depois, beijaram mais. Ele tirou o vestido dela, revelando lingerie preta com calcinha fio dental rosa, socada na bunda linda, redonda e firme. Corpo dela nu era perfeito: pele macia, mamilos rosados endurecidos.
Ele pegou camisinha, colocou. Brincou com os dedos na ppk dela. Ela montou nele, descendo devagar:
— Ai, que pau grosso... me arromba devagar.
Foderam com ela gemendo alto, peitos balançando. Edson apertava a bunda, beijando o pescoço. Eu gemia assistindo, alcoolizada, excitada.
— Tá gostando de foder ela, amor? perguntei, ciumenta.
— Simmmm.
— tô sentindo ele pulsar em mim... delícia.
Depois, saíram do carro (loucura em público). Edson encostou ela no capô, de costas. Segurou o fio dental rosa pro lado, entrou devagar. Ela gemeu:
— Me fode forte, Edson... mostra pra sua mulher.
Eu me aproximei, enciumada, beijei ele enquanto metia. Línguas se misturando, eu sentindo os movimentos.
Ele acelerou, batendo fundo. Clara gemia:
— Ai, vou gozar... assim!
Ele puxou pra fora, tirou camisinha e gozou na bunda dela, jatos quentes escorrendo pela pele lisa, lambuzando o fio dental rosa socado entre as nádegas perfeitas, redondas e firmes. A calcinha ficou linda toda gozada.
Eu, levada pelo álcool e tesão, me inclinei e lambi a bunda dela, provando o gozo dele misturado com o suor dela. Clara riu maliciosa:
— Nossa, Jana... você gosta mesmo, hein?
A gente se arrumou, rindo nervosos. Levei Clara de volta, trocamos números. Em casa, eu e Edson transamos loucamente. Foi minha segunda vez, real, confusa, excitante.
mari69