Peguei minha bolsa, saí da praia e começamos a andar. Assim que saímos da areia, um homem forte passou por nós e mexeu comigo:
— Você é tão gostosa que dá vontade de comer a noite toda.
Fernando reclamou logo em seguida:
— Está louco? Não está vendo que ela está acompanhada?
O homem respondeu:
— Fica de boa aí vacilão.
Depois de alguns empurrões, Fernando avançou contra o rapaz e acabou levando um soco. O agressor o empurrou, fazendo-o cair ao chão; então o homem começou a chutar. Gritei desesperada; algumas pessoas se aproximaram e o agressor fugiu. Ajudei Fernando a levantar; o rosto dele estava sangrado. Testemunhas ajudaram-o a sentar-se em um banco.
Alguns minutos depois eu disse:
— Amor, fica aqui que vou buscar o carro.
Peguei a chave e comecei a caminhar. Quando cheguei perto do carro, vi o homem que havia agredido o Fernando. Ele disse:
> — Olha só, a gostosinha vc merece um homem de verdade não aquele perdedor.
Ele se aproximou mais e eu disse:
— Até agora você falou muito, mas não fez nada.
Ele me agarrou com força e começou a me beijar. Sinto sua mão apertar minha bunda e a outra guiar minha cabeça. Acariciava suas costas musculosas quando, então, colocou o dedo dentro da parte inferior do biquíni e acariciou minha buceta. Coloquei a mão dentro dos shorts dele e acariciava o pau estava duro. Disse:
— Como você é grande, eu até aguento isso tudo, mas vai me deixar dolorida.
Ele respondeu:
— Vou te arrebentar até que você esqueça até o caminho de casa.
Fiquei excitada. Apertei o botão do carro do Fernando e fui até a BMW branca. Abri a porta de trás e me apoiei de quatro no banco. Ele baixou meu biquini até a coxa e começou a penetrar minha buceta. Comecei a gemer, logo dei um gritinho e comecei a gozar, deixando minha buceta mais melada. Depois ri de prazer. Ele virou-me de bruços, coloquei as pernas sobre os ombros dele e ele voltou a fazer sexo novamente. Dessa vez eu podia acariciar seus peitorais definidos, o que me deixava ainda mais excitada e, em sequência, gozar outra vez. Ele começou a falar:
— Sua vadia gostosa.
Eu percebi que ele gostaria, e eu respondi: “Não goza dentro”. Ele insistiu:
— Vou te engravidar sua puta para aquele corno criar um bastardinho e começou a encher meu útero. Parecia que ele estava na cadeia e não comia ninguém há anos: ele encheu meu copinho até escorrer.
Ele saiu; eu fiquei uns 5 minutos me recuperando. Levantei-me vagarosamente, arrumei o biquini e peguei o carro para buscar o Fernando. Quando cheguei, ele perguntou:
— Por que demorou tanto?
Eu respondi:
— Demorei a achar o carro. Você mesmo me chama de burra e dei uma risadinha, mas não ri da piada; rio porque estou completamente extasiada.
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