Convenci-o a me levar a um baile funk em uma comunidade de que tinha ouvido falar. Percebi que ele ficou incomodado; vesti uma minissaia preta e um top, e fomos.
Chegando lá, comecei a beber e dançar. Em um determinado momento, eu estava no meio de três ou quatro caras; eles começaram a se esfregar em mim. Comecei a beijar o que estava na minha frente, outro começou a passar a mão na minha bunda e outro a tocar nos meus seios. Logo depois, alguém colocou a mão por baixo da minha saia e puxou a minha calcinha para baixo até o joelho. Empurrei os rapazes e saí do meio deles, deixei a calcinha descer, arrumei a saia e fui até o bar.
Um dos rapazes veio até mim e começou a me beijar. Sem demora, ele colocou a mão na minha bunda e começou a passar o dedo na minha buceta. Nesse momento, vi o rapaz que tinha me levado à festa indo embora. O moreno me puxou pelos braços, levando-me para fora do lugar.
Ele me levou até um beco com uma porta, entramos no lugar, ele me jogou na cama, abriu as minhas pernas e começou a comer a minha buceta. Gemi loucamente, ele disse:
— Isso geme, adoro uma branquinha safada, geme para o seu negão palmitero. Achei graça, nunca tinha ouvido esse termo, fiquei muito excitada até gozar.
Ele terminou de tirar a minha roupa, ficou me olhando por um tempo, me colocou de quatro e começou a forçar o meu cú. Gritei:
— Não, não no cu não! Ele puxou meu cabelo, eu não era mais nenhuma virgem e sabia que ele ia comer o meu cuzinho também, então falei:
- Tá bom! Só não me machuca muito. Nesse momento, senti-o me penetrando; ele começou a me bombar violentamente. Quando estava praticamente sem forças, ele gozou dentro do meu cú.
Ele pegou as minhas roupas; falei:
— Me dá, quero ir embora — ele retrucou:
— Ir embora? Agora você é minha! Fiquei com medo e corri até a porta. Ele veio por trás e destrancou a porta. Eu saí correndo nua pela comunidade e entrei em uma viela. Vários caras desciam pela rua, vindo do baile. Foram até lá e me cercaram. Um deles disse:
— Meu irmão, o que essa princesa faz aqui? e passou a mão no meu rosto; outro disse:
— É a paulista do baile.
Um sentou em uma escada e abaixou o shorts, enquanto outro me segurou e me fez sentar no pau do primeiro. Outro disse:
— Carai, viado! A branquinha já levou um esculacho no rabo; vamos levar a princesa para a suíte de luxo. E riram.
Levaram-me de volta para o mesmo barraco; o moreno não estava mais lá.
Um deitou na cama enquanto outro me fez sentar sobre ele. Tentei resistir um pouco, mas eu estava completamente dominada. Sentei até o talo, dei uma quicada, logo outro veio por trás e colocou o pau no meu cú, dei um grito. Os dois começaram a me destruir com força; eu gemia e gritava, até um terceiro colocar o pau na minha boca, metendo até a garganta. Um quarto cara pegou a minha mão, fez-me masturbá-lo enquanto os outros me comiam.
Depois de uns minutos, eles tiraram o pau do meu cu e boca e me levantaram. O que estava no meu cu abriu a minha buceta e cu e disse:
— Carai! Olha o buracão dela, todo ensanguentado. Ele então enfiou dois dedos na minha buceta e dois no meu cú ao mesmo tempo.
Me colocaram de joelhos e começaram a gozar no meu rosto. Levei pelo menos cerca de cinco jatos fortes que escorriam pela minha boca, cabelos, seios e corpo todo até pingar no chão. Estava exausta e completamente derrotada. Jogaram-me na cama novamente e colocaram funk para tocar. Ouvi-os cantando o funk "Mais de vinte engravidou". Quando um começou a comer novamente a minha buceta, não aguentei e desmaiei.
Quando acordei, estava deitada em um colchão no chão, toda grudenta. Tinha duas outras meninas no quarto se arrumando; uma delas disse:
— Carai, branquinha, tu foste esculachada mesmo, hein! Melhor tu tomar uma pílula para não pegar barriga. Só enquanto estive aqui, vi uns 3 te engravidando aí no chão. Perguntei:
— Vocês viram minhas roupas?
— Oh, tinha umas roupas de marca ali no canto, mas a outra menina levou, falou que era cara. Toma, pega esse short e essa blusinha pra tu meter o pé.
Perguntei:
— Vocês podem me ajudar a sair daqui? Estou sem dinheiro, sem nada. Ela respondeu:
— Qual é, branquinha? Melhor tu mete o pé rapidão. Ninguém mexe com os caras que estavam aqui. É só tu chegar no mototáxi e falar onde tu queres ir. Os caras já estão no esquema.



delicia de conto, como sempre você traz um tema diferente, bem gostoso de ler e bem excitante. Nesses bailes funk tem e rola de tudo, tudo mesmo, são deliciosos em todos os sentidos. votado e aprovado
Legiao, seu pau é muito grande e gostoso, vc acabou com o meu cú e minha buceta.
Que delícia foi fuder essa branquinha gostosa , quero encher mais ainda a bucetinha de porra