Meu Filho, meu Apolo

Precursores dos Jogos Olímpicos, os Jogos Píticos eram festividades realizadas no santuário de Delfos em homenagem a Apolo (o deus sol). Segundo a mitologia grega, foram iniciados por Apolo depois que ele matou Píton, a serpente gigante que guardava o Oráculo de Delfos. Numa celebração à beleza e a perfeição do corpo masculino, era costume participarem das competições completamente nus.
Com o fechamento de um ciclo, supõe-se que deve se iniciar um novo ciclo, numa sequência de eventos que imaginamos formarem o próprio tecido da nossa existência. Mas nem sempre existe uma correlação de eventos, ou qualquer previsibilidade. E, muito da nossa vida pode resumir-se a esses pequenos acidentes.
Àquela altura, acho que eu já tinha uma bela coleção de pequenos acidentes. E, sem dúvida, o mais lindo, e igualmente imprevisível deles, atendia pelo nome de Luca. Mas, naquele momento, ele estava muito longe de mim. Talvez estivesse conhecendo outros lugares, outras pessoas, e isso me enchia de uma inveja sem cura, de todos os que o teriam em seus braços.
Meu mais velho, meu Apolo, também havia seguido o seu rumo e se casado no final do último ano. Minha mulher ansiava as suas visitas. O Fabinho trabalhava no centro da cidade e, pelo menos uma vez por semana, vinha nos fazer uma visita depois do expediente. Eu o via em seu terno quando chegava e deixava a maleta no canto do sofá. E mesmo com aquele ar de adulto em suas feições de homem feito, não conseguia deixar de vê-lo como meu garoto, que até outro dia eu tinha no meu colo e o fazia gemer daquele seu jeitinho doce.
Mas é claro que depois de conversarmos sobre a vida de casado, futebol, entre umas cervejas, logo já estávamos os três no quarto. Eu ainda me sentava na poltrona, admirando seu corpo, os músculos que até alguns anos ele se dedicara a trabalhar para modelar na academia, e agora, mesmo já tendo deixado de lado, ainda se notava nos braços e na silhueta do seu abdômen bem definido. E, acima de tudo, eu adorava mais que tudo admirar seu pauzão. Num gesto rápido, ele baixou a cueca boxer preta e de repente aquele seu pau meio duro saltou à minha frente.
Mais que depressa, a mãe se livrou das roupas e caiu nos seus braços, beijando demoradamente o filho como nos velhos tempos, oferecendo a ele sua língua e os peitos, que ele voltava a chupar, como se mais uma vez o menino que ela embalava depois de dar de mamar. E por falar em mamar, agora era a vez dela, que logo engoliu seu pau e o chupava inteiro, segurando ele pela cintura e o fazendo foder a sua boca.
Me lembro da primeira vez em que meu filho teve uma mulher, numa noite louca em que aconteceu de tudo naquela nossa viagem. Lembro do sujeito, como eu estava naquele momento, sentado na poltrona ao lado da cama, admirando sua mulher ser fodida por um garoto. Acho que agora eu conseguia entender o prazer que ele tinha em simplesmente se deliciar com a cena, como mero expectador. E, assim como ele, eu havia aprendido a apreciar o prazer de assistir minha mulher cavalgando o pau de outro homem, especialmente se tratando do nosso filho.
Era como voltar no tempo e ver a mim mesmo no vigor da juventude fodendo minha mulher com a disposição de um garoto. E era o meu garoto, o menino doce e tímido que vinha sentar no meu colo pra ver desenho, que eu segurava na piscina pra ensiná-lo a nadar, e que entre outras coisas também o ensinei a jogar bola. Sua mãe, por sua vez, o ensinou muito bem a como dar prazer a uma mulher, e ao que parecia ele havia aprendido direitinho. Eu assistia cheio de tesão meu filho debruçado no meio das pernas da mãe com seu pau todinho cravado nela, que com as pernas em volta dele o fazia meter ainda mais na sua buceta, ao mesmo tempo em que os dois se beijavam loucamente.
Até que, por um instante, ele sorri e me lança um olhar, me chamando pra me juntar a eles. Na cama, a Beth foi logo me puxando pra vir me chupar, enquanto o filho metia nela. E agora, tendo só pra ela os dois homens da sua vida, minha mulher gemia e gozava como antigamente. Com o pauzão do Fabinho todo enterrado na sua buceta, a Beth queria ainda mais do meu pau na sua boca, me puxando pra meter tudinho até a sua garganta. Eu penetrava minha mulher e fodia a sua boca, me apoiando na cabeceira da cama, e de repente sentia meu corpo ser explorado por mãos que me desciam as costas até a minha bunda.
Era uma sensação familiar o toque do meu filho, que desde cedo teve no meu corpo um lugar onde podia brincar livremente. E eu era todo dele. Da mesma forma como lhe era familiar o meu sexo, ele parecia ter todo prazer em me explorar, ali tão vulnerável, sentindo suas mãos me envolverem e sua língua me penetrar. Primeiro o meu cu, e em seguida, a minha boca. Nós nos beijávamos e eu tinha a urgência de sentir logo o seu pau dentro de mim. Queria sentar nele e deixar que me invadisse, agora que ele definitivamente havia me superado, tanto na altura como no tamanho.
Mas primeiro, a Beth ainda queria uma dupla penetração, vindo sentar no meu pau. Agora, no auge da sua luxúria, ela beijava o nosso filho e agarrava sua bunda pra ele meter tudo o que tinha, como se quisesse colocar de volta o filho nas suas entranhas. Terminamos então os dois gozando dentro dela, o garoto pela frente e eu, por trás. “Quando você goza na primeira metida, é sinal de que está ficando velho. E estou ficando velho mesmo”, tentava me refazer, me recostando na cabeceira da cama. “Já ta brocha, coroa?”, meu filho riu, sentando-se do meu lado. “Eu disse velho, não brocha”. “Acho que ainda aguento dar no coro por um bom tempo”, eu sorria pra ele, enquanto ao lado a mãe recobrava o fôlego.
Só de provocação eu perguntava quando é que ele traria sua mulher pra eu dar um trato nela, dizendo que gostaria de ver sua mãe e ela se pegando. Mas é claro que eu sabia que ele não teria coragem. Os dois formavam um casalzinho à moda antiga, desses de andar de mãos dadas e tudo. E, diante do seu embaraço, eu dizia pra ele que uma hora teria que dar uma apimentada na relação. Quem sabe ela não ficaria toda molhadinha vendo seu marido ser chupado. E sorria pra ele, depois de uma rápida punhetinha.
Então, me debrucei sobre ele e cheguei bem pertinho da cabeça do seu pau, que de imediato reagiu ao contato da minha língua, e logo voltou a ficar duro feito pedra enquanto o chupava. E por mais que tentasse, o máximo que eu conseguia era engolir até a metade do seu pau, me dando uma certa saudade do tempo em que ele cabia todinho na minha boca. Quando me levantei, ele ainda tinha o dedo na buceta da mãe, e os dois de novo se beijavam, ao que eu me juntei a eles numa deliciosa guerrinha de línguas, e ainda me enchia de tesão dividirmos um beijo a três.
Por um instante, eu o admirava se debruçar e chupar os peitos da mãe, pra em seguida vir colar sua boca na minha, em busca da minha língua. Eu já não aguentava mais, precisava do seu pau em mim. E, sem mais perder tempo, me levantei e, guiando seu pau até a entradinha do meu cu, fui me sentando e deixando que ele me penetrasse. Ainda me olhando nos olhos, meu filho mais uma vez me beijou e, me segurando pela bunda, me enfiou seu pau até a base e então começou a me foder, do mesmo jeito que há uns minutos atrás tinha comido sua mãe.
Eu gemia a cada estocada que ele dava, enquanto a Beth me masturbava e se metia no nosso beijo pra nos beijarmos os três ao mesmo tempo. Ele então a agarrou e mais uma vez caiu de boca no seu peito, lambendo seus mamilos e deixando ela maluquinha. Minha mulher então se levantou e, apoiada na cabeceira da cama, colocou a buceta na cara do filho, que não se fez de rogado e passou a chupá-la. Não demorou muito e de repente os três começamos a gozar, a Beth na boca do filho, ele dentro do meu cu e eu finalmente gozei por todo o seu peito e até o acertei no rosto.
Na hora, confesso que quase tive um troço quando ele passou o dedo na porra em seu rosto e levou até a boca, chupando enquanto recobrava o fôlego. Em seguida, a Beth partiu pra cima dele e começou a lamber toda a porra que pôde. Depois, fomos os três pro banheiro e mesmo debaixo do chuveiro ela ainda queria beijá-lo. Sempre que o nosso filho aparecia lá em casa, ela ficava daquele jeito, com aquele tesão meio à flor da pele.
Confesso que como gesto de carinho, o beijo nunca foi o meu mais frequente e que eu tivesse muita prática, até mesmo porque sou de uma geração em que nada disso era muito comum. Mas tudo mudou quando entrou em nossas vidas um menino loirinho, que não só me ensinou, mas me mostrou tudo o que eu estava perdendo. Acho que devo ao Luca muito do homem que eu sou e de tudo o que deixei de lado, me despindo completamente daquele antigo sujeito que eu era. E isso acho que acabei me acostumando com isso.
Nossa família era bem diferente em se tratando de se demonstrar carinho, e isso se caracterizava por nos beijarmos o tempo todo. Não raro, um abraço levava a um beijo, fosse um inocente selinho ou uma guerrinha de línguas. Isso não se limitava ao nosso quarto, bastava a proximidade e os momentos de convívio, quando estávamos todos meio embolados no sofá vendo tv. E isso, é claro, acabava sempre levando a mais e mais intimidade, até que um beijo a dois virava um beijo a três ou a quatro.
Na verdade, acho que era isso o que apimentava a nossa relação, como se fosse um joguinho particular entre nós dois pra que descobríssemos os nossos desejos e até onde iam os limites que traçávamos entre nós. No meu caso, isso apenas me enchia ainda mais de tesão, a cada coisa que eu descobria sobre a minha mulher. Coisas que, em toda a nossa vida juntos, eu nunca havia percebido, apesar de talvez estar lá o tempo todo.
Nós homens somos assim, às vezes precisamos de uma cutucada pra sairmos do nosso lugar de conforto e enxergarmos o que está bem debaixo do nosso nariz. Parece simples, além de um tanto egoísta, esperar apenas ter prazer na cama, sem se preocupar com o que dá prazer à sua parceira. Mas acho que nos últimos anos eu havia aprendido bastante. A única coisa que ainda me tirava o sono era o olhar doce de um garotinho loirinho deitado sobre mim, no movimento suave da sua respiração. E com ainda sentiria a sua falta! Meu pequeno Eros, de asas recolhidas, agora tão longe de mim.

Foto 1 do Conto erotico: Meu Filho, meu Apolo


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Comentários


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casualsomente Comentou em 19/01/2026

Totalmente Epicura

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gatabisolteira Comentou em 19/01/2026

Mais uma história mística e gostosa!




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Ficha do conto

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erus

Nome do conto:
Meu Filho, meu Apolo

Codigo do conto:
252509

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/01/2026

Quant.de Votos:
3

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1