Na mitologia grega, em relação à gravidez, não basta apenas a intervenção do olhar e do poder de uma só deusa. Quase todo o panteão dos deuses toma parte na gestação. Héstia cria o ninho. Perséfone promove introversão e centramento, graças aos quais, Deméter conduz à maternidade plena. Atena se encarrega dos planos e estratégias. Afrodite nos ajuda a compreender a sensibilidade tão característica das grávidas. Hera estimula a autonomia e autoestima. Por fim, Ártemis, a deusa do "bom parto", abre as portas para um parto saudável.
Para se entender as transformações que se dão na cabeça de uma mulher durante a gravidez, mais do que conhecer um pouco de mitologia grega, é preciso saber que a história de uma mulher, em grande medida, está ligada à história de todas as mulheres, e, durante aqueles nove meses, todas elas estarão presentes na sua vida, e, é claro, na sua cama. E em algum momento, cada uma delas acabará surgindo.
Contado através de cada marca deixada, cada traço lentamente esculpido em nossas feições, o tempo não revela o que se cala no olhar. Tudo o que vimos, tudo o que provamos e o seu efeito indelével em nossas vidas, tudo contido na mudez do reflexo, que em nada se parece conosco.
Os cabelos brancos, o cansaço no peso dos anos e os crimes imputados, dentre os outros tantos ocultos, nada disso diz quem somos. Talvez, afinal, o que somos não está nas feições que remontam o passado, em outros rostos, outras histórias. O que somos não está naqueles que nos precedem, mas no que deixamos, naqueles que virão depois de nós.
Na noite de Natal, nos reunimos na casa do meu filho e não poderíamos mais parecer uma família de comercial de margarina. Em meio à decoração, a árvore de Natal e a ceia farta, uma contida e imperceptível tensão sexual que apenas a minha nora desconhecia. Mas a noite era de celebração e panetone, embora eu não goste de panetone. Talvez a partir dali minha vida finalmente tomasse um novo rumo. Talvez, agora eu começasse a rever meu papel naquela família e aceitasse que o peso da idade e os cabelos brancos que já surgiam.
Mas, a grande surpresa me aguardava, quando o Fabinho anuncia que teríamos nosso primeiro netinho. “Parabéns, vovô! Vamos ter um garotinho!”, ele me abraçou e me beijou, feliz da vida.
A notícia me pegou de surpresa, mas o fato de em breve ter em minha vida um novo menininho me enchia de esperança de que o futuro afinal reservava algo de bom. Mais tarde, quando chegou em casa, a Beth mal se continha e fomos abrir uma garrafa de vinho pra comemorar.
Mais tarde, num almoço de domingo, estava tomando uma cerveja com o Fabinho na cozinha, onde conversávamos sobre o seu futuro como pai e como isso o deixava ansioso. “Com o tempo, vai perceber que não adianta apressar as coisas. Os filhos têm seu próprio tempo. O tempo de chegar, de crescer e, um dia, se tornar um pai também”.
Acho que, no meu caso, eu ainda me surpreendia como tão de repente aquele garotinho havia se tornado um homem, e logo já seria também pai de um garotinho. Pensar nisso me fazia querer deter o correr do tempo e segurá-lo em minhas mãos, como se pudesse fazer aquele homem ali à minha frente voltar a ser um menino outra vez. Talvez este ciclo acabe se completando apenas quando o filho se torna o pai e o pai tem de volta o que o tempo levou.
Com a notícia da gravidez da minha nora, as semanas e os meses que se seguiram foram de muita expectativa, não só pelo fato de ser aquele o primeiro filho, mas também o primeiro neto. Minha mulher parecia um tanto indecisa entre a ansiedade natural de esperar que corresse tudo bem, que fosse uma gravidez tranquila, mas também uma certa insegurança. No banheiro, ela se olhava no espelho e tocava os seios, como se já não mais se reconhecesse, ou como se o tempo se refletisse mais nitidamente em seu reflexo.
Mas, por outro lado, se já não eram mais tão frequentes as visitas do Fabinho depois do trabalho, nós passamos a visitá-lo mais. E admito que se antes eu sonhava em ter na cama meu filho e sua mulher, agora eu estava absolutamente maluco por aquela sua barriga de grávida, lá pelos oito meses. Adoraria me juntar aos dois numa dupla penetração, ou tê-la sentada no meu colo, acariciando seu barrigão e ao mesmo tempo chupando seu marido. Mas não sei como ela reagiria à proposta.
Meu filho tentava manter as aparências, como se praticamente fossemos uma família de testemunhas de Jeová. É claro que por uns instantes, enquanto ela e minha mulher trocavam detalhes sobre o chá do bebê que planejavam, eu fui com ele até o seu quarto, onde aquele seu olhar me revelava que algo não ia bem. “Muita coisa na cabeça?“, eu lhe sorria. “Logo logo piora, quando não conseguir mais dormir uma noite inteira sem acordar com choro de bebê!”
Mas não era apenas a ansiedade da espera que o incomodava. Como geralmente acontece com todo casal, durante uma gravidez, o sexo já não era mais tão bom. “Na verdade, a gente não transa há algum tempo“, ele me confidenciava. ”Quando ela não está cansada, está com enjôo.“
O que eu podia fazer... Bem, o que eu poderia fazer, mais do que qualquer pai poderia fazer por seu filho, eu poderia tentar aliviar um pouco a sua tensão. E, puxando pra fora o seu pau, eu me inclinei pra um rápido boquete. Sentado em sua cama, eu o abraçava pela cintura enquanto ele me fodia, metendo seu pau todo na minha boca.
“Vai, filho, goza pro papai!”, eu deslizava a língua por toda a sua extensão. Depois, voltando a engolir tudo, eu o deixava me penetrar, fazendo seu pau me chegar no fundo da garganta. Acho que ele devia estar precisando muito daquilo, porque não levou muito tempo e ele não resistiu mais, me enchendo a boca de porra. Depois de beber tudinho, e lamber da cabeça do seu pau todo o restinho, eu o beijei e fomos tomar uma cerveja na cozinha. Na varanda, minha mulher e minha nora conversavam sem nada desconfiar. “Se quiser, venha me fazer uma visita uma hora dessas!”, eu brincava com ele.
Fico imaginando se enquanto as duas conversavam animadamente, olhando roupinhas de bebê, quem sabe minha mulher não preferisse meter a cara no meio das pernas da nora e chupar a sua buceta ou lamber o seu mamilo e provar um pouquinho do seu leite. Bem, acho que isso ainda ficaria bem guardado nas minhas fantasias pra algum dia quem sabe realizar.
Mas, pra minha surpresa, naquela mesma semana o Fabinho veio me fazer uma visita. Acho que ele tava mesmo precisando se aliviar. Por sorte, a Beth havia saído com uma amiga e eu estava sozinho em casa. E, depois de uma cerveja, fomos pro quarto e dessa vez ele queria o meu pau.
Antes mesmo que eu tivesse tirado toda a roupa, ele já o tinha colocado pra fora e me chupava intensamente. Já fazia algum tempo que ele não aparecia lá em casa, e não lembro do meu filho ter tanto tesão em me chupar. Mas ele não parou até conseguir o que queria, me fazendo gozar na sua boca.
E depois de beber toda a minha porra, ele ainda não estava totalmente saciado de mim. Só que dessa vez ele queria outra coisa, e, tirando toda a roupa, ele me colocou de quatro na cama. Ele devia estar mesmo precisando foder, porque nos quinze minutos seguintes meu cu foi literalmente arrombado. E eu adorei ser penetrado pelo meu filho, de todas as formas, como nos velhos tempos. Mas é claro que, depois que ele gozou no meu cu, eu também me diverti bastante.
Enquanto pegava no meu pau e ia guiando até a sua bunda, deitado de lado, só foi preciso um pouco de saliva no seu cu. E já estava todinho dentro dele, metendo em seguidas estocadas, enquanto masturbava o seu pau meio mole. Acho que já fazia algum tempo que ele não me sentia todo dentro dele, mas quando o seu anelzinho se abriu, engolindo a cabeça do meu pau, ele gemeu gostoso e virava o rosto em busca da minha boca.
Com uma das mãos, ele me puxava pra que o meu pau entrasse todinho, e, uma vez dentro dele, eu comecei a penetrá-lo, fodendo ele do jeito que eu sabia que ele adorava. Comer o cuzinho do meu filho, ali na minha cama, me dava uma saudade enorme de quando ele era garoto e, junto com os loirinhos, brincávamos de pirâmide. Adoraria reviver esse tempo um dia, quem sabe com meus netos.
Essas coisas dos tempos da nossa infância acabam se perdendo com o tempo, se não ensinarmos a esses garotos de hoje. E então, num misto de saudosismo e tesão, enquanto chupava a sua língua e masturbava o seu pauzão, eu comecei a gozar dentro do meu filho, gemendo em meio a uma guerrinha de línguas.
Mas antes que o fizesse gozar mas uma vez, me detive por um instante e me ajeitei entre as suas pernas, chupando o seu pau e acariciando o seu saco. Ele me segurava a cabeça e me fodia com vontade, metendo seu pauzão na minha boca do mesmo jeito que há pouco eu metia no seu cu. E não demorou muito e ele começou a gozar e eu sentia a sua porra me encher a boca enquanto bebia tudinho, lambendo os lábios no final. Então, voltei a chupar a cabeça do seu pau, até limpar e beber o restinho que sobrara.
Depois, nos abraçamos e nos beijamos mais uma vez, e ele ainda lambia os lábios com o que sobrou do seu próprio gozo na minha boca.
Fomos então pro banheiro e, debaixo do chuveiro, com a água morna caindo, eu o abracei por trás, com seu pau crescendo de novo na minha mão. E enquanto o beijava e o penetrava, meu desejo era de que o tempo voltasse uma vez mais e o tornasse de novo o meu garotinho. É claro que se havia uma vantagem do tempo tê-lo transformado naquela belo homem era o tamanho do seu pau. E assim que trocamos de lugar e foi a sua vez de meter atrás de mim, eu aproveitei cada centímetro.
Com o rosto de encontro ao azulejo, a cada estocada eu sentia o seu pau todinho dentro de mim, e era isso o que eu mais gostava no meu filho, não apenas o orgulho que me dava ver como ele havia aprendido direitinho a foder, mas como agora o seu pau cabia inteirinho dentro de mim. “Vai, filho, mete! Mete tudinho!”, e ele me mantinha colado à parede enquanto me penetrava, lambendo o meu pescoço e segurando o meu pau. E entre um gemido e outro, eu só conseguia repetir pra ele continuar metendo. Em seguida, ele também solta um gemido atrás de mim, e eu tinha as entranhas invadidas pela quente sensação da sua porra, que me escorria pelas pernas.
Depois, quando ele finalmente tirou o seu pau, nos encontramos de frente um pro outro, pau a pau, e boca a boca, com a sua língua à procura da minha. “Não se esqueça disso quando for pai. Não há prazer maior entre pai e filho”, e beijei o seu rosto, orgulhoso do homem que ele se tornara.