Virei vovô e chegou a hora de iniciar meus netos

Uma prática cultural espartana que se dava como um rito de passagem para os garotos e jovens, a cripteia era um período de exclusão e aprendizado. Enviados às terras distantes dos escravos, com a missão de matar o máximo possível, os jovens eram provados como num ato de resistência e treinamento militar.
Os garotos da minha vida foram o meu mais precioso bem e minha lembrança constante, nesses meus últimos dias. É claro que além dos filhos eu tive em minha vida outros garotos, fossem os namorados do Luca ou os amigos do Fabinho. E, mais do que nunca, o tempo de repente parecia correr tão depressa que eu devo ter ficado para trás, porque quando dei por mim, a vida tinha me presenteado com dois netos, que agora tinham 15 e 16 anos.
Pra ficar mais perto deles, e porque já estava na hora de me aposentar, eu e a Beth decidimos nos mudar pro mesmo bairro. Era um apartamento aconchegante, e apenas alguns quarteirões de distância. Agora, em poucos minutos eles podiam vir nos visitar todo dia.
É claro que, quando chegasse a hora, eu e o pai deles teríamos de revelar o nosso segredo. Mas era preciso ter certeza de que não contariam pra ninguém, nem mesmo pra sua mãe. E, pra isso, decidimos levá-los numa viagem pra acampar, como um rito de passagem, igual os garotos espartanos.
Com 15 e 16 anos, meus netos estavam na idade em que, mais do que prontos para um aprendizado maior sobre o mundo dos adultos, eles estavam com hormônios à flor da pele. Junto com meu filho, nós teríamos o nosso próprio rito de passagem. É claro que a nossa cripteia não envolvia sangue nem morte, apenas um tempo mais íntimo e pessoal com os homens da família para ensinar a eles sobre a vida no campo, e um pouco de diversão só entre nós.
Com o final do ano, chegaram as férias, e com elas, uma nova chance de passar mais tempo com os garotos. E, por sorte, logo o Fabinho também tiraria férias, e teríamos o mês de janeiro todinho pra ficar juntos.
Depois das festas de Natal, o ano começou com uma viagem que há algum tempo estávamos planejando. Acho que uma viagem de férias pra acampar, como um ritual de passagem, é algo que marca a vida de um garoto. E mesmo que eu não fosse lá muito próximo do meu pai nessa época, ele me levou pra uma viagem pra pescar.
Mas agora, com os meus netos, parecia ser a oportunidade ideal pra mantermos a tradição de uma viagem só de “meninos”. Era o mesmo lugar onde meu pai me levou pra pescar, um local de veraneio, só que mais afastado e pouco conhecido, já que nem aparecia no mapa. Preparamos tudo e nos despedimos da Beth, e ele da sua esposa, que aquele mês não pôde tirar férias, mas achou uma boa ideia que os garotos tivessem uma viagem com o pai e o avô.
Durante os primeiros quilômetros de estrada, estávamos todos animados e logo tivemos de parar pra comer alguma coisa e o resto da viagem, os garotos acabaram pegando no sono no banco de trás. Até que no final da tarde chegamos ao nosso destino. Eu só não contava que, depois de anos, e com a ajuda de coisas como internet e gps, o lugar já não era mais tão desconhecido assim, o que nos obrigou a dirigir um pouco mais adiante, onde havia um trecho mais desabitado e sem nenhum turista indesejável por perto.
Era uma parte da floresta um pouco mais densa, e encontramos um lugar ideal na margem oeste do lago, onde estacionamos no final de uma trilha e armamos a barraca. Depois de finalmente instalados, fui até a beira do lago e resolvi dar um mergulho pra me refrescar, e os garotos vieram atrás, só que acharam que a água estava gelada demais e ficaram só até o joelho, molhando um ao outro. Acho que, àquela altura, talvez um banho quente fosse um alívio depois de toda a viagem, mas assim que acendemos uma pequena fogueira e o Fabinho esquentou o macarrão instantâneo, nem parecia tão frio assim.
Em meio à escuridão da noite, alguns vagalumes pairavam sobre a água, feito pequenas luzinhas cintilantes que piscavam, e o barulho dos grilos enchia o silêncio do lugar. Parecia uma noite perfeita pra se contar uma história de dar medo em crianças, dessas que se contam em volta da fogueira. Mas, em vez disso, meu filho resolveu contar aos meninos uma história diferente, a história de quando ele deixou de ser um menino e se tornou um homem.
“Não, ele não teve que matar um leão, como fazem os garotos na África”, disse aos dois, tirando dos dois uma risadinha. Aquela era a história de quando ele perdeu a virgindade, numa viagem como aquela nossa. “Era uma noite como essa, e um homem estranho me levou pela mão até um quarto, e quando ele fechou a porta, uma mulher que estava na cama me chamou, e adivinhem só como ela estava...”, ele fez um tom de mistério, ao que os dois se olhavam diziam de tudo, já um tanto excitados.
“Ela me fez sentar na beira da cama, e começou a tirar a minha roupa”. “Mas e o homem? Quem era?”, o caçula perguntou, curioso. “Era o marido dela”, ele respondeu, pro espanto dos dois. “E ele não tava com ciúmes?”, o mais velho perguntou. “Às vezes, meninos, os adultos gostam de ficar só assistindo”. Os dois se entreolharam, até virarem pra mim.
“Ela me fez subir na cama e me deitou como se fosse me botar pra dormir. Mas, em vez disso, ela pegou no meu pinto e começou a me chupar. Depois, ela sentou em cima de mim e foi metendo o meu pinto na buceta dela”. “E o que você fez?”, o caçula de quis saber. “O que eu ia fazer? Só pude ficar lá deitado enquanto ela rebolava em cima de mim”. “Mas e o marido dela?”, perguntou o mais velho. “Ele ficou lá sentado olhando, e batendo uma punheta!”, e os dois riram de novo.
“E adivinhem só quem foi que apareceu?”, os dois olhavam excitados. Ele ainda fez um pouco de mistério e finalmente completou: “O avô de vocês”. A mudança de rumos da história deixou os dois ao mesmo tempo surpresos e curiosos sobre o que eu fazia lá. “Ele entrou e, adivinhem só, a mulher também chamou ele”. Nessa parte, tive de explicar que era uma casa bem grande, com muitas portas.
“Depois que ela tirou a roupa do seu avô, o homem ficou muito excitado e agora a mulher queria dois ao mesmo tempo”, à medida que ele contava os pequenos detalhes, os dois garotos iam se empolgando e o mais velho uma vez ou outra mexia no volume sob o seu shorts e o caçula também já estava de pau duro. “Você gozou nela?”, perguntou o mais velho. “Não, acho que eu tava nervoso demais. Mas ela me chupou bastante”.
“E você, vô, conta alguma história de quando você era garoto”, disse o caçula excitado. “Bem, na minha época era diferente. Não tinha internet e você no máximo conseguia ver mulher pelada pegando escondido a revista de algum adulto. Mas na escola a gente vivia olhando as meninas por um buraco que dava pro banheiro delas”, e os dois riram a valer. “Mas tá ficando tarde, e vocês dois já tão ficando de pau duro pra ficar ouvindo história de sacanagem”, e peguei no pequeno volume do shorts do caçula.
“Eu não tô de pau duro não, vô”, ele retrucou. “Eu tô”, disse o mais velho. “Essa história me deixou de pau duro”, ele mexia no seu shorts. “Vem cá, deixa eu ver se tá mesmo”, e o levantei e coloquei ele de pé à minha frente. E não é que o moleque tava mesmo de pau duro! Assim que eu puxei o elástico do seu shorts, seu pau duro saltou pra fora e apontava pra cima, numa linda curvinha.
Os dois irmãos se olhavam admirados daquela nossa intimidade inesperada que tínhamos no meio do mato. Mas pareciam mais do que excitados, querendo ver o que aconteceria.
“Só tem um remédio pra isso”, delicadamente eu o masturbava e sentia o seu pau adolescente pulsar na minha mão. Até que molhei os lábios e o trouxe bem pertinho de mim, primeiro lambendo a cabeça vermelhinha, que brilhava à luz da fogueira. Então, segurando ele pela cintura, comecei a chupá-lo, fazendo ele gemer enquanto se apoiava nos meus ombros.
Acho que ainda não tinha percebido como o meu neto mais velho havia espichado no último ano, e agora, com dezesseis anos, com os pentelhos em volta, seu pau parecia bem maior do que eu lembrava quando dava banho nele quando era bebê. E, no mesmo ritmo em que eu o abocanhava e o engolia, ele aproveitava a experiência e também respondia, me penetrando a boca até a garganta e suspirando de prazer.
“E eu?”, o caçula reclamou e, de pé, com seu pau de fora, também queria ser chupado. Dei um descanso pro mais velho e peguei o pau do meu neto e o chupei, depois lambi seu saco, até ele gemer de satisfação. E, igual o irmão mais velho, ele queria mesmo era foder a minha boca, segurando a minha cabeça e metendo até a garganta.
“Deixa eu de novo, vô”, o mais velho queria mais. e seu pai resolveu se juntar à brincadeira. “Deixa comigo. Vem cá, filho”, o pai o chamou e ele se voltou, com o shorts até os joelhos, sem acreditar que agora era o pai que iria chupá-lo. “Lembrem-se, garotos, o que acontece no acampamento fica no acampamento.” E então ele se inclinou e engoliu o pau do filho, chupando meu neto como o garoto nunca imaginou um dia ser chupado.
Era lindo aqueles dois ainda tão jovens e já querendo o prazer de um boquete, sem a menor cerimônia. Agora, enquanto o pai chupava o seu caçula, o mais velho voltava a me oferecer o seu pau, que eu recebia com prazer em minha boca e minha língua deslizava por toda a sua extensão, desde a base já coberta de pentelhos, até a cabeça, que eu lambia e chupava.
Eu acariciava sua bundinha e tentava alcançar o seu cuzinho por trás, enquanto ele me penetrava com vontade. Ainda lembro de quando ele veio me contar todo orgulhoso que outro dia, ao acordar de manhã, o lençol estava todo melado, e quando ele viu, sua cueca também estava. “Agora eu também tenho leite, vô!”, disse como se já fosse um homem. E ali, em volta da fogueira, enquanto o chupava, o meu desejo era de que ele finalmente gozasse na minha boca, o que não demorou muito.
Depois de alguns minutos mais com seu pau deslizando até a minha garganta, ele suspirou mais profundamente e no instante seguinte, eu senti o sabor inconfundível das gotas de porra que o meu neto soltava na ponta da minha língua, pra mais uma vez meter na minha boca seu pau já meio mole, e ainda querer me foder um pouco mais.
No final, depois de subir de volta o seu shorts, eu o sentei no meu colo e beijei a sua boca, colocando a minha língua lá dentro e sentindo a sua me lamber. Ao lado, o Fabinho também abraçava seu caçula e o beijava com ele sentado no seu colo. “É melhor nós entrarmos, está ficando tarde”, e com isso eu queria dizer que a gente devia entrar na barraca porque eu já não aguentava de tesão por um cuzinho.
Apagamos a fogueira e fomos então com os garotos pra barraca, e assim que eu tirei a roupa e desci o shorts do mais velho até o joelho, pude ver sob a luz do lampião que ele realmente estava com um belo pauzão. Mas, dessa vez o que eu queria era o seu cuzinho, e, com ele deitado no saco de dormir, levantei a perna dele e me livrei do seu shorts, pra meter a cara no seu rabinho e lamber muito o seu anelzinho.
Ele soltava um gemido e parecia adorar a minha língua entre as suas pernas, o safado. Ao lado, o Fabinho a tinha tirado a roupa e fazia um belo meia-nove com seu caçula, que o chupava enquanto o pai fodia o seu cuzinho com o dedo. Depois de lamber bastante o cuzinho do mais velho, deixando ele bem lubrificado, abri bem as suas pernas e fui colocando meu pau bem na entradinha, acariciando seus mamilos durinhos.
E, enquanto ele gemia e suspirava, fui deixando meu pau escorregar até a cabeça romper o seu anelzinho. E então, alguns centímetros mais e já estava com metade do meu pau dentro dele. Então, quando ele me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar, foi a minha vez de meter um pouco mais e começar a penetrá-lo, fodendo o seu cuzinho.
Ele não parava de me beijar, com as pernas em volta da minha cintura, movendo seu rabinho contra o meu pau. E com a sua boca colada na minha, eu sentia sua respiração quente ficar cada vez mais ofegante. Por um instante então, eu me detinha e apenas ficava sobre ele, deixando que ele continuasse no seu ritmo, rebolando num doce vai e vem.
Já um tanto sem fôlego, ele também parava alguns minutos e, com seus olhos pousados em mim, ficávamos apenas brincando com as nossas línguas procurando uma à outra. O Fabinho então colocou o meu neto caçula deitado ao lado do irmão e, como eu, abriu as pernas do garoto pra meter nele, ao mesmo tempo em que beijava a sua boca, de um jeito que os dois faziam pela primeira vez.
Com os garotos lado a lado, eles experimentavam o mesmo prazer e o caçula imitava o irmão, colocando suas pernas em volta do pai. Olhando meu filho ao meu lado, os músculos do seu braço apoiando o corpo sobre o garoto, as tatuagens que lhe desciam do ombro, suas costas arqueadas, e o movimento que fazia, retesando a bunda ao penetrar o filho, era uma visão que me enchia de tesão. E, sobretudo, partilharmos o mesmo desejo era algo que me tocava profundamente.
Ao perceber o meu olhar, ele se desviou por um instante do filho e se virou pra mim, vindo me beijar e estendendo sua língua à procura da minha. E, ao nos tocarmos, ele abriu a boca e agora chupava a minha língua, segurando o meu rosto enquanto nos beijávamos. Sobre nós, os garoto se divertiam, surpresos de verem dois homens se beijando... e mais que isso, o pai e o avô. Eles provocavam um ao outro, e também então faziam o mesmo, querendo experimentar o mesmo.
Era lindo ver que a nossa cumplicidade e a comunhão que nos unia parecia se estender também aos dois, e o pai então beijou cada um deles, até que nos viramos e colocando os dois de lado, um virado pro outro, eles se abraçaram e se beijavam. E enquanto eu fodia o mais velho e o pai, o caçula, nos abraçamos os quatro, como se fôssemos uma extensão do corpo um do outro.
Eu beijava o meu filho e meu único desejo era de que aquela noite não terminasse, enquanto meu pau entrava e saía do cuzinho do meu neto, até que não aguentei mais e, num último gemido, comecei a gozar, sentindo meu pau deslizar mais facilmente no garoto. Em seguida, foi a vez do Fabinho, que gozou no seu caçula, gemendo com a boca ainda colada na minha.
E, sem que nenhum dos dois quisesse pôr um fim àquele momento, ficamos ali abraçados, os dois pequenos ainda entre nós, abraçados, com o cuzinho cheio de porra. Não demorou muito e os garotos acabaram pegando no sono, e dormimos os quatro ali na barraca, meio agarrados, meu pau ainda entre as pernas do meu neto enquanto me enchia do aroma delicado do seu cabelo.
Lá fora, a noite mergulhava silêncio adentro, apenas pontilhado pelo barulho dos grilos no meio do mato. Me surpreendia que eu, meu filho e meus netos havíamos rompido aquela barreira secreta, que agora nos unia, em carne, sangue... e um pouco de porra no cuzinho. E aquele foi só o primeiro dia do nosso pequeno ritual de passagem.
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Comentários


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ari36152109 Comentou em 24/02/2026

Que delicia de conto gozei bastante




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Virei vovô e chegou a hora de iniciar meus netos

Codigo do conto:
255429

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/02/2026

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4

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