Casados por uma união arranjada, Afrodite, a deusa do amor, da beleza e da sexualidade, e Hefesto, o deus do fogo e da metalurgia, não tiveram filhos um do outro. Mas, embora infelizes no matrimônio, os dois tiveram uma vida amorosa intensa.
O marido teve muitas amantes, tanto imortais como mortais. E, como símbolo do amor e do prazer sexual, Afrodite também teve muitos filhos com seu amante Ares, o deus da guerra. A união dos dois resultou no nascimento dos seres alados conhecidos como Erotes, deuses do amor e do desejo, dentre eles Eros (o Cupido).
Escondido nas linhas da palma da mão ou numa borra de café, o destino às vezes pode nos pregar peças, e, de um mero acidente de percurso, mudar toda a nossa vida. Mas, o que nos reserva o futuro pode ainda estar intrinsecamente ligado às nossas escolhas. Você pode escolher virar à esquerda, e não à direita, ou se deter por um instante na rua para amarrar um cadarço desamarrado. E isso pode, literalmente, salvar a sua vida. É claro que sempre se pode dar uma ajudazinha aos conluios e sortilégios que regem o nosso destino. Não sei quanto do destino e do acaso se uniram naquele momento da minha vida, mas talvez as coisas tivessem tomado um novo rumo naquela nossa viagem.
Assim que o Fabinho terminou de guardar as coisas no carro, nós seguimos pela trilha e logo o final da tarde se despedia em tons de laranja por entre as árvores e a noite já caía sobre nós. “Aconteça o que acontecer, confie em mim”, disse ao meu filho assim que chegamos. Se tem um jeito de fazer se revelar um pedófilo é usar como isca o que ele menos espera, e eu tinha exatamente o que precisava.
Assim que nos recebeu, ele estava na cozinha, preparando o jantar. Os dois loirinhos ajudaram a servir a mesinha do lado de fora com pratos e talheres e, da ansiedade inicial, um cheiro de comida caseira se espalhou no ar e cada um tratou de se servir e buscar um lugar pra sentar. Até que pra um sujeito que morava sozinho, ele cozinhava bem. Porque, geralmente, você mistura qualquer coisa numa panela e, se não tem a opinião de ninguém, fica apenas com seu próprio gosto, ou a falta dele.
De um lado, sentados todos juntos, os garotos trocavam cochichos e segredos, e eu tinha tudo preparado. Por sorte, havia apenas algumas poucas pessoas acampadas naquela área de estacionamento, e à noite elas ficavam lá na beira do lago, ou nas barracas armadas no entorno. Mas talvez a sorte não estivesse lá muito a meu favor aquela noite, porque não passaram mais que alguns minutos e, de um vento mais forte, que de repente escureceu o céu estrelado, uma chuva fina começou a cair. E logo um temporal desabou.
Ainda tentamos carregar o que deu e corremos para o trailer. Os garotos riam meio ensopados enquanto se enxugavam, e lá fora o temporal aos poucos ia diminuindo, virando apenas uma chuva fina. Pelo visto, aquelas férias pareciam ter chegado ao fim, não sei se do jeito que esperávamos, mas isso logo acabaríamos descobrindo. Eu só não contava com a chuva, então acabei tendo de improvisar, e tive uma ideia: o jogo da adivinhação.
“Já que a chuva parece que não vai parar, que tal brincarmos de um jogo?”, disse aos garotos, e logo todos se animaram e se reuniram em volta da mesinha. “Já brincaram de jogo da adivinhação?”, perguntei a eles, e todos disseram que sabiam que jogo era aquele. “Vamos fazer desse jeito: vai ser família contra família, nós contra vocês”, e todos concordaram, os garotos dizendo que iam ganhar uns dos outros. “Mas tem uma regra: quem errar tem que pagar uma prenda...”, e fiz um pouco de mistério, diante dos olhares ansiosos. “Quem errar, um membro do time tem que tirar uma peça de roupa!”, e todos riram em meio ao protesto da loirinha, mas no final todos concordaram.
Apesar da animação dos garotos e dos gêmeos, o pai deles poderia muito bem ter manifestado, dizendo que aquilo não era uma brincadeira adequada, que não estava gostando nada da minha atitude na frente dos seus filhos, ou qualquer baboseira moral que um idiota poderia pensar. Mas ele permanecia impassivo, e no fundo tentava esconder uma ponta de excitação, que controlava naquele seu sorriso. E, se eu estava certo, havia algo improfesso naquele seu olhar aos meus netos, desde a primeira vez em que o vi, e acho que aquela sua fachada logo desmoronaria — ao menos a isca tinha sido lançada.
Ficamos então cada um de um lado da mesa, o Torben com seu filho no colo e com a filha ao lado. Do lado de cá, o Fabinho sentado com o caçula no colo e o mais velho, no meu. Tiramos par ou ímpar pra ver quem começava e o Torben ganhou. Ele me olhava e acho que já tinha mordido a isca direitinho e parecia um tanto excitado com a coisa toda. Como tivemos que começar, acho que saímos em desvantagem, porque confesso que eu sou péssimo nesse tipo de jogo. E não deu outra, eles fizeram uma imitação e nenhum de nós sabia o que era, resultado: logo de cara eu fui o escolhido pra entregar a primeira peça de roupa. Tirei então a camisa e joguei de lado, o que gerou algumas risadinhas e gracejos.
Próxima rodada e dessa vez foram eles que perderam. E Pieter, que parecia ser o mais excitado de todos, já foi se oferecendo e, levantando os braços, o pai puxou sua camiseta meio molhada. Mais uma rodada e dessa vez meu neto perdeu sua camiseta. Lá fora, a chuva parecia que não tinha pressa de ir embora, e em volta da mesa, algumas rodadas a mais e todos já tinham entregue uma peça de roupa. Mas logo as coisas começaram a ficar mais quentes quando começamos a ter de entregar o que estava por baixo da mesa. Primeiro os shorts, e em seguida, as cuecas. E foi um sonho quando, um por um, os garotos se abaixavam pra descer o shorts.
Algumas rodadas a mais e agora eles tinham que levantar e, de pé no banco, iam baixando as cuecas, mostrando os paus duros, pra em seguida voltar a sentar no colo dos pais. E confesso que eu também já estava de pau duro, especialmente quando finalmente a loirinha de óculos teve de entregar a sua blusinha. Ela ainda protestou, mas acabou cedendo e, levantando os braços, se livrou da blusa e na hora em que surgiram os seus peitinhos à minha frente, eu só queria cair de boca neles. E agora que ela tinha colocado de volta os óculos cor de rosa, tentando esconder os peitinhos, parecia ainda mais linda.
Mas nada poderia ter me preparado para o que viria a seguir. Na rodada seguinte, ela finalmente teve de entregar sua última peça de roupa, e dessa vez nem protestou, apenas se levantou e, ainda meio tímida, foi baixando a calcinha, revelando sua bucetinha lisinha, que ela tentava esconder. Não demorou e agora chegava a nossa vez, os adultos, de nos levantarmos. Primeiro o Torben, que por baixo da mesa masturbava o seu filho, depois o Fabinho, que deixou o garoto admirado do tamanho do seu pau. E, ironicamente, eu fui o último que sobrou ainda com alguma coisa cobrindo o corpo. Não era preciso dizer que, àquela altura, havia um clima de excitação e expectativa que dominava a todos, mas nenhum de nós parecia ter coragem de dar o primeiro passo.
Então, como vencedor, acho que eu tinha o direito de reclamar o meu prêmio. E foi o que eu fiz. Me levantei e, estendendo a mão até os peitinhos da loirinha, toquei de leve os pequenos mamilos, que estavam durinhos. Eu esperava a reação do pai dela, e até agora nada, o que me deu a liberdade de continuar minha investida e levar o dedo até os seus lábios, até me abaixar e tocá-los suavemente num arriscado selinho, pra em seguida beijá-la e lhe oferecer a minha língua. Pra minha surpresa, ela parecia já ter sido devidamente ensinada a estender a língua e, com certeza aquilo não era nada de novo pra ela. E, por falar nisso, os dois “namoradinhos” a essa altura já tinham se esticado um em direção ao outro e também se beijavam, como faziam pela manhã.
A única coisa que me faltava era me livrar da minha samba canção, que àquela altura mal disfarçava o meu pau duro sob o tecido de setim. Descendo ela até a altura do joelho, de repente meu pau saltou pra fora e, duro feito pedra, apontava direto pra carinha da Nia, que não podia estar mais impressionada, com os olhos vidrados nos óculos cor de rosa. Pegando na mão dela então, deixei que ela brincasse um pouco com ele, e bastou o contato dos seus dedos pra eu sentir meu coração disparar.
Então, depois de uma rápida sessão de punheta, acho que ela já devia estar morrendo de vontade de provar o pau do amigo do seu pai. E, guiando até a sua boquinha, fui deixando que ela matasse a curiosidade e estendesse a linguinha pelo contorno da cabeça do meu pau. E ela o fazia detidamente, acariciando com a outra mão o meu saco, até ir abrindo a boca devagar pra começar a me chupar.
Eu tocava o seu rosto com o dedo polegar, enquanto sentia o céu da sua boca e meu pau adentrava delicadamente, até onde ela podia. E era uma delícia ter novamente meu pau na boquinha dela. Seu pai parecia compartilhar do meu tesão, se masturbando ao ver sua filha me chupar. Enquanto os dois garotos se beijavam, ele abria a bundinha do filho e lambia o seu cuzinho, até finalmente se levantar com seu pau duro à mostra e ir levando os garotos pra cama, na parte de trás. E então, a máscara se foi, e lá estava quem de fato ele era.
Você pensa que é o único a olhar um menino passando por você na rua, e fica imaginando se o piruzinho dele também faz aquela linda curvinha pra cima, e até parece ter o poder de despi-lo, baixando a sua cueca pra lamber a cabecinha do seu pau, e então, recebê-lo todinho na sua boca e chupá-lo cheio de tesão. Ou então abrir bem as perninhas de uma menina e enfiar a sua língua na sua rachinha e lamber o grelinho dela, enquanto fode o seu cuzinho com o dedo, até fazê-la gemer bem bonitinho.
Até que, de repente, você se depara com outro pai de família respeitável, que ama os seus filhos, e se dá conta de que você não é o único a partilhar aquele desejo. Não sabia quanto ao nosso amigo e seus filhos, mas aquilo era uma novidade pros meus netos. Eles já estavam acostumados a ter na mesma cama o pai, a Laurinha e os avós, mas era a primeira vez que um estranho se juntava a nós.
Embora já estivessem tão íntimos dos filhos dele, especialmente o caçula, estávamos entrando agora num mundo completamente novo, onde podiam expandir suas experiências e aprender a conhecer algo que ia muito além do trajeto da sua casa até alguns quarteirões de distância, onde a avó já os esperava de braços, e de pernas abertas. E até que, em sua primeira vez, eles não pareciam nem um pouco tímidos, nem na hora de tirar a roupa, nem quando fomos todos para a parte de trás do trailer, onde o nosso amigo puxou os dois sofazinhos que, juntos, formavam uma enorme cama. Imagino que ele talvez tenha mandado fazer daquele jeito pra ter uma bela alcova onde pudesse ficar bem à vontade com seus filhos.
Meu netinho caçula e seu amiguinho logo subiram lá e começaram a pular excitados, com seus paus balançando. Não sei como explicaria pra um garoto que você, como seu pai, estava dando a um estranho permissão para tocá-lo e levá-lo pra cama, mesmo porque as coisas não saíram exatamente do jeito que eu tinha planejado. Mas, com toda naturalidade, o Fabinho olhou pro seu mais velho e disse, apenas no seu gesto de acenar com a cabeça, que tudo bem, que não tinha problema deixar o moço pegar no seu pau. E quando o sujeito o deitou na cama e começou a masturbar o meu neto, até se inclinar sobre ele e começar a chupá-lo, confesso que aquilo me encheu de tesão.
No outro canto, os dois pequenos novamente se agarravam e, deitados um sobre o outro num meia-nove, também se chupavam apaixonadamente. Então, o Fabinho abraçou a Nia por trás, com as mãos correndo pelo seu corpinho até chegarem nos seus peitinhos, ela se virou e ele agora buscava a sua boquinha, roçando seu pau duro na sua bundinha. Me ajoelhei então diante dela e, abrindo um pouco as suas pernas, meti a boca na sua bucetinha e chupei gostoso o seu grelinho e a sua rachinha, tirando da menina alguns gemidos enquanto ela beijava o meu filho.
Ele então sentou na beira da cama e, colocando ela sobre o seu colo, metia o dedo no seu cuzinho pra ver se ela aguentaria. E, pra minha surpresa, aos poucos o anelzinho dela foi se abrindo e ele foi metendo seu pau. Assim que a cabeça do seu pau entrou, ela soltou um novo gemido, e logo, alguns centímetros a mais e ele começava a penetrá-la, acariciando seus peitinhos e beijando o seu pescoço. Mais uma vez então, me ajoelhei diante dos dois e voltei a chupar a sua bucetinha, agora fazendo ela gemer pra valer. O meu medo era de que alguém lá fora por acaso escutasse os seus gemidos, mas a chuva não dava trégua e continuava caindo, e acho que por enquanto ela podia gemer à vontade.
Eu lambia o seu grelinho e descia um pouco mais pra lamber o saco do Fabinho enquanto ele metia nela, até que me levantei e, mais uma vez dei meu pau pra ela chupar. A menina não só sabia beijar bem, mas também sabia chupar um pau. Queria só ver se ela também já aguentava uma dupla penetração, mas a noite estava apenas começando, e prometia. Enquanto isso, continuava a foder a sua boquinha, ao mesmo tempo em que por baixo ela tomava no cuzinho o pau do meu filho.
Ao lado, o Torben agora tinha metade do seu pau na boquinha do meu neto, ao mesmo tempo em que fodia o cuzinho do seu irmão caçula com o dedo. Fui então até os dois e, me metendo no meio deles, ajudei o meu netinho a chupar o seu amiguinho, por vezes metendo minha língua na sua boquinha e deixando ele chupar enquanto o beijava.
Com o pau já devidamente lubrificado de saliva, o Torben agora tinha colocado o meu neto sobre o seu colo e ia lentamente penetrando o seu cuzinho, fazendo o garoto cavalgar sobre ele, subindo e descendo, enquanto soltava aquele gemido fininho típico de garoto sentindo todo o prazer do mundo. E acho que o meu neto já começava a gostar de ter no seu rabinho o pau de um estranho, abrindo a boca pra que o homem metesse também a sua língua, enquanto os dois se beijavam. Acho que ver o meu neto ser fodido daquele jeito me deixou tão excitado que eu não aguentei mais olhar e, abrindo as pernas do Pieter, apontei meu pau pro seu cuzinho e comecei a meter nele, enquanto o meu neto o chupava.
Naquele instante, eu só pedia que a chuva não parasse, porque o trailer se enchia do som do gemido das crianças. E era um som maravilhoso de se ouvir, fosse o da Nia, de um lado, ou do meu neto, que agora tinha todo o pau do sujeito no seu cuzinho. Ele o segurava, pela bundinha, abrindo bem e metendo sem dó, até fazer aquele barulho de carne contra carne. E, não satisfeito, ele puxou o meu neto caçula e o fez ficar de pé sobre a cama, pra poder chupar o seu pau, ao mesmo tempo em que fodia o mais velho. Então, colocando o caçula entre os dois, ele fazia o meu neto chupar o seu irmão. E o menino parecia adorar ser chupado, ao mesmo tempo em que o sujeito enfiava a língua no meio da sua bundinha e lambia o seu cuzinho.
Não sei qual de nós foi o primeiro, mas, um a um, todos começamos a gozar, gemendo feito loucos. A Nia então se levantou do colo do Fabinho com porra escorrendo por entre as pernas, assim como o meu neto, e então foi a minha vez de encher o cuzinho do Pieter com leitinho, enquanto segurava as suas pernas abertas. O garoto se levantou da cama e eu o abracei e o beijei ternamente, acariciando o seu pau. Nosso amigo então se senta ao lado do meu filho e parece não acreditar naquilo, dizendo como foi incrível. Então, ainda recobrando o fôlego, nos entreolhávamos, diante da nossa nudez ali sentados.
Os garotos então desceram da cama e vieram se juntar a nós, sentando no nosso colo, os dois ainda excitados e de pau duro. Enquanto isso, a Nia tomava uma ducha no banheiro. O Torben foi então à pequena geladeira e tirou três latas de cerveja, voltando em seguida cheio de elogios sobre os meninos “A sua filha também é um amor!”, meu filho respondeu. “Acho que os nossos garotos merecem um pequeno tratamento especial”, propus. E, colocando meu neto caçula de pé no sofazinho, dei um beijinho no seu rosto e, puxando ele pra mim, comecei a chupar o seu pau. O Fabinho então fez o mesmo com o Pieter e, do outro lado, no outro sofá, o Torben começou a chupar o meu neto mais velho.
Até parecia uma competição de boquete, cada um de nós numa pequena batalha, de um lado os dois sobre o sofazinho, rebolando e fodendo a nossa boca, e do outro, o meu neto deitado e gemendo, até que começou a gozar na boca do sujeito enquanto era chupado. Olhando ele lamber a cabecinha do pau do meu neto, e colhendo com a ponta da língua a sua porra, no fundo até me dava um pouco de inveja, sentindo uma vontade louca de um pouco de leitinho quentinho do meu neto, uma vez que os dois pequenos ainda não gozavam.
Terminado então o nosso tratamento especial aos nossos meninos, o Pieter foi sentar no colo do pai e o meu neto, no meu, já que o caçula queria o seu pai. E quando a Nia saiu do banheiro e, enrolada na toalha, foi sentar do lado do pai, estávamos mais uma vez, como no nosso joguinho inicial, cada família de frente para a outra, em lados opostos. Mas acho que agora, depois de revelados os nossos desejos e segredos mais bem guardados, não poderíamos ser mais parecidos, o Torben e seus filhos e o Fabinho e eu, junto com os garotos.
“Como foi que soube?”, ele me perguntou, acariciando seu filho. Se ele se referia ao seu pequeno segredinho, talvez eu tenha começado a suspeitar observando o seu filho. Acho que, por mais que tente, um garoto não consegue esconder a sutil mudança que começa a ter efeito quando tem o contato com seu desejo, sem medo de repreensão ou censura. E quando prova pela primeira vez o contato com o sexo de um homem feito, ou mesmo de um amigo, ao sentir em seus dedos o calor e a maciez ao toque, quando sente na ponta da língua o sabor agridoce de porra, depois de ter em sua boca um pau duro e, aos poucos ir aprendendo a chupar, isso deixa pequenos indícios que só podem ser notados por um olhar atento; alguém que, igualmente, já teve a mesma experiência.
Eu olhava o Pieter e, desde o primeiro instante, eu via nele, em seus olhos azuis e nos cabelos loirinhos que lhe caíam sobre o rosto com o vento, como se um sonho recorrente que me vinha e, pela manhã, ao acordar, eu só conseguia pronunciar o seu nome, apertando contra o peito alguma peça de roupa que restara, ainda com o seu cheiro. Mas o que o garoto tinha de parecido com o Luca não era apenas a delicadeza dos pequenos gestos, como tirar o cabelo que insistia em lhe cair nos olhos, era o jeito como ele colocava a linguinha pra fora, sempre que parecia excitado. Fosse lambendo os dedos ao se lambuzar com doce de leite, fosse brincando na água, sempre agarrado ao meu neto caçula, ele sempre deixava à mostra o seu desejo por algo que deixara na ponta da língua aquele gosto, o prazer proibido e secreto que os outros garotos não conhecem.
E, enquanto eu falava, o Torben se mostrava surpreso ao constatar o quão bem eu parecia conhecer o seu filho. “Você gostou, filho, quando o moço chupou você?”, ele sorriu pro garoto, que respondeu com um tímido aceno ao olhar pra mim. “E você gostou de chupar ele?”, novamente o garoto sorriu e, dessa vez, bem matreiro ele olhou pra mim e voltou-se pro pai, acenando afirmativamente com a cabeça. “E você, filha, gostou do amigo do pai?”, ela ainda pensava nas palavras, brincando com a ponta da toalha, até se virar pro pai e dizer, com a maior naturalidade: “O pau dele é bem grande!”, e nós três sorrimos. “Desculpe, meu amor, não tinha a intenção de te machucar”, o Fabinho se desculpou com ela.
“Quer que o moço chupe você mais um pouco?”, ele tinha o braço em volta da filha, e passava a mão no seu cabelo, fazendo a menina acenar que sim, com o rostinho ligeiramente corado sob os óculos cor de rosa. “E você, filho, também quer mais um pouquinho?”, e o garoto dessa vez acenou decididamente excitado. O pai então sorriu pra nós e só aquele pequeno bate-papo me deixou de pau duro novamente. “Bem, amigos, esses são os meus filhos, e eles sabem do que eles gostam”.
Não precisava nem dizer mais nada e eu já tinha aceitado o convite e, junto com o Fabinho, nos ajoelhamos na frente deles e eu abria as pernas do Pieter e, com seu pau duro apontando pra cima, molhei os lábios e estendi a língua pela sua cabecinha, pra em seguida abrir a boca e chupá-lo detidamente, enquanto acariciava o seu corpo. Do meu lado, o Fabinho primeiro chegou-se bem pertinho do rosto da Nia e, tirando os seus óculos, beijou a sua boquinha. E, como ela não tinha coragem de tirar a toalha que a cobria, ele delicadamente puxou a dobra que ocultava os seus peitinhos e eles se revelaram à sua frente, como se pedissem para serem chupados.
Da mesma forma como meu filho se permitia o prazer com seus amigos, tanto comendo eles, como tendo um pau no seu cu e outro na boca, ele se dedicava a ensinar os garotos tudo sobre ter e dar prazer. Por isso, não me surpreendia com que satisfação ele atendia o desejo da loirinha e chupava os seus peitinhos, até ir descendo pelo seu corpo e chegar na sua bucetinha, onde meteu a cara e fazia ela gemer mais um pouco.
Enquanto isso, sobre a cama, meus dois netos se revezavam chupando o nosso amigo. Ele segurava o rosto dos dois e os fazia se beijarem pra meter seu pau entre as duas boquinhas, até que um deles abocanhava a cabeça e o outro lambia o seu saco. Depois, eles invertiam e voltavam a se beijar e a chupá-lo.
O que mais me impressionava nos filhos do nosso amigo, e isso eu pude perceber com os dois loirinhos que anos atrás entraram na minha vida, era o quão natural parecia ser o prazer para eles. É como se o sexo não só já estava presente na vida deles, mas era uma necessidade, que seus corpos pareciam buscar. E, talvez, quando não podiam tê-lo, quando o seu segredo não podia ser revelado na presença de estranhos, eles o buscavam entre si, como o Pieter mais cedo naquele dia com o meu neto.
Quem sabe, quando estavam longe do pai, na outra vida que eles viviam como qualquer outra família, no meio da noite os dois acordavam e, feito dois amantes, se entregavam ao seu desejo e se chupavam a noite toda, ansiosos pelo próximo fim de semana com o pai. O Pieter segurava a minha cabeça e, movendo-se contra o meu rosto, tentava me penetrar a boca, suspirando ofegante. Ao lado, sua irmã gemia, completamente entregue à sensação de ter sua bucetinha explorada por um estranho. Olhando a expressão de prazer nos seus rostinhos, resolvi tentar uma outra coisa. Me levantei e levei meu pau até a carinha do loirinho, oferecendo a ele pra uma exploração mais detida.
O garoto olhava fascinado a cabeça do meu pau à sua frente e, estendendo a mão, começou a brincar, numa delicada masturbação que ia me levando à loucura. Até que, por um instante, ele levantou os olhos e, com um sorriso, foi aproximando o rosto, até abrir a boca e engolir a cabeça do meu pau.
Do lado, enquanto gemia, sua irmã olhava o garoto me chupar, e molhava os lábios com a ponta da língua e, levando minha mão até o seu rosto, passei o dedo polegar pela sua boquinha e ofereci me pau pra ela chupar também. E logo estavam os dois irmãos se revezando, enquanto o Pieter esticava a língua pra lamber o meu saco, a loirinha aguentava até metade do meu pau na sua boca, chupando e lambendo enquanto suspirava, tendo o meu filho ainda entre as suas pernas.
Então, só pra ver o quanto os dois irmãos eram chegados, eu coloquei os dois, cada um de um lado, pra me chupar, e, com a cabeça o meu pau no meio, as duas boquinhas começaram a se esbarrar no seu lindo boquetinho, como também suas linguinhas, fazendo com que os dois ora me chupassem, ora se beijassem. E, em meio a umas risadinhas, eles começaram a explorar mais um ao outro, o que demonstrava que já estavam acostumados àquilo quando estavam a sós, tanto que, ao tirar o meu pau, os dois continuaram a se beijar.
Resolvi então me juntar a eles e, estendendo a língua, ofereci aos dois, até que estávamos os três nos beijando. Eu enfiava a língua na boca da loirinha pra ela chupar e em seguida fazia o mesmo com seu irmão, e mais uma vez voltávamos a nos beijar, os três ao mesmo tempo. Ao passo em que constatava o quanto o loirinho tinha em comum com o Luca, mais eu queria tê-lo em meus braços, e chupá-lo, e lhe dar meu pau pra ele se divertir. E, como se renascido, novamente, assim como o primeiro, aquele também parecia ter um enorme prazer e uma grande intimidade com a arte do boquete, chupando e lambendo o meu pau como se um doce.
Segurando a minha bunda, o garoto me puxava contra si e queria mais do meu pau, disputando com a irmã a posse que agora ele tinha do sexo ereto de um estranho que bem poderia ser seu avô. Eu metia o meu pau na sua boquinha, penetrando até onde dava, e me surpreendia como ele parecia já tão afeito ao prazer, talvez mais do que a qualquer outro brinquedo. E eu não pude mais segurar e negar-lhe o que ele tanto queria. Num súbito arrepio que me correu pela espinha, despertado mais uma vez, o meu gozo jorrava de mim, chegando até a sua boquinha, e o primeiro jato de porra encheu a sua língua estendida, enquanto ele ainda me lambia.
Até que mais uma vez, e de novo, o meu gozo enchia a sua boquinha, e ele tentava beber tudinho. Ainda com porra lhe escorrendo em seus lábios, eu tirei meu pau e logo a sua irmã voltou a abocanhá-lo, me tirando um último suspiro que ela sorvia e, ainda lambendo os lábios, parecia provar o sabor, como se curiosa pra saber que gosto tinha, se era diferente do que ela já conhecia. Depois de saciar a curiosidade dela, mais uma vez eu beijei a sua boquinha, sentindo nela o sabor do meu próprio gozo, e depois beijei o seu irmão, que, todo contente, subiu na cama e agora queria beijar o meu neto.
Nesse instante, o pai dele fodia o cuzinho do meu neto caçula, que cavalgava o pau do sujeito já meio sem forças. Até dava uma certa peninha dele, mas, olhando o seu pau duro, acho que se naquele momento ele estava quase gozando. Seu amigo então o abraçou e os dois dividiam aquele momento, como se um segredo que agora podiam partilhar. Ao mesmo tempo, deitado na cama, meu neto mais velho suspirava ofegante, enquanto o sujeito chupava o seu pau.
Me deitei na cama, ao lado deles, e me admirava da juventude e do vigor com que o Torben dava conta dos dois, tendo ainda o seu caçula sobre ele. Eu acariciava a bundinha do loirinho e conseguia alcançar o seu cuzinho, metendo o meu dedo e fodendo ele, enquanto os dois se beijavam. E, por falar em vigor, no sofazinho ao lado, o Fabinho já tinha colocado a loirinha de quatro e agora fodia o cuzinho dela mais uma vez.
Com o rosto apoiado no encosto do sofá, ela gemia enquanto era penetrada por trás, e o meu filho a segurava pela cintura e metia com vontade, dando umas estocadas que tiravam dela um gemido mais agudo. Até que ele a puxou contra si e agora, com o corpo dela colado ao seu, ele acariciava os seus peitinhos, ao mesmo tempo em que metia nela por trás. E se a garota parecia meio tímida a princípio, agora ela começava a se soltar e se movia no mesmo ritmo que ele, virando o rosto e querendo a sua língua mais uma vez.
Enquanto isso, na cama, o meu neto mais parecia uma putinha do seu amigo e do pai dele, sendo fodido pelo pai, ao mesmo tempo em que o filho chupava a sua língua, os dois agarrados sobre o sujeito, que tanto metia no mais novo como chupava o mais velho. Era incrível, e eu não aguentei e peguei o celular e comecei a filmar os três. Primeiro, dando um zoom no meu neto mais velho de joelhos na cama penetrando a boca do sujeito, que o segurava pela bundinha enquanto abocanhava o seu pau. E no meio da sua diversão, fodendo a boca do sujeito, o safadinho pegou no meu pau e começou a me masturbar.
Então, sorrindo pra mim, ele voltou ao sujeito e agora segurava a sua cabeça com as duas mãos, dando uma série de estocadas, até soltar um gemido e, com o corpo meio arqueado, começou a gozar no estranho que o chupava tão intensamente, primeiro ainda na sua boca, depois uma vez mais no seu queixo, fazendo o sujeito esticar a língua pra lamber o restinho que sobrou. Em seguida, fui até os dois pequenos que se beijavam e cheguei bem perto do rostinho deles com o celular, gravando a guerrinha de língua que eles travavam. E, ao perceber que estavam sendo filmados, os dois riram e agora pareciam tímidos, e o loirinho, um tanto corado. Então, pra encorajá-los, me aproximei e dei um selinho em cada um.
Depois eles se voltaram um pro outro e, abrindo a boquinha, buscavam mais uma vez a linguinha um do outro. E agora, diante da cena que eu filmava, não aguentei o tesão e resolvi me juntar a eles num beijo a três, dando um zoom no loirinho, que queria chupar a minha língua. De joelhos sobre a cama, ao lado dos dois, não demorou e logo o meu pau já dava sinal de vida novamente, apontando pra carinha do meu neto.
Enquanto ele gemia, fui guiando meu pau até a boquinha dele. E o safadinho prontamente estendeu a linguinha pra lamber a cabeça, até abocanhá-lo de vez, me chupando ao mesmo tempo em que eu filmava o seu boquete. Enciumado, o loirinho se juntou a ele pra me chupar também. Aos poucos, eu começava a ter certeza de que, provavelmente desde o primeiro instante em que se viram, aqueles dois devem ter experimentado algo que era novo. Havia uma ligação entre eles que não precisava de palavras ou de algo mais complicado pra se tentar explicar, apenas a troca de olhares e o inevitável contato, fosse de uma brincadeira qualquer de garoto ou aquele braço em volta do pescoço, depois que se cansavam de correr um atrás do outro.
É claro que aquilo me lembrava muito a ligação entre o Fabinho e o Luca, em sua repentina amizade, mais ou menos naquela mesma idade, e tudo o que dela se desencadeou. Parecia inevitável a comparação, e no fundo eu talvez preferisse acreditar em alguma ironia do destino, mas ficava imaginando quais seriam, desta vez, as consequências, e que novos rumos a minha vida tomaria a partir dali. Quem sabe, sem aquele primeiro encontro dos dois à beira do lago, talvez a história fosse outra, e nada daquilo estivesse acontecendo agora.
Mas, e na manhã seguinte, quando passasse o temporal que nos colocou todos ali juntos naquele trailer? O que seria daquela inesperada amizade e o que ela traria consigo? Olhando os dois, que se entregavam apaixonadamente um ao outro, e agora ao meu pau na boquinha deles, só conseguia gemer e suspirar de tesão.
E o que quer que o futuro nos reservasse, não parecia ser assim tão preocupante quanto prazeroso, tão prazeroso quanto olhar a bundinha arrebitada do loirinho, enquanto ele se debruçava pra me chupar. É claro que, por mais que eu estivesse adorando a boquinha dos dois no meu pau, aquela bundinha arrebitada parecia um convite difícil de recusar. Me inclinei até os dois e, mais uma vez beijei a boquinha deles, pra em seguida me ajeitar sobre a cama, estrategicamente atrás do loirinho, onde fui guiando o meu pau. E, depois de molhar o dedo com saliva, passei na entradinha do seu cuzinho e fui conduzindo o meu pau. Ele ainda olhou pra trás por um instante, e me lançou aquele olhar de que sabia o que eu queria. Então, voltou a chupar o meu neto.
Mas, na hora em que a cabeça do meu pau rompeu o seu anelzinho, ele soltou um gemido, e logo eu já estava penetrando o seu cuzinho, segurando ele pela cintura e dando uma estocada e outra, o que o fazia gemer ainda mais, ainda com o pau do amigo na boca. O safadinho rebolava sua bundinha e aquilo me enchia ainda mais de tesão, indo e vindo com meu pau dentro dele e fazendo ele suspirar mais ofegante ao perder o fôlego. Mas, uma ideia ainda mais ousada me ocorreu, e, por um instante, não sabia qual seria a sua reação, afinal nós tínhamos acabado de nos conhecer e aquela era a nossa primeira vez, mas resolvi arriscar. Chamei o pai do menino, que subiu na cama e, de joelhos atrás do meu neto, apontava o seu pau pro cuzinho dele. E, como se já tivesse feito aquilo antes, ele foi metendo seu pau.
Com os dois ajoelhados entre nós, voltamos a meter no cuzinho deles e agora os dois se abraçavam e podiam se beijar, enquanto de um lado o Torben fodia o meu neto, e de cá, eu fodia o seu filho. Segurei ele pela bundinha e ele também fez o mesmo, e, sendo maior que eu, suas mãos me alcançavam um pouco mais que as minhas, roçando seus dedos no meu cu, ao mesmo tempo em que nos movíamos ritmadamente um contra o outro, metendo no cuzinho dos dois.
Aquilo de repente foi criando uma certa tensão sexual entre nós e, ao passo em que aquele súbito contato nos enchia de tesão, nem eu nem ele se arriscava a um passo a mais, sem saber como o outro reagiria. E, diferente de nós, os garotos pareciam saber exatamente o que queriam um do outro: tão-somente se beijar e chupar a linguinha um do outro. Ele então inclinou a cabeça contra a minha e, encostando sua testa na minha, eu pude sentir a sua respiração quente na minha boca, o que só me enchia de tesão, enquanto metia no cuzinho do seu filho. Até que não aguentei mais e comecei a gozar no loirinho, puxando seu pai contra mim numa última estocada, como se pudesse foder os dois ao mesmo tempo.
E então ele também gozou no meu neto e, por um instante, ficamos ali sobre a cama abraçados, sentindo no rosto a respiração ofegante um do outro, até que nos olhamos e sorrimos, beijando os dois garotos.
Passado aquele momento inusitado, descemos da cama e nos juntamos ao Fabinho, que ainda metia na loirinha. O pai dela sentou ao seu lado e lhe deu um beijinho, colhendo de sua boquinha um gemido. E quando o meu filho também gemeu atrás dela, ao tirar seu pau, o cuzinho dela começou a escorrer porra, e nos acariciávamos os três, sorrindo satisfeitos.
Depois, então, fomos tomar uma ducha e juntamos os sofazinhos para tentar acomodar todos para dormir. Em meio à chuvinha fina que caía lá fora, nós tentávamos nos ajeitar no pequeno espaço que, evidentemente, não cabia todos nós. Num dos sofazinhos, os dois amigos dormiam agarrados, e no outro, meu neto mais velho dividia com a loirinha como podiam.
Não sei o que nos reservava o futuro, mas não podia estar mais satisfeito com os sortilégios do destino. E, ao menos naquele momento, eu só queria aproveitar, já imaginando que, no dia seguinte, continuaríamos a nos conhecer melhor, eu, meu filho e meus netos, e o nosso amigo e seus filhos.
Luca - Petruchio Schiavo