Minha primeira orgia incestuosa a céu aberto

Filhos de Afrodite e parte da sua comitiva, os Erotes eram um grupo de deuses alados da mitologia grega, associados ao amor e ao desejo sexual. O termo "Erotes" é o plural de Eros (amor), e eles representam seus diferentes aspectos, como o desejo, o amor retribuído e a paixão.
Os principais Erotes são Eros, o deus do amor inconsequente (mais conhecido como Cupido), Anteros, o deus do amor retribuído, Hímeros, o deus do amor não correspondido, e Pothos, o deus da paixão e do anseio.
Na Teogonia de Hesíodo, o principal Erote, Eros, seria a representação de dois deuses: O primeiro seria um deus primordial nascido do Caos. O segundo mais novo, seria filho de Afrodite, jovem e travesso, que atira flechas de amor aleatoriamente nas pessoas.
Afrodite era descrita na maioria dos mitos, já nascendo adulta grávida de Eros e Hímeros. Em outra versão, ela teria tido os erotes com Ares.
Envolvidos no jogo amoroso dos mortais, os Erotes são geralmente representados como crianças. E embora passassem o tempo em brincadeiras e artimanhas, é dito até mesmo que alguns mantinham relações sexuais entre si, como os gêmeos Eros e Hímeros. Em algumas tradições, os Erotes podem também ter uma influência especial sobre o amor homossexual.
A idade mágica. Situada entre o final da infância e o começo dos turbulentos anos da juventude, a adolescência marca na vida de qualquer um de nós um período mágico de descobertas e experimentação, que nos levarão a explorar e descobrir os mistérios da vida adulta, e até podem definir as nossas escolhas no futuro. Não sei se por acaso ou por uma peça que me pregara o destino, eu agora estava num trailer com um bando deles, todos bem no meio da idade mágica. E eu queria muito saciar todas as suas curiosidades e desejos.
Na manhã seguinte, acordamos com os raios de sol, ainda meio tímidos, entrando pela fresta da cortina, numa pequena janelinha, e pela clarabóia. Até que, numa farra só, os garotos subiram na cama pra nos acordar. E o Fabinho abraçou e beijou seu caçula, como também o Torben, o seu loirinho.
Após o temporal da noite passada, o sol brilhava aos poucos cada vez mais, prometendo um belo dia no lago. Só que, ao chegarmos à nossa barraca, o lugar todo havia se transformado num lamaçal, cercado de poças d’água. Com cuidado o Fabinho chegou até lá e conseguiu resgatar as nossas coisas, mas fora a comida e a bebida no izopôr, todo o resto estava ensopado: os sacos de dormir, as toalhas e umas peças de roupa dos garotos. “Vocês podem ficar com a gente, se quiserem”, disse o Torben, oferecendo-se pra nos receber enquanto o lugar não secasse.
Depois de desmontar a barraca e arrumar tudo, estávamos voltando quando, num passo em falso, acabei escorregando e levando um tombo, desabando de costas numa poça d’água no meio da lama. É claro que foi a maior diversão pros garotos e todos acabaram caindo na gargalhada. Meus netos então vieram me ajudar a levantar e, com todo cuidado, eles tentavam se equilibrar no meio da lama pra chegar até mim, e o caçula me estendeu a mão. Mas, como não aguentava sozinho com o meu peso, ele esperou pelo mais velho, e quando os dois se juntaram pra me dar a mão, resolvi pregar uma peça neles e, com a força que eles faziam, soltei a mão deles e os dois também caíram de costas na água. Agora eram os outros dois que riam deles.
O Pieter então veio se juntar a nós, mas em vez de ajudar, ele queria mesmo era se divertir na lama. E, pulando na poça d’água, fazia a maior farra, e agora o meu neto caçula também, os começando uma pequena briguinha, um lambuzando o outro de lama. Não demorou e, da disputazinha entre os dois, eles começaram a provocar o mais velho, que acabou entrando da brincadeira. E agora, o que havia começado com um deslize meu, virava uma guerrinha de lama entre os garotos. Mas, quando o pai deles resolveu se meter, era o que faltava pra eles se unirem pra tentar derrubá-lo, os dois menores agarrados nas pernas e o mais velho fazendo força pra empurrá-lo. Até que finalmente o Fabinho desabou na lama, sendo logo dominado pelos meninos, que subiam em cima dele e o lambuzavam inteirinho.
Nisso, o Torben veio dar uma lição neles. Mas foi só dar um ou dois passos na lama, e ele escorregou, caindo também numa poça d’água. Os meninos então começaram a rir a valer e partiram pra cima dele, se juntando pra um batismo de lama. Do outro lado, na parte mais seca, a Nia também ria do pai todo sujo de lama e era a única que ainda não tinha se sujado. Até que o Fabinho se levantou e, depois de correr atrás dela, conseguiu agarrar a menina e, com ela nos braços, veio se juntar à guerrinha dos garotos, que não perderam tempo em dar a ela o mesmo tratamento. Meu neto caçula então resolveu se livrar da roupa suja e agora rebolava a bundinha branquinha pra nós, peladinho no meio da lama. E logo o loirinho se juntou a ele e de repente já estavam inteirinhos cobertos de lama, rolando feito dois porquinhos.
Em seguida, foi a vez do meu neto mais velho se juntar a eles, também tirando a roupa. Os dois garotos se divertiam e, não satisfeitos, não sossegaram até conseguir fazer o mesmo com o pai, tentando puxar a sua camisa. Então, de repente, uma disputa se formou, com os garotos em cima de nós pra tirar a nossa roupa, primeiro o Torben, depois o Fabinho e quando os três montaram sobre mim, eu já estava de pau duro. E foi só puxarem o meu shorts pra começarem a me masturbar, ali deitado na lama. Por último então, o Torben puxou a blusinha da filha e depois o seu shortinho, e a menina estava peladinha, e recebendo uma pequena massagem de lama nos peitinhos e na bucetinha.
Não é preciso dizer que, àquela altura, estávamos todos de pau duro, meio lambuzados de lama, enquanto os garotos se proclamavam os vencedores da nossa pequena guerra da lama. Depois então, fomos pra água nos lavar e, pelo visto, a chuva da noite passada tinha esvaziado o lugar de vez, porque por sorte não havia ninguém mais lá.
E, como um bando de selvagens enlamaçados, entramos no lago e nossos corpos iam deixando aquela sujeira de barro que turvava a água à nossa volta. Eu lavava a bundinha do meu neto caçula e o seu pau duro apontava pra mim, como se pedindo pra ser chupado. E depois de nos limparmos, nos deitamos na grama, com a roupa estendida pra secar. Mas, a verdade é que, o que havia começado como uma brincadeira, agora ficava ainda melhor quando o Torben abriu as pernas da filha e, de um carinho no seu grelinho, começou a chupar a sua bucetinha.
O Fabinho então se pôs a masturbar o seu mais velho e também começou a chupá-lo, e eu fiquei com os outros dois, me revezando entre o pau de um e do outro, ao mesmo tempo em que eles se beijavam. E, sob o sol morno que nos banhava aquela manhã, pela primeira vez eu experimentava meter num cuzinho apertadinho a céu aberto, em meio à natureza. Primeiro o Pieter, depois o meu neto, os dois estavam mais do que deliciosos enquanto cavalgavam o meu pau ali na grama. Ao lado, o Fabinho penetrava o seu mais velho deitado sobre ele, enquanto o Torben fodia o cuzinho da sua filha.
Era lindo ouvir o gemido deles em meio ao canto de passarinhos e uma ligeira brisa que nos acariciava na nossa pequena orgia na natureza. Depois então que gozamos, ficamos todos lá deitados, espalhando ao vento o cheiro de sexo que exalávamos todos. Alguém que passasse por ali, talvez invejasse a liberdade que nos permitia ficarmos ali deitados, como se uma família de naturistas que não tinham qualquer pudor de sua nudez. É claro que, sem saber que há alguns minutos atrás estávamos todos entregues ao deleite dos nossos corpos nus.
Até o final daquele dia, depois de arrumarmos as nossas coisas e nos instalarmos como pudemos, uma inesperada intimidade já nos permitia a naturalidade de uma convivência, ao menos no interior do trailer, de uma nudez que nos despia de qualquer medo. Se no começo nós ainda nos limitávamos ao consentido desejo mútuo do qual éramos cúmplices, agora se revelavam as infinitas possibilidades do prazer.
Naquela noite, já inteiramente à vontade uns com os outros, os garotos subiram na cama e, de uma brincadeira inicial de luta, com os dois pequenos se unindo pra tentar dominar o mais velho, e, em seguida, com o loirinho subjugado, eles agora se entregavam à exploração do corpo uns dos outros. Depois de se livrarem das roupas, os dois menores agora só queriam se beijar, e depois se voltaram pro mais velho pra lhe ensinar umas coisinhas que, ao que parecia, os dois haviam descoberto por si só.
Uma coisa que até então nem eu nem o Fabinho tínhamos percebido é que o seu mais velho acabara de cruzar aquela linha tênue que divide a idade mágica, quando os meninos deixam de lado as brincadeiras e de repente passam a ver as meninas de um jeito diferente, que eles mesmos ainda não sabem definir. Se antes elas eram só um bando de criaturas que não faziam parte do seu universo, agora seu olhar começa a notar a graça e a delicadeza dos seus traços, como que seduzidos por algo que ainda não sabem decifrar, mas que ainda assim passa a aguçar a sua curiosidade.
Por uma ou duas vezes, notei aquele seu olhar para a filha mais velha do nosso amigo. E embora ele não soubesse o que fazer ou o que dizer, parecia evidente a mudança que se revelava. Sentada entre o pai e o Fabinho, ela se dividia entre os dois, masturbando o pau de um e do outro, enquanto olhava os garotos, até que o pai sussurra alguma coisa no seu ouvido e ela então sorri e se levanta. Na cama, os três continuam a se beijar, numa intensa pegação que nos deixa de pau duro. E quando a menina tira os óculos e se junta a eles na cama, a coisa fica ainda melhor. Eles primeiro trocam olhares e ela não se furta à curiosidade de tocar o pau do mais velho, deixando o garoto um tanto corado, mas definitivamente cheio de tesão.
Não muito diferente dos dois, no sofazinho seus pais também se masturbavam e se deliciavam com a sessão de punheta dos garotos. Então, já mais à vontade, eles trocam alguns olhares ainda tímidos e queriam tentar entre si o mesmo que nós adultos, a Nia chupando o meu neto mais velho e os outros dois num meia-nove.
Acho que inspirado pelos filhos, o Fabinho não se furta a de repente começar a masturbar o pau do nosso amigo. E qual foi a minha surpresa quando o sujeito retribuiu o gesto, também masturbando o meu filho. Diante dos filhos se chupando sobre a cama, parece que o mesmo tinha contagiado os dois, sem nenhum pudor de se tocarem. Até o meu filho se virar pro lado e, com a maior naturalidade, se debruça sobre o pau do Torben e abre a boca, engolindo inteirinho e chupando cheio de tesão. Segurando pela base o pau coberto de pêlos meio russos, ele o chupava como fazia com seus amigos da academia, o que me enchia de tesão, tanto ver os garotos como seus pais se chuparem.
Até que não aguentei mais e me levantei, com meu pau duro feito pedra. E, diante dos dois, não resisti a me juntar a eles, oferecendo meu pau ao sujeito, que o segurava e o abocanhava, me puxando com uma das mãos pra foder a sua boca, ao mesmo tempo em que penetrava a boca do meu filho. Na cama, de um lado os dois pequenos, agora um sobre o outro, se beijavam, com meu neto caçula deitado sobre o seu amigo e metendo no seu cuzinho. Enquanto isso, seu irmão mais velho provava pela primeira vez uma bucetinha da sua idade. Pra um garoto da sua idade, ele já sabia muito bem como foder. Mas agora ele tinha a chance de comer uma bucetinha de uma garota da sua idade, e parecia estar adorando.
Deitada sobre ele, a filha do nosso amigo rebolava e arqueava a bundinha, mostrando com que facilidade o pau do meu neto deslizava pela sua bucetinha, já um tanto acostumada ao pau dos adultos. E os dois pequenos agora se juntaram a eles e, cada um de um lado, se revezavam com os paus apontados pro rosto da loirinha, que os chupava um de cada vez, primeiro o irmão, depois o meu neto. Olhando aquela cena, uma curiosidade me vinha naquele instante, e só tinha um jeito de descobrir.
De joelhos atrás dela, fui guiando o meu pau, que, cheio da saliva do seu pai, foi entrando fácil no seu cuzinho. E enquanto meu neto comia a sua bucetinha, fui metendo devagar entre as suas pernas e fui experimentando até onde dava, penetrando ela até arrancar na sua voz fininha aquele doce gemido.
Agora, provando dois paus ao mesmo tempo, a loirinha olhava por sobre o ombro e me lançava aquele olhar, gemendo a cada estocada e eu não resisti e a beijei, sua boquinha entreaberta suspirando ofegante, e lhe enfiei minha língua, em busca da sua. Tenho que dizer que, pelo jeito como ela se movia em resposta, parecia já ter experimentado antes uma dupla penetração. E, quando por fim eu gozei no seu cuzinho, ela se deixou cair sobre o meu neto e o beijou, gemendo enquanto ele gozava na sua bucetinha.
No sofazinho ao lado, os dois agora fodiam seus dois caçulas, cada um sentado no colo do pai do outro. Olhando os dois, não sabia qual deles soltava o gemido mais bonitinho, com o cuzinho sendo fodido pelo pai um do outro. Depois de alguns instantes, o Fabinho começou a gozar no cuzinho do loirinho e em seguida, o pai dele, no cuzinho do meu neto, os dois novamente se beijando, agora com o cuzinho escorrendo porra dos seus pais. E, tomados de uma súbita intimidade, enquanto masturbavam seus filhos, meio ofegantes no seu colo, os dois experimentavam o mesmo que seus filhos, primeiro um selinho, depois o contato mais prolongado de um beijo, regado a muita língua e saliva.
Naquela noite, quando fomos todos pra cama, o limitado espaço mal dava pra nos espremermos, meio amontoados uns sobre os outros. E como nenhum de nós parecia lá muito com sono, passamos boa parte do tempo nos lambendo e nos chupando, até o cansaço nos vencer e dormirmos aninhados uns nos outros.
No dia seguinte, quando acordássemos e arrumássemos as nossas coisas pra deixar o nosso pequeno paraíso incestuoso, estaríamos levando conosco mais que as lembranças daquele lugar e do rito de passagem dos meus netos, mas também uma amizade que iniciaria uma nova fase da nossa vida, e que traria com ela grandes mudanças. E eu mal podia esperar pra de novo comer o cuzinho do loirinho e a bucetinha da sua irmã de óculos cor-de-rosa.
Luca - Petruchio Schiavo
Foto 1 do Conto erotico: Minha primeira orgia incestuosa a céu aberto

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha primeira orgia incestuosa a céu aberto

Codigo do conto:
257679

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/03/2026

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