Todos os garotos de minha rua, passavam a mão na minha bunda. Mas gostava mais do Rui, por que ele gostava de beijar e chupava meus mamilos, que naqueles tempos, já aflorava como dois botãozinho. Eu adorava, não gozava ainda mas já entrava na do gozo. Sabe como e o falatório, principalmente em lugar pequeno, mas nem ligava. E foi naquele dia que entrando no armazém do local para comprar doces, o tio me serviu e quando fui pagar ele falou que era cortesia da casa eu nem sabia o que era cortesia direito, aceitei e fui com a turma brincar. Só que no dia seguinte, novamente nem sei o que fui comprar no armazém, o Tio não aceitou que pagasse e como estava vazio o armazém, o Tio sentou por cima de umas sacas de cereais e me chamou, assim que cheguei perto dele me colocou de bruços em seu colo, levantou minha saia e alisando meu rabo, deu vários beijos no meu cu. Vos juro que gostei, pois nenhum dos garotos tinha feito isso comigo, mas fiquei com medo, pois já tinha ouvido atrás das portas que o Homem tinha uma pica bem grande. Se a coisa morresse por aqui eu estaria mentindo, por que sabem como e mulher, entra em lugares que e proibido aos homens e escuta as conversas das outras, coisa que interessa ou não. e foi que escutei que o dono do Armazém, comia varias mulheres casadas do lugar. No ênfase de saber mais, andava afastada dos garotos. E foi atrás da porta que novamente escutei, que o homem do armazém, adorava chupar um cu. Era minha prima conversando com uma amiga no quarto e eu escondida escutando as duas, a amiga da prima, falando que gostaria de experimentar e a prima falando que ela também gostaria, mas que ainda não teve oportunidade do homem a convidar. Era bobinha, mas sai dali com os pensamentos que o homem do armazém gostava de cu virgem. Com aquilo tumultuando a cabeça, dormi mau a noite e quando foi de manhã, a hora que o armazém ficava bem mais vazio. Vestida com um vestidinho e sem calcinha, adentrei no armazém, o homem quando me viu, abriu um sorriso na face. Perguntou o que queria, falei que nada, nem sei o por que de ter ido ali. mas nos pensamentos me vinha a imagem da língua do homem lambendo meu cu. Ele me chamou e fui para trás do balcão, onde ele colocou me debruçada em um banco e levantando meu vestido, primeiro lambeu toda minha bunda, sentia cosicas, por ser quentinha a língua do homem. Mas o riso terminou quando ele abriu minha bunda colocando exposto o meu cu, a sensação que tinha era de algo querendo entrar dentro de mim. No inicio me tranquei, mas nem sei por que automaticamente arreganhei o cu, e como já estava com o rabo todo molhado de cuspe, a língua do homem entrou no meu cu com facilidade, como o homem sentiu que estava gostando, pegou minha mão e colocou para que segurasse sua pica, eu adorei segurar tamanho de nervo duro igual ferro. O homem disso se aproveitou, para enfiar no meu rabo seu dedo, entrou com alguma resistência mais entrou, com medo que aparecesse gente, ficamos por ali. O homem mandou que pegasse os doces que queria e assim o fiz, indo para a nossa cabana, numa mata perto de casa e como tínhamos um sinal secreto de dizer que tinha alguém na cabana, era um assobio, não demorou para que o Rui chegasse, dividi os doces com ele e depois que comemos ele me pediu para chupar meus mamilos, tirei a blusa e esfreguei nos peitinhos bastante cuspe com gosto de balas que ainda chupava. O Rui adorou e chupou tantos os mamilos que os deixou vermelhos inchados, quando vi, falei que parasse por que estava com medo de na hora do banho alguém visse meus mamilos inchados. Fiquei de quatro e pedi ao Rui, que chupasse meu cu, mas ele não topou, então pedi que colocasse o pinto para fora, pasei cuspe com bala e chupei o pinto do Rui, até escorrer uma baba misturada com leite, onde engoli tudinho, esse foi a primeira vez que o menino gozou. Então, na beira do rio, onde só tinha mulher lavando roupa, já que era de praxe, fingindo eu que dormia em cima de uma trouxa de roupa. Escutei a vizinha falando com a outra, que foi dar a bunda para o marido já que ele gostava, mas tinha a pica grande e era uma luta para que a cabeça da pica passasse na entrada do seu cu, então naquele dia ela foi preparada, pois passou manteiga no rabo e foi uma sensação de felicidade sentir o marido todo dentro dela pelo cu. Essa conversa deixou minha passarinha toda molhada e queria sentir essa mesma coisa. No dia seguinte corri para o armazém, como não ia alguns dias, ao me ver o homem abriu um grande sorriso, me chamou para tras do balcão e antes que falasse alguma coisa, abri sua braguilha colocando sua pica para fora, chupei sua piroca assim como fazia com um picolé. Ele adorou e pedia que chupasse mais, foi que pedi que queria aquela pica dele todinha no meu cu e ainda falei que era para ele antes passasse manteiga. O homem sego pela tesão, esfregou a manteiga no meu cu e ainda adentrou o dedo por dentro, me arreganhei bem a bunda e o homem veio com a cabeça de sua piroca que passou sem me machucar, mas faltava ainda muita coisa que aos poucos foi entrando, o home me segurava apertando meus mamilos e pedia que me mexesse, com a pica toda entalada por dentro e sentindo os ovos do homem encostarem na minha pele, lembrando da conversa das vizinhas na beira do rio, mexi me o quanto pude e senti o homem se arrepiar e sussurrando que estava gozando, encheu me por dentro de um liquido pegajoso, tão quente que me fez sair do serio por momentos e senti minha boceta tremer e a sensação que escorria dela um liquido, era o meu primeiro gozo. Estávamos tão absortos no que estávamos fazendo, o dono do Armazém comendo meu cu, que não vimos um cliente entrar no armazém e assistir quase toda a cena. Mais isso será conteúdo para um novo conto. Por Teca
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