Assumindo que adoro ser puta

Oi gente, pra quem não me conhece me chamo Márcia, sou gaúcha, loira, coroa (65) e casada, mas o corninho me libera e isso ja a muitos anos.
Hoje quero justamente falar sobre isso dele me liberar e como foi que cheguei no ponto de ter virado putinha (mas não sou profissional do sexo).
Muitos me perguntam como foi pra ele ou eu topar, se ele não gosta de mim, se não largaria dele pra ficar com outro ou se ja me apaixonei por outro. Entäo vou tentar contar como foi essa história, acho que mais sobre como eu fui me ajustando às situações.
Eu casei cedo, apaixonada, mas não deu certo, meu primeiro marido era muito fechado comigo, me traía, achava que tinhamos casado miito cedo e não tinha aproveitado a vida. No fim disse que não queria mais ficar comigo e pediu o divorcio. Fiquei arrasada passei anos sozinha. Uns cinco anos depois da separação comecei a curtir mais a vida, viajei, sempre com alguma amiga, em especial uma que era bem mais velha e daí erámos super bem comportadas.
Até que tirei uns dias de folga do trabalho, e como não tinha compania resolvir viajar sozinha mesmo, fiz reserva numa pousada e peguei um ônibus pra garopaba.
Foi ótimo, super tranquilo, cheguei à noitinha na pousada, jantei sli mesmo r fui dormir. No dia seguinte fui pra praia, fiquei lendo um livro e pegando sol.
Estava com um biquini normal, nada indecente, então acho que não chamava atenção, mas as vezes passavam uns rapazes caminhando e eu dava uma olhadinha discreta reparando nos mais gatinhos, eu já me considerava coroa com mais de 25 anos, não achava que ninguém fosse ligar pra mim mas estava bem enganada.
Sai da prai na hora do almoço e fui comer um peixe num restaurante perto da praia. Estava tomoando uma caipirinha e esperando a comida chegar quando dois rapazes vieram conversar comigo. Eu tinha visto os dois na praia mas bem boboca não achava que tivessem olhado pra mim. Eram bem simpáticos e disseram que reaparam que eu estava sozinha, e se preferisse, podia sentar na mesa deles e assim teria compania no almoço.
Sentei com eles e ficamos conversando. Um era da minha idade talvez, e o outro, Paulo, era mais novo, devia ter seus 20 anos, mas era mais alto e mais moreno.
Na verdade os dois estavam se insinuando pra mim, naquela época nem passava pela   cabeça que eu poderia era ter ficado com os dois ao mesmo tempo, eu estava tão desligada dessas coisas que nem pensei em ficar com nenhum deles, mas certamente simpatizei mais com o mais novo, que tinha algo de mais gato e mais atlético. Eles disseram que tinha um bar perto das dunas onde rolava lambada, então ficamos de nos encontrar lá por volta das nove da noite.
Quando deu nove horas saí da pousada, usava um vestidinho branco, bem leve e um pouco transparente, naquele tempo ainda não usava calcinhas indecentes e meu cabelo era mais louro e bem mais cheio do que hoje em dia.
Encontrei o Paulo assim que cheguei. Estava muito gatinho, com uma bermudona branca e uma camisa estampada num amarelo com azul pastel, como ele era moreno a roupa acentuava o bronzeado e reparei melhor nele que era bem malhado, tipo surfista.
Quando me viu abriu o maior sorriso e veio me encontrar na porta, o amigo pelo visto era casado e não estava lá. Fomos pegar uma bebida, ele ficou na coca-cola e eu pedi uma caipirinha. Ficamos numa mesinha do lado de fora enquanto a lambada rolava solta no espaço coberto que fazia ss vezes de pista de dança.
Ele me chamou pra dançar, justo eu que não sei dançar nada, mas fomos. Ele era muito bom de lambada, me segurou firme, uma mãopela cintura, e dava os passos com um balanço nos quadris, eu tava que era uma boneca de pano na mão dele, kkkk.
Depois de dançar e tomar mais uma caipirinha o Paulo me chamou pra gente sair do bar e dar uma volta nas dunas. Foi bem romãntico, estava uma noite gostosa, sem muito vento, e ele me segurou do mesmo jeito firme que tinha segurado quando dançamos, mas dessa vez me beijando, devagar e gostoso. Eu estava separada tinha mais de ano e não tinha ficado com nenhum outro homem depois. Também nunca yinha transado com njnguém além de mdu ex-marido. Então estava um pouco nervosa mas cheia de tesão, e o Paulo era lindo, um homão e muito mais gato que meu ex.
Falei pra gente ir pra pousada, e como era perto fomos caminhando, ele abraçando a minha cintura.
Quando chegamos no quarto passou pela minha cabeça que eu ia pra cama com um cara que tinha conhecido um pouco mais cedo, mas só passou, quando ele enquanto me beijava segurou minha bucetinha por cima do vestido, eu já parei de pensar em qualquer coisa kkkk.
Tirou meu vestido e desceu beijando do pescoço para os seios (eu estava sem sutiã) que ficou beijando gostoso, um depois o outro, me deitou na cama e continuou descendo até chegar na xaninha, beijou, sugou o grelinho, mordiscou, e pôs a língua e também os dedos na xana enquanto eu gozava, uma vez, outra e mais uma vez. Estava totalmente entregue. Nunca ninguém tinha me deixado daquele jeito.
Ele então se despiu e vi um cacete lindo, grande mas nada desproporcional, super duro, reto e com uma cabeçona que parecia um cogumelo. Deitou na cama e voltou a me chupar a buceta, oferecendo aquele pau pra eu chupar. Abocanhei a cabeçona e gostei do lambuzadinho que pingava, fiquei chupando só a cabeçona um tempão, ele chupava minha xana mas mais devagar, mais de leve, estava curtindo a minha boca no seu pau.
Ele veio então me beijar na boca, e deitou por cima de mim com a picona encaixanto na xana que já estava muito inchada de tesão. A sensação foi delirante, a cabeço ia abrindo minha xana e eu sentia rla se dilatando, querendo mais, dando mais.
Entäo ele começou a socar o cacete com força, eu abri as pernas o máximo que podia, queria ele gozando tudinho dentro de mim (hoje em dia eu penso que foi uma loucura, sem camisinha e nem anticoncepcional eu estava tomando!), e foi como se ele ouvisse meus pensamentos, gozou muito, tinha muita porra nequele cacete e ele me deu todinha, gozei na mesma hora, sempre adorei a sensação do mscho me enchendo de leite, acho que não tem nada mais afrodisíaco pra uma mulher do que sentir a pica pulsando, enorme e jorrando a porra que preenche tudo.
Logo depois de gozar ele foi embora, me deu ums beijos, disse que eu era linda, mas que tinha que voltar pra casa porque senão a familia dele ia ficar preocupada. Sozinha ali, pensei que ele tinha me feito de puta, mas me dei conta que esse pensamento me deubfoi tesão. Eu tinha me comportado como uma putinha, uma vadia e tinha gostado muito. Até o fato dele me deixar sozinha depois também era bom, eu estava exausta, tinha gozado um monte e agora só queria relaxar. Adormeci feliz...
Anos depous disso, já tinha aproveitado bastante minha solteirice, quando conheci meu atual marido. Oito anos mais novo que eu, um gatinho, simpático e inteligente. Eu queria ficar só de caso com ele mas ele me botou contra a parede e queria casar.
Casamos, os anos passaram e meu interesse por ele foi diminuindo. Ele percebeu isso e foi testando (nas palavras dele mesmo) pra ver o que me dava tesão, até que nas sacanagensvque ele me falava à noite percebeu que eu gostava de imaginar outros homens me comendo, picas diferentes, maiores (a dele é normal) ou ainda melhor, desconhecidos, que me usavam como puta. Isso me deixava doidinha e o gozo então vinha fácil.
Ele então, conversando comigo me perguntava seu eu não queria experimentar ter outros parceiros, pra mim isso era muito estranho porque ele foi quem quis casar pra começo de conversa, mas ele me disse que achava que eu ia ficar mais feliz se pudesse paquerar e dar pra outros caras, além disso ele também tinha vontade de fazer suruba mas nunca teve oportunidade. Eu perguntei se ele queria transar com outras mulheres ou comigo e mais outra, mas daí veio a resposta que me surpreendeu, ele disse que já tinha pensado nisso, mas que não era isso que dava tesão nele, além do que ele tinha um pau só, não tinha como fuder duas mulheres ao mesmo tempo.
O que deixava ele tesudo era me ver tesuda, me ver gozando, e que se fosse ele e mais um outro homem, iam poder se revezar me fudendo até eu não aguentar mais. Também disse que sentia tesão de me imaginar dando pra outro, uma mistura de ciumes e tesao.
No fim, me disse também que eu era muito gata e que seria um desperdicio de mulher se eu não fosse puta.
Isso, não foi uma unica conversa, foram muitas vezes em que a gente falava sobre isso, até o dia em que eu disse que se ele achava isso tão importante a gente podia tentar. Eu tinha medo que ele pegasse nojo de mim, ou até que quisesse uma desculpa pra depois se separar, mas a insistência e a confiança que ele passava foram me convencendo.
Daí ele trouxe a ideia de ir no clube das mulheres. Foi legal porque não partimos logo pra transar com outros homens ou casas de swing, eu ia teoricamente, só pra me divertir solteira, dançar e paquerar um pouco. É claro que no fundo já sabia onde isso ia dar e morria de tesão com a idéia. Aliás, tinha outra coisa que meu marido falava sempre: "odeio mulher broxa". Acho que ele teve umas experiencias ruins com ex namoradas que no fim queriam que ele tomasse o lugar do pai delas em vez de ser o macho delas. Por isso preferia ser o corno de uma putinha, tesuda que dá pra ele sempre que ele quer, do que ser o paizinho de uma mulher que não transa ou transa mas não goza. Não tem como ser feliz assim, a não ser que você tenha vocação pro celibato, o que não é o caso do meu corninho, que é muito tarado.
Foi a partir daí que começou essa nossa história, eu assumi que gosto de ser puta, gosto de transar com homens diferentes, desconhecidos ou até mesmo no escuro. Adoro as cabines com buraquinho, glory hole, e salas escuras ondes os caras chegam em mim já me agarrando. Ele também assumiu que gosta de ser corno que me deixa livre pra eu curtir o que quiser.
Foto 1 do Conto erotico: Assumindo que adoro ser puta


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Comentários


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jack47 Comentou em 23/01/2026

Pois é ...a vida se apresenta quem não tem neura se diverte, parabéns! Eu adoraria que minha mulher tivesse aceitado ser como você, mas ela preferiu a mesmice.

foto perfil usuario atesh1967

atesh1967 Comentou em 23/01/2026

👌




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico marcinhaputa

Nome do conto:
Assumindo que adoro ser puta

Codigo do conto:
252929

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/01/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
1