mae ajuda na terapia de timidez do filho. parte 1

A Dra. Sara Wood olhou para a agenda. Em 10 minutos, ela tinha uma consulta marcada com a Sra. Henson e seu filho. A Dra. Wood era uma mulher bonita, na casa dos quarenta, que trabalhava em uma clínica particular de saúde sexual.

Kate Henson e seu filho Erik moravam sozinhos. Kate Henson se divorciou há cinco anos e agora tem 44 anos. Ela tem 1,68 m de altura, um rosto bonito, cabelo castanho curto e veste manequim entre 42 e 44. Ela tem seios tamanho 38DD, um bumbum avantajado e belas curvas. Erik tem 1,73 m de altura, porte físico médio a robusto e é bonito, com cabelo castanho. No entanto, ele ainda era virgem aos 18 anos.

A Dra. Wood queria descansar um pouco e se preparar para a próxima consulta. Ela sempre se interessara pela relação entre mãe e filho. Alguns minutos depois, o telefone tocou e a enfermeira avisou que a Sra. Henson e seu filho haviam chegado. Em seguida, uma porta se abriu e eles entraram em seu consultório. A Dra. Wood olhou para a Sra. Henson e depois para o filho. Ela ficou satisfeita com o que viu. A Sra. Henson era uma senhora de porte avantajado, mas não estava acima do peso – apenas com curvas naturais e belíssimas da cabeça aos pés. Seu filho era um jovem bonito, alto e bem-apessoado.

"Olá, meu nome é Dra. Wood. É Erik, não é?" disse ela, olhando diretamente para Erik, que assentiu. Então, ela se virou para a Sra. Henson.

"Sra. Henson, a senhora gostaria de acompanhar nossa consulta?", perguntou a médica. Era uma das perguntas do teste.

A Sra. Henson hesitou um pouco, olhou para o filho e então confirmou. A Dra. Wood ficou satisfeita; ela recebeu, por meio desse gesto, a confirmação de que o relacionamento deles era mais do que o relacionamento comum entre mãe e filho.

Ela ofereceu-lhes lugar para se sentarem e, em seguida, sentou-se à sua mesa. Sorriu e disse à Sra. Henson: "A senhora nos contatou a respeito de um problema. Por favor, explique-me qual parece ser o problema." Ela queria que a Sra. Henson explicasse o problema primeiro.

"Hum... Meu filho e eu moramos sozinhos. Eu converso com ele sobre todos os assuntos e tento ajudá-lo a crescer. Mas agora precisamos da sua ajuda", disse ela com a voz embargada.

"Claro, pode me perguntar qualquer coisa, estou aqui para você. Pode relaxar, nossa conversa fica entre nós, Sra. Henson. Posso chamá-la de Kate?" perguntou o Dr. Wood suavemente.

"Sim, claro", respondeu Kate.

"Está bem, Kate. Por favor, continue."

"Bem... Erik e eu somos muito próximos. Conversamos sobre tudo e nos ajudamos mutuamente. Às vezes, tento conversar com ele sobre sexo... Estou tentando substituir o pai dele e ensiná-lo o que o pai dele ensinaria."

"Sim, eu entendo, este é um assunto importante. Sei que é difícil substituir o pai dele. Concordo que o pai do Erik poderia ajudar, mas... agora é sua responsabilidade. Isso é um problema?"

"Bem, eu acho que sim. Quando tento conversar com ele sobre sexo, Erik simplesmente se fecha. Ele não quer falar sobre isso de jeito nenhum."

"Erik, isso é verdade?" O Dr. Wood agora se concentrou em Erik.

Ele simplesmente acenou com a cabeça em resposta.

"Vamos lá, Erik, fale mais alto. Você tem namorada?", ela tentou mudar de abordagem.

"Não", respondeu ele em voz baixa.

"Ora, você é um jovem bonito. Por acaso você se sente atraído por homens?" O Dr. Wood queria resolver imediatamente o dilema de que Erik era gay.

"Não, não", respondeu Erik rapidamente, mas logo em seguida, de forma sucinta.

"Bem, você se sente atraído por garotas?"

Ele assentiu com a cabeça e corou.

"Relaxa, Erik, sua mãe e eu estamos aqui para te ajudar, não é, Kate?" foi a próxima pergunta que ela fez para Kate.

"Hum... sim, claro, a mãe fará qualquer coisa para te ajudar", disse Kate a Erik. A Dra. Wood sorriu; ela estava satisfeita com a resposta de Kate novamente.

"Então, Erik, você precisa ser completamente sincero conosco para que possamos resolver seu problema", acrescentou Kate, de forma encorajadora.

"Sim, mãe, vou tentar", disse ele com mais certeza.

"Você já teve uma namorada?", continuou o Dr. Wood.

"Sim, há um ano, mas só saímos juntos uma vez", respondeu ele finalmente, com uma resposta mais longa, para satisfação da Dra. Wood.

"Você já teve relações sexuais com essa garota ou com mais alguém?"

Erik abriu a boca para falar, mas nenhum som saiu e ele apenas balançou a cabeça negativamente.

"Você se masturba, Erik?" perguntou o Dr. Wood suavemente.

"Hum... às vezes... mas eu me sentia sujo e culpado depois que terminava..." ele hesitou, mas finalmente respondeu.

"Ah, Erik, masturbar-se não é uma coisa tão ruim assim. Você não precisa se sentir culpado! Masturbar-se é normal para garotos da sua idade. Kate, você sabe disso?" Essa era a próxima pergunta da prova para Kate.

"Sim, eu sei. Será que esse é o problema?", perguntou Kate, confusa e preocupada.

"Sim, pode ser. Seu filho precisa se masturbar regularmente. A masturbação ajuda a melhorar o funcionamento do sistema imunológico, promove níveis saudáveis ??de testosterona, melhora o fluxo sanguíneo para os genitais e aumenta o tônus ??muscular na região genital." O Dr. Wood fez uma pausa e então perguntou a Erik: "Você tem algum problema com seus genitais?"

"Não", respondeu ele, se remexendo e em voz baixa.

"Tudo bem, mas preciso examinar seus genitais", disse o Dr. Wood suavemente, virando-se para Kate. "Você vai ficar conosco, Kate, está bem?", perguntou o Dr. Wood sugestivamente, testando mais uma vez a reação da mãe.

"Sim, eu vou", respondeu Kate um pouco rápido demais e em voz mais alta do que o necessário. Ela se deu conta e logo corrigiu as palavras: "Quer dizer... se eu puder ajudar."

"Claro, Kate, sua ajuda é necessária", confirmou a Dra. Wood com um sorriso. Ela ficou satisfeita com a rapidez com que Kate aceitou sua oferta.

O Dr. Wood se levantou e disse: "Muito bem, Erik, venha até a mesa de exame."

Erik obedeceu, foi até a mesa e deitou-se sobre ela.

"Tire as calças, por favor", disse o Dr. Wood com uma voz calorosa e tranquilizadora.

Erik parou, confuso. "Bem na frente da minha mãe?", pensou ele.

A Dra. Wood notou que Erik estava hesitante. "Não fique tímido, eu sou médica. E sua mãe já te viu nu, não é, Kate?", disse ela, tentando tranquilizar Erik e testando a mãe novamente.

"Sim, sim... Não seja tímido, Erik", disse Kate, corando levemente.

Erik estava um pouco confuso sobre o porquê de sua mãe querer assistir ao seu exame. Ele havia desabotoado o cinto e o botão de cima da calça jeans e abaixado o zíper. Em seguida, puxou a calça e a cueca para baixo de uma só vez. Ele ficou exposto da cintura para baixo, mostrando suas partes íntimas. Embora flácido, seu pênis era grande e grosso. Seus testículos, na base da haste, eram grandes e cobertos por pelos finos, porém esparsos.

"Uau!", exclamou a Dra. Wood, entusiasmada. "Eu estava com medo de que o Erik tivesse um pênis pequeno e que isso pudesse ser um problema. Mas ele se desenvolveu muito bem", disse ela novamente para Kate.

Os olhos de Kate se arregalaram e ela congelou. "Meu Deus, ele é ENORME!", pensou ela.

O Dr. Wood notou que Kate estava olhando fixamente para o pênis do filho e acrescentou em voz baixa: "Você deveria ter orgulho do seu filho!"

"Sim, obrigada", disse Kate secamente, corando. Ela não ousava olhar para o médico.

A Dra. Wood olhou para o rosto corado de Erik enquanto se inclinava para a frente, acariciava sua coxa esquerda e dizia em voz suave: "Relaxe, Erik. Isso pode ser um pouco constrangedor para você. Prometo que serei gentil." Então Erik sentiu as mãos quentes dela tocarem e levantarem seu pênis, apertando-o cuidadosamente ao longo de todo o seu comprimento.

"Você sente alguma dor quando eu toco no seu pênis?", perguntou o Dr. Wood, olhando para Erik por um instante.

"Não", respondeu Erik com a voz rouca.

"Ótimo! Agora, Erik, mantenha as pernas afastadas enquanto examino seus testículos." A Dra. Wood envolveu todo o escroto dele com a mão e apertou seus testículos delicadamente.

"Será que meu aperto lhe causa alguma dor, Erik?", perguntou o Dr. Wood novamente.

"Só um pouquinho", respondeu Erik.

O Dr. Wood olhou para Kate. Ela respirava com dificuldade e umedecia os lábios enquanto encarava a virilha de Erik.

"Kate, não se preocupe. Não sinto nada de anormal no meu dedo. Um pouco de dor é normal, principalmente porque o Erik não se masturba com frequência."

"Ah, que bom ouvir isso", disse Kate, aliviada.

O Dr. Wood sorriu e acenou com a cabeça, encorajando-a: "Kate, você deveria se orgulhar do seu filho novamente, porque seu garotão tem bolas impressionantes... quer dizer, testículos."

Isso provocou uma agitação profunda em Kate. Ela estava confusa, mas ao mesmo tempo animada. Então, perguntou ao Dr. Wood: "O exame terminou?"

"Não, querida, preciso examinar o prepúcio dele. Talvez ele tenha fimose. Muitos homens sofrem de fimose, o que significa que o prepúcio é tão apertado que não consegue ser totalmente retraído sobre a glande."

Então o Dr. Wood puxou o prepúcio do pênis por um instante, observando a pele ali presente, e depois o deixou voltar ao normal.

"Está tudo bem?" perguntou Kate, preocupada. Agora, ela observava a prova de Erik sem hesitar.

"Não parece haver nada de errado. Como podemos ver, o prepúcio retraiu facilmente. No entanto, preciso verificar como fica a situação quando o pênis estiver totalmente ereto", respondeu a Dra. Wood, passando os dedos muito levemente por toda a extensão do pênis de Erik.

"Erik, isso é agradável?", perguntou ela.

"Err...sim", respondeu ele timidamente. Erik não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Seu pênis estava sendo acariciado pelo Dr. Wood enquanto sua mãe assistia!

Kate também não conseguia acreditar no que a Dra. Wood estava fazendo; que ela estava tocando seu filho daquela maneira e que queria deixá-lo excitado! Sua respiração ficou presa na garganta enquanto observava a Dra. Wood deslizar os dedos para cima e para baixo no pênis de Erik até que uma grande gota de líquido transparente borbulhou da fenda. Kate ficou envergonhada e desviou o olhar do pênis do filho. A Dra. Wood continuou passando os dedos e o pênis de Erik pareceu inchar em sua mão em resposta. Não demorou muito para que o pênis dele estivesse completamente ereto. Erik estava envergonhado de sua excitação sexual, mas adorava a sensação das mãos dela acariciando seu pênis.

"Excelente! Está tudo bem, Kate. Veja, o prepúcio dele consegue retrair-se facilmente para trás da glande, mesmo com o pênis ereto", disse a Dra. Wood, sem esconder sua satisfação.

"Ah, graças a Deus", Kate suspirou aliviada e então olhou novamente para o pênis de Erik. Sua cabeça girava de excitação enquanto seus olhos estavam fixos nele. Era tão grande que fazia a mão do Dr. Wood parecer pequena.

"Ai, meu Deus, é tão grande", gemeu Kate, levando inconscientemente os dedos à boca e chupando-os. Era realmente o maior pênis que ela já tinha visto.

"Sim, ele tem um pênis incrível", riu o Dr. Wood, piscando para Kate. "O pai de Erik também tinha um pênis grande?"

"Não, ele tinha um pênis pequeno e fino. Eu sempre tive problemas com o dele", disse Kate honestamente. Percebendo sua ousadia, seu rosto corou.

"Entendo, querida. Um pênis pequeno pode ser um problema, principalmente se você tem uma vagina espaçosa?", disse a Dra. Wood, com um sorriso nos lábios.

"Sim, eu quero", respondeu Kate timidamente.

"Então, isso significa que você precisa de um pênis grande e grosso que possa preencher sua vagina espaçosa. Não é, Kate?" A Dra. Wood não parou de acariciar o pênis de Erik enquanto fazia a pergunta.

Kate assentiu com a cabeça e corou novamente; ela simplesmente não conseguia se controlar. Estava maravilhada com a forma como seu corpo reagia ao filho e àquela mulher encantadora! Sentiu os mamilos endurecerem contra o sutiã e a calcinha ficar encharcada quando sua vagina se encheu de desejo.

"Agora, tenho certeza de que Erik herdou os genes da mãe. Você e Erik têm características sexuais bastante exageradas. Você tem uma vagina carnuda e seios grandes, e Erik tem um pênis enorme e testículos enormes", explicou o Dr. Wood com bastante convicção.

"Hum... bem, sim, concordo", murmurou Kate.

"Mamãe tem uma buceta carnuda..." Erik repetia mentalmente, incrédulo.

"Isso pode nos ajudar a resolver os problemas de Erik", observou o Dr. Wood.

Kate assentiu com a cabeça, tentando não ficar constrangida, mas sem sucesso.

"Vamos lá, não seja tímida, Kate", disse o Dr. Wood, encorajando-a. "Você deve ser capaz de ajudar. Não há nada para se envergonhar, já que estamos lidando com a questão médica do Erik. Tudo bem para você, Kate?"

"Sim, vou tentar, já que é por razões médicas e para ajudar meu filho", respondeu Kate. Então, ambas as mulheres perceberam que Erik estava respirando com dificuldade.

"Está sentindo alguma dor agora?", perguntou o Dr. Wood novamente.

"Hum... um pouco nos testículos", disse Erik, agora ofegante. Um gemido escapou de seus lábios.

"Como eu disse antes, é normal, Erik. Você provavelmente acumulou muito esperma nos seus testículos", disse a Dra. Wood, continuando a bombear as mãos para cima e para baixo rapidamente. A glande dele estava grande e toda molhada pelo líquido pré-ejaculatório que a Dra. Wood habilmente usou para lubrificar e facilitar a masturbação.

Erik começou a tremer e ficou claro que ele estava prestes a ter um orgasmo. Ele mordeu o lábio e gemeu baixinho em êxtase.

"Ele vai gozar", sussurrou Kate, num aviso inaudível para o Dr. Wood.

A Dra. Wood assentiu com a cabeça e acelerou o movimento. Poucos instantes depois, Erik ejaculou! Kate pareceu um pouco perturbada enquanto observava cada jato quente de sêmen dele se espalhando pelo ar.

"Que lindo, Erik", murmurou o Dr. Wood, lançando um olhar para sua mãe.

Seus punhos continuavam a se mover para cima e para baixo, extraindo o sêmen dos testículos de Erik. Ela ficou muito surpresa com a quantidade de esperma que voava por todos os lados, atingindo a barriga de Erik, a mesa, sua blusa, sua mão. "Esse pauzão sabe como gozar!", disse ela com sincera admiração. "Ele ejaculou uma quantidade enorme de esperma, não é, Kate?"

"Sim, sim..." Kate exclamou, boquiaberta. Ela olhou incrédula para a Dra. Wood e seu filho.

"A quantidade de sêmen do Erik está bem acima do normal, acho que mais de 30 mL! A quantidade média de sêmen ejaculado é de aproximadamente 10 a 15 mL. Além disso, houve cerca de 12 ejaculações, com jatos fortes na primeira metade e gotejamento na segunda. Esse número de ejaculações é considerado alto e bem acima da média", explicou o Dr. Wood.

Kate apenas assentiu com a cabeça. Seus olhos estavam arregalados de excitação e ela estava hipnotizada pela enorme ejaculação de Erik.

"Kate, por favor, me dê uma toalha", interrompeu a Dra. Wood, ainda segurando o pênis de Erik na mão.

As pernas de Kate tremiam de excitação enquanto ela pegava uma toalha. Ela entregou a toalha ao Dr. Wood, que secou Erik e depois a si mesmo, lenta e cuidadosamente.

"Tudo bem, Erik", disse o Dr. Wood finalmente, "Vista-se e volte quando estiver pronto."

Ele se vestiu e se juntou ao médico e à sua mãe um instante depois.

"Bem, tudo parece normal no exame físico", disse a Dra. Wood, "Exceto que Erik está acima da média", acrescentou ela com um sorriso e olhou para Kate.

Kate corou novamente. Ela percebeu que o Dr. Wood havia notado como o enorme pênis de Erik a fascinava.

"Então, qual é o problema?" perguntou Kate, ainda preocupada.

"Ainda não tenho certeza. Erik, preciso conversar com sua mãe em particular." O Dr. Wood fez uma pausa, aguardando. Quando Erik saiu, o Dr. Wood continuou.

"Primeiramente, sugiro que ele faça uma limpeza regular dos testículos para ejacular de forma mais eficiente e evitar problemas testiculares. Precisamos garantir isso. Em segundo lugar, acho que o problema do Erik em tudo isso foi a superproteção, que o tornou muito controlador. É por isso que ele é tímido e inseguro com mulheres. É por isso que ele não tem autoconfiança quando se trata de mulheres e relacionamentos."

"A culpa é minha por ele não ter autoconfiança", Kate se culpou tristemente.

"Em parte, sim, mas você também pode fazer muito para ajudá-lo. A autoconfiança, ao contrário da crença popular, nem sempre é inata. Ela pode ser aprendida", encorajou-a o Dr. Wood.

"Então, o que você sugere para isso?", perguntou Kate. Aparentemente, ela está interessada em continuar a conversa.

"Erik acredita em você e aprenderá com você mais facilmente do que com qualquer outra pessoa. Erik precisa se masturbar regularmente e com frequência. Assim, ele ficará mais relaxado e se sentirá mais à vontade com as mulheres. Então, Kate, na primeira fase, sugiro que você masturbe seu filho."

"Mas... O que você quer dizer? Err... Eu não posso!" Kate estava completamente confusa.

"Sim, você pode! Você me disse antes que estava disposta a fazer qualquer coisa para ajudá-lo. Certo, Kate?" O Dr. Wood citou a declaração dela.

"Sim, eu disse isso, mas eu sou a mãe dele!"

"Não quando você estiver masturbando-o. Nesse momento, você é uma mulher e ele é um homem. Seu homem. Espero que você o crie para ser um homem."

"Mas o que Erik vai dizer? E se alguém descobrir?"

"Não se preocupe, Kate. Pode ter certeza de que tudo ficará entre nós. Além disso, explicarei tudo para o Erik. Estou aqui para te ajudar."

"Bem, eu não sei..." Kate estava lentamente mudando de ideia.

"Relaxe, Kate, isso não é nada incomum, você terá todo o meu apoio e ajuda. Na minha prática, tenho muitos casos assim, em que a mãe ajudou o filho de diversas maneiras. É importante que você relaxe e aproveite. Isso terá um impacto positivo no Erik."

"Mas como posso relaxar..."

"Você precisa aceitar que Erik não é mais um menino, mas sim um homem adulto. Concorda que Erik cresceu?", perguntou a médica, arqueando as sobrancelhas para a Sra. Henson.

"Sim ..."

"Quero uma resposta completa, Kate."

"Sim, concordo que Erik amadureceu."

"Muito bem, Kate. E você concorda que Erik é um jovem bonito?"

"Sim, concordo que Erik é um jovem bonito", Kate respondeu imediatamente, dando uma resposta completa e percebendo que dizer isso em voz alta mudou sua opinião sobre Erik.

"Você concorda que Erik precisa de ajuda para esvaziar os testículos?"

"Sim, concordo que Erik precisa de ajuda para esvaziar os testículos."

"Você concorda que a melhor maneira de ajudá-lo é se masturbar regularmente e esvaziar os testículos até que o problema seja resolvido?"

"Sim, concordo que a melhor maneira de ajudá-lo é se masturbar regularmente e esvaziar os testículos até que seu problema seja resolvido."

"Muito bem, Kate."

"Obrigada, Dr. Wood. Agradeço muito o seu apoio. Sinto que agora estou pronta para ajudar o Erik. Com que frequência o Erik deve se masturbar?", perguntou Kate, corando de vergonha.

A Dra. Wood ficou satisfeita. Ela esperava convencer Kate rapidamente, mas gostou que Kate tivesse tomado a iniciativa. Ela não queria dar uma resposta fácil: "O que você acha, Kate, de quantos orgasmos um garanhão jovem como Erik precisa?"

"Bem, não sei... talvez 3 ou 4 vezes por semana", Kate tentou avaliar as necessidades de Erik.

"Oh, Kate, isso definitivamente não é suficiente! Lembra-se do tamanho do Erik e da quantidade de sêmen que ele ejaculou? Sugiro que você comece com pelo menos duas vezes ao dia, uma vez pela manhã e outra antes de ele dormir. Quando você perceber que o Erik ejacula uma quantidade muito pequena de esperma, isso significa que a quantidade produzida por ele naquele dia foi suficiente."

"Claro, o senhor tem razão, Dr. Wood. Obrigado. Vai dar muito trabalho, não é?"

"Bem, sim, mas Erik é jovem e inexperiente, e vai ejacular rapidamente. Além disso, se você quiser acelerar as coisas, ele precisará de algum estímulo visual", acrescentou o Dr. Wood com um sorriso enigmático.

"Estimulação visual? Então... você acha..." Kate não conseguia acreditar no que o médico disse.

"Sim, acho que você pode estimulá-lo vestindo lingerie e roupas íntimas adequadas que o ajudem a ejacular mais rapidamente. Você tem um corpo lindo, Kate."

"Obrigada", Kate corou ao sentir o olhar admirado do médico percorrendo-a.

"Mas não é só isso, Kate. Ele precisa ver uma mulher em você, não apenas a mãe. Você precisa observar a reação dele. É importante para mim saber como ele reage às mulheres. Tudo bem?"

"OK, sim. Vou tentar."

"Obrigada, Kate, você é ótima. Nem toda mulher ou toda mãe seria tão mente aberta. Agora, vou convidar o Erik de volta."

Quando Erik voltou, o Dr. Wood explicou que ele não deveria se preocupar, que estava tudo bem com ele.

"Você ainda sente dor nos testículos, Erik?"

"Não, a dor já passou", respondeu Erik, um pouco mais relaxado.

"Bem, é porque esvaziamos seus testículos. Você é um adolescente saudável e seus hormônios estão à flor da pele. Nós entendemos isso. Quando o esperma se acumula nos testículos, eles começam a doer. Então, você precisa ejacular com mais frequência. Ficou claro, Erik?"

"Sim, Dr. Wood."

"Já que você não tem namorada para te ajudar, pedi à sua mãe para te ajudar da mesma forma que eu te ajudei. Tudo bem?"

"Sim", confirmou Erik prontamente. Isso surpreendeu agradavelmente Kate e o médico, já que ele não protestou.

"Excelente", disse a Dra. Wood, olhando para Kate e sorrindo. "Sugiro que sua mãe a masturbe duas vezes por dia, uma vez de manhã e outra antes de dormir. Mas não tenha vergonha e peça ajuda a ela se precisar. Sua mamãe está aqui para cuidar disso para você, não é, Kate?", continuou ela.

"Sim, estou aqui para te ajudar, querido", confirmou Kate. "Sempre que precisar ejacular, é só me pedir! Tudo bem, meu bem?"

"Está bem, mãe", respondeu Erik timidamente.

"Kate, hoje fui eu quem esvaziou os testículos do Erik. Quer que eu vá te ajudar a esvaziá-los hoje à noite? Eu poderia fazer uma visita domiciliar, se você quiser", disse a Dra. Wood, oferecendo sua ajuda prontamente.

"Ah, com certeza. Isso significaria muito para mim", respondeu Kate, entusiasmada.

"Quando devo ir aí?"

"Talvez por volta das 20h, se isso funcionar para você", sugeriu Kate.

"Certo, isso parece ótimo", confirmou o Dr. Wood.

Então a Dra. Wood se levantou, indicando que a consulta havia terminado. No geral, ela ficou muito satisfeita.

"Hoje é quinta-feira, então vou marcar uma consulta para vê-la novamente na próxima segunda-feira. Aí conversarei com o Erik, mas suas observações são muito importantes para mim, Kate. Está claro?"

"Sim. Não se preocupe, Dr. Wood. Farei o meu melhor", afirmou Kate com confiança.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: mae ajuda na terapia de timidez do filho. parte 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
mae ajuda na terapia de timidez do filho. parte 1

Codigo do conto:
253083

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/01/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
3