Há uns meses atrás encontrámo-nos, eu e a minha mulher, com um admirador, que pretendia muito mais do que conversas sobre gostos sexuais e fotografias porno. Na verdade, depois de algum tempo a trocar ideias e fotos, passámos a conversas por telemóvel, recheadas de picantes cenas sexuais entre nós os três. Passado algum tempo e já de posse de informações certas acerca da confiança obtida entre nós, o Miguel (assim se chama o macho em causa) convenceu-nos que era chegada a hora de nos encontrarmos, pois tinha algo muito importante para nos propor. Obviamente que quer eu, quer a minha mulher (que demonstrava ainda maior desejo e excitação), tínhamos enorme desejo desse encontro com o nosso contacto); e, ao mesmo tempo, uma grande ansiedade e curiosidade em saber o que ele tinha para nos oferecer como proposta. Assim, chegou esse dia e o encontro realizou-se numa casa que ele apontou como sendo a ideal para o efeito. Quando chegámos, ele recebeu-nos com um beijo nos lábios, o que se mostrou particularmente excitante, sendo visível a enorme excitação em que se encontrava a minha mulher, pois no beijo ela acompanhou-o de uma apalpadela no local do sexo do Miguel, por cima das calças. Sentámo-nos e ele confessou o que era a sua proposta. Ele era um dominador, um mestre, em sadomasoquismo, e queria que nós aceitássemos ser seus escravos sexuais, sendo ele a colocar as condições e exigências e nós somente teríamos que aceitar todas essas suas exigências. Como contrapartida, ele oferecia a certeza de que nos satisfaria a ambos sexualmente com as práticas que sabia de antemão eram as nossas mais desejadas e que nos excitavam mais. Ficámos a olhar um para o outro, percebendo eu que a minha mulher nem hesitava: ela queria mesmo ser escrava daquele macho que tanto a excitava e sabia que lhe proporcionaria enormíssimo prazer sexual, pois ela já tinha sido fodida por ele duas vezes, em sexo anal e oral. Abanámos a cabeça em sinal de aprovação e perguntámos ao Mestre o que teríamos que fazer para selar esse compromisso de escravatura consentida. Ele apresentou-nos uma folha de papel em que, além das condições impostas e aceites por ambas as partes, nós assinámos com ele esse contrato. Estava assim concluída a surpresa e confesso que ambos ficámos com enorme desejo de concretizar, pela primeira vez, esse contrato de escravatura. O Miguel disse-nos que quando fosse chegado o momento do primeiro encontro entre nós como escravos e Mestre ele mesmo nos telefonaria e indicaria o que tínhamos que fazer. Com enorme ansiedade, nessa mesma noite eu e a minha mulher fodemos como poucas vezes o fazíamos há algum tempo, mostrando ela que estava loucamente apaixonada pelo Mestre e que queria entregar-se a ele de todas as formas que ele quisesse e impusesse. Chegou esse dia, enfim: ele telefonou e disse-nos o que teríamos que fazer e como queria que nos apresentássemos. Ambos teríamos que vestir uma túnica branca e calçar umas havaianas pretas, tudo enviado por ele e que nos seria entregue no momento em que o motorista dele (um negro alto, bem constituído, mas mal-encarado) que nos iria buscar, traria com ele para nós assim nos apresentarmos. Por baixo da túnica branca deveríamos estar totalmente nus. Assim aconteceu. E enquanto éramos conduzidos na viatura pelo motorista, este quis ser o primeiro a usar a minha mulher dentro do carro, dizendo que eram ordens do Mestre que ela se entregasse ao motorista. Ela opôs-se e respondeu que só faria presencialmente perante o Mestre e que este confirmasse o que ele estava a dizer. O motorista mostrou-se agastado e com voz grave disse à minha mulher que ela se iria arrepender por essa recusa. Quando chegámos, ele levou-nos para um salão, onde se encontravam já dez casais além do nosso Mestre, todos sentados, estando o Mestre ao meio num trono. Imediatamente o Mestre nos deu ordens: eu deveria ajoelhar-me no chão perante todos e ela deveria manter-se em pé e a olhar para o seu dono e ouvir o que ele tinha a dizer. Ele confessou à minha mulher que estava muito agastado porque ela recusara cumprir as ordens por ele dadas de se entregar ao motorista negro. Por isso, disse ele com voz grave, ela teria que sofrer o castigo para que fora condenada pela recusa. Mandou que ela fosse conduzida por duas outras jovens até junto de duas colunas que possuíam já cordas presas às quais as mãos da minha mulher seriam amarradas. Mas antes, ele deveria descalçar as chinelas e ficar totalmente descalça, e a túnica foi-lhe retirada da parte superior do corpo, ficando somente a tapar abaixo da cintura. Os cabelos foram colocados para a frente do corpo a fim de deixar as costas da minha mulher totalmente nuas e livres para o castigo. Tudo isto se passava em frente a todos eles e o Mestre deu ordens para que fosse o negro motorista a castigar a minha mulher, a fim de se vingar da recusa dela em cumprir as ordens e desejos do seu dono. Também disse ao negro seu motorista que podia usar a força que entendesse para a castigar, pois ela merecia ficar com as marcas do castigo, sabendo assim os custos das recuas em cumprir as ordens emanadas do seu dono. Fez sinal ao negro para que começasse o castigo e este imediatamente começou a chicotear com intensidade as costas nuas da minha mulher que logo, ao primeiro embate do chicote naquelas belas costas nuas, se queixou das dores. Mas ele não se conteve e continuou a chicotear aquelas costas que logo começaram a mostrar as marcas do chicote, enquanto ela já chorava e gema de dores. A certa altura, depois de cerca de dez chicotadas (eu nem conseguia saber ao certo quantas vezes ela já tinha sido castigada pois além do sofrimento que ela mostrava estar a ter, pelos gemidos e choros que não conseguia conter, tudo aquilo, estranhamente ou talvez não, me causava um enorme tesão sexual), vi que um dos casais estava já a mostrar quanto lhes excitava assistir ao castigo da minha mulher, pois que a mulher tirou o caralho do marido para fora das calças e começou a masturba-lo, em acompanhamento dos golpes aplicados nas costas pelo chicote e pelos gritos de dores e lágrimas que a minha pobre mulher não conseguia reter. As costas dela estavam já totalmente repletas de marcas do chicote. A dado momento, vi que a mulher que masturbava o pénis do marido lhe confidenciou algo ao ouvido; e este fez o mesmo ao ouvido do nosso dono, o qual abanou a cabeça em sinal de aprovação. Mandou que o negro parasse o castigo por um momento (não que tivesse acabado já); deu-lhe ordens para que retirasse o resto da túnica da minha mulher, deixando-a totalmente nua, pois queria que também o fantástico e majestático traseiro dela fosse castigado pelo chicote. Ao negro também deu ordem para que se despisse por completo e ficasse também descalço. Eram esses, afinal, os desejos daquele casal que lhe segredara, mas acompanhado de outros casais que igualmente e haviam já desnudado parcialmente para poderem masturbar-se com o chicoteamento da minha pobre mulher, com algumas das mulheres a chupar mesmo os caralhos dos maridos excitados com o castigo da escrava. O negro assim fez e mostrou aquele corpo fantástico nu e já com o caralho totalmente hirto, um membro que faz justiça à fama dos caralhos dos homens da raça negra: grande, poderoso e pronto para foder qualquer parte de um corpo que lhe seja entregue. Recomeçou então a chicotear novamente as costas e desta vez também o traseiro da minha mulher, com a mesma violência inicial. A minha mulher chorava, berrava, gemia de dores intensas, as costas começavam já a mostrar alguns sinais de que os golpes do chicote estavam a arrancar algum sangue, estando aquelas belas e sensuais costas totalmente marcadas pelo chicote e demonstrando a intensidade do castigo. A dado momento apercebemo-nos de que ela não aguentaria mais o castigo e poderia perder os sentidos, tais eram as dores que demonstrava estar a sofrer. O Mestre deu então ordem ao negro para parar o castigo, deixando a minha mulher ainda presa e exposta aos olhares lascivos dos casais que demonstravam o quanto tudo aquilo os excitava. O nosso dono, deu-me então ordens para que fosse eu a acalmar a excitação do negro que castigara tão duramente a minha mulher, mandando que eu chupasse aquele enorme caralho que dificilmente eu conseguia abocanhar na totalidade dentro daminha boca. Mas o Mestre veio por trás de mim, aplicou-me umas sonoras palmadas no traseiro exposto, seguidas de açoites com o seu cinto de couro, incentivando a que eu engolisse o mais possível aquele fantástico membro do negro até el começar a gemer e derramando uma enorme quantidade de esperma dentro da minha boca, incentivando-me a engolir tudo sem perder uma gota. Ficámos assim por largos momentos, enquanto a minha mulher era solta das cordas que prendiam os seus pulsos e foi acariciada pelo seu dono, com palavras meigas, recordando-lhe que por muito gostar dela também sentia enorme tesão em vê-la ser chicoteada, pelo que ela tinha que se habituar a isso, pois fazia parte do contrato que tínhamos celebrado entre nós três. Mas ele não quis que terminasse aquela noite sem que ela também tivesse algum prazer sexual. E colocando-a em posição, começou a preparar-lhe o cu para ser penetrada dessa forma, sabendo que a minha mulher tem intenso prazer sexual com o sexo anal. Assim aconteceu e eu fiquei a observar com ela, comas costas marcadas pelo chicote, com alguns sinais de sangue, era penetrada no cu pelo membro possante do nosso dono, mostrando ela que estava a ter prazer sexual intenso e que acabaria com ela a escancarar aquela boca deliciosa, sensual e pronta a receber todo o leite de macho que o Mestre derramou dentro da boca dela, mandando que partilhasse também com a minha boca, ainda com restos dos esperma do negro a quem eu havia chupado num intenso e saboroso oral, o esperma do nosso dono, para depois engolirmos tido. E assim terminou aquela noite, cientes de que muitas outras haverá, já que como escravos estaremos sempre à disposição do nosso querido, rigoroso, mas excitante dono e Senhor.
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