IDOS OU TEMPOS PASSADOS

Eu desde minha tenra idade, próxima dos meus quinze anos, época que ainda era virgem, sempre olhava e tinha tesão por mulheres mais velhas, coisa normal em todos meninos da minha idade. Isso variava desde de minhas professoras até respeitosamente com algumas mães de amigos meus. O tempo passava e aos dezessete anos, perdi a virgindade na zona de minha cidade, foi a primeira das duas únicas vezes que na minha vida obtive sexo comprado. Na minha cidade a zona e naquela época existia e em lugar especifico. Eu era tão inexperiente com relação a sexo que não fiquei inibido, pois na época eu era até orgulhoso de mim mesmo pois sempre desde o primário era o queridinho das meninas. Fiquei pelado, sabe que em zona o pagamento é adiantado, a mulher tirou a roupa deitamos eu entrei entre suas pernas, pinto estava tão duro que se passasse uma lima na cabeça dele saia fagulha. A mulher pegou nele, encheu a mão e o endereçou no seu canal vaginal e eu forcei pistola a dentro impulsionado pelo o peso do meu corpo e a coisa entrou até a cabeça tocar em alguma coisa lá dentro e a mulher deu um urro que só não assustei porque achei que era encenação. Uma dúzia de bombadas e eu gozei. Ela me limpou com a famosa toalhinha e eu corri para vestir a roupa e ala me disse: é sua primeira vez e eu respondi é, nossa acho que você me machucou por dentro com esse seu tamanho de pistola! Pensei encenação, eu não sabia que eu tinha um pinto grandes, hoje sei que tenho um pinto que duro mede vinte e três centímetros sem curvatura e reto como uma vela, e com ele consigo agradar mulheres em todas as posições.
Hoje aos setenta anos, minhas primeiras pretensões por mulheres mais velha ainda prevalece, e pelo acaso do acaso conheci Vanilda, medica ortomolecular, viúva como eu, que profissionalmente nada a ver comigo engenheiro aposentado e atualmente mexendo cafeicultura e pecuária.
Passamos a nos encontrar em cafeterias da vida e próximo as nossas casas, local onde moramos tem quatro. Falei já tomamos café em três só falta uma e ela me disse doravante iremos tomar é chá em minha casa. E no dia seguinte ela me convidou para ir na casa dela, Convite feito, convite aceito. Sua casa era bem próximo da minha e eu fui, apertei a campainha e ela de imediato abriu a porta pois havia me visto pela câmera. Uma bela casa, bem diferente da minha com tudo nos seus devidos lugares, bem ao contrário da minha que é uma casa de homem solteiro. Conversamos por mais ou menos trinta minutos quando eu contei uma estória sátira ela colocou sua mão sobre a minha e não retirou mais e mais meia hora depois eu a puxei e ela sentou no meu colo. Em pouco minutos ela levantou pegou na minha mão e nos guiou para seu quarto. Sentamos sobre a cama e ela passou um pé sobre o outro para se livrar dos sapatos, ficou de pé em minha frente e pela cabeça retirou o vestido florido e ficou em minha frente de calcinha e soutien e depois deitou se na cama e ficou me olhando. Eu passei para o outro lada da cama e tirei os sapatos e a camisa e deitei na cama junto dela. Comecei com beijo na sua testa, depois em ambos os olhos, na boca foi demoradíssimo e só dávamos uma trégua para respirarmos, depois desci lambendo o queixo o pescoço e língua descendo retirei o soutien e deletei com um lindo par de seios, nada de coisa dura ou com possível vestígio de siliconado, mas uma certa rigidez de uma mulher de terceira idade eu chupava e depois passava para o outro e a palavra delicia eu escutei a todo tempo e ela debatia e virava a todo momento sobre a cama. Resolvi lhe dar uma trégua e desci colocando a pontinha de minha língua no seu umbigo e ela gemeu forte!
Retirei sua calcinha levei no nariz e senti o cheiro de uma mulher que a tempo não fazia sexo pois o cheiro era inodoro. Olhei na vagina e era uma depilação recente, meti a língua no sentido longitudinal dos grandes lábios e entre eles achei o seu clitóris e o massageei por um determinado onde ou uivos de sofreguidão e senti e vi ela gozar. Quando fiz o trajeto agora de morro acima, chupei novamente seus seios senti que ela gozou novamente e quando beijei sua boca lhe disse: quero que agora você sinta o seu gosto e nos beijamos longamente. Levantei me e fui ao banheiro procurar e achei uma toalha, e voltei a deitar, para ela se enxugar e ao seu lado dei um tempo para ela descansar. Dei uma esticada também na casa e a sonolência caiu sobre mim e fui acordado por Vanilda passando a mão no meu rosto e eu abri os olhos e ela me pediu para eu tirar a calça e eu rapidamente a atendi e ela riu do fato d’eu não usar cueca, deixei ela encantada com o tamanho da pistola ainda mole, com todos os pelos raspado que ela pegou e viu ele endurecendo em sua mão e eu em retribuição levei a mão na sua vagina e procurei e achei o seu clitóris e começamos novamente a brincadeira. Só que desta vez ela é quem comandava as ações. Pensa numa mulher caucasiana de uma pele alva sem uma pinta, parecendo que tinha saído naquele momento de uma seção de esfoliação que é o processo da pele ser ariada por uma areia muito fina que elimina retirando as células já sem vida que temos no nosso corpo sendo substituída na pele por células nova. Ficar passando as mãos pelo seu corpo era como alisar uma seda de fino padrão. E ficamos assim nesse rola, rola e com o meu dedo tinha dado a ela a sua terceira gozada e já era a vez d’eu me beneficiar do meu prazer. Abri as suas pernas e fiquei entre elas com uma rigidez necessária, pincelei a cabeça entre seus grandes lábios, encontrei a umidade necessária achando o início do seu canal vaginal, forcei um pouquinho com o peso do meu corpo, a cabeça passou e eu cuidadosamente fui forçando, embora percebi um certo desconforto dela embaixo de mim com a penetração mais eu sempre tratei com faz parte do jogo e bombei por uns cinco minutos em cujo os últimos minutos em sincronia com os movimentos dela e gozamos gostoso. Fomos depois para o banheiro tomamos banho junto enxugamos um ao outro e voltamos para a cama deitamos agora debaixo do lençol e caímos nos braços de morfeo por quase uma hora.
Acordei com ela em cima de mim mamando em minhas tetas e começamos o segundo tempo só que ela agora chupando minha pistola que endureceu novamente ela quis ser penetrada com ela agora ficando por cima e assim ela permitiu receber totalmente os vinte e três centímetros rebolando e sem pestanejar. E assim gozamos juntos mais uma vez relaxamos com uma bela soneca. Quando acordamos depois de uma meia hora e ela com jeitinho pediu que eu dormisse com ela o resta da noite que já iniciara e eu que moro próximo, não tinha de carro e sem compromissos para o dia seguinte aceitei porque a noite prometia. . .

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico stroga

Nome do conto:
IDOS OU TEMPOS PASSADOS

Codigo do conto:
254122

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/02/2026

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