Hoje, depois de ter adquirido o apartamento 1104 no decimo primeiro andar do Edifício Astúrias e estar lá residindo a mais de um mês, atendi a uma chamada pelo interfone vindo da portaria me passando os noves números de um celular solicitando que me comunicasse com o proprietário do mesmo que por não saber o número do meu celular, estava pedindo que eu ligasse para o número descrito. O porteiro se desculpou falando que só cumpria aquela solicitação depois que a pessoa solicitante havia passado o meu nome e número do meu apartamento com exatidão. Agradeci e disse que iria ligar. Terminei a minha ligação com a portaria liguei para o número que me foi passado e no segundo toque eu fui atendido. O normal de uma chamada telefônica pelo celular era já de cara que eu fosse chamado a interlocutora direto pelo nome, mas usei o recurso como com que eu falo e ela respondeu com a SAMIA, sua amiga e vizinha do oitavo andar! Ai a ficha caiu e eu respondi oi linda desculpe me, mas a gente não trocamos nem nome e nem número de telefone. Que bom que é você, tudo bem contigo! Ela respondeu que teve uns tempos viajando a negócios, mas que estava com saudades de mim e que se poderia marcar para tomar um chá as 20,00 horas na padaria de frente ao nosso prédio. Respondi que sim e ficou combinado. Saí da ligação e já eram 18,30 horas e eu tinha muito tempo ainda para tomar banho e me barbear. As 19,55 eu já estava no térreo do prédio e iniciei a atravessar a rua e entrei na padaria. Samia já havia chegado e me esperava sentado à mesa que dividiu comigo quando nos conhecemos no nosso primeiro encontro. Nos cumprimentamos, sentei me e cada uma pediu o seu chá preferido, o meu foi o de alfavaca e começamos a conversar. Ela me questionou se eu estava gostando do meu apartamento eu disse que estava adorando. E por cima da mesa segurei suas mãos entre as minha e assim ficamos até a garçonete trazer o nosso pedido. Ela me contou que ficou três semanas viajando entre reuniões, palestras e cursos sobre tendências da moda para o próximo ano. Eram 21,00 horas quando resolvemos que podíamos ir embora, paguei a conta e saímos, atravessamos a rua e eu me policiando de diminuir meu passo porquê e tenho 1,90 m de altura contra o 1,40 metro de altura dela ainda mais usando salto! Entramos no elevador e casualmente com outros moradores e eu apertei o 8º para ela e o 11º andar que era o meu e com um simples piscar de olhos ela entendeu. No 8º ela desceu e eu quando cheguei no 11º andar, entrei no meu apartamento liguei para ela questionando se ela queria vinho branco ou rose seco. Ela preferiu o rose seco, abri a garrafa, se por caso ele não tivesse abridor em casa e desci pela escada de incêndio pois não queria que a portaria via câmera ficasse sabendo do nosso caso. Apertei a companhia ela abriu a porta e eu entrei já com ela em meus braços num caloroso abraço. Ela já havia tomado banho e vestia uma camisola curta, sem soutien e calcinha. Procurei onde estava as taças, coloquei em duas e com ela no colo sentamos a mesa e dali para frente já podem imaginar, bebemos duas taças de vinho, foi o máximo que nosso bom comportamento consentiu e unanime preferimos trocar carinhos na horizontal de um colchão de uma grande e bem cuidada cama. Tirei sua camisola e ela ficou como nasceu e eu enchia os olhos olhando para uma mulher bonita, perfeita, gostosa, mas de tamanho pequeno. O PORCHE é um perfeito carro, mas ele também é pequeno. Beijamos com se cada uma quisesse engolir o outro, mamei os seus seios com a ganancia de um desidratado que acabou de atravessar um diserto. Desci beijando ela abaixo e deixei ela louquinha quando passei lambendo ela por duas vezes frente a sua vagina e não e não a ataquei com a língua e já dava nítida intenção que não iria fazer porque já estava coma língua no seu umbigo com destino a seus seios. Voltei a beija lá e novamente nossas línguas se digladiaram e depois de um tempo eu voltei a mamar os seus seios e fui descendo, chegando em seu ventre na bifurcação de suas pernas eu escolhi uma coxa e fui beijando até o seu pé, depois voltei e novamente na bifurcação passei para sua outra coxa com destino ao seu pé e quando voltei beijando, bem em cima do seu ventre ele mexia com sua vagina procurando minha boa, minha língua como eu fosse negligenciar seu clitóris sem o toque da minha língua. E quando eu o achei e toquei firme com a ponta da minha língua ela no intuito de segurar o grito urrou e gozou alucinadamente. E ficou paradinha na cama como se procurasse o folego perdido. Eu levantei, fui ao banheiro procurando e achei uma toalha seca. Enxuguei as partes intimas dela, depois fui a cozinha e trouxe um copo com agua para ela tomar e deitei ao seu lado com ela apoiando a cabeça em meu ombro, e acho que adormecemos por uns minutos. E ela foi a primeira a acordar e já acordou, me acordando também e veio com tudo. Você conhece o termo “COBRA MAL MATADA” aí foi a sua vez manifestar a retribuição dos carinhos recebidos por mim. Como é engraçado a sua pequinês sobre meu corpo, chupou minha pistola como se pudesse ela iria era engoli lá porque no fundo da sua garganta chegou varias vezes e ela era obrigada a tirar da boca para voltar a respirar e eu quase gozava, mas me contive, depois eu deitado de costa com a pistola no meu tamanho máximo ela veio por cima embicou a mesma na sua vagina, deu um rebolado para cabeça acha o caminho certo e lubrificado ela sentou em cima, eu senti que aquilo entrou no mais justo possível e ela de pé com as mãos apoiada nos meus ombros, ela como um aríete por cinco minutos e gozei e acho que enchi o útero dela de esperma. Virei e fiquei sobre ela, meu pinto já estava mole e eu retirei dela com ele envolta na toalha para não sujar o lençol. Levantamos e fomos tomar banhos juntos e no box do chuveiro ela abraçamos e fomos dar outra com ela agarrada de frente para mim e eu a penetrei novamente e ela delirando num vai e vem coordenado que nos levou de novo ao prazer. Enxugamos e voltamos para cama só que agora deitamos e estávamos cobertos com um lençol de linho. Olhei no relógio e já eram meia noite. Largar aquela cama quente, uma mulher gostosa para ir dormir em casa na minha cama era um sacrilégio, e como eu não sou da idade média não cometo sacrilégio . . .
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